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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

Empunhem a espada da Verdade para decapitar o erro!

20 a 26 de janeiro 2020

A Verdade

Estudo preparado por:
By Kathy Fitzer
kathyfitzer@gmail.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Somos encorajados nesta Lição para nos armarmos com a espada da Verdade, ou Espírito, que é a Palavra de Deus, para não sermos temerosos ante qualquer sugestão malévola que se apresente, e vigorosamente perseguí-la a fim de eliminá-la. A Verdade destrói o erro completamente – sem deixar sobras…
Texto Áureo (Heb. 4:12 – “…a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes…” Uma espada de dois gumes é muito afiada e projetada para perfurar o inimigo numa batalha. Sinônimos para ‘perfurar’ incluem ‘penetrar, cortar rápido, compreender, chegar ao fundo’. Assim, qualquer que seja o caso que estejamos enfrentando—desde um desafio físico até negócios, de um problema de relacionamento ou político ou de conflitos mundiais—podemos confiar na Palavra de Deus para chegar ao fundo da questão, cortar ao meio as sugestões da mente mortal e da confusão resultante, e revelar a solução que traz cura e harmonia a todos envolvidos.
Leitura Alternada (Salmos 25:5,10;149:1-6,9;91:4): Somos encorajados a apoiar-nos na verdade e sabedoria de Deus e humildemente regozijar-nos em Seu poder porque Ele tem prazer em cuidar de nós e nos guiar, Seus amados filhos. Enquanto louvamos à Deus (reconhecendo a totalidade de Sua poderosa força) temos que ter uma espada de dois gumes na mão. Acaso isso não indica a importância de não só aderir à verdade do ser, mas também atacar (e destruir toda crença) nas sugestões errôneas, e negando seu suposto poder? Temos que empunhar a espada, enquanto permanecemos protegidos do inimigo—toda e qualquer sugestão do mal—por Deus, “nosso escudo e protetor”.

Seção 1: A espada flamejante impede que a pureza da Verdade seja contaminada pelo erro
O Salmos 33 confirma a mensagem de Gênesis1 (B1,Gên.4-6; B2 Gen 1:31).Tudo o que foi feito, foi feito por Deus e tudo era bom—como Deus! Esses são fatos imutáveis do existir. E então vem o “mas”… Contudo, é bom ver a sequência em Gênesis 2 como uma parabola, tal como a que é referida em Salmos (78:1,2; B4,Gên.2:6). Encarar as coisas por intermédio do pensamento mortal, faz aparecer o dualismo—uma suposta mistura de bem e mal e as tentações que acompanham tal crença.
Na história de Adão e Eva, ambos foram expulsos do Jardim do Éden depois de comerem, por desobediência, da árvore do conhecimento do bem e do mal. Agora a pureza da árvore da vida precisava ser protegida. Na alegoria (destinada a nos ensinar uma lição) o Senhor Deus coloca um Querubim (um tipo de anjo muitas vezes associado como guardião de lugares sagrados) e uma espada reluzente na beira do paraíso. O jardim pode ser pensado como representando a sagrada presença de Deus (B5, Gên. 3:24). O homem da criação de Deus (o homem de Gênesis 1) nunca está separado de Deus. Contudo nesse reino de todo o bem não há lugar para uma visão nebulosa, falsa, do homem, ou do pecado. Me ocorre que a mensagem aqui pode ser que Adão e Eva (representando desobediência e mortalidade) foram removidos do jardim, não como punição mas para haver certeza de que os elementos do erro (pecado doença e a mentira da mortalidade) nunca fossem misturados com a vida eterna.
Mary Baker Eddy identifica a “árvore da vida” como a “idéia da Verdade” e a espada como a “Ciência Divina” que guarda essa Verdade (CS1, p.526). Ela também fala do ‘querubim da sabedoria” posto pela Verdade no “portal da compreensão para identificar os verdadeiros convidados”. A espada da Verdade indica a distância entre a Verdade e o erro” (CS5, p.5). Como podemos ser gratos de que nossa consciência (nossa compreensão de nossa unidade com Deus) está sendo guardada pela espada da Verdade, de modo que nenhum erro pode entrar. E isso é verdade para TODOS! A Verdade expele impurezas do pensamento e ação do homem tão naturalmente “como a luz expulsa as trevas” (CS7, p. 282). É nosso privilégio dar testemunho dessa ação de purificação.

Seção 2: A justa espada da Verdade descobre e destrói o erro
Ciência e Saúde define espada, em parte, como: “A idéia da Verdade; justiça” (CS1, p.595). Nesta seção o TA é repetido, e extendido (B6, Heb. 4:12). É interessante comparar esse versículo de Hebreus ao Salmo 139:1, que começa: “Senhor, tu me sondas e me conheces.” Essa espada de dois gumes (a Palavra de Deus), sonda o pensamento a fim de nele penetrar e separar aquilo que seja prejudicial, ou sem utilidade. A Palavra de Deus (ou a Verdade) vai ao âmago de uma situação—além do que os sentidos humanos podem perceber—a fim de descobrir e destruir o conflito. Deus julga com limpar o pensamento e revelar uma solução agradável a todos envolvidos. Quando enfrentamos qualquer situação que envolva conflito, ou coisas que não parecem certas podemos confiar na justiça (ou retidão) da Verdade para corrigir a situação, ao invés de tentar combatê-la ao nível humano. O erro tenta esconder-se atrás de todo tipo de disfarce, inclusive do orgulho e auto-justificativa, ou mesmo a dúvida própria. Mas essa espada da Verdade corta ao meio todos os “auto-sentimentos”, separa da pessoa o erro e o destrói (CS10, 542).
Talvez a gente tenha um desafio físico e seja tentado a procurar por uma “causa.” Compreendendo que é da natureza do erro esconder-se, não devemos perder tempo procurando descobri-lo, mas é importante tornar-se mais consciente da presença de Deus e observar como a espada da Verdade corta ao meio o lixo do erro, revela o erro e o corrige (CS11, p 252). “A Verdade é demonstrável quando compreendida” (CS12, p. 323). Não deixe essa parte sobre demonstração te desestabilizar—ou desencorajá-lo. Lembra-te que Deus é fonte de tal compreensão. Quando praticamos o que sabemos—ou compreendemos—o Amor revela mais para nós. A espada da Verdade (ou Palavra de Deus) é misericordiosa. Ela desfaz a confusão, aumenta a compreensão, e a demonstração segue.

Seção 3: A Verdade, empunhando a espada da Ciência, decapita o erro
Sempre gostei da expressão: “A Verdade decapita o erro” (CS16. P. 265). É uma descrição tão vívida. É interessante que foi o que literalmente aconteceu no caso do deus dos filisteus, Dagon (que representa, logicamente, um falso senso de adoração (B12, 1Sam 5:1-5). Numa breve retrospectiva, os israelitas estavam em guerra com os filisteus. A Arca da Aliança (que representava a presença de Deus) foi trazida para o campo de batalha, mas os israelitas foram vencidos. Após a derrota os filisteus tomaram a arca e a colocaram junto ao deus pagão. Mas o poder de Deus (a Verdade) fez com Dagon (que representava o erro) tombasse. Depois disso os filisteus foram atacados por doenças. Ofereceram então a arca aos vizinhos, que nunca a haviam tomado, e também sofreram doenças. Finalmente foi determinado que a arca voltasse a Israel. Como resultado Israel foi fortalecido, e a adoração a deuses estranhos foi banida de Israel.
A admonição de Josué aos filhos de Israel para que servissem ao Senhor (B13, Jos. 24:14), não era só para aquela época. Parece fácil sermos apanhados nas distrações de hoje, e verificar que nos apoiamos “nos supostos fundamentos materiais da vida e da inteligência” (CS14, p.535). Mas, assim como Dagon caiu diante da arca: “a doença e o pecado caem por seu peso próprio” na presença onipotente da Verdade (CS15, p.380). Ninguém opta por ter desafios, mas eles têm seu valor ao nos empurrar para mais perto de Deus. Então podemos ver a Verdade empunhar a “espada da Ciência” e decapitar o erro.

Seção 4: A Ciência Divina como o Consolador prometido
A seção anterior terminou com uma referência à “espada da Ciência”. Apesar dos dicionários modernos terem desenvolvido definições mais específicas da “ciência”, nos tempos da Sra. Eddy era simplesmente definida, em parte, como “a compreensão ou o entendimento da verdade”. E o exemplo foi dado no Dicionário Webster de 1828: “A ciência de Deus deve ser perfeita.” De fato, essa ciência é perfeita… ou seja concluída, completa; tendo todos pre-requisitos para sua natureza e tipo. Curar era uma parte essencial do ministério de Jesus. (B15) Mas, Jesus nunca reivindicou ter um pedaço desse mercado. Ele prometeu que outro Consolador viria… “o Espírito da Verdade.” (B17) E ele prometeu que esse Espírito da verdade “nos guiaria a toda verdade”. (B18) Sra. Eddy descreve a Verdade como “uma espada de dois gumes, guardando e guiando.” Essa espada penetra a escuridão da crença mortal e revela a realidade da harmonia. Jesus era conhecido como Jesus, o Cristo, porque ele tão plenamente incorporava o Cristo, Verdade – a Palavra de Deus. O Cristo é “o Caminho, a Verdade, e a Vida.” Ele cura o doente e expulsa o mal, inclusive o pecado, a doença e a morte. (S20) Esse Cristo está tão vivo hoje quanto sempre esteve. E a Ciência Cristã entrega as regras (ou princípios) da metafísica divina para que todos possam seguir e encontrar o Consolador que cura e salva. (S22 e 24) Colocando sucintamente: “Através da elevação do pensamento acima do erro, ou doença, e argumentando persistentemente pela Verdade, você destroy o erro.” (S23) Penso que essa é uma grande descrição da ação dessa espada de dois gumes da Verdade.

Seção 5: Não tenha medo de chacoalhar as coisas
Jesus não tinha medo de chacoalhar as coisas. Poderia-se argumentar que foi esse chacoalhar das coisas que fez com que ele fosse crucificado. Mas, sem o crucifixo não teríamos a ressurreição – com todas as lições que vieram após isso. Jesus encarou a Pilates sem piscar. (B23) Jesus não nos prometeu um caminho de pétalas de rosas. Mas, ele nos mostrou como navegar os desafios que chegam até nós para que possamos sair vitoriosos.

Sou muito grata pela Sra. Eddy ter explicado o verso de Isaias que abre essa seção. É fácil, sendo um Cientista Cristão, aceitar que “não há nenhum Deus além de mim.” Mas, criou esse Deus as trevas e o mal, como também é dito em Isaias? (B19) A Sra. Eddy explica que o “profeta se referiu a lei divina como tendo chacoalhado a crença no mal ao nível mais profundo, trazendo-a a superfície e reduzindo-a a seu denominador comum, o nada.” A imagem de chacoalhar o fundo de um rio para purificar o mesmo ajuda bastante. A descoberta do erro pode parecer bastante desconfortável – e assustador. Mas, se ficarmos focados no fato de que uma vez descoberto o erro, a Verdade está lá para “aniquilar todo sentido de mal e todo poder do pecado”, podemos manter nossa confiança. (S25) Aniquilar é uma palavra forte – como decapitar. Uma vez destruída, a sugestão do mal não tem nenhuma maneira de alcançar a “árvore da vida” e nos tornamos conscientes da nossa segurança no reino de Deus. Nosso mundo parece ser uma bagunça. Mas não precisamos ter medo de tomar “a cruz” – encarar o mal em seus vários disfarces. Através do acolhimento da cruz nós “venceremos e colocaremos a coroa” – assim como Jesus o fez. (S30)

Seção 6: Tome a espada do Espírito e coma da árvore da Vida
O autor de Efésios instrui o leitor a ser forte frente à grandes e pequenos desafios. Mas, não precisamos (e não devemos) depender de um sentido humano de força. O poder para resistir o mal vem de Deus. Somos protegidos pelo cinturão da Verdade e a couraça da justiça (retidão e integridade). É a Palavra de Deus (verdade Absoluta) que destrói o erro e penetra como uma espada, perfurando a escuridão para chegar a raiz do problema, e o destruir. (B24) Nós só temos que empunhar essa espada – mantendo ela firme para a Verdade não importando o quão convincente o erro aparente ser.

Temos uma promessa na citação de Apocalipse. (B25) Conforme emergimos vitoriosos, tendo conquistado a oposição que nos tenta a acreditar que existe algum outro poder além de Deus, somos recompensados pelo sabor da fruta da árvore da vida. A palavra em Grego traduzida como o paraíso aqui pode também ser vista com o Céu, ou o reino que Deus governa. A consciência é liberada das falsas imagens do mal em todas suas formas (posando como nossos próprios pensamentos, experiência e ação, ou como pensamentos e ações de outros) e então “a real existência do homem como filho de Deus vem à luz.” Vale a pena lutar pois, conforme aprendemos na Ciência Cristã, a “Verdade demonstrada (tida como certa ou provada além da sombra de dúvidas) é eterna.” (S32) A espada do Espírito, ou Verdade, destrói tudo que é distinto do bem completamente!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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