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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA
[Sempre haverá mais para aprender sobre a Verdade e o Amor…viva.]
Deus”

28 de junho a 4 de julho de 2021
Estudo preparado por:
Christie C. Hanzlik, C.S. in Boulder, CO
ccern@mac.com • 720-331-9356 • christiecs.com


Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB


INTRODUÇÃO

Semana passada durante um estudo da Lição Bíblica no acampamento dos CedroS, um campista perguntou: “O que Deus faz durante o dia todo?” Eu gostei dessa pergunta porque forçou-me a pensar sobre a incorporalidade – a ilimitada e irrestrita natureza de Deus. Há sempre mais a aprender sobre Deus e essa pergunta ajudou-me a perceber mais uma vez que pode ser extremamente difícil pensar sobre a palavra “Deus” sem pensar em um ser corpóreo. Com isso em mente, eu respondi a essa questão sugerindo que refizéssemos a pergunta usando um dos sinônimos para Deus. Por exemplo, “O que a Verdade faz durante o dia todo?” Formulada dessa forma, a pergunta nos leva a muitas reflexões. Perceba que ao reformular a pergunta do campista, eu evitei usar o pronome “dEle”. Fiz isso porque essa palavra, pode nos levar a pensar na Verdade / Deus de uma forma corpórea e limitada.

Alguns dias depois, relacionei a inspiração que tive de substituir a palavra “Deus” por um de seus sinônimos com a forma com que Mary Baker Eddy substitui a palavra: “O Senhor” por “O Amor divino” no Salmo 23, para nos conduzir a uma compreensão incorpórea de Deus:

“[O AMOR DIVINO] é o meu pastor: nada me faltará.

[O AMOR] me faz repousar em pastos verdejantes.

[O AMOR] leva-me para junto das águas de descanso…”

(Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras de Mary Baker Eddy, p. 578:5-7)

A indagação desse jovem campista me levou a conduzir a Lição Bíblica desta semana cujo tema é: “Deus”, como uma oportunidade de mergulhar ainda mais fundo na incorporalidade do Princípio divino, da Mente, da Alma, do Espírito, da Vida, da Verdade e do Amor. Aprendendo com o exemplo de Mary Baker Eddy, este estudo, às vezes, fará substituições de palavras com a intenção de ponderar sobre Deus com um senso renovado da incorporalidade da Verdade.

Texto Áureo e Leitura Alternada – Louve!

O Texto Áureo e a Leitura Alternada começam com um louvor pela Vida divina: “…Tua, Ó [Vida] é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; tua Ó [Vida], é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos” (1 Crônicas 29:11).

“Aclamai a [Vida divina], toda a terra.

Salmodiai a glória da [Vida], dai glória ao louvor da [Vida].

Prostra-se toda a terra perante a [Vida], canta salmos a [Vida]; salmodia a [Vida].

Vinde e vede as obras da [Vida]”. (Salmos 66:1, 2, 4, 5)

Essa Lição Bíblica está cheia das “obras da [Vida]” e nos mostra como o expandir nossa compreensão acerca de Deus nos habilita a vencer o pecado, a doença e a morte.

 

Seção 1: A verdade é revelada em todos os tempos

De Moisés a Natã, até Davi e através dos séculos, a Verdade divina vem revelando a Verdade a nós. A Verdade é que a Verdade está em ação, ou conforme Moisés ouviu a ideia, “EU SOU O QUE SOU” (B1, Êxodo 3:14). Vocês perceberam o que quero dizer? “Eu sou o que sou” é uma frase muito interessante na qual podemos substituir os termos empregados por sinônimos, embora outras frases talvez não permitam empregar esse método com a mesma eficácia. Esse sistema ativa o pensamento e por isso me parece válido pô-lo em prática. Naturalmente, também podemos substituir as palavras por outros sinônimos de Deus nessa frase, tal como… o Amor é que o Amor é; a Mente é que a Mente é, e assim por diante.

No “Glossário” de Ciência e Saúde, Mary Baker Eddy define Deus: “Deus. O grandioso Eu Sou; Aquele que tudo sabe, que tudo vê, que é todo-atuante, todo-sábio, todo-amoroso e eterno; o Princípio; a Mente; a Alma; o Espírito; a Vida; a Verdade; o Amor; toda a substância; inteligência” (CS1, p.587).

De fato, Mary Baker Eddy oferece-nos vários termos para serem empregados em substituição das palavras Deus/Senhor mencionadas na Bíblia, permitindo ao leitor alcançar um conceito mais incorpóreo do todo-sábio, que tudo vê, que é todo-atuante, todo-sábio, todo-amoroso e eterno.

Para mim, o termo “Deus” é a palavra que empregamos quando queremos pensar em todas esses termos simultaneamente. Por outro lado, podemos empregar os termos Amor ou Vida ou Verdade, separadamente, quando pensamos em Deus. Quando, no entanto, nos propomos a considerar todas essas ideias como um conceito composto, empregamos o termo “Deus”. Conforme mencionado acima, o termo “Deus”, muitas vezes nos leva a pensar em um ser corpóreo.

Mary Baker Eddy explica esse conceito da seguinte maneira: “Para captar a realidade e a ordem do existir, na sua Ciência, tens de começar por reconhecer que Deus é o Princípio de tudo o que realmente existe. O Espírito, a Vida, a Verdade, o Amor são um só – e são os nomes bíblicos para Deus. Toda a substância, a inteligência, a sabedoria, a existência, a imortalidade, a causa e o efeito pertencem a Deus” (cit. CS4, p.275).

Nas três seções seguintes veremos como a compreensão correta acerca de Deus põe ao revés o pecado (seção 2), a doença (seção 3) e a morte (seção 4).

 

Seção 2: Compreender a Verdade e o Amor põe ao revés o pecado – a falsa crença de que podemos estar separados da Verdade e do Amor

A segunda seção mostra com clareza como a plena compreensão da Verdade por parte de Cristo Jesus, o habilitou a curar um paralítico libertando aquele homem e outros do “pecado” – da falsa crença de que estavam separados da Verdade e do Amor (cit. B10, Mateus 9:2-8). As pessoas daquela época acreditavam que esse homem, por ser um paralítico, deveria ser um pecador, isto é, estava separado de Deus e, portanto, não era aceito por Ele. Em outras palavras, acreditavam que a paralisia era o castigo pelo pecado cometido por esse homem (separação de Deus). Cristo Jesus curou o problema físico pondo ao revés e anulando a mentira de que esse homem estava separado de Deus. A reversão da falsa crença em pecado tem como resultado a cura física.

Se reescrevermos esse relato empregando termos alternativos para Deus, tais como a Verdade e o Amor, poderíamos dizer que Cristo Jesus reverteu a ideia de que esse homem pudesse ser separado da Verdade e do Amor… mas como pode qualquer pessoa alguma vez ser separada da Verdade e do Amor que preenchem todo o espaço? Não existe lugar onde o Amor não esteja presente, como então seria possível estarmos separados do Amor? O que Cristo Jesus fez para com esse homem, foi demonstrar que o pecado – isto é, a crença em separação – pode ser revertido e resulta em uma cura simples, sem esforços. Comece curando a crença em separação e o restante da cura ocorre sem esforços.

Em poucas palavras, Cristo Jesus mostra como a compreensão da Verdade e do Amor vence o pecado – isto é, a falsa crença de que posamos ser separados da Verdade e do Amor.

Repare como no texto a seguir, são empregados termos alternativos para Deus (sublinhados e em negrito), apresentando as ideias correlatas de Ciência e Saúde, facilitando assim a compreensão de como essa cura ocorreu: “O Cristo, a Verdade, foi demonstrado por meio de Jesus, para dar provas do poder do Espírito sobre a carne – para mostrar que a Verdade se manifesta por seus efeitos sobre a mente humana e o corpo humano, curando a doença e destruindo o pecado” (cit. CS8, p.316).

“A paralisia,” escreve Mary Baker Eddy, “é uma crença de que a matéria governe os mortais e possa paralisar o corpo, imobilizando certas partes. Destrói essa crença, mostra à mente mortal que os músculos não têm nenhum poder e não podem perder o que eles não têm, pois a Mente é suprema, e assim curas a paralisia” (cit. CS9, p.375).

E mais adiante, ela escreve: “Chegou a hora em que a concepção finita quanto ao infinito, e quanto ao corpo material como sede da Mente, tem de dar lugar a um senso mais divino da inteligência e de suas manifestações – dar lugar à melhor compreensão que a Ciência proporciona a respeito do Ser Supremo, o Princípio divino, e de Sua ideia” (cit. CS10, p. 285:19).

 

Seção 3: Compreender a Verdade e o Amor nos habilita a vencer o “cativeiro” da doença

Na terceira seção encontramos a história de Cristo Jesus curando os dez leprosos (cit. B14/Lucas 17:12-16). Dos dez que foram curados, apenas um voltou para demonstrar sua gratidão e para dar glória a Deus, a Verdade divina. Não dispomos de detalhes aprofundados das curas de Jesus, e o único detalhe que temos a respeito do homem que voltou para agradecer é que ele era um samaritano. Isto é importante. Porque os judeus nessa época tinham sérios preconceitos contra os samaritanos. Ao mencionar que o único homem que voltou a deu glória a Deus era um samaritano, Jesus e o autor (Lucas) observaram que qualquer um – mesmo os que menos pareciam interessados em agir assim – podem conhecer a Verdade e dar a glória ao Amor.

De fato, ao longo de seu ministério, Cristo Jesus acolhe e cura os que outros judeus desprezavam. Ele até curou o servo do centurião romano, o inimigo deste povo. Ele falava com mulheres excluídas, como a samaritana adúltera junto à fonte e a mulher que interrompeu uma refeição na casa de Simão, o Fariseu. Em cada caso Cristo Jesus acolheu os que haviam previamente sido vistos como excluídos—curando a crença deles estarem de algum modo separados da Verdade e do Amor—e demonstrando que cada um e qualquer um pode conhecer a Verdade e o Amor. Ninguém está fora do alcance das leis sanadoras da Verdade e do Amor. Ninguém está proscrito, ou fora da lei divina.

Mary Baker Eddy explica: “Cristo Jesus invalidou o erro que imporia penalidades devido à transgressão das leis físicas de saúde…” Ela nos encorajou a “[expulsarmos] a doença como a um fora da lei…” e afirma que é nosso direito moral de “anular uma sentença injusta, sentença que jamais foi imposta pela autoridade divina” (cit. CS15/381:2, 28-4). Ela explica que uma compreensão mais pura de como o Amor divino atua em nossa vida, nos liberta da limitação. “Jesus traçou o caminho. Cidadãos do mundo, aceitai a ‘gloriosa liberdade dos filhos de Deus’ e sede livres! Esse é vosso direito divino” (cit. CS17/227:23-26).

Seção 4: Compreender a Verdade e o Amor vence a morte — a crença de haver um fim

A segunda seção nos deu a história na qual Jesus cura um paralítico, a quem os outros consideravam um pecador. Na terceira seção, Cristo Jesus cura dez leprosos, inclusive um samaritano, demonstrando que ninguém está excluído do reino Verdade e do Amor. E agora na quarta seção temos a história de Cristo Jesus vencendo a morte, ao ressuscitar o filho de uma mulher viúva.

Essas três seções mostram que uma verdadeira compreensão de Deus — Princípio, Mente, Alma, Vida, Espírito, Verdade, Amor — pode vencer o pecado, a doença e a morte. Como afirma Mary Baker Eddy: “A verdadeira compreensão a respeito de Deus é espiritual. Essa compreensão arrebata a vitória ao túmulo. Ela destrói a falsa aparência que engana o pensamento e que sugere a existência de outros deuses, ou outros chamados poderes superiores ou contrários ao único Espírito, tais como a matéria, a doença, o pecado e a morte” (cit. CS19275:28).

Talvez achemos ter compreendido tudo a respeito de Deus — Princípio, Mente, Alma, Vida, Espírito, Verdade, Amor — antes de podermos curar. Contudo, como Deus é infinito, sempre haverá mais a ser aprendido. Sempre teremos algo mais a aprender sobre a Verdade. Sempre teremos algo mais a aprender sobre a Mente. Sempre teremos algo mais a aprender sobre o Amor. E isso é muito bom!

Buscar ativamente saber mais sobre o Princípio, a Mente, a Alma, a Vida, o Espírito, a Verdade, o Amor, é uma forma de oração e louvor. Nunca devemos sentir como se não soubéssemos o suficiente para curar. Sabemos sobre o Amor, e sempre há algo mais a aprender. Nós sabemos sobre a Verdade, e sempre há algo mais a aprender. Nós sabemos sobre o Princípio, e sempre há algo mais a aprender. Eis a questão. Oração não é já saber de tudo. Oração tem a ver com constatação. Se formos enganados e sentirmo-nos mal por não sabermos o suficiente sobre Deus, eis o ‘pecado’ — a crença em separação da Mente. É puramente verdadeiro que sabemos a Verdade e que há sempre algo mais a aprender sobre a Verdade.

Ao descobrirmos mais sobre Deus—Princípio Mente, Alma, Vida, Espírito, Verdade, Amor—sabemos que é suficiente manter a fé, o desejo de saber mais. Como escreve Mary Baker Eddy: “Quando chegamos a ter mais fé na verdade do existir do que temos no erro, mais fé no Espírito do que na matéria, mais fé em viver do que em morrer, mais fé em Deus do que no homem, então nenhuma suposição material pode nos impedir de curar os doentes e destruir o erro” (cit. CS21/368:15). Quando somos tentados a pensar que não sabemos o suficiente, podemos encontrar consolo no fato de que queremos saber mais. Temos mais desejo de saber a respeito da Verdade e do Amor do que temos a respeito de coisas limitadas. Isto é o quanto basta!

 

Seção 5: Deus é infinito

Para mim, a quinta seção expande o tema quanto ao fato de que Deus—Princípio, Mente, Alma, Vida, Espírito, Verdade, Amor — é infinito. E por ser infinito é cognoscível; também é verdadeiro que sempre há algo mais a aprender sobre o Amor. O Amor é tanto completo como expansível, agora já. Com isto em mente, vejam o que ocorre quando introduzimos as palavras “Amor infinito” nos versículos a seguir: (cit. B22/Salmos 104:1-3,24,30).

“[O Amor infinito] é muito grande; o [Amor está] sobrevestido de glória e majestade.

[O Amor infinito coberto de luz como de um manto]: [o Amor infinito estende o céu como uma cortina, e a luz como vestimenta.]

[O Amor infinito voa] nas asas do vento…

Que variedade [Amor infinito] nas obras [do Amor]! Todas com sabedoria [ó Amor] as fizeste: a terra está cheia das tuas [do Amor] riquezas.

[O Amor infinito] envia seu espírito [do Amor], eles são criados, e, assim, renovas a face a terra” (cit. B22/Salmo 104:1-3,24,30).

Ler esses versículos dessa maneira me ajuda a conectá-los com as enfáticas palavras de Mary Baker Eddy: “A profundidade, a largura, a altura, a força, a majestade e a glória do Amor infinito enchem todo o espaço. Isso é suficiente! [cit. CS27/520:3-5).

Usar esses nomes alternativos para Deus ajuda-me a corrigir a tendência de pensar em Deus como corpóreo, limitado e comprimido nalgum certo lugar. Enquanto pensar em Deus com outros termos me ajuda a encarar ideias com frescor. Eis uma declaração simples de Ciência e Saúde usando palavras diferentes: “Tudo no universo do [Amor infinito] expressa o [Amor]” (cit. CS24/331:16, 20). Isso é suficiente!

 

Seção 6: O Amor infinito mantém um reino de harmonia

A sexta seção contém a definição de Mary Baker Eddy sobre “O Reino dos Céus,” e muitos versículos da Bíblia se referem ao Reino. Eis de Mary Baker Eddy: “Reino dos Céus. O reino da harmonia na Ciência divina, o âmbito da Mente onipotente, infalível e eterna; a atmosfera do Espírito, onde a Alma é suprema” (cit. CS28, p. 590:110). Agora que temos essa definição, podemos tentar aplicar essas palavras e suas alternativas para Deus/o Senhor, ao lermos a Bíblia.

Eis um exemplo: “[O Amor infinito] é bom para todos: e as ternas misericórdias do [Amor] permeiam todas a obras do [Amor]. Todas as suas obras [do Amor] te renderão graças, Senhor; e os teus Santos [do Amor] te bendirão. Falarão da glória do teu [reino de harmonia do Amor], e confessarão o teu poder [do Amor]” (cit. B26, Salmos 145:9-13).

Também podemos experimentar esta citação em Ciência e Saúde:

“A Verdade proporcionou a chave do [reino da harmonia], e com essa chave a Ciência Cristã abriu a porta da compreensão humana” (cit. CS29/99:9-11).

“O máximo do bem é o [o Amor] infinito e a ideia do [Amor], o Tudo-em-tudo” (CS32/103:16-17).

É uma bênção como o modo de orar que ajuda a nos libertar de um conceito limitado e corpóreo de Deus. Sempre haverá mais a saber a cerca de Deus – Princípio, Mente, Alma, Vida, Espírito, Verdade, Amor. Podemos regozijar-nos em saber que abrigamos a vontade de saber mais. Que dádiva incrível é essa que sempre nos oferece mais para saber sobre a Verdade e o Amor. Amém!


A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Bianca Pessoa, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler e William Trentini, com revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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