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[Não há bem confiável em uma visão dualista da vida]
CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

A Substância”
6 de 12 setembro de 2021

Estudo preparado por: Kerry Jenkins, CS, de House Springs, MO, EUA
kerry.helen.jenkins@gmail.com       +1-314-406-0041


Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

 


Introdução 

Desde que o homem pensa, escreve e faz arte, existem questionamentos em nosso pensamento a respeito da substância da realidade. A Ciência Cristã pode parecer ter uma abordagem incomum para esse assunto, mas muitas das ideias que são defendidas na Ciência Cristã já existem há milênios. Mary Baker Eddy estudou profundamente a vida de Cristo Jesus, bem como suas raízes que começaram já no Antigo Testamento. Ela ressalta que o Cristo que esteve presente na vida de Jesus foi uma presença eterna que vemos evidenciada em muitas das histórias do Antigo Testamento. “Antes que Abraão existisse, Eu sou”, disse Cristo Jesus (João 8:58). E ao dizer isso, ele adota e conversa com a ideia do Cristo atemporal que estava lá quando Abraão deixou sua terra natal em obediência a Deus. A obra do Cristo realizada por Jesus foi fundamentada na verdade de que a matéria não é a substância que parece ser — que, de fato, Deus, o Amor, não criou a matéria, seja doente ou sã, deixando-nos com a incumbência de limpar a bagunça por termos uma mente mais ou menos espiritual. Em vez disso, ele ensinou que a criação de Deus é boa e demonstrou o bem libertando multidões da doença, do pecado e até da morte. O pensamento mortal está convencido de sua realidade, substância, inteligência e sua própria sensação. Nenhuma palavra vai tirar essa convicção. Essas notas metafísicas provavelmente não convencerão ninguém de que a matéria não tem substância verdadeira. É apenas por meio de nossa demonstração individual e diária desse fato que submetemos nosso teimoso senso de “substância” material à gloriosa substância da verdade espiritual.

Existe apenas um homem. Este é o homem de substância espiritual, o homem “santo” mencionado no Texto Áureo, em Levítico 19:2,19, desta semana. A sugestão de que haja outro “homem”, um homem mortal, é um conceito fugaz e sem substância do homem como nascido e morrendo na matéria. O que fazemos com o fato do existir espiritual e substancial do homem? Nós o vivemos, o procuramos ao longo do nosso dia, desafiamos as sugestões que nos vêm de que o mal exista. Essas sugestões não são incomuns! Mas, na medida do possível, tomamos a decisão de não “semear” nosso “campo [com] semente de duas espécies”, isto é, estamos dispostos a manter nosso pensamento repleto do bem e da pureza de Deus. Considere por um momento que o mal não é substancial. Pedi a um dos meus filhos que mencionasse algo maligno que tenha acontecido em sua vida. Eles escolheram uma época há cerca de um ano, quando um cachorro que amamos muito atacou nosso outro cachorro, e tivemos de encontrar outro lar para ele. Então, eu o deduzi por essa experiência que definitivamente parecia muito ruim para nós! Em primeiro lugar, conseguimos encontrar um bom lar para ele, onde ele era o “único” cão, que era o que ele precisava para se sentir seguro e amado. Em segundo lugar, abrimos espaço em nossa casa para um cão menor e mais brincalhão que ama nosso outro cão, brinca com ele e é divertido e doce com nossa Nana, que precisa desse tipo de companhia. Ele pode facilmente se deitar na cama dela sem se tomar conta de todo o espaço! E nosso outro cachorro simplesmente o adora, eles brincam juntos quase de forma exagerada! Então, essa circunstância foi realmente algo ruim? Ou nosso pensamento rápido, nosso reconhecimento da unicidade do Amor e da bondade como presentes e poderosos, se abriu para nossos animais de estimação e para nós mesmos, para a totalidade do bem de Deus, a verdadeira substância do bem para todos os envolvidos? É algo a ser considerado! Experimente este exercício com eventos em sua própria vida que pareciam “ruins” na época. Sei que a escolha de meu filho pode parecer trivial, mas as verdades que ela contém certamente se aplicam a uma perda aparentemente maior. Se você estiver realmente confuso, considere que a crucificação de Jesus certamente não parecia ter um “lado bom”, por assim dizer, na época! No entanto, foi esse mesmo evento que trouxe a ressurreição e selou o triunfo da verdade de que a vida em Deus é contínua. Se olharmos para um acontecimento em nossa vida que simplesmente não parece ser algo que pode ser visto dessa forma, considere analisá-lo diariamente e pedir ao Amor que revele a você qual é a verdadeira substância de sua experiência. Veja se isso traz uma resposta. A mensagem de conforto do Cristo ao homem ainda está aqui hoje. Podemos esperar ouvi-la com clareza quando Jesus, o representante mais perfeito do Cristo, quebrou todas as barreiras para a comunicação do homem com o Amor por meio de sua pregação e obra de cura.

À medida que trabalhamos em nossos dias para compreender a natureza substancial e presente da realidade espiritual, é útil termos declarações como esta de Tiago em nossa Leitura Alternada: “… a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes”. Isso aponta para o fato de que trabalhamos com perseverança com nosso conceito humano das coisas. Devemos ir nos distanciando progressivamente da percepção material de que a matéria é tudo o que existe. E só conseguimos fazer isso por meio da prática diligente e diária. Não há um “passe de mágica espiritual” aqui, nenhuma declaração grandiosa da verdade espiritual que nos trará ao topo da montanha da compreensão e fará com que a matéria desapareça repentinamente. É nossa disposição diária de fazer este trabalho de buscar o poder e a presença de Deus e reconhecer que Deus está conosco aqui e agora. Como eu disse, em outro Estudo Metafísico, em algum momento, isso pode parecer trabalho árduo. Mas é muito menos doloroso do que tentar fazer a matéria, e uma vida de materialismo “funcionar” de uma maneira consistentemente alegre, satisfatória e pacífica. A Leitura Alternada nos incentiva ainda mais a ser “praticantes”, em vez de meros ouvintes da palavra (a palavra de Deus). A advertência de que o “homem de ânimo dobre [é] inconstante em todos os seus caminhos” também ressalta a natureza do pensamento materialista e sua incapacidade de oferecer um estado de espírito estável, consistentemente alegre e “em paz”. A imagem das ondas no vento é um ótimo visual para ilustrar como o pensamento mortal, sem uma âncora espiritual que sinta profundamente que Deus é Tudo, possa ser “soprado” e influenciado por todas as aparências mortais do mal. Manter nosso pensamento focado (no “único”) traz luz a toda a nossa consciência e, portanto, também a nossos corpos (Tiago 1:4–8,16,17,22–25; Mateus 6:22).

 

Seção 1: A substância da criação é a Palavra de Deus.

A Palavra de Deus é o Cristo, a Verdade, que cura e fala à consciência humana. Assim, podemos nos tornar conscientes aqui e agora dessa criação espiritualmente substancial. Mary Baker Eddy define substância como “… aquilo que é eterno e incapaz de manifestar desarmonia e sofrer deterioração” (CS1, p. 468). Podemos participar dessa criação à medida que permanecemos totalmente conscientes da presença do Amor, mesmo quando as coisas parecem terríveis. Podemos escolher encontrar gratidão em qualquer circunstância e isso pode ser uma porta de entrada para a substância do bem espiritual que está presente. Esse tipo de substância geralmente não é visível ao olho humano, mas não é menos substancial por causa disso. Considere, por um momento, o amor de uma mãe por seu filho. Isso não é visível, exceto por meio de atitudes ternas, gentis e amorosas. Mas a maior parte desse amor não é “visível” a olho nu! No entanto, certamente não é menos substancial porque é uma qualidade profundamente sentida, em vez de fisicamente visível!

 

Seção 2: Uma visão mista do homem faz com que a “… prata se torne escória” e o “licor se misture com água”.

O título é da citação B9 (Isaías 1:22). Tudo aquilo que nos torna poderosos, amáveis, inteligentes, prestativos, se enraizado no sentido material do homem, perde seu poder, beleza e assim por diante. Isso acontece por meio do processo de morte ou porque a matéria e uma visão material do homem se baseiam na dualidade. Dualidade é a visão de que existe o bem e o mal e de que o mal seja tão real quanto o bem. O problema é o seguinte: todas as informações que obtemos a respeito do mal e seu assim chamado poder são obtidas por meio dos sentidos materiais (CS7, p. 301). Deixamos de nos reconhecer como valiosos, amados, puros, quando assumimos a visão comum do homem como uma mistura do bem e do mal. Essa é a sugestão da serpente que distorce nossa consciência, que nos confunde, engana e desaponta. Essa visão não pode ser misturada com a visão verdadeira e espiritual do homem conforme criado em B6 (Gênesis 1:27). Podemos supor que sempre que confusão, ansiedade ou vergonha entrarem em nosso pensamento, é porque estamos nutrindo uma sensação dualista do homem como tentado, vulnerável, separado de Deus. Este senso “diluído” da criação não tem valor. Descobrimos nosso valor acalentando a visão espiritual verdadeira do homem e praticando-a, agindo de acordo com as virtudes divinas de coragem, gentileza, pureza, firmeza, fé e assim por diante.

 

Seção 3: Deus é todo o bem.

Esta seção curtinha e doce baseia-se em Tiago e na ilustração da fonte de que não pode jorrar da mesma fonte água doce e salgada (B12, Tiago 3:11,12). Essa imagem, junto com a impossibilidade de uma figueira produzir azeitonas, são poderosas para serem mantidas em nosso pensamento quando nos encontramos em circunstâncias difíceis! Mary Baker Eddy nos diz que esta afirmação “não deve ser negligenciada”! (CS10, p. 455).

É muito bom aceitar que Deus é todo o bem e só pode produzir o bem, mas pode ser outro desafio sentir honestamente que estamos experimentando apenas o bem. Quando não estamos nos sentindo bem, ou algo vai mal para nós, além de afirmar que Deus é tudo o que existe e só produz o bem, o que podemos fazer para realmente demonstrar esse fato para nós mesmos? Acho útil pensar em Deus / o Amor / a Vida / a Verdade como a lei do Amor / da Vida / da Verdade, etc. Esta lei está sempre em ação.

Vivenciamos os benefícios das leis de Deus quando adotamos a obediência em nossas ações (demonstração) em todos os momentos, da melhor maneira que podemos. Não podemos escolher quando queremos obedecer, por exemplo, a lei do Amor. Se decidirmos, por exemplo, que somos tentados a fazer fofoca de alguém, estaremos negando todo o bem do Amor e aceitando que é divertido, excitante, ou o que quer que seja, nos engajarmos nessa atividade cruel. O próprio fato de estarmos envolvidos nessa atividade nos deixa expostos para também sermos vítimas de algo assim, para vivenciarmos a crença de que o Amor pode estar ausente para nós! Ao aceitar que o Amor está ausente naquele momento de fofoca, convidamos esse mesmo senso para nossas próprias vidas, em algum momento, a menos que corrijamos nossas atitudes e demonstremos a totalidade do Amor.

 

Seção 4: Não precisamos esperar para que a substância do bem apareça!

Eu gosto do relato de Jesus curando o homem junto ao tanque de Betesda (B13, João 5:2-9) por causa de sua mensagem do “agora” da bondade de Deus. Esse homem esperou junto a esse tanque “mágico” por uma solução material para sua doença por 38 anos! É muito tempo! Sua concepção de Deus se limitava à ideia de que um anjo sopraria sobre as águas do tanque e apenas a primeira pessoa a entrar no tanque seria curada por esse anjo. Em outras palavras, o bem era limitado a uma determinada circunstância material que nunca estaria disponível para ele sem muita ajuda.

Quando colocamos nossa esperança e confiança totalmente em uma solução material, frequentemente excluímos a infinita bondade de Deus. A bondade de Deus não se limita ao tempo, ao lugar, às circunstâncias. Não se limita à nossa experiência na Ciência Cristã, nossa época, nossa riqueza. A infinita substância do bem de Deus está disponível a todos por meio da acolhida do bem espiritual, para o desenvolvimento de nosso senso espiritual da bondade de Deus já presente. Este processo é descrito na citação CS12 (p. 48) como “A natureza divina tem de vencer a natureza humana em todos os pontos”. Podemos trabalhar nisso agora. Não esperemos até já tenhamos feito as “coisas divertidas”. Não devemos adiar o bem. Paulo diz melhor: “…eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (B14, 2Cor 6:2).

 

Seção 5: Mantenha-se firme na mente pura do Cristo.

Esta seção contém a história dos filhos de Ceva (Atos 19:14), judeu e sumo sacerdote. Eles pensavam em ficarem conhecidos imitando as obras de Paulo, expulsando demônios. Eles não fazem isso com base na compreensão de Deus ou no amor a Deus, mas com o propósito de obter poder e fama. Exceto, neste caso, o homem de quem se aproximam para supostamente “expulsar o demônio”, acaba identificando-os como fraudes, e os ataca, vence e fere. Este é um grande exemplo da tendência equivocada de recorrer a qualquer combinação de métodos de cura para enfrentar um desafio.

Se estivermos labutando para entender que Deus é o todo o bem e o único bem, isso só nos fará voltar a misturar essa jornada com outras ideias que dependem do suposto poder da matéria para resolver nossos problemas. Há um excelente artigo de Nathan Talbot chamado “A potência e o poder da cura pela Ciência Cristã”. Aqui está o link: https://pt.herald.christianscience.com/shared/view/f3viw2s76s?s=copylink. Esse artigo aponta os desafios gerais que contestam o poder de cura da Ciência Cristã e como podemos estar alertas a eles e, assim, derrotá-los. A Ciência Cristã não é um “sistema alternativo de saúde”. É o poder divino de cura do Cristo disponível para nós hoje, como era quando Jesus o demonstrou, há mais de 2000 anos. A verdadeira e substancial natureza desse sistema de cura é mostrada até hoje em seu poder contínuo. É fundamental observar, entretanto, que está no Amor, o Amor todo bom e todo amoroso, o saber de nossos esforços em abrir nosso caminho em direção ao espírito.

O Amor não está acompanhando os métodos que escolhermos em nossa hora de necessidade humana. Podemos sempre ter a certeza de que somos amados, cuidados e sempre filhos ou filhas do Amor, mesmo quando nos vemos motivados, em um momento ou outro, a encontrar uma solução para a dor em algo que não seja o meio espiritual. Deus não é uma personalidade antropomórfica acompanhando nossas decisões humanas e nos julgando como “bons” ou “maus”! Podemos ter a certeza de que o Amor está segurando nossa mão a cada passo do caminho à medida que nos esforçamos para seguir em frente.

 

Seção 6: A substância de nosso amor por Deus se manifesta em nossa demonstração do Amor.

Gosto de ver que já na primeira citação da Bíblia nesta seção, a sabedoria é tão óbvia que “clama”, chama (Provérbios 8:1). E, o entendimento aparentemente fala em voz alta, ou “nos faz ouvir sua voz”. Nunca havia analisado essa passagem desta maneira! Essa é uma sabedoria espiritualmente substancial, que aparece em toda a Bíblia e continua até os dias de hoje. É clara para nós e fala a nós em nosso atual entendimento.

Mary Baker Eddy ressalta que “Jesus traçou o caminho para os outros. Ele revelou o Cristo, a ideia espiritual do Amor divino” (CS25, p. 38). Isso significa que ele não nos deixou no escuro, sem nenhum caminho claro à nossa frente, ele, no entanto, mapeou o caminho que devemos seguir! Ele não deixou nada escondido, mas nos deu instruções claras pelas quais podemos vivenciar a substância do poder de cura e da presença de Cristo.

É um sinal claro de que estarmos aceitando um senso de dualidade, do bem e do mal, quando nos encontramos em meio à uma confusão. O amor é a virtude primária e substancial em nossa demonstração da Ciência do Amor. Essa clara demonstração de amor é ilustrada poeticamente no sermão de Paulo sobre o amor em 1Coríntios 13 e incluída, em parte, na citação B19. As virtudes neste sermão de fé, esperança e, principalmente, amor, são qualidades eternas e substanciais que nos mantêm praticando a obediência aos Dois Grandes Mandamentos que Mary Baker Eddy menciona na citação (CS28, p. 467). Nossa obediência a essas leis e a disposição de seguir o caminho que nos iluminou trazem-nos a única “verdadeira felicidade” mencionada na citação (CS29, p. 337).

 

Seção 7: A Substância espiritual é a única substância.

Nós realmente estamos ou a serviço de Deus ou da matéria. Somos mais livres, mais alegres, mais ilimitados, saudáveis quando servimos a Deus. A escravidão à matéria é complicada, confusa, infeliz. Cada tradução alternativa de Mateus 6:24 que eu pesquisei, traduzia a última parte como: “Você não pode servir a Deus e ao dinheiro”. Fiquei interessado na tradução direta de “riquezas” como “dinheiro”. Sempre pensei nisso de maneira mais geral, como matéria.

Se quisermos experimentar felicidade substancial e duradoura, ela não será encontrada em nenhum tipo de matéria. Nenhuma segurança, alegria ou verdadeira liberdade vem com o dinheiro. Não podemos considerar nossa segurança e felicidade como uma combinação de fatores espirituais e materiais, assim como não podemos considerar nossa saúde. Não há mais alegria ou segurança substancial em uma abordagem dualista para nosso bem-estar financeiro, do que há nesta abordagem para nossa saúde!

O bem de Deus é abundante para cada um de nós. A consciência de nosso bem-estar residindo na substância espiritual nos dá toda a estabilidade de que precisamos. É o oposto do que é relatado na Leitura Alternada: um “homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos”. Podemos ter uma mente “única”, cheios da luz que irradia de Cristo – hoje e sempre.

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e Laura Soriano Yawanawa, preparação de Leila Kommers, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

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