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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[“O verdadeiro tu é real, sempre novo, sempre existe e se encontra no Cristo!”]

Os mortais e os imortais
08 a 14 de novembro de 2021

 

Estudo preparado por:

Kerry Jenkins C.S. de House Springs, MO, EUA

kerry.helen.jenkins@gmail.com        +1-314-406-0041

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros –  CedarS

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Introdução 

 Algumas semanas atrás, em nossa lição bíblica, o apóstolo Paulo descobriu um novo senso de identidade no deserto quando experimentou um poderoso encontro com o Cristo eterno.  Na lição da semana passada tivemos a história mitológica do homem feito do pó versus o homem-Cristo, feito à imagem e semelhança de Deus / o Bem.  Nesta semana, continuamos nossa jornada para compreender mais profundamente a verdadeira natureza do homem na lição Bíblica sobre os mortais e os imortais.  A jornada é feita, como todo verdadeiro aprendizado deve ser feito, passo a passo.  Nosso senso de identidade mortal deve, como Paulo nos diz em suas cartas à igreja em Corinto, ser “engolido”, não rejeitado. “Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida”.  E: “Tragada foi a morte pela vitória” (B16, 2Coríntios 5:4 e B18, 1Coríntios 15:54). Isso não é uma erradicação da personalidade mortal, mas uma subordinação desse falso conceito, pelo homem verdadeiro que é melhor visto no Cristo.  Saber que esse processo é uma caminhada passo a passo, e não um momento que passa por um “processo de morte”, nos dá a coragem e a alegria de ir em frente a cada dia, buscando novas visões de nós mesmos, de Deus e dos outros.

 A imortalidade é revelada como um estado de “agora”, e não um estado que só chega em um determinado momento.  Sim, parecemos alternar entre a visão falsa e dualística do ser – um mortal, outro espiritual e imortal.  Mas por meio do desejo genuíno de “conhecer a Cristo” e de conhecer a Deus como está escrito em João: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (B9, João 17:3). Aprendemos a nos identificar cada vez mais com os fatos da Ciência que revelam o homem como o imortal reflexo de Deus.  O homem está naturalmente desapontado com um falso senso de identidade. A mortalidade só pode nos dar uma satisfação temporária, na melhor das hipóteses. À medida que renunciamos gradualmente e naturalmente ao nosso desejo de encontrar satisfação no homem ilusório que é “mortal”, recebemos visões mais renovadas dessa “superabundância do ser” a que Mary Baker Eddy se refere na pág.  201 de Ciência e Saúde, na lição desta semana.  (CS16, p. 201). Quem não quer sentir uma “superabundância do existir”? !

Texto Áureo: “Revistai-vos do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Efésios 4:24). Esta é uma ordem! Estamos ouvindo? Estamos obedecendo? Ou apenas lendo e balançando a cabeça e dizendo para nós mesmos: “isso é bom”?  Gosto de parar e me fazer essas perguntas e muitas vezes fico surpreso, percebendo que não estou buscando profundamente ou olhando para um versículo como se fosse a primeira vez que o li.  Esta é uma dádiva ao ler diferentes traduções da Bíblia que tende a nos ajudar a ver os versículos antigos sob uma nova luz!

 A Leitura Alternada explica nosso tema: que é quando o Cristo aparece para nós e vemos nossa própria natureza gloriosa brilhando naquela luz Crística (Colossenses 3:2,4,9,10,12-14,16,17). Naturalmente, essas são as palavras de Paulo decorrentes de sua própria experiência transformadora.  Sua vida é uma grande inspiração porque ele teve aquela experiência incrível e a seguiu com uma vida inteira de cura, pregação e ensino em todos os caminhos por onde andou.  Ele não se contentou com um momento transformador, mas continuou em uma jornada literal, passo a passo, compartilhando sua revelação e continuando a demonstrar uma compreensão cada vez mais profunda de seu relacionamento com Cristo e com Deus.  Este é um pensamento encorajador quando sentimos que toda a nossa “cura” está no passado e que agora estamos apenas vagando. Requer um desejo vigoroso e intenso de renovação do eu após o Cristo, a Verdade, a fim de experimentar o tipo de progresso espiritual constante de Paulo.

 Outra questão interessante surge do verso final da Leitura Alternada. “E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Colossenses 3:17). E se tudo o que disséssemos ou fizéssemos fosse feito “em nome do Senhor Jesus” e em gratidão a Deus? “Em nome de”, significa para mim, “na natureza ou identidade de”.  Essa pergunta, feita de forma consciente e regular, mudaria algumas coisas no meu dia a dia, lamento dizer! Eu teria respostas mais consistentes, mais suaves e gentis, para meus meninos ensinados em casa, no mínimo! E essa não é a incrível beleza da busca para descobrir mais sobre o Cristo?  Naturalmente produz uma visão mais amorosa da humanidade, uma visão mais verdadeira da bondade do homem.  Dá-nos a capacidade de, como dizem os versículos 13 e 14 em nossa Leitura Alternada: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:13,14).

 

Seção 1. A “declaração científica a respeito do homem”?  O homem não é mortal.

 É mais fácil dizer que o homem é apenas imortal, apenas espiritual, do que realmente sentir que essa afirmação é verdadeira.  Requer constante demonstração para nos dar a confiança e firmeza que nos convence da maneira que Paulo estava convencido quando ele notoriamente disse em Romanos 8:38: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir”. E, se parece uma tarefa tremenda provar diariamente a verdadeira natureza do homem, considere o sentimento que Paulo deve ter tido quando fez essa declaração. Considere o valor de se sentir tão inseparável do Amor, da Vida, de viver em um estado de profunda alegria e satisfação, esperança e convicção. Esse é um estado que vale a pena perseguir! Nosso verdadeiro eu é apenas imortal. Achei toda a página 81 de Ciência e Saúde bastante útil para ler nesta seção.  (Nossa segunda citação foi tirada dessa página).  Nela, Mary Baker Eddy compara a natureza imortal do homem à natureza dos números e da música. Ela nos diz que mesmo se apagarmos os números de uma página ou silenciarmos os tons da música, essas ideias de números e notas ainda existem e nunca podem ser erradicadas. Não mais do que o ser do homem.  Assim como os números são infinitos, eternos e a música pode ser constantemente composta ou tocada de maneiras infinitas para sempre, o homem é uma ideia espiritual que não pode ser erradicado pelo desaparecimento de um corpo que parece mortal. Podemos nos erguer gradualmente da ilusão dessa mortalidade a cada dia por meio de demonstrações desta Ciência. Isso pode parecer meditação silenciosa, onde não permitimos que nenhum pensamento da “mente mortal” invada o espaço que estamos abrindo para a consciência do Amor / da Vida / da Verdade, por qualquer período de tempo.  Essa demonstração pode ser uma pausa antes de responder a alguém, permitindo que a Mente vá primeiro e nos dê as palavras certas. Pode ser uma caminhada em que estamos controlando a raiva ao perceber a presença da beleza, da ordem e da paz ao nosso redor. Estes não são exemplos insignificantes de demonstração, e cada um leva não apenas a uma maior paz e alegria em nossa própria experiência, mas melhora radicalmente a unidade e o amor de nossas comunidades e mundo, nosso senso de unidade com toda a humanidade. A mortalidade, a crença no homem separado do Amor, sempre divide. Fiquemos do lado da “declaração científica a respeito do homem” (CS4, p. 300).

 

Seção 2. Colha os fatos da Mente única

 A visão um pouco estranha da cesta de figos bons de Jeremias e os figos que estragaram é uma ilustração do fato de que Deus só produz o bem – que o homem não é uma sacola (ou cesta!) mista de qualidades mortais e imortais. Nós temos a declaração de Mary Baker Eddy, que “Todas as formas de erro sustentam as falsas conclusões de que haja mais de uma Vida” (CS6, p. 204) para nos ajudar a entender por que às vezes lutamos para ver o bem de Deus presente.

 É a declaração final nesta seção que nos encoraja que “Para sermos imortais, temos de abandonar o senso mortal das coisas, volver-nos da mentira da crença errônea para a Verdade, e colher da Mente divina os fatos sobre o existir” (CS9, p. 370). É tão interessante que ela parece estar nos oferecendo conselhos sobre “como ser imortal”! 1. Abandone o sentido mortal das coisas. 2. Afaste-se da mentira da falsa crença para a Verdade. 3. Colha os fatos do ser da Mente divina. Esses elementos se incluem em qualquer bom tratamento de cura da Ciência Cristã.  Não temos que estar dispostos a nos afastar da aparência material das coisas? Além disso, afastemo-nos de nossas falsas crenças, estejamos dispostos a reconhecer que, embora tenhamos dificuldade em acreditar em uma mentira sobre nós mesmos ou os outros, queremos e nos voltaremos para a Verdade. E, finalmente, examinaremos profundamente a Mente em busca de fatos, ficaremos quietos e ouviremos o que a Mente está revelando, não permitindo que pensamentos mortais circulem e capturem nossa atenção.

 Uma vez, alguns anos atrás, eu estava trabalhando como estou hoje escrevendo um desses estudos. Eu tinha acordado com uma dor de cabeça horrível e estava tendo problemas para concentrar meus pensamentos. Um dos meninos deu uma festa à qual ele estava participando à tarde, e ao invés de dirigir todo o caminho de volta para casa e buscá-lo, já que eu moro longe de onde era a festa, fui a uma livraria armado com meus livros, computador e protetores de ouvido. Ao sentar-me em uma cadeira com várias horas à minha frente, decidi que iria apenas sentar e orar simplesmente ouvindo.  Eu não iria ceder aos pensamentos estressantes que deveria escrever, que não me sentia bem o suficiente para sequer pensar em ideias, que o tempo estava se esgotando e assim por diante. Eu ia simplesmente “abandonar” o pensamento sobre o tempo e a dor de cabeça, me afastar da mentira de que estava realmente lutando e buscar apenas na Verdade o que era verdade naquele exato momento.  Fechei os olhos e fiquei imóvel. Já se passaram muitos anos desde esse incidente em particular, mas lembro-me claramente de que comecei a me sentir em paz, ao invés do desconforto. O desconforto não cedeu imediatamente, mas os pensamentos ansiosos e frustrantes foram se dissipando. Foram duas horas inteiras de escuta, esforçando-me para não preencher aquele espaço com minha própria agenda. Às vezes eu tinha sucesso, às vezes não mas depois de duas horas percebi que estava completamente livre da dor. Foi uma sensação tão alegre saber que os “fatos da Mente”, da bondade do Amor, haviam deslocado essa dor que o estudo foi rapidamente escrito naquela tarde e noite. É verdade que, às vezes, a mentira pode parecer muito convincente. Por meio de nossos esforços para abandonar a fábula e substituí-la pela colheita de fatos divinos, podemos encontrar nossa liberdade e saúde!

 

Seção 3. A origem divina é nossa única origem.

Gosto a frase de Mary Baker Eddy nesta seção: “O fundamento da desarmonia mortal é o senso errôneo da origem do homem” (CS11, p. 262). Que declaração abrangente!  Deixa claro que o principal desafio é o homem descobrir que nunca nasceu na matéria. Paremos de nos concentrar na morte e no envelhecimento, e comecemos entendendo que o homem nunca nasceu na matéria, em primeiro lugar! Pobre Nicodemos, lutou para entender a natureza espiritual da exigência de Jesus de que devemos “nascer de novo” (B11, João 1:12,13).  Sua luta ilustra a necessidade que todos temos de ver a vida como um desdobramento eterno de uma novidade imortal. Essa novidade não é uma mudança física de hábitos ou práticas, mas um renascimento espiritual profundamente arraigado!

 Esta seção também contém a definição clara de João para vida eterna: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (B9, João 17:3). Você pode chamar isso de nossa luz orientadora para a imortalidade – conhecer a Deus e conhecer Jesus Cristo. Os passos para a imortalidade na seção anterior são, na verdade, apenas outra versão desta declaração bíblica. Ao conhecer a Deus e Seu Cristo, naturalmente estamos nos voltando da mentira para a Verdade.

 Mary Baker Eddy nos diz que “A origem divina de Jesus lhe deu mais do poder humano para expor os fatos da criação e demonstrar a Mente única que cria e governa o homem e o universo” (CS12, p. 539). Isso não exige de nós menos que a demonstração da nossa própria origem divina como reflexo de Deus. Pense nisso, um reflexo deve mostrar o que a fonte está fazendo e Deus é a própria fonte do ser do homem e, portanto, o ser do homem deve ser espiritual e imortal. Embora Jesus tivesse claramente uma missão divina especial, nós também temos uma origem espiritual, origem que Jesus revelou ao homem tão claramente através de suas curas e pregações. Esta verdade de nossa origem, nossa natureza imortal, é ainda mais esclarecida nesta Ciência. Jesus nos mostrou que nossa ancestralidade é “bela, boa e pura”. Ele provou que “o Espírito é a fonte primitiva e última de ser; Deus é seu Pai, e a Vida é a lei de seu ser” (CS14, p. 63).

 

Seção 4. Modismos materiais versus a “superabundância do ser”.

 Zaqueu como um coletor de impostos (B13, Lucas 19:1-10), seguia a moda ou prática comum de cobrar mais do que era devido. Foi assim que a lei foi criada. Um coletor de impostos era pago recolhendo tudo o que podia, além do que era devido ao governo romano. Não foi à toa que eles foram insultados, e provavelmente era um bando bem nefasto. No entanto, seu senso espiritual ansiava por um senso de identidade mais cristão e isso era ilustrado por seu profundo desejo de apenas ver Jesus passar. A percepção do Mestre sobre o desejo desse homem por novidade espiritual foi imediata. Ele olhou para a árvore onde o homem diminuto tinha que escalar para ver Jesus de relance e disse-lhe que viesse jantar com ele. Simplesmente o reconhecimento de Jesus da bondade inata desse homem causou a transformação de Zaqueu no local. Apagou o pecado que obscurecia a visão precisa desse homem de si mesmo. Gosto que Zaqueu se refira a quem ele é agora – no tempo presente. Era tal no presente. Era uma sensação tão nova de si mesmo que ele nem conseguia falar disso em termos de passado!

 A passagem inicial da Bíblia nesta seção (B12, 1João 2:15,17) nos incentiva a não amar o “mundo” ou as coisas que estão no mundo. Quando estamos excessivamente focados na matéria, não estamos focados em conhecer a Deus. Devemos crescer sem amar as coisas mundanas. Fazemos isso nos esforçando para elevar espiritualmente, da melhor maneira possível, nossas atividades humanas.  Podemos escolher atividades que expressem beleza, graça, inteligência, coragem e que nos conduzam na direção de abençoar os outros.  A maioria de nós descobriu que as buscas que seguem caminhos que não estão enraizados de forma alguma no divino tendem a passar, muitas vezes rapidamente.

 Qualquer coisa que requeira toda a nossa atenção de maneira autocentrada nos afastará de conhecer a Deus e Seu Cristo, nos afastará de uma verdadeira compreensão da imortalidade do homem. Ao falar ao meu irmão ao telefone hoje, ele comparou a vida na mortalidade a uma série de “modismos”. Eles são atraentes, absorventes e até divertidos por um tempo. Mas, finalmente, eles mudam, desaparecem, saem de moda. Apenas a imortalidade permanece, continua. Por fim, como aconteceu com Zaqueu, nossa busca por coisas materiais ou mundanas nos levará ao reconhecimento de que existe algo “mais” – algo que é tão profundamente gratificante que não depende de forma alguma da riqueza ou do status social. As modas passageiras da existência mortal não terão o mesmo apelo que outrora exerciam, ao buscarmos diariamente em Deus os fatos da existência do homem.  Então, esses “modismos” desaparecerão na presença da “superabundância de ser” (CS16, p. 201).  Esse tipo de ser soa como algo que não pode ser superado ou diminuído com o tempo!

 

Seção 5. A imortalidade é agora. 

Uma coisa que descobri ao ler esta lição Bíblica é o senso da imortalidade presente. Não é algo no futuro, mas sim o “agora”. A ressurreição de Lázaro por Jesus (B17, João 13:1-44) é a prova da presente imortalidade. Ele o ressuscitou após quatro dias na tumba. E ele o ressuscitou não admitindo “… que seu corpo havia morrido e depois voltara a viver. Se Jesus tivesse acreditado que Lázaro havia vivido ou morrido no corpo, o Mestre teria se colocado no mesmo plano de crença em que estavam aqueles que haviam sepultado o corpo, e não o poderia ter ressuscitado” (CS24, p. 75). 

A chave para experimentar a imortalidade agora está no reconhecimento de que “… o status espiritual do homem nada tem a ver com o ego material” (CS21, p. 467). Mais uma vez, estamos sendo instruídos a buscar na Mente os fatos de nosso ser, eles não são encontrados na matéria, em uma tumba, em queixas do corpo. Se nosso status espiritual, incluindo nossa imortalidade, é encontrado fora da individualidade material, então é um caso de nossa percepção consciente da presença do Amor, da Vida e da Verdade, e podemos ter essa consciência aqui e agora.

Um elemento importante para reivindicar e compreender nossa natureza imortal é declarado várias vezes nesta seção por meio da imagem da mortalidade sendo “absorvida pela vida”, “da vitória”, “na imortalidade” (B16, 2Cor. 5:4). Esta imagem da mortalidade sendo “engolida” pela imortalidade confirma o fato de que a mortalidade não é algo que estamos tentando “nos livrar” ou “pular fora”. Devemos gradualmente percorrer nosso caminho através da demonstração dos fatos do ser que Jesus nos mostrou, elevando espiritual e naturalmente nossos esforços humanos. Desfruta o que você ama! Trabalhe para tornar-se mais altruísta. Cresça naturalmente em um senso mais profundo de seu ser como ideia de Deus. Este é o nosso caminho para experimentar nossa imortalidade aqui e agora.

 

Seção 6. Nossa imortalidade é encontrada em Cristo.

Eu sei que já disse isso, mas nossa sexta seção resume tudo. Começamos com declarações de Paulo, e ele tem a última palavra na porção bíblica de nossa lição desta semana. Sua ênfase novamente está na unidade entre nós que vem com o conhecimento de Jesus, o conhecimento de Deus. Não podemos deixar de sentir um amor mais profundo e unidade uns com os outros quando a imagem mortal do homem começa a desaparecer de nossa vista à luz de nossa compreensão crescente do homem Cristo. Isso é uma questão de consciência. Mary Baker Eddy resume isso: “Mantém o modelo perfeito em teus pensamentos, em vez de seu oposto desvirtuado. Essa espiritualização do pensamento deixa entrar a luz e traz à tua consciência a Mente divina, a Vida, não a morte” (CS28, p. 407). Assim, a imortalidade pode ser experimentada agora, à medida que a cada dia acolhemos conscientemente a luz do Cristo e o amor de Deus, a Vida, em nossa experiência.

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Elisabeth Zir Friedrichs, Laura Soriano Yawanawa, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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