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A totalidade da Mente elimina a possibilidade de uma força oposta chamada matéria”

Ideias de aplicação metafísica para a Lição Bíblica da Ciência Cristã sobre o tema

 “A Mente”
14 a 20 de agosto de 2023

 preparado por Kathy Fitzer, de Lake St. Louis, EUA

kathyfitzer@gmail.com

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 Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Nova Versão Internacional – NVI; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução, Texto Áureo e Leitura Alternada

Olhando ao redor, pode parecer um contrassenso afirmar com convicção que toda substância seja a Mente. Não só tudo parece feito de matéria, como parece que essa matéria tem inteligência para agir, reagir e parar de agir. E no entanto, os profetas, Jesus, seus seguidores e os estudantes da Ciência Cristã demonstram hoje que como Deus, a Mente, é tudo, aquilo que parece ser matéria é de fato a expressão do pensamento. E, à medida que compreendemos isso, constatamos que não há nada a temer a respeito daquilo a que chamamos de matéria – ou seus relatos. Quando de fato olhamos para o testemunho dos sentidos materiais, vemos que temos uma escolha.

Podemos concordar com o que os sentidos limitados nos dizem. Ou podemos confiar na Ciência divina — com base nos ensinamentos da Bíblia e nas demonstrações de cura ao longo dos tempos — para reverter essa evidência e revelar a substância da Mente que realmente existe e que está sempre presente. Gosto de pensar no fato de que curar não significa derrotar um poder oposto a Deus, mas perceber que não existe força oposta – ou negativa – na totalidade do Bem!

Achei útil a tradução do Texto Áureo na versão da Nova Bíblia Viva: “Quem dentre nós conheceu a mente do Senhor?” Essa primeira parte é uma referência de Paulo a Isaías 40:13, que diz: “Quem poderia orientar o Espírito do Senhor?” Claramente, a resposta é “ninguém”! Mas, às vezes, podemos ser tentados a cair no “modo de informar” a Deus, instruindo a inteligência divina sobre o que precisamos e como as coisas devem funcionar, em vez de ouvir e observar o que Deus, a Mente infinita, sabe e está revelando — que é sempre o bem.

O versículo de Romanos continua: “Todas as coisas vêm única e exclusivamente dele, por ele e para ele”. Em outras palavras, não há nada fora de Deus e não há causa exceto Deus. Todas as coisas, então, devem ser feitas para magnificar o bem de Deus. Nós não somos os executores. Deus faz tudo! E, como conhecemos a mente de Deus (alinhamos o pensamento com os pensamentos de Deus), as imposições da suposta oposição à Mente (chamada matéria) perdem sua capacidade de impressionar.

A Leitura Alternada começa e termina com o salmista afirmando o grande poder de Deus. Ele pede a ajuda de Deus para que o povo reconheça a Deus como a fonte de todo bem. Temos então a história da cabeça do machado emprestado flutuando. Fiquei impressionada com a preocupação premente do trabalhador, provocada pelo fato de o machado ser emprestado. O homem não poderia simplesmente correr até a loja de ferragens e comprar outro para seu amigo. Nessa época, o ferro era escasso e muito procurado para fins militares, por isso era muito caro. A substituição da cabeça do machado provavelmente significaria incorrer em sérias dívidas.

O que me impressionou é que Eliseu compreendeu que o poder de Deus atende a todas as necessidades – nada muito grande, nada muito pequeno e abençoa a todos. Essa história é intercalada com Eliseu curando Naamã da lepra e evitando um incidente internacional ao avisar o rei de Israel sobre os ataques do rei da Síria. Eliseu havia feito essas grandes coisas e, no entanto, humildemente acompanhou seus discípulos enquanto se preparavam para construir um lugar maior para as reuniões. Como diz o Salmo 147: “O Senhor apoia e ajuda os humildes” (Nova Bíblia Viva). Eliseu entendeu que era servo de Deus e estava disposto a dar testemunho do poder de Deus — independentemente das circunstâncias. Ao adotarmos esse tipo de humildade e reconhecermos “Como são maravilhosas as suas obras, Senhor!” (Salmo 92, Nova Bíblia Viva), podemos esperar que Deus atenda também a cada uma de nossas necessidades humanas – grandes ou pequenas.

 

Seção 1. A Mente é a única substância de todo o existir

A Bíblia dá o tom para o fato de que não existem dois poderes – a Mente e a matéria. Deuteronômio deixa claro que Deus é o único poder e a única presença (B1, Deuteronômio 4:39). Jó se refere a Deus como uma mente que não muda (B3, Jó 23:13). E Jeremias nos diz que a terra e os céus foram formados pelo que Deus sabe ser verdade — Sua sabedoria (B4, Jeremias 51:15).

Com declarações tão claras da Bíblia, quando Mary Baker Eddy estava definindo a natureza de Deus, ela afirmou que “Deus é a Mente e Deus é infinito; portanto, tudo é a Mente” (CS1, p. 492). Ela prossegue afirmando que “a Mente é Deus … todo o poder, toda a presença, toda a Ciência” (CS2, p. 275). Temos problemas quando não nos atemos a esse fato absoluto e somos atraídos para acreditar no que nosso senso mortal nos diz – que Deus pode ser todo o poder, mas ainda existe essa outra coisa a que chamamos de matéria com a qual temos que lidar diariamente. Parece que às vezes a matéria é boa e às vezes é ruim, mas está sempre presente em algum nível.

Algo para o qual acho que precisamos estar alertas é que não caiamos na armadilha de recorrer à Mente para consertar a matéria. Esse tipo de raciocínio é sempre falho e não levará à liberdade que vem de começar e permanecer com o fato de que tudo o que existe é Deus, a Mente. E a matéria é simplesmente uma visão distorcida. Essa visão é transformada e a harmonia percebida à medida que elevamos o pensamento acima dos relatos da matéria não inteligente, e começamos e permanecemos com a perfeição e harmonia da criação da Mente (de Deus)!

 

Seção 2. As coisas são pensamentos e é assim que vemos a criação de Deus

Nesta seção, temos a forte afirmação: “A metafísica explica que as coisas são pensamentos e substitui os objetos dos sentidos pelas ideias da Alma” (CS7, p. 269). Tudo ao nosso redor parece ser matéria sólida. E no entanto, a Bíblia deixa claro (e a cura demonstra) que a matéria limitada e destrutível não pode ser produto da Mente, do Espírito (Deus), que é a fonte de tudo o que realmente existe. Portanto, precisamos olhar além da aparência externa para descobrir a substância espiritual que está sempre presente.

Ao longo da história humana, as pessoas, como lemos em Romanos, “adora[ram] e servi[ram] a criatura em lugar do Criador…” (B6, Romanos 1:2,21,25). Em outras palavras, tendemos a julgar de acordo com o que nosso senso material nos diz (bom ou mau — mas sempre mutável e fraudulento). Em vez disso, precisamos olhar além do temporal para ver a ideia eterna que constitui a verdadeira criação e é o bem sempre presente. À medida que mudamos nossa visão da matéria para a Mente (sabendo que coisas são pensamentos), a harmonia ininterrupta passa a reinar.

Referindo-se à declaração de Mary Baker Eddy sobre as coisas serem pensamentos, um artigo no Christian Science Journal de agosto de 1963 intitulado “Resolving things into thoughts”[As coisas são pensamento], de Herbert F. Birtwistle, nos dá algumas ideias úteis e um exemplo prático de cura. O Sr. Birtwistle escreve: “Nem sempre pode ser fácil de ver que “as coisas são pensamentos”. Mas notemos que a Sra. Eddy nos diz que a metafísica nos mostra isso. A vontade humana não tem parte nisso. O estudante da Ciência Cristã raciocina que como Deus é a inteligência infinita e o Espírito que tudo inclui, Ele é o criador de ideias espirituais perfeitas e de nada mais. No existir real não existe matéria ou mesmo uma crença na matéria. As ideias da Alma existem agora e sempre existiram na Mente divina, e elas expressam para sempre a natureza, a qualidade e o caráter de Deus. (…) A Ciência Cristã ensina que o homem, por ser o reflexo completo ou a ideia composta de Deus, incorpora todas as ideias corretas. Assim, em nossa verdadeira identidade, estamos sempre na condição de refletir a ideia espiritual que, humanamente falando, talvez precisemos discernir. (…) Muitos anos atrás, depois de visitar um parente idoso, minha esposa e eu estávamos voltando de moto para casa atravessando uma charneca. Era o auge do inverno e a neve começou a cair. Logo começou uma forte nevasca e estava tão frio que tive cada vez mais dificuldade de controlar a moto. Minha esposa gritou que estava com tanto frio que corria o risco de cair da garupa. Até aquele momento tínhamos apenas perseverado, esperando passar. Mas agora algo mais era necessário. Nossos pensamentos se voltaram para Deus e, imediatamente, veio a clara percepção de que toda a Vida é o Amor e que o Amor é caloroso. Instantaneamente minhas mãos e pés formigaram de calor, e minha esposa gritou: “Estou toda aquecida”. Com gratidão, continuamos nossa jornada em meio à tempestade e, uma ou duas horas depois, chegamos em casa com conforto e segurança” (tradução livre). Aqui está um link para o artigo completo em inglês: Resolving Things into Thoughts / Christian Science Sentinel.

Portanto, em vez de olhar e ficar impressionado com as aparências externas, percebamos que a Mente é o único Criador e criou todas as coisas de acordo com a linguagem da Mente — como ideias. As ideias são indestrutíveis e imutáveis. Se você mantém uma ideia no pensamento, não há nada que alguém possa fazer para entrar no seu pensamento e mudar essa ideia. A expressão externa dessa ideia (um desenho ou modelo) pode ser alterada, danificada ou destruída, mas a ideia permanece intocada. E a expressão externa é restaurada à medida que a ideia original é reconhecida e naturalmente expressa sua perfeição e completude.

Honramos o Criador ao traduzirmos todas as coisas pelos pensamentos que elas representam. Se permanecermos focados na representação material – e tentarmos consertá-la por meios materiais ou cair na armadilha de pensar que estamos consertando a matéria com o Espírito – não estaremos mais honrando o Criador, mas sim a criação (a expressão externa). Isso não funciona!

 

Seção 3. O triunfo do Espírito, a Mente, sobre a matéria

O que chamamos de matéria é sempre uma ilusão. Ao reconhecê-la como tal, descobrimos que não precisamos (e não devemos) temê-la ou adorá-la! Tendemos a resistir às formas de matéria que vemos como ruins – tempestades, calor, fadiga, lesões, doenças, etc. Mas, estamos tão alertas em relação à matéria que a achamos boa – beleza física, músculos fortes, saúde, grande casas e carros, orgulho de habilidade, etc. Saúde, coisas boas e beleza não são ruins em si. São, de fato, a expressão externa da Alma generosa. Precisamos ter certeza, no entanto, deque estamos reconhecendo Deus como a fonte do bem e que o bem existe para sempre como uma ideia eterna. A representação material nunca é o bem real – e a fonte do bem nunca é pessoal.

Acaso isso não é parte do que Moisés estava aprendendo? Sua preocupação era que ele não estava à altura da tarefa de liderar os Filhos de Israel para saírem do Egito. E, ainda assim, Deus lhe assegurou: “Eu serei contigo” (B8, Êxodo 3:11,12). Essa garantia não era apenas para Moisés. Deus, a Mente onisciente e onipresente, também está sempre com cada um de nós!

Duvidar de nossa própria capacidade – ou superestimá-las – decorre da crença de que a capacidade é nossa em primeiro lugar. Origina-se de julgar de acordo com as aparências materiais. Deus mostrou a Moisés que confiar em evidências materiais sempre nos coloca em apuros. A matéria — boa ou má — é ilusória. A Mente é a coisa certa!

Enquanto tentava olhar para a experiência de Moisés com novos olhos, ocorreu-me que parte da lição aprendida com a transformação do bordão de Moisés em uma cobra é que não importa o quão assustadora a matéria pareça, não precisamos sair correndo com medo.  As coisas nunca são o que parecem. Ao nos mantermos firmes e enfrentarmos o que quer que pareça assustador – com a certeza de que a criação de Deus é sempre boa – nós também podemos pegar com confiança a “cobra pela cauda” e constatar que aquilo que parece um desafio pode na verdade acabar apoiando-nos à medida que avançamos.

Também fiquei impressionada com o fato de que Moisés passou pela experiência do bordão parecendo uma serpente antes de se deparar com uma mão leprosa. A primeira experiência preparou seu pensamento para lidar mais facilmente com um problema do qual não podia fugir (B9, Êxodo 4:1-4, 6-8). Da mesma forma, podemos confiar que, ao nos voltarmos para Deus e confiarmos que Ele atenderá a todas as nossas necessidades – ao registrarmos nossas curas para não as esquecer – teremos forças para enfrentar qualquer coisa que surgir em nosso caminho. O Amor Divino atende a todas as necessidades, porque o problema (independentemente da aparência específica) é sempre basicamente o mesmo, ou seja, a suposição de que a Mente não é tudo e de que a matéria pode criar condições para a criação da Mente. Esse não é o caso!

 

Seção 4. A Mente – não a matéria – é a sanadora

Jesus demonstrou para sempre que Deus é o sanador! Não há nada fora do alcance da autoridade da Mente divina – nada muito difícil (ou muito arraigado no pensamento) para Deus curar. Quando Jesus curou o endemoninhado, o povo inicialmente interpretou isso como um sinal de que o Messias prometido havia chegado. Mas os fariseus rapidamente anularam esse vislumbre da Verdade, atribuindo o poder de Jesus a Belzebu – o príncipe dos demônios. Jesus argumentou que se Satanás expulsasse Satanás, o reino de Satanás seria destruído, mas se o “Espírito de Deus” fizesse a cura, “então é chegado o reino de Deus” (B11, Mateus 12:22-28).

Acaso o reino de Satanás de hoje não é a crença de que a matéria é tudo – a causa, a maldição e a cura? Sugere-se constantemente que os avanços na matéria médica tornam obsoleta a necessidade da cura cristã e que o aumento da doença mental e da ansiedade possa ser mais bem enfrentado por meio de uma maior acessibilidade à terapia. Mas os desafios humanos não estão diminuindo com essa abordagem. Ver a matéria como o problema e a solução não funciona.

Às vezes somos levados a dar passos humanos para conseguir um auxílio temporário. Mas, algo mais é sempre necessário para que a verdadeira cura ocorra. Esta frase de Ciência e Saúde resume o que é esse “mais”: “A Ciência não só revela que a origem de toda doença é mental, mas também declara que toda doença é curada pela Mente divina” (CS16, p. 169). A cura é o que procuramos. Jesus curou! A cura é sempre possível através da oração. Não importa o que aconteça… continue orando e crescendo no Espírito!

O ensinamento e exemplo de Jesus foi o do corpo sendo curado quando o medo foi removido e o pensamento alinhado com a onipotência de Deus e a totalidade da criação de Deus. Jesus demonstrou que o problema nunca esteve verdadeiramente no corpo, mas no pensamento. E o pensamento sempre pode ser transformado. À medida que o pensamento se transforma, a condição do corpo deve mudar.

Mary Baker Eddy faz estas fortes declarações a respeito de como a cura ocorre: “Quando eliminamos a doença, dirigindo-nos à mente perturbada, sem levar em conta o corpo, provamos que é só o pensamento que cria o sofrimento. … A ação da chamada mente mortal tem de ser destruída pela Mente divina para trazer à luz a harmonia do existir” (CS15, p. 400). O modelo médico é consertar a matéria. A Ciência Cristã desvia o olhar do corpo para realinhar o pensamento com aquilo que Deus conhece. O pensamento alinhado com a Verdade não deixa espaço para crenças errôneas (isto é, doença ou discórdia de qualquer forma). E a evidência externa deve corresponder.

Testemunhos dados semanalmente nas igrejas da Ciência Cristã e provas de cura relatadas semanalmente e mensalmente no Christian Science Journal, no Christian Science Sentinel e nO Arauto da Ciência Cristã nos lembram que o poder do Cristo para curar está vivo e bem, e é acessível a todos hoje e sempre!

 

Seção 5. O poder vem da Mente e nunca pode ser esgotado

À primeira vista, vi esta seção abordando efetivamente o desafio da exaustão física. Deixa claro que a matéria é incapaz de se cansar. Lemos: “Não se diz que uma roda está cansada; no entanto, o corpo é tão material como a roda. Se não fosse pelo que a mente humana diz do corpo, este, tal como a roda inanimada, nunca estaria cansado” (CS17, p. 217). É útil perceber isso, porque também segue que depender da matéria – sono, exercício, dieta – para nos fortalecer e nos manter energizados também não é a resposta.

Um senso de equilíbrio em nossas vidas certamente é o certo. Mas precisamos estar extremamente alertas para perceber que a matéria nunca, jamais, é a fonte de nossa força e resistência – ou de nosso cansaço e limitações. Sempre gostei de pensar nos exercícios como uma forma de expressar nossa força, em vez de mantê-la ou ganhá-la.

Em uma análise mais aprofundada, no entanto, vi como as ideias são aplicáveis ​​à chamada fadiga mental, que é uma grande preocupação nos dias de hoje. A citação inicial de Jó diz: “A minha alma tem tédio à minha vida” (B13, Jó 10:1). Outras traduções usam linguagem mais forte. A Nova Bíblia Viva diz: “Estou cansado de viver!” A Nova Versão Internacional diz: “Minha vida só me dá desgosto!”. E a Bíblia Sagrada: Versão Fácil de Ler diz: “Não suporto a minha vida”. Esses são sentimentos que podem levar a pensamentos suicidas. E são sentidos por muitas pessoas. Ou, podem vir até nós de uma forma menos severa, apenas uma sensação de tédio ou esgotamento, ou o sentimento de que estamos passando pelos dias sem qualquer entusiasmo. Ou simplesmente ansiamos por alguma emoção e queremos sair da mesmice

Deus não criou a Vida para ser um trabalho penoso! E todos nós precisamos, como declara Mary Baker Eddy, “Eleva[rmo-nos] na força consciente do espírito da Verdade para derrubar o argumento da mente mortal, isto é, da matéria, que se alinha contra a supremacia do Espírito” (CS20, p. 390). Precisamos fazer isso por nós mesmos, assim como por nossos semelhantes! Jeremias nos dá a base para essa oração. Deus “amou [cada um de Seus filhos] com amor eterno; portanto, com benignidade [os] atraiu”. E, então, segue-se da Nova Versão Internacional: “Restaurarei o exausto e saciarei o enfraquecido” (B14, Jeremias 31:3,25).

O Amor está nos puxando para a frente como um trenó é puxado suavemente pela neve, revelando novas percepções e nos renovando, assim como a chuva faz as flores crescerem. Que promessa! O bem flui como uma cachoeira – um novo senso de vida disponível para todos. Todos nós temos o direito de vivenciar esse bem!

Mesmo que as circunstâncias não mudem, na proporção em que deixamos a graça de Deus nos purificar, nosso pensamento mudará e veremos o bem presente! Como nos assegura a última estrofe do Hino 148 (Hinário da Ciência Cristã):

 

“Pressinto verdes prados, que inda não pisei;

Céu limpo antevejo, das trevas me livrei.

Me anima a esperança, já livre viverei;

Deus guarda meu tesouro, com Deus caminharei”.

 

Seção 6. Os ossos são a expressão do pensamento – não são matéria sólida  

Esta seção aborda especificamente a parte do corpo a que chamamos de ossos. Mas acho que as ideias apresentadas podem ser aplicadas também a outras partes do corpo. Há um chamado para Deus ajudar porque o indivíduo está fraco e seus ossos doem. Quantas vezes talvez já tenhamos feito apelo semelhante? Mas podemos confiar na garantia de Deus de que, independentemente de quantos problemas possamos enfrentar, o Amor sempre nos dá as respostas.

A Bíblia não promete que não enfrentaremos problemas, mas que Deus sempre proverá uma saída! Como escreve o salmista: “Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra. Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado!” (B19, Salmos 34:19,20).

A chave para vivenciarmos essa libertação está em Provérbios: “Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal; será isto saúde para o teu corpo e refrigério, para os teus ossos” (B20, Provérbios 3:7,8). Deus nos supre continuamente do bem abundante! Alinhe o pensamento com esse bem – recuse-se a vagar pelo reino da evidência material – e a saúde será vivenciada!

Os ossos parecem ser matéria sólida, mas como aprendemos em Ciência e Saúde, “A única substância dos ossos é o pensamento que os forma” (CS22, p. 423). Então, se pensamos que somos responsáveis ​​por nosso corpo e por nossa vida, estamos aceitando a possibilidade de haver fraqueza, fratura e doença. Mas, ao compreendermos que estamos sujeitos apenas à Mente e não temos uma mente separada, estamos livres para refletir a solidez do Princípio divino — a integridade da Mente.

 

Seção 7. Recuse o modelo mortal – a Mente é tudo o que existe!

Ao olharmos para as coisas a partir de uma perspectiva puramente humana – aceitando o modelo mortal – vivemos de acordo com as suposições e previsões de um mundo material. Esse mundo nos diz, e a mídia tenta nos vender, que estamos presos a um corpo limitado e vulnerável, que temos capacidade limitada, oportunidades limitadas e a sofremos a eterna ameaça de conflitos, declínio e destruição.

Pretensos influenciadores de pensamento também nos pressionam a ser como os outros – a acompanhar as tendências da moda, ter determinada aparência e agir de certa maneira, ter determinada renda, pensar e falar de maneiras que impressionem os outros, etc. MAS … por que deixar o que os outros pensam (ou o que a ciência material relata e tenta vender) ditar o que acreditamos a respeito de quem somos, como agimos, como nos sentimos e o que devemos esperar e vivenciar?

A Mente Infinita, o Amor perfeito, nos criou e nos conhece como a imagem do Espírito ilimitado. Somos feitos para vivenciar e expressar um senso infinito do bem. Devemos prestar muita atenção ao que Paulo escreveu aos romanos. A versão da Bíblia King James diz: “não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que possais provar” [isto é, examinar com atenção para ver se uma coisa é genuína ou não] “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

A vontade de Deus para Sua criação é sempre TODA boa! Recomendo muito que acessem o portal bible.com e o site da Bíblia A Mensagem e pesquisem outras traduções dessa citação. Há muitas versões excelentes que realmente trazem a mensagem de Paulo. Como por exemplo, a Nova Versão Internacional diz: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (B21, Romanos 12:2).

À medida que examinamos cada pensamento que nos vem – seja um relato do corpo, de notícias ou de opiniões de outras pessoas – podemos analisar se é um relato da Mente divina infinita e confiável ou da mente mortal limitada e enganosa. E podemos optar por aceitar apenas o que vem da Mente divina e descartar o resto como fraudulento. Verdadeiramente, “Tudo está sob o controle da Mente única, ou seja, Deus” (CS29, p. 544). Então tudo é realmente bom! E, “Na infinitude da Mente, a matéria tem de ser desconhecida” (CS26, p. 280).

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Steffler, Daniela Volker, Elisabeth Zir Friedrichs, Laura Soriano Yawanawa, Leila Kommers e Miguel De Castro.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

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