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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[“Purifica-me, Pastor (‘Torna-me branco p´ra partir, Pastor, como a lã’)”]

“O Espírito”
01 a 07 de agosto de 2022

Estudo preparado por:

Christie C. Hanzlik, C.S.     Boulder, CO, EUA

+1-720-331-9356         christiecs.com  

ccern@mac.com 

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros –  CedarS

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A Lição Bíblica desta semana sobre O Espírito aplica o conceito renovador de batismo – entendido como purificação e renovação – a nós mesmos, às nossas comunidades, a Terra e a toda a existência. Antes de lê-la, eu não havia pensado sobre o batismo ser aplicável a mais de um indivíduo, mas ela nos mostra como esse conceito pode ser utilizado para a humanidade, a Terra e para nós como indivíduos ao abandonarmos um senso limitado e restritivo sobre nós mesmos, nossas comunidades, a Terra inteira e toda a existência, e nos sentirmos purificados dele. 

Conforme você verá, a Lição inclui diversas palavras definidas no Glossário de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy. Em muitas das palavras definidas no Glossário, podemos encontrar tanto uma maneira espiritual (ilimitada) de compreender essa palavra quanto uma maneira material (ou limitada) de compreendê-la. Por exemplo, a palavra “rocha” é definida tanto como “fundamento espiritual”, que seria a compreensão espiritual da palavra “rocha”, quanto como “frieza e obstinação”, que seria um significado limitado ou restritivo de rocha (CS, p. 593). 

Ao ler esta Lição, achei proveitoso considerar definições como as do Glossário para termos que não estão nela; por exemplo: o Texto Áureo (ideia principal) diz: “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita” (João 6:63). Acho útil considerar uma definição para “carne”. É claro que cada um de nós pode ter sua própria compreensão sobre a palavra, mas eu a definirei como:

             

CARNE. Um senso pessoal e da existência [material] que é limitado e grosseiramente inadequado; o significado e a substância da existência [espiritual].

 

“Jesus não reconhecia nenhum vínculo da carne.” (CS, p. 31)

“E o Verbo se fez carne.” (João 1:14)

“Sua carne e seu sangue verdadeiros eram sua Vida; e os que verdadeiramente comem sua carne e bebem seu sangue são aqueles que participam dessa Vida divina.” (CS, p. 25)

 

Então, temos exemplos de como a Bíblia usa a palavra “carne” tanto na forma material/limitada quanto na espiritual/ilimitada. Essa definição de “carne” que eu sugeri inclui o sentido material/limitado da palavra e o seu sentido espiritual/ilimitado. A referência a “carne” no Texto Áureo – “a carne para nada aproveita” – refere-se claramente ao senso limitado e grosseiramente inadequado de nós mesmos e da nossa existência. Então, podemos ler o Texto Áureo desta forma: “É o Espírito que dá vida; um senso limitado e grosseiramente inadequado de nós mesmos para nada se aproveita”. Tente ler a Leitura Alternada com uma definição clara de “carne”, tipo as do Glossário, em mente. 

Esta Lição tem explicações de como nos purificarmos a carne – um senso grosseiro e limitado de nós mesmos – pela submersão no Espírito – o batismo. O batismo é o despertar para uma consciência renovada e purificada da nossa existência completa e do nosso verdadeiro existir. O batismo é, com efeito, ser purificado de qualquer senso material/limitado de carne.

 Na Lição, veremos as seguintes palavras, que constam no Glossário: ARCA, BATISMO, CRIADOR, TERRA.

Acho que será útil que você crie, na sua leitura, algumas definições próprias, conforme as do Glossário, assim como eu fiz para a palavra “carne”. Você pode fazê-las para si mesmo, para seu lar, sua comunidade e assim por diante. Aqui no CedarS estamos fazendo para as nossas cabanas e para a palavra “acampamento”, que é uma palavra bastante divertida para se definir em termos espirituais! 

Ao batizarmos – purificarmos e renovarmos – os conceitos para os quais estamos criando definições tipo as do Glossário, estamos nos livrando da nossa visão limitada/material e contemplando a visão mais ilimitada.

 

Seção 1. Purificar e renovar nosso senso de criação 

A primeira seção da lição pede destemidamente para nos batizarmos – purificarmos – nossa visão acerca da criação. Ela estabelece o Espírito como Criador – aquele que desdobra –  o universo, que nos inclui. Essa seção tem a definição de “CRIADOR”, e a primeira palavra nessa definição é “Espírito” (CS2, p. 583). Com isso em mente, faz sentido que o conceito de Criador e Criação esteja numa Lição Bíblica sobre “O Espírito”. 

Ao longo da Bíblia, temos evidências de pessoas procurando por uma origem para a vida, uma origem para o universo. De fato, nunca haverá uma explicação satisfatória na ciência física para o princípio do universo. Essa é uma questão atemporal. Mesmo hoje em dia, os físicos podem descobrir muito sobre o que aconteceu há três zilhões de anos, mas ainda fica a pergunta… e o que aconteceu no momento anterior a esse? Na Bíblia, muitos autores atribuem a origem ao Espírito, Deus. E no entanto, quando compreendemos claramente o que se quer dizer com Espírito, ou Deus, percebemos que Espírito é um termo para aquilo que não tem começo. O Espírito sempre existiu, não tem começo e é sempre-presente; diz respeito, na verdade, à presença constante e eterna de toda a existência, que nunca teve um começo, ponto de partida ou ponto de criação, mas se desdobra continuamente. O Espírito já é completo, e ainda assim se desdobra para nós a cada momento. 

Esta é a definição de Mary Baker Eddy para Espírito: “Espírito. A substância divina; a Mente; o Princípio divino; tudo o que é bom; Deus; só aquilo que é perfeito, eterno, onipresente, onipotente, infinito” (CS, p. 594). 

Compreendermos o Espírito/Deus como sempre-presente e eterno traz um novo significado a frases bíblicas como: “O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida” (B1, Jó 33:44). Outra maneira de pensar sobre essa frase é que o espírito de Deus sempre me conheceu e é a inspiração do Espírito que anima meu existir, minha existência e me dá substância.

O Espírito é inspiração, é ânimo e substância. Sem Ele, a vida e a existência seriam inertes, sem movimento e sem inspiração. E, conforme Mary Baker Eddy escreve: “Deus é o Espírito onipresente, infinito (CS1, p. 223). Nessas linhas está uma forma de compreender a palavra espiritual. O que é espiritual vem do Espírito divino – espiritual significa do Espírito. O termo “espiritual” é usado amplamente no mundo em muitos contextos diferentes, o que significa que temos de ser ainda mais precisos quando o utilizamos.

Aquilo que o Espírito confere é espiritual. E, como escreve Mary Baker Eddy: “Na Ciência divina, o universo, que inclui o homem, é espiritual, harmonioso e eterno” (CS3, p. 114).

Na primeira seção, que cobre o conceito de CRIADOR, está incluida a definição de TERRA do Glossário. Aqui está a forma como Mary Baker Eddy define TERRA:

 

“TERRA. Uma esfera; uma indicação da eternidade e da imortalidade que, como a esfera, não têm começo nem fim. Para o senso material, a terra é matéria; para o senso espiritual, ela é uma ideia composta” (CS5, p. 585).

                                                                                        

Podemos encontrar um mundo de inspiração nessa definição de Terra. Por exemplo, a palavra “esfera”, mencionada na primeira definição, é possivelmente nossa melhor representação visual de infinidade. Um círculo contém infinitos pontos. Podemos mostrar essa infinitude visualmente ao observarmos dois pontos num círculo, depois encontrarmos o ponto médio entre eles, e depois o ponto médio entre um destes pontos e o primeiro ponto médio (veja o desenho abaixo). Podemos, então, achar o ponto médio do ponto médio, do ponto médio, do ponto médio, ad infinitum. Sempre haverá mais um ponto médio entre duas marcas, o que nos monstra que há infinitos pontos num círiculo. E ainda assim, se removermos um único ponto, teremos menos que um círculo completo. Portanto, um círculo tem infinitos pontos e todos eles têm de estar presentes para que seja um círculo completo. Essa é, claro, uma metáfora para infinitude do Espírito sendo expressada pela ideia espiritual. 

Agora veja a ideia de esfera. Usando a mesma lógica matemática, podemos ver que uma esfera tem infinitos círculos. Para o senso material/limitado, uma esfera é uma bola “individual”. Mas para um senso espiritual, uma esfera inclui infinitos círculos que incluem infinitos pontos. Portanto, uma esfera é uma ideia composta …tem infinidade infinita. Uau!  

 

Duas definições no Glossário incluem essa “ideia-composta” – a definição de TERRA e a definição de HOMEM. “HOMEM. A ideia composta que se origina no Espírito Infinito” (CS, p. 591).

Quando nos dispomos a batizar – renovar e refrescar – nossos conceitos de Terra e de criador, estamos abandonando uma visão limitada/material e enxergando a verdadeira visão ilimitada/espiritual de toda a criação.

 

Seção 2. Purificar e renovar toda a terra (compreensão)

A segunda seção inclui a história de Noé e a Arca (B6, Gênesis 6:9-22). Essa é uma das histórias mais populares da Bíblia entre as crianças, principalmente por causa dos animais ficarem a salvo naquele barco gigante. E ainda assim eu acho difícil ir a fundo na sua lição espiritual. Sim, esse é um conto sobre a obediência monoteísta de Noé num tempo de politeísmo. Mas em algum ponto temos de perguntar… “e as pessoas que ficaram para trás, no dilúvio?”.

Quando se lê a história da Arca de Noé no contexto de uma Lição Bíblica sobre O Espírito, ela inclui o tema do batismo; podemos ver os quarenta dias do dilúvio como um exemplo metafórico de lavar e purificar toda a terra de um senso limitado de vida, revelando uma compreensão mais profunda da Vida divina. Esse batismo metafórico de toda a terra nos permite dizer: “Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, todas as terras. Alegrem-se os céus, e a terra exulte” (B10, Salmos 96:1,11). A ideia do dilúvio de quarenta dias como batismo não é nova. O autor de 1Pedro descreve a ideia de pregar àqueles que eram conforme “os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água, a qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo;” (1Pedro 3:20,21). 

A história de Noé e a Arca é sobre o “triunfo do Espírito, a Mente, sobre a matéria”, pois o batismo, ou dilúvio, lavou um senso limitado de existência (CS7, p. 139). A ideia do dilúvio de 40 dias como batismo de pensamento ressoa com a definição de Mary Baker Eddy para ARCA:

 

“ARCA. Abrigo seguro; a ideia, a reflexão, da Verdade, que se comprovou ser tão imortal como seu Princípio; a compreensão a respeito do Espírito, a qual destrói a crença na matéria. Deus e o homem, coexistentes e eternos; a Ciência mostrando que as realidades espirituais de todas as coisas são criadas por Deus e existem para sempre. A arca indica a tentação que, por ter sido vencida, traz enaltecimento” (CS9, p. 581).

 

A história da Arca de Noé teria um significado limitado se a compreendêssemos apenas como um evento histórico. De fato, sua validade como evento histórico é questionável. Mas quando percebemos que a arca pode simbolizar nosso existir e nossa existência, e que o dilúvio de quarenta dias pode significar a purificação de opiniões e crenças limitadas sobre a mortalidade, a história se desdobra com uma nova profundidade e uma nova dimensão.

 

Seção 3. Purificar e renovar o corpo (identidade)

A seção três inclui as histórias das curas do homem que era cego, endemoniado e surdo e do homem com lepra por Cristo Jesus e de como ele posteriormente deu poder a seus seguidores para expulsarem espíritos imundos. Cada um desses exemplos mostra “a compreensão a respeito do Espírito, a qual destrói a crença na matéria”, que é, obviamente, parte da definição de Mary Baker Eddy para arca.

Por meio da oração – o batismo mental em que purificamos a nós mesmos das crenças limitadas da mortalidade – podemos curar os outros. Podemos, conforme escreve Mary Baker Eddy, afirmar “os fatos da Ciência Cristã — que o Espírito é Deus e, por isso, não pode estar doente; que aquilo que se chama matéria não pode estar doente; que toda a causalidade é a Mente, agindo mediante a lei espiritual. Então, mantém tua posição com a compreensão inabalável da Verdade e do Amor, e vencerás” (CS16, p. 417). 

 

Seção 4. “Nascer da água e do Espírito”

A seção quatro inclui a bela história de Nicodemos, um governante dos judeus, vindo a Cristo Jesus à noite. Para novos insights sobre esta história, considere assistir a este retrato da conversa entre Nicodemos e Cristo Jesus (isso me faz rir e também chorar lágrimas de renovação cada vez que o vejo), veja o link do vídeo em inglês:   https://www.youtube.com/watch?v=_p2XIUK9VgA  (trecho de The Chosen).

Quando Nicodemos vem a Cristo Jesus perguntando como fazer milagres, Cristo Jesus lhe diz que devemos nascer de novo para ver o reino de Deus. Claro, Jesus não está falando sobre voltar ao ventre de nossa mãe, mas nascer de novo do Espírito… renovado.

Em certo sentido, nascer de novo é como a história da Arca de Noé na qual as águas do dilúvio lavaram o senso limitado de existência e a arca protegeu e manteve o que era puro, verdadeiro e bom. Para nós, nascer de novo pode ser assim… nossas opiniões humanas e percepções limitadas podem ser lavadas, limpas e somos renovados.

Como lemos em Gálatas, podemos “andar no Espírito” e “não cumprir a concupiscência da carne”, a concupiscência do [sentido limitado e grandemente inadequado do eu e da nossa existência] (B17, Gálatas 5:16-25). Espírito é inspiração e animação, aquilo que nos torna novos a cada momento. Andar no Espírito é andar em inspiração – uma sensação constante de ser renovado e inspirado. Nossa fonte de inspiração é infinita, como as marcas no círculo são infinitas e os círculos na esfera são infinitos.

Sob o título marginal “individualidade renovada” em Ciência Saúde, Mary Baker Eddy escreve: “Sintamos a energia divina do Espírito, que nos traz a uma vida nova e que não reconhece nenhum poder, mortal ou material, capaz de praticar destruição. Regozijemo-nos por estarmos sujeitos às divinas ‘autoridades que existem’. Essa é a verdadeira Ciência do existir” (CS20, p. 249).

Aqui está um link para uma entrevista em áudio de Marian English, CSB, sobre “How to ‘live in the Spirit’”:  https://sentinel.christianscience.com/shared/view/2l1eg0jsrum?s=e 

 

Seção 5. O verdadeiro batismo não conhece limites

A seção cinco inclui a história de Filipe batizando o eunuco etíope, incluindo a parte após a qual Filipe batiza amorosamente o pária social e depois desaparece de vista e é encontrado em Azotus (B19, Atos 8:26–39).

Com o transporte instantâneo de Filipe ou ascensão momentânea, ele elevou o “andar no Espírito” para o próximo nível! Como Mary Baker Eddy escreve: “Os períodos da ascensão espiritual são os dias e as épocas da criação da Mente, nos quais a beleza, a sublimidade, a pureza e a santidade — sim, a natureza divina — aparecem no homem e no universo, e nunca desaparecem” (CS25, p. 509). 

O batismo do eunuco não aparece na Lição Bíblica com frequência e vale a pena um mergulho mais profundo. Mary Baker Eddy define o Batismo:

 

 “BATISMO. Purificação pelo Espírito; imersão no Espírito.

Preferimos “deixar o corpo e habitar com o Senhor” (2Coríntios 5:8)” (CS21, p. 581).

 

E em outro momento ela acrescenta: “Nosso batismo é a purificação de todo erro. Nossa igreja está construída sobre o Princípio divino, o Amor” (CS23, p. 35). Lendo as declarações de Mary Baker Eddy sobre o batismo no contexto de Filipe, o Evangelista e a história do eunuco, sou levado a orar sobre o que é preciso para nós (e nossas igrejas) sermos tão verdadeiramente amorosos e com discernimento espiritual como Filipe.

Nos tempos bíblicos, o eunuco teria sido um pária social e religioso de grande importância, então a interação de Filipe com o eunuco é algo surpreendente. Filipe viu este homem como digno de batismo. The Bible Lens no The Christian Science Sentinel explica: “Alguns estudiosos veem esse relato como o cumprimento da profecia de que Deus reuniria “os párias de Israel” (Isaías 56:8). Nota-se que no registro de Lucas lemos: “… a promessa de inclusão plena entre o povo de Deus de estrangeiros e eunucos encontra seu cumprimento não em Jerusalém e no templo, … mas em ouvir e receber o evangelho”. Veja o texto em inglês através do link:

 https://sentinel.christianscience.com/shared/view/82e392m21w?s=copylink 

Em um artigo do Christian Science Sentinel, o estudioso da Bíblia Madelon Maupin comenta sobre o batismo do eunuco:

 

“Um segundo exemplo de Atos fala de outra fronteira quebrada: o baixo status social e a alienação de um eunuco. Como explica certo dicionário bíblico: (‘Nas sociedades antigas que valorizavam muito a virilidade masculina, o eunuco efeminado encarnava vergonha, impotência e desvio social’ (The New Interpreter’s Dictionary of the Bible). Atos 8 relata o encontro de Filipe, o Evangelista, com um eunuco etíope que servia sua rainha como diretor financeiro. É importante notar que mesmo o status da corte real não superou o ostracismo religioso que excluía os eunucos da adoração no Templo de Jerusalém.”

 

“Filipe foi orientado por um anjo (do grego, aggelos, significa mensageiro) a se aproximar desse buscador espiritual, que estava sentado lendo o livro de Isaías em sua carruagem. Então, “o eunuco perguntou a Filipe: ‘Diga-me, o profeta estava falando de si mesmo ou de outra pessoa?’ Então, começando com essa mesma Escritura, Filipe lhe contou as Boas Novas sobre Jesus” (Atos 8:34,35).

 

“Filipe explica esta boa notícia realizada em Cristo Jesus e sua ressurreição, que a morte não pode impedir o amor de Deus por Sua criação. Em um momento profundo, o eunuco perguntou se poderia fazer parte da comunidade dos seguidores de Cristo sendo batizado. Quase podemos ouvir sua esperança de que finalmente os costumes sociais punitivos que causam exclusão e vergonha sejam substituídos por aceitação e amor. E assim eles foram; e Filipe batiza o homem baseado em sua crença em Jesus Cristo como o Filho de Deus.”

 

“O encontro do homem com Filipe é outro exemplo do Espírito Santo falando a ambos, conduzindo e aproximando-os um ao outro. A beleza do livro de Atos é ver quão intencionalmente Lucas captura esse padrão de amor sempre e todo abrangente.”

Acesse o artigo em inglês pelo link: 

https://journal.christianscience.com/shared/view/pcspjzqnbg?s=copylink  

 

Em 1909, Sue Harper Mims escreveu um artigo sobre o significado de Fillipe, o Evangelista, no qual ela inclui informações sobre seu transporte instantâneo para Azotus. Você pode ler o artigo em inglês, “Philip, o Evangelista”, pelo link:  

https://sentinel.christianscience.com/shared/view/1df3h72bu38?s=e 

E considere ler a resposta de página inteira de Mary Baker Eddy à pergunta: “Dependia a salvação do eunuco meramente do fato de ele crer que Jesus Cristo era o Filho de Deus?” (Escritos Diversos 1883–1896, p. 77).

Há muitas pesquisas possíveis, e mesmo que não possamos explorar todos esses recursos, podemos orar sobre o que seria necessário para “andar no Espírito” da maneira que Filipe andou e estar dispostos a ser batizados como o eunuco foi.

 

Seção 6. A criação é completa e sempre nova

Toda esta lição nos mostrou muitas maneiras pelas quais podemos nos sentir renovados, renascidos, batizados e revigorados. E também incluiu ideias de criação e do Criador. A criação é infinita – como o círculo e a esfera – e podemos ver que ela é completa e também desdobrada e nova a cada dia. A sexta seção é um ponto de exclamação metafórico sobre esse conceito. Proclama: “Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!” (B21, Salmo 104:24). E então o Espírito divino responde com uma promessa de renovação e renascimento: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra” (B23, Isaías 65:17,18).

À medida que compreendemos cada vez mais a Deus – o Espírito divino – e a infinitude do Espírito, seremos capazes de compreender cada vez mais a substância da criação. Como Mary Baker Eddy escreve: 

 

“À medida que os mortais alcançam perspectivas mais corretas a respeito de Deus e do homem, inumeráveis objetos da criação, que antes eram invisíveis, se tornam visíveis. Quando compreendemos que a Vida é o Espírito e nunca está na matéria nem é constituída de matéria, essa compreensão se expande até ser completa em si mesma, achando tudo em Deus, o bem, sem necessitar de nenhuma outra consciência.

O Espírito e suas formações são as únicas realidades do existir.

Quando aprendemos o caminho na Ciência Cristã e reconhecemos o existir espiritual do homem, vemos e compreendemos a criação de Deus — todas as glórias da terra e do céu e do homem” (CS28, p. 264).

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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