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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Veja a evidência da substância do Espírito]

“A substância”
04 a 11 de setembro de 2022

Estudo preparado por:

Kerry Jenkins, C.S.    de House Springs, MO, EUA

+1 314 406 0041    kerry.helen.jenkins@gmail.com   

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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O que você imagina quando pensa na palavra “evidência”? Essa palavra evoca imagens de algo que não pode ser refutado, de que não se pode duvidar. Se temos evidência de alguma coisa, temos prova. Prova é algo em que podemos confiar totalmente. Não nos preocupamos tanto com o resultado de um julgamento se há evidências ou provas claras do crime ou da inocência. Então, é realmente interessante pensar sobre “evidência” da maneira em que vemos no Texto Áureo dessa semana, e ao longo da nossa Lição Bíblica sobre A substância. “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Hebreus 11:1). Substância é uma palavra semelhante. Ela indica, claramente, algo que é duradouro, significativo, fundamental. Ainda assim, nessa passagem de Hebreus, nós nos deparamos imediatamente com a “fé” como sendo aquilo que é substancial e contém evidência e tanto essa substância quanto essa evidência são “invisíveis” ou não-materiais na sua natureza. A Amplified Bible (Bíblia Ampliada) traduz esse versículo assim: “Ora, a fé é a afirmação (escritura, confirmação) das coisas que se esperam (garantidas divinamente), e a evidência das coisas que não são vistas [a convicção da realidade delas – a fé compreende como fato aquilo que não pode ser experimentado pelos sentidos físicos]” (tradução livre). 

Eu gosto muito de ler livros sobre física quântica para leigos. Essa Lição Bíblica clama por evidência da física quântica para alguns dos argumentos que são feitos sobre o que constitui a substância. Houve muitas experiências ao longo dos últimos cento e treze anos, e com esses testes, os cientistas vêm tentando provar repetidamente que a matéria existe “lá fora”, que o universo é um lugar objetivo que existe além da nossa própria percepção consciente subjetiva. À primeira vista, essa declaração parece absurda. É claro que há um universo que existe além da nossa experiência e dos nossos sentidos pessoais. Mas por uma diversidade de razões, esse simplesmente não é o caso. Nada disso significa que não há sentido em mergulhar nas belezas e aspectos fascinantes do nosso planeta e do universo. 

Esses tipos de estudo apontam para o esplendor da Alma, para a inteligência da Mente, para a energia e a ordem da Vida, e assim por diante. Então, só porque já foi provado inúmeras vezes que essas experiências são subjetivas, embora sejam compartilhadas, não significa que elas não têm valor! Na verdade, deveríamos nos inspirar em redobrar nossos esforços para valorizar, amar e cuidar do nosso planeta, porque isso promoverá a nossa compreensão espiritual e a nossa percepção da beleza e da graça infinitas que estão presentes todos os dias para vivenciarmos e aproveitarmos. 

Descreverei brevemente a mais famosa das experiências desses cento e treze anos ou mais. Ela envolve o arremessar de partículas através de fendas numa tela. Vou tentar explicar de forma simples. Se olharmos apenas para fótons de luz (o experimento foi feito com elétrons também, e eles se comportaram da mesma maneira que as partículas de luz) teríamos a expectativa de que essas partículas chegariam na tela num padrão que se aproxima daquele das duas fendas quando elas são arremessadas uma de cada vez, da mesma forma que aconteceria se atirássemos projéteis por um buraco. Mas quando não medimos ou “observamos” esses fótons enquanto eles passam pelos cortes, eles acabam fazendo um padrão de onda na tela, e não “aterrissam” nela da maneira esperada. Isso pode ser explicado pela interferência dos fótons entre si, da mesma forma que uma onda formada ao jogarmos uma pedra num lago, seguida pela onda formada depois de jogarmos uma segunda pedra, pode ter uma oscilação no seu padrão. Mas, se estamos jogando apenas um fóton de cada vez pelas fendas, eles não teriam de “escolher” por qual delas passar e chegar até a tela sem nenhuma interferência? Curiosamente, isso não acontece. Mesmo com apenas um fóton de cada vez há um padrão de onda, como se ele tivesse se partido em dois (o que não consegue fazer por si só) e estivesse interferindo consigo mesmo. Os cientistas descrevem esse ato dizendo que o fóton está se comportando como uma “probabilidade”. Mas se “observarmos” como esses fótons passam pelos cortes usando um filtro de polaridade que os força a escolher entre fendas horizontais e verticais (baseados na sua orientação), temos na tela o esperado padrão de “projétil”, sem ondas. 

As lentes de polaridade funcionam como nosso meio para “observar” os fótons enquanto eles passam por essas fendas. Sinta-se à vontade para ver uma explicação melhor, com ilustrações, em https://www.youtube.com/watch?v=A9tKncAdlHQ. Esse é o link para um vídeo de nove minutos que é claro, e fica divertido no final. Há diversos outros aspectos que não posso abordar nesse espaço, mas é bastante dizer que as partículas se comportam de forma ondular e ainda não decidida até que nós as medirmos ou observarmos. Elas se tornam definidas quando nós (a mente mortal) as observamos (observa). Então, o que isso quer dizer é que o universo e a matéria contida nele funcionam de acordo com a nossa observação consciente dessa matéria; ele não toma forma real sem a nossa percepção consciente dele. Portanto, não há universo “objetivo”. E é aqui que isso começa a se encaixar na nossa Lição Bíblica desta semana. 

O início da nossa Leitura Alternada (Hebreus 11:3,8-11,24-26,32,33; 1João 5:4) pode ser lido assim: “Pela fé (pela substância ou certeza das coisas que se esperam, pela evidência daquilo que não aparece), entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível (que parece sólido aos nossos sentidos materiais) veio a existir das coisas que não aparecem” (que se tornam claras e sólidas evidências ao nosso sentido espiritual). Ela continua mencionando Abraão, que é destacado na nossa Lição Bíblica, e Moisés, bem como outros que representam personagens bíblicos de grande fé. Todos são pessoas que acabaram abandonando a busca pelo sucesso, conforto ou status materiais para buscar a compreensão espiritual e a obediência à direção divina. Todos os que são citados viram algo além daquilo que era aparente aos sentidos e seguiram radicalmente a orientação dessa força invisível. Nós também podemos encontrar essa paz e essa confiança ao descobrirmos e seguirmos a invisível, mas substancial, confiável e harmoniosa força para a cura e para o bem, que é Deus. 

Um exemplo querido do poder maravilhoso de uma fé com compreensão na habilidade sanadora de Deus foi vivenciado pelo meu marido Doug, e ele o compartilhou num podcast de julho de 2022 do Sentinel Watch: “Crushed by a Tree on Thursday, Back to Work Next Wednesday” (Atingido por uma árvore na quinta-feira, de volta ao trabalho na quarta-feira seguinte, tradução livre). Você pode ouvi-lo, em inglês, no link: https://sentinel.christianscience.com/sentinel-audio/sentinel-watch/crushed-by-a-tree-on thursday-back-to-work-next-wednesday  

 

Seção 1. “O existir é santidade, harmonia, imortalidade…” e não matéria, físico, carência, tecnologia etc

Nós certamente temos a tendência de pensar num “existir” do dia a dia que de alguma forma envolva a matéria. Mas o verdadeiro existir consciente é mais semelhante ao que lemos ao seu respeito na Lição Bíblica da semana passada, que confirmou que o existir e a herança do homem são, na verdade, inteiramente espirituais. A aparência material que geralmente mantemos é um contrafeito. Como eu disse antes, de parecer que isso despreza a nossa experiência diária, na verdade não despreza. Temos de abordar essa compreensão passo a passo, e há uma grande alegria nisso! Todos os visionários espirituais mencionados na Leitura Alternada desta semana viveram um dia após o outro e até cometeram erros bem grandes vez por outra! Mas o desejo e a missão de vida deles acabou por se tornar a busca e a compreensão do existir divino. E o maravilhoso nisso tudo é que todos nós estamos prontos para essa busca. 

Apesar de o pensamento mortal argumentar por si mesmo (de que outra forma ele teria um “existir” se não argumentasse por si mesmo), nós, como verdadeiros reflexos espirituais do Existir divino, possuímos naturalmente a compreensão, o discernimento, a percepção e a perspectiva inspirados do nosso Pai-Mãe Deus. Jó diz isso desta maneira, em B4 “O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida” (Jó 33:4). Essa é a nossa origem, então está na nossa natureza enxergar a partir dessa perspectiva. Mary Baker Eddy, no final do século dezenove, viu que o homem foi criado a partir dessa perspectiva. Ela fez declarações como: “A Vida não está na matéria, nem é constituída de matéria” e “a matéria é um conceito humano” (ambas da citação CS3, p. 469); que reforçam nosso experimento da dupla-fenda e que prova que a matéria não é nada além daquilo que o pensamento observa. Essa Lição, porém, dá um passo a mais e nos ajuda a ver que com o senso espiritual podemos vivenciar, aqui e agora, o verdadeiro estado do Existir divino que nunca é limitado, tem continuidade, forma, saúde e substância espiritual verdadeira. 

 

Seção 2. A fé alarga as fronteiras 

Esta seção tem a história de Abraão e Ló enfrentando um excesso de população do seu rebanho de gado.  De certa forma, essa é uma questão ambiental, certo? Eu adoro a declaração de Deus a Abraão (“Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei” (B6, Gênesis 12:1,2). O que é “terra”? É literalmente um lugar? Ou tem uma aplicação contemporânea? Se tem, cabe-nos considerar o que essa “terra” representa. Mais adiante nessa seção (Gênesis 13:14,15) Deus diz a Abraão “Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre”. Será que isso implica no suprimento infinito de lar, de abastecimento infinito, de pertencimento, talvez até de comunidade, que vêm de confiarmos completamente no divino para abrir nossos olhos à verdadeira substância da realidade espiritual? 

Como podemos nós, hoje, abrir nossos olhos, nossos sentidos espirituais, à promessa de que há abundância de bem, graça, inteligência, habilidade e assim por diante, que são nossos, “desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente”? É preciso o tipo de fé que esta Lição revela para vermos essa abundância através do véu da matéria limitada – fé que é substância, não confiança cega. Talvez estejamos sendo chamados, hoje, como Abraão foi chamado, a “sair” da terra onde tudo é definido pelo acúmulo ou pela manipulação da matéria. Essa terra é uma terra familiar, descrita como “o país” que pertence à nossa família e aos nossos pais. Somos chamados a deixar o que pode até parecer confortável e reconfortante para nós. Nesse processo de obediência ao fiel senso espiritual, ao discernimento espiritual, somos guiados a uma “terra” mais abrangente, mais abundante, mais alegre, mais pacífica e mais saudável – uma terra que não é definida pela matéria, mas pela forma infinita, pelo bem e pela beleza eternos. Abraão certamente não teve perda nenhuma ao permitir, confiantemente, que Ló escolhesse a terra que tinha melhor irrigação para o seu gado. Por sua fé, Abraão pode vivenciar a substância do lar e da família verdadeiros, ao passo que Ló, que escolheu obviamente o caminho da prosperidade material, foi encurralado pela materialidade daquela “terra”, o que dificultou bastante a sua experiência. Isso reafirma a verdade que contradiz o senso material, não podemos nunca ser privados do bem quando somos generosos espiritualmente. Em vez disso, temos a garantia de uma visão mais ampla do bem que é universalmente concedido pelo Divino. 

 

Seção 3. Uma crescente compreensão sobre a substância espiritual revela a verdadeira individualidade 

Quando Abraão tinha noventa e nove anos, Deus deu a ele um novo nome. Abrão significa “o Pai/Deus é exaltado”.  Abraão, seu novo nome, significa “o Pai de muitas nações”. Essa nova identidade se encaixa com o senso ampliado da fé e da obediência de Abraão ao longo de seus noventa e nove anos. E até mesmo aqui, há uma razão para duvidar, humanamente, já que é dito a Abraão que ele e sua mulher terão um filho, nas idades de noventa e nove e noventa anos, respectivamente. Ainda assim ele vislumbra que Deus está falando a respeito do desenvolvimento espiritual, que não é limitado pelas viagens ao redor do Sol. Mary Baker Eddy nos diz que “…o pensamento envereda por vias novas e salutares…”. Essas vias levam à substância espiritual, e o pensamento já “não olha para a materialidade, mas sim para o Princípio do universo, que inclui o homem harmonioso” (CS14, p. 276). Eu adoro acrescentar a ideia de Princípio como fonte, que é uma definição do dicionário para essa palavra. Se a fonte do universo é espiritual, então tudo nele tem de ser espiritual. Nosso desenvolvimento espiritual, do qual se fala na citação CS15 (p. 66), vem não das esperanças que depositamos no sucesso ou prosperidade material, mas é só quando nos livramos deles que o nosso pensamento se torna fértil para as coisas de substância espiritual. Não podemos apressar esse processo. De forma semelhante à parábola do filho pródigo, que lemos na Lição Bíblica da semana passada, temos às vezes de vivenciar duros limites da materialidade em primeira-mão para prepararmos nosso pensamento para que comece a abrir mão do seu apego à matéria. 

Pense que, por mais de um século, os cientistas têm tentado sem sucesso, por meio de um experimento de dupla-fenda, provar que a matéria é algo objetivo, algo “que está lá”. Isso por causa da dificuldade em aceitar a ideia de que é a nossa própria consciência que influencia o comportamento da matéria. A ciência, (com “c” minúsculo) precisa que a matéria exista objetivamente para que ela seja um tema “legítimo” de estudo. Eu discordo, pelas razões que já expus – que as coisas da ciência, da natureza, do universo, e assim por diante, sejam dignas de estudo para ajudar a nos direcionar para coisas do Espírito. Isso me lembra da declaração de Mary Baker Eddy: “A instrução acadêmica adequada é indispensável. A observação, a invenção, o estudo e a originalidade de pensamento tendem a se expandir e deveriam levar a mente mortal a sair de si mesma, para fora de tudo o que é mortal” (p. 195). Esse crescimento “para fora” nos guia naturalmente, como fez com Abraão, a um novo senso da nossa natureza espiritual. 

 

Seção 4. Visões espirituais tornam o “invisível” visível 

Isaque nasceu para o impossível. Uma mulher de noventa anos não pode, pelas leis mortais, conceber um filho.  Mas Sara faz isso, e um argumento pode ser feito no contexto da lição desta semana que Isaque, sendo uma ideia infinita de Espírito, foi simplesmente “tornado visível” como Mary Baker Eddy explica “À medida que os mortais alcançam perspectivas mais corretas a respeito de Deus e do homem, inumeráveis objetos da criação, que antes eram invisíveis, se tornam visíveis” (CS21, p. 264). Gosto da sugestão de que temos um “propósito santo” que Deus está sempre revelando. “O Espírito, Deus, reúne em canais apropriados os pensamentos ainda não formados e desdobra esses pensamentos, assim como Ele faz abrir as pétalas de um propósito sagrado, para que esse propósito possa aparecer” (CS20, p. 506). 

Mary Baker Eddy também aponta para essa “evidência” novamente, onde ela nos diz que “O viver e a felicidade espirituais são as únicas evidências pelas quais podemos reconhecer a verdadeira existência e sentir a paz inefável que provém de um amor espiritual que preenche todo o pensamento” (CS21, p. 264). À medida que estamos totalmente absortos na vida espiritual e na bem-aventurança, estamos demonstrando, dando verdadeira evidência, a substância da presença sempre poderosa de Deus aqui e agora. Isso faz com que tudo aquilo que parece invisível ao material tenha sentido, visível e sentido naquela “paz indescritível”. 

Espiritualmente falando, estamos sendo espiritualmente conscientes da realidade, dando definição e forma, através de nossas ações, à presença de Deus. Isso não é totalmente diferente da forma que é dada a essas partículas quando são observadas passando pela lente polarizadora em nosso experimento de dupla fenda. Nossa própria observação consciente e reconhecimento da atividade de Deus ao nosso redor torna essa atividade muito mais clara e nos dá ainda mais gratidão e alegria.

 

Seção 5. A adoração substancial reflete e demonstra o Amor divino

Nenhuma Lição Bíblica estaria completa sem um golpe de Jesus no pensamento farisaico. Este pensamento representa o pensamento humano que se concentra na letra e não no espírito do Amor. Nesta seção, isso toma a forma de Jesus curando a mulher que estava curvada por dezoito anos. Esta cura foi contestada pelos fariseus por contradizer a lei judaica que proíbe o trabalho no sábado. Jesus defende sua ação e a compara com a forma como até os fariseus expressam compaixão suficiente aos sábados para dar água ao seu gado, por que não fazê-lo por uma “filha de Abraão”? Jesus provou nesta cura e em tantas outras que a substância do ser do homem não está contida em ossos, sangue, cérebro etc. Ele não “consertou” sua coluna deteriorada, mas viu que sua substância era espiritual e sem limitação material de doença, hereditariedade ou acidente. Ele também provou que a substância da verdadeira devoção a Deus deve vir através da demonstração (CS22, p. 41). Mais uma vez ela revela sua compreensão incrivelmente inspirada do universo muito antes de qualquer experimento de dupla fenda ser feito, dizendo: “A consciência constrói um corpo melhor quando a fé na matéria é vencida” (CS25, p. 425). Observe que a consciência constrói este corpo! Isso não está refletido em nosso experimento de disparo de partículas observado? 

 

Seção 6. Veja a substância espiritual aqui e agora 

A fé que observamos Abraão demonstrar é aquela que nós também temos dentro de nós. Não é aquela que está cheia de dúvidas e medos humanos, mas uma fé baseada em uma prática diária e demonstração do poder e da presença de Deus. Está viva e visível hoje e eternamente. Jesus aponta isso quando diz aos fariseus: “antes que Abraão existisse, EU SOU” (B18, João 8:58). Essa grande declaração nega a substância do tempo. Se quisermos ver a substância, a evidência da realidade espiritual, temos apenas que… “subordinar o falso testemunho dos sentidos corpóreos aos fatos da Ciência, [e] veremos essa verdadeira semelhança espiritual e reflexo em toda parte” (CS32, p. 516). Não precisamos nem “destruir” o falso testemunho, mas apenas “subordinar” ou dar-lhe menos crédito do que aos fatos da Ciência. Fazer isso traz à luz a substância do bem para todo lugar que olharmos. Trazer a luz de nossa consciência para tudo o que fazemos dará à nossa vida uma substância espiritual definida. Seremos capazes de discernir o real e o eterno. Isso dá ao nosso ser presente maior paz, alegria e verdadeiro propósito.    

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, 

Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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