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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA (LB)
Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Tema: “Deus a causa única e o único criador”
De 03 a 09 de junho de 2013
Observe e reflita sobre as obras de Deus…
A visão é deslumbrante!

Há uma Causa e um Criador. Mas não parece ser assim! Parece que o homem é um criador e que algumas coisas acontecem por acaso! Parece que a criação pode ser boa e má e o que parece bom pode acabar causando algo ruim. Mas muitas coisas (todo o tipo de ilusão) parecem ser o que não são. É por isso que nos voltamos à ciência, ou Ciência, para ir direto ao ponto, para ver o que é correto! É nosso privilégio ver a criação perfeita de Deus, Suas obras, aceitar as bênçãos de comtemplar essa criação, de refletir e expressar livremente a totalidade dela e viver em unidade com ela. Nem sempre é fácil, mas o esforço vale a pena!

Texto Áureo – (João 1:3)
“Todas as coisas foram feitas e passaram a existir por intermédio Dele; e sem Ele absolutamente nada que foi criado se fez” (Bíblia Ampliada). É tentador pensar que nós somos capazes de criar algo sozinhos…quer seja um bebe, um trabalho de arte ou mesmo a solução de um problema. Mas nós nunca somos a fonte, porque não somos Deus…a “única causa e o único criador”. Perceber isso nunca diminui nossa expressão criativa, mas a expande. Compreender que Deus é o verdadeiro criador permite que a criação infinita e perfeita seja expressa de forma humana, natural, completa, lindamente – boa por inteiro! E não pode haver, na realidade, nada que não tenha sido criado por Deus. Por isso os elementos da natureza que se manifestam destrutivos quer sejam tempestades, tornados, ódio, doença, violência, seja de que tipo forem, não foram criados por Deus, e então podemos ver através deles e perceber apenas os efeitos das boas obras de Deus!

Leitura Alternada
(Salmos 145:1, 5, 9-13, 17; 66:1, 2, 5)
“Vinde e vede as obras de Deus”: que convite adorável!!! Quer estejamos impressionados com uma espantosa inovação da tecnologia, ou um feito atlético inacreditável, ou trabalho de arte, um lindo bebê, ou mesmo a paisagem ao nosso redor…se vemos todo o bem como evidência da atividade criativa da Alma, podemos começar a ver mais do bem que nos cerca e substituir qualquer coisa que não seja boa por essa visão correta. “…as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras [a totalidade das coisas criadas]”. (versículo 9, Bíblia ampliada). Racham é a palavra em hebraico traduzida aqui como misericórdias. Parte da definição da concordância Strong´s Exaustive Concordance se refere à compaixão, amor doce e, “por extensão, o útero (como se afagasse o feto)”. Toda a criação é cuidada pelo Deus todo-poderoso! Isso inclui cada um de nós e tudo o que está ao nosso redor! O reino de Deus é eterno; não existe fim ou interrupção na harmonia! Nosso privilégio é compreender o que estamos buscando (a harmonia) e aprender a olhar através das distrações para vê-la, focalizar no verdadeiro bem de Deus tão claramente que as distrações errôneas (como orgulho, personalidade, medo, destruição, carencia e doença) desparecem e a visão é clara! E, então, temos o privilégio de ajudar os outros a terem essa mesma visão!

Seção 1: Só UM Criador
Essa mensagem é consistente, é vista em várias partes da Bíblia expressa de diferentes maneiras.  Deus cria e controla todas as coisas. E Ele cria com “a palavra”. “Ele falou, e tudo se fez” (B3). Como a humanidade interpreta essa criação é que tem sido o problema. É tentador pensar que se Deus fez tudo, Ele também fez o mal, assim como fez o bem. É por isso que as tempestades e os desastres têm sido atribuìdos à Deus, através dos tempos. E é aí que entra em campo a Ciência Divina. E eu não quero dizer a denominação, Ciência Cristã, mas me refiro  à lei de Deus que é percebida como essa Verdade universal e praticada pelos estudantes da Ciência Cristã. Há muitas coisas que o homem interpretou erroneamente até que a ciência (o conhecimento correto) as corrigiu (como a terra ter uma forma plana, por exemplo). A ciência é uma verdade que, uma vez descoberta, nos ensina princípios inalteráveis que governam algo. E é lógica, quando compreendida. Pense nessa declaração: “Só pode haver um criador, que tudo criou”  (CeS 1). Se houvesse mais de um criador…mais de uma criação…haveria sempre a possibilidade de conflito e por conseguinte destruição. A harmonia é o efeito da unidade. O restante dessa seção identifica esse Criador único e a criação como Deus e Seus pensamentos. Aceitar a definição de Criador do glossário de Ciência e Saúde(2) como a base de toda a percepção nos habilita a não sermos enganados pelo que não é verdadeiro. Deus (como percebido na Ciência) é um glorioso poder onipresente…a essência da Mente, Espírito, Amor, Vida, Verdade…”o divino Princípio vivificador de tudo o que é real e bom”. Deus é a perfeição eterna que simplesmente É! Um animador (de desenhos animados) determina como seus personagens se parecem e agem e como é o ambiente que os cerca. Só o animador governa essa criação…o desenho (ou filme) é o reflexo ou expressão do pensamento do animador. Se ocorre uma mudança na expressão externa de um desenho (uma mancha ou um rasgo) ele é corrigido voltando-se ao original. E é assim também com a criação da Mente infinita. Mesmo que a expressão exterior pareça estar perturbada, ao conferirmos com o original e ajustarmos essa expressão exterior a ele, a harmonia é restaurada. Vamos aceitar a criação de Deus como a única obra a ser vista!

Seção 2: Os mortais não criam o homem…Deus cria!
Parece que uma grande parte da natureza humana é composta pelo pensamento que temos, a nosso próprio respeito, de sermos criadores de crianças ou de sermos a criação de pais humanos. Em qualquer um dos casos estamos nos sobrecarregando (e aos nossos pais e filhos) com bagagem desnecessária. Sara estava sobrecarregada com a bagagem de ser improdutiva…ela acreditava que era incapaz de gerar filhos. Como resultado, Abraão “riu” quando Deus prometeu que seus filhos povoariam o mundo com muitas gerações ainda por vir. Mas foi isso o que aconteceu(B6)! A idade e a história não foram problema porque Deus simplesmente corrigiu a percepção errada de que Abraão e Sara eram criadores mortais. Todos nós temos de corrigir essa falsa percepção! Às vezes o desafio de fazer essa mudança é maior por estarmos nos sentindo um tanto bem a respeito do processo criador. Gostamos dos nossos pais e temos orgulho dos filhos…ou pensamos que somos artistas, arquitetos, músicos, escritores, executivos ou estrategistas esportivos talentosos. Nós nos sentimos bem a respeito das nossas criações! Mas ao aceitarmos o orgulho da criação também aceitamos a parada ou bloqueio do processo criativo. Qual é a resposta? Lembrarmos que a “Mente, não a matéria, é a criadora” (CeS 6). Deus nos criou…nós não criamos a nós mesmos! (B5) O que aparece como nascimento mortal (ou qualquer processo criativo) é realmente o reflexo do Espírito (CeS 9). A lua parece criar luz. Mas a ciência da astronomia explica que a luz da lua é a luz do sol refletida. A luz do sol ressalta a superfície da lua e parece estar vindo da lua. Da mesma maneira, o que parece ser a criação dos mortais é simplesmente a luz criativa de Deus iluminando sua própria ideia, e fazendo parecer que sua fonte é o homem. A criação de Deus é perfeita…inteira, completa e permanente. Essa criação se desdobra, então é sempre nova e recente. Imagine uma bela (e infinita) tapeçaria sendo desdobrada para revelar novas combinações de cores e desenhos. Cada desdobramento parece único, mas nada a seu respeito é novo. Sempre esteve ali…está apenas revelado de forma nova. Todas as analogias têm limites. Mas pensar na criação desta forma (cientificamente) nos permite ver as obras de Deus sem os limites impostos pelo pensamento de que os mortais criam uma parte de cada vez (seja de uma pessoa ou de um projeto). Em vez de tentar forçar um zilhão de pedacinhos a se encaixarem (pessoas ou ideias) comece com a infinitude da criação de Deus e se maravilhe ao ver como uma pessoa ou coisa se desdobra harmoniosamente de uma “fonte inesgotável” (CeS 10). Quando Deus é visto como o único criador, dar à luz uma criança ou um conceito não é exaustivo, e nem o pai ou a mãe nem a criança ou o projeto podem sofrer. Ao cedermos à criação de Deus podemos ver claramente as obras de Deus!

Seção 3: A criação de Deus é abençoada. A maldição está fora do universo de possibilidades!
Será que já nos sentimos tão amedrontados que a única maneira que conseguimos imaginar è que algo ruim tem que acontecer aos que nos confrontam? Essa oposiçição pode ser uma ameaça sócio-política (como no caso de Balaque, B11), pode ser medo de estarmos perdendo um relacionamento para outra pessoa ou que vamos perder para um rival nos esportes, pode ser a crença de que existe muita rivalidade de negócios num universo pequeno de consumidores, ou a pressão de conseguir admissão à uma universidade. Podemos estar com medo de sermos amaldiçoados, por alguém ou pelo nosso “DNA”. Pare de acreditar que você está sujeito à maldição de doenças herdadas ou mesmo de traços de personalidade errônea sabendo que o DNA – Definitivamente Não se Aplica, nem a você nem a ninguém! Rejeite cada uma dessas tentações assim que aparecerem…chute-as para longe!!! A escolha é sua! Balaão exercitou sua liberdade de escolha. Ele escolheu ouvir e seguir os mandamentos de Deus em vez dos pedidos do rei Balaque. Se você ler a história completa, você verá que foi preciso algum “impulso” dos anjos de Deus para que Balaão entendesse a mensagem. Mas ele entendeu e percebeu que o homem não pode amaldiçoar o que Deus abençoou.  Ele não só se recusou a amaldiçoar os filhos de Israel, mas os abençoou. Na próxima vez em que você for tentado a amaldiçoar alguém, ou a lhe desejar o mal, ou mesmo apenas a lhe criticar, abençoe essa pessoa em vez disso. E podemos insistir em sermos abençoados por cada situação em que nos encontrarmos, não importa o quanto as coisas pareçam sombrias. Nós estamos a salvo. Deus abençoou Seus filhos para sempre. E quanto mais nós compreendermos a bênção universal de Deus, mais sentiremos essa bênção. Isso não significa que nunca ficaremos doentes, com medo ou que não teremos problemas, ou ainda que sempre ganharemos o jogo ou que assumiremos o cargo de que pensamos precisar tão desesperadamente. Mas nós podemos sempre ver as obras de Deus. Lembrando que Deus é a única causa, e que Deus é bom, podemos perceber que só o bem está reservado para todos. Nós não temos de competir, ou de nos sentir ameaçados, porque há suficiente para todos. Tudo o que precisamos fazer é confiar na verdadeira visão da Ciência para ver a generosidade das boas obras de Deus. Não se engane com as aparências. “O bem não cria uma mente susceptível de causar o mal…”(CeS 12).  “Tudo está sob o controle da Mente única, ou seja, Deus” (CeS 15).

Seção 4 – Deus é o único realizador
Essa seção continua o tema de que TUDO É DEUS. Temos problemas quando pensamos em Deus e nós como estando separados.  Podemos pedir ajuda a Deus, mas ainda achamos que é nossa tarefa resolver. E, se a tarefa parecer bem fácil, podemos até mesmo esquecer de pedir ajuda a Deus. O que precisamos perceber é que, como reflexo, nós não criamos, nós refletimos a criação de Deus! Nós, e todo o mundo ao nosso redor, somos a manifestaçào da inteligência, talento e beleza infinitos, que é a criação de Deus. Um reflexo é muito importante. Somos todos muito importantes, vitais!! Mas somos vitais como expressão!! Independente de algo parecer fácil ou difícil, reconhecer Deus como a fonte de todo o bem nos liberta para vermos por completo as obras de Deus e sermos a ação da Mente. O Salmo 57 foi escrito por Davi enquanto buscava segurança em uma caverna. A Nova Versão Internacional coloca o v. 2 dessa maneira: “Clamo ao Deus Altíssimo, a Deus, que para comigo cumpre o seu propósito.” Engraçado pensar em “realizar” como cumprir o propósito de Deus para nós (B17). “A Divindade estava satisfeita com Sua obra” (CeS 16). Por que não estaria? Deus fez perfeita a sua obra! Seguindo a mesma lógica, por que iríamos querer fazer algo que não seja refletir o que Deus já está fazendo, expressar isso sem colocar cortinas de orgulho ou dúvida, excesso de confiança ou autoconsciência? Se Deus estiver satisfeito, precisamos também estar! O que parece ser novas criações ou novas realizações são simplesmente a nova expressão das ideias permanentes, eternas e perfeitas que residem eternamente na própria Mente. É tarefa do Espírito diversificar, classificar e individualizar esses pensamentos (CeS 20). A Ciência do Ser nos faz perceber que é nosso privilégio expressar os talentos e as habilidades que são eternamente nossas por reflexo (CeS 19). Todas as ideias de Deus tem o mesmo talento, embora esses talentos sejam expressos de maneira individual. Quando relaxamos e vemos as obras de Deus, também vemos os talentos individuais de nós mesmos e dos outros se desenvolver e brilhar.

Seção 5 – O pecado, a doença e a morte não têm causa alguma
A doença é causada pelo pecado? Muitas pessoas responderiam que sim. Mas isso seria admitir que há uma outra causa que não seja Deus. E já falamos sobre a lógica que rejeita esse ponto de vista. A crença de causas ou criadores múltiplos gera conflitos, como a doença. Portanto, se rejeitarmos a crença de que o pecado causa a doença, estaria ok se apenas a ignorarmos? Jesus não fez isso! Ele, porém, igualou o perdão (cancelamento) do pecado com a cura da doença (B20). Nos dois casos, ao invés de ver o pecado real e a doença real, ele viu as obras reais de Deus e a obra perfeita de Deus substituiu a visão falsa do pecado e da doença. Eddy explica que “esse aparente poder, independente de Deus, que causa e cura a doença… é, senão um erro de crença… o antípoda exato da Mente imortal, da Verdade e da lei espiritual” (CeS 22).  Faz todo o sentido o fato que Deus, o bem, não tenha criado o pecado, a doença e a morte mais do que Ele tenha experimentado tudo isso. Então, como Ele poderia sujeitar o homem (feito à semelhança dEle) a tudo isso? Ele não pode(CeS 23)! Não podemos ignorar (e não deveríamos ficar satisfeitos em apenas viver com) o pecado, a doença ou a morte. Porém, a maneira de superá-los é não residir neles, nem procurarmos pela causa deles, mas, sim, perceber que eles não têm causa alguma! Com a autoridade da Verdade, podemos rejeitar e ver as obras de Deus! Uma causa, um efeito! (CeS 26) Jesus compreendeu a relação Científica de Deus e do homem. Também podemos fazer isso! Quando colocamos de lado a causalidade física, vemos o real e o liberto! (CeS 25).

Seção 6 – Vá fundo – considere as obras de Deus!
Estamos falando em ver as obras de Deus. Mas essa seção da LB está falando sobre enxergar de fato! Como parte da defesa de Deus de Eliú para Jó, ele pediu ao amigo que parasse e “considerasse as maravilhas de Deus” (B21). Esse foi o início do final da provação horrenda de Jó. Ele conseguia ter uma nova visão das coisas e essa nova visão revelava um Deus (o Bem) que sempre estivera ali, mas que Jó não conseguia ver. Jesus ordenou a seu discípulo, Simão, depois de uma longa noite sem apanhar nenhum peixe, que fosse mais fundo e “lançasse as redes para pescar” (CeS 22). Simão obedeceu e apanhou tantos peixes que sua rede quase se rompeu. Uma coisa é fazer algo (ou pensar que estamos fazendo), outra é fazer algo de fato! Quando eu era criança, meus pais me pagaram aulas de tênis. Lembro-me do professor gritar comigo constantemente: “Olhe a bola!” Minha resposta mental era “ESTOU olhando a bola.” Porém, quando finalmente aprendi a concentrar-me na bola a partir do momento em que ela deixou a raquete do outro jogador até atingir a minha, eu compreendi o que significava “olhe a bola”. E isso FEZ uma enorme diferença. E´ a mesma coisa com a oração. Achamos que “conhecemos a verdade”. Achamos que vemos as obras de Deus. Mas será realmente CONHECEMOS? Estamos realmente ENXERGANDO? Estaremos considerando tào intensamente a realidade e ficando tào concentrados a ponto de vermos através da névoa do erro a Verdade Científica ou as coisas continuam borradas pelo erro mortal? Quando dirigimos na chuva, é mais eficiente olhar através das gotas de chuva do que nos determos no para-brisa onde cada gota obscurece nossa visão. A mesma coisa acontece com o borrifo de uma visão mortal, qualquer coisa que puder esconder o fato de que Deus é a única causa e a única criação. “Precisamos perscrutar profundamente o realismo!” (CeS 27) Não se satisfaça com uma observação casual. Coloque seu equipamento de mergulho para que toda a beleza abaixo da superfície tenha um foco perfeito. Olhar a superfície do oceano pode ser belo ou tempestuoso. Mas, abaixo da superfìcie tem um outro mundo inteirinho. A nossa vida pode parecer bela e boa, ou feia e aterrorizante. Não aceite nenhuma delas. Olhe fundo (esforce-se para ver de fato as obras de Deus) e a constância da bondade de Deus (a glória, a honra, o domínio e o poder da Mente) serão evidentes e transformarão sua experiência (consulte CeS 30). Você está disposto a trabalhar duro para ver um belo visual, mesmo que obscuro no inìcio. Trabalhar para ver Deus vale ainda mais o esforço!!! Com cada vislumbre você percebe como Deus é verdadeiramente maravilhoso!!

Este estudo metafísico foi preparado por  Kathy Fitzer, CS     kathyfitzer@gmail.com    314-323-4083

[Comentários entre colchetes: Warren Huff, Diretor do Acampamento dos Cedros e Editor dos estudos metafísicos]

A tradução para o português é gentileza de Leila Kommers e Martha Samary, e leitura final por Orlando Trentini, CSB

Visite o saite  www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira.  http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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