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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA (LB)
Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Tema: “Deus”
De 01 a 07 de julho de 2013
Alegre-se na confiança de que todas as coisas são possíveis a Deus!

Existe alguma coisa difícil demais para Deus? Você já se pegou olhando para a situação humana e dizendo coisas como: “Impossível!”, “De jeito nenhum”, “Isso não pode ser feito”, ou “É tarde demais”? Talvez, de um ponto de vista humano, seja impossível nos vermos fora de determinadas situações, mas Deus não é afetado por situações humanas. Como o Texto Áureo (TA) declara: “Para Deus tudo é possível”. (Mateus 19:26.)

A Leitura Alternada (LA) (Jeremias 32:17-19; 29:8, 11-14) garante que nada é difícil demais para Deus. Se alguma coisa fosse difícil demais para Deus, Ele não seria um Deus muito capaz e confiavel, seria? Por definição, Deus é a fonte e a causa de tudo o que existe ou pode existir. Nada é difícil demais para Deus porque, do ponto de vista de Deus, não há nada que se possa opor a Ele. Quando pensamos ou dizemos isso, devemos reconhecer que mesmo o termo “ponto de vista” implica que pode haver mais de um ponto de vista. Mas com Deus, e portanto em realidade, Deus é o único ponto de vista.

A humanidade foi ensinada a acreditar que está separada de Deus, e que consequentemente pode ter um ponto de vista diferente do divino. Na realidade, isso não é possível. E em vez de pensar que esse suposto ponto de vista pertence a alguém em particular, veja o que ele realmente é: apenas uma crença ou sugestão. Esse ponto de vista humano não pertence a ninguém. É apenas uma crença de algo fora de Deus. Esse suposto ponto de vista humano é sempre limitado. Mas Deus vê as coisas de forma diferente. Como El é onisciente, Ele vê o fim a partir do princípio, e nos supre com tudo o que é necessário para o nosso sucesso. Isso se refere à falsa noção de que Deus faz com que seja difícil que nós encontremos a Ele. Isso nada mais é que pensamento humano limitado. Deus nos “dá” o fim que desejamos. Onde a crença humana vê infortúnio, Deus provê salvação. Essa LB trata de como podemos mudar do ponto de vista humano limitado para o ponto de vista de Deus ilimitado. Deus promete que O encontraremos quando buscamos verdadeiramente Deus, de todo nosso coração.

Seção 1: Fé absoluta no bem absoluto
A palavra “absoluto” significa “livre ou independente de qualquer coisa externa; completo; positivo; incondicional; ilimitado” (Student’s Reference Dictionary). Certamente não existe ponto de vista limitado nessa seção 1. E também não existe qualquer questionamento sobre a existência ou a capacidade de Deus. Nós começamos com o grato reconhecimento de que Deus é bom (B1). Isso é muito importante, porque elimina a tendência humana de pensar em Deus, em termos humanos, de que Ele seja capaz de permitir tanto o bem como o mal, a qualquer momento. A citação (B2) reconhece que não há nada mais que se possa desejar ou a que se voltar, a não ser Deus. Não há sequer um resquício de dúvida de que nos voltar a Deus é o único curso lógico de nossa ação. E em seguida vem a expectativa de bons resultados (B3). E mesmo que lutemos durante a noite, nós “olharemos para cima”, ou seja, mudaremos nosso ponto de vista, quando as luzes brilharem. Acredita-se que o Salmo 5 foi escrito quando o salmista estava rodeado de inimigos, e que mesmo estando em perigo, manteve seu foco em Deus para obter proteção e direcionamento. Não importa qual o quadro que o dia apresenta, nós começamos “olhando para cima de manhã”, buscando a Deus para que nos guie ao longo de todo o dia. A oração atribuída a Davi (B4) reconhece a sua confiança e devoção incondicionais no Deus magnífico, pois “na tua mão há força e poder”. A última citação da Bíblia (B5) é o refrão familiar que vem da boca de um anjo para Maria: “Tudo é possível a Deus.”

Mary Baker Eddy ensina que a fé e a confiança absolutas de que todas as coisas são possíveis a Deus são parte essencial da oração que “reforma o pecador e cura o doente” (CS 1). Essa fé absoluta é baseada na compreensão de “um Deus absoluto” (CS 2). Em muitas línguas, o temo “bem” é sinônimo de Deus (CS 3). É claro que não há bem e mal. Nunca se deve esperar que a bondade produza qualquer coisa contrária a si mesma. Isso porque não pensamos no bem em termos pessoais limitados. O bem existe em si mesmo e de si mesmo, simplesmente é o que é. Deus é o “máximo do bem” (CS 4). Assim como Deus, o bem também não pode estar confinado a uma forma finita ou a limitações humanas. O bem é compreendido e expresso. Eddy define “O Bem. Deus; Espírito; onipotência; onisciência; onipresença; oniação.” (CS 5). Você consegue imaginar viver com essa convicção? Não apenas desejar que seja assim, mas saber que é assim, e ter fé absoluta nisso? Com esse cenário, diríamos com o salmista “não há outro Deus em que eu me compraza na terra”, e não haveria dúvidas de que para Deus tudo é possível, realmente.

Seção 2: Deus é o único poder
O pensamento humano acredita numa multidão de poderes, alguns bons e outros maus. Acredita-se que não temos escolha além de obedecer a esses poderes e que nossa vida é, de certa forma, governada por eles. O salmista apresenta uma visão diferente. Para ele, o poder pertence apenas a Deus (B6). O único poder que governa o homem, o único poder que pode salvar o homem, é Deus. Não há situação difícil demais para o poder absoluto de Deus. O profeta Isaías (B7) nos diz que Deus está conosco em qualquer situação, quer estejamos passando pelas águas (aquilo que nos oprime); ou andando pelo fogo (aquilo que nos consome).

Os três rapazes hebreus (B8) representam o que significa ser devoto a Deus de todo coração. O rei simboliza a mente carnal que presume ser um poder maior, além de Deus. Eu pensei na imagem de ouro como representando as crenças médicas, apesar de que também podem representar algum pecado específico. Podemos considerar o “tocar a música” como os sintomas da doença, na primeira hipótese, ou as tentações sedutoras, no segundo. Em ambos os casos os três rapazes devotos, armados com pensamentos espirituais, recusaram curvarem-se a eles. Os acusadores não são nada mais do que magnetismo animal malicioso ameaçando fazer sofrer aqueles que têm pensamento espiritualizado, pela recusa de dobrarem seus joelhos ou se curvarem diante de crenças materiais.

Quando chamados a fazerem sua escolha, e depois de ganharem mais uma chance de cederem, eles ainda se recusam a reconhecer qualquer outro poder, não importa quais sejam as consequências. A situação se torna sete vezes pior, e eles são jogados nela. O Cristo sempre presente, porém, está lá para protegê-los, e eles emergem totalmente ilesos.

Quer o desafio seja de doença, de pecado, ou qualquer outra circunstância aparentemente intransponível, a devoção completa a Deus, sem medo das consequências, nos dá a força para provar que Deus é o único poder; e nos dá a coragem e a confiança de dizer: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (B9).

O livro Ciência e Saúde estabelece claramente que mesmo reconhecer qualquer outro poder é “desonrar a Deus” (CS 6). Poderia ser mais claro? O poder mortal errôneo é só uma crença. Simplesmente não existe outro poder oposto a Deus. E como o bem é Deus, a bondade que personificamos e abraçamos nos dá “o único poder que se pode obter” (CS7). Eddy permite a possibilidade de uma interpretação literal da história da fornalha. Ela possuía tal confiança em Deus que para ela era totalmente possível que Deus pudesse verdadeiramente anular o poder das chamas da fornalha (CS 8). O homem criado, constituído e governado pelo Espírito é semelhante ao Cristo e indestrutível (CS 9). A seção 2 conclui com o chamado para “sentir a energia divina do Espírito”. Fazendo assim, reconhecemos Deus como o único poder a que estamos sujeitos (CS 10).

Seção 3: Qualquer que seja a aparência, a cura é possível
O salmista reconhece que a grande bondade de Deus é demasiada para que a compreensão humana a entenda por completo (B10). Depois de teste e questionamento rigorosos, o personagem Jó percebe que Deus tem na verdade poder, conhecimento, habilidade e domínio ilimitados (B11). Cristo Jesus, apesar de demonstrar poder incomparável, não alegava como sendo seu poder, mas creditava todo o poder a Deus. E ele prometeu que todos aqueles que seguissem seus ensinamentos encontrariam a verdade e a liberdade (B12).

Um caso a se observar é a história do homem cujo filho tinha um “espírito imundo” (B13). O pai desse menino está oprimido pela cena material. Seu filho tem momentos em que “é lançado ao fogo, e outras vezes na água”. Perceba aqui o ataque dual do fogo (ameaçando consumir) e da água (ameaçando engolfar e oprimir). Jesus lhe garante: “Se podes! Tudo é possível ao que crê”. Enquanto mais espectadores chegavam à cena, Jesus repreendeu o espírito imundo, e nesse ponto o menino teve outro ataque violento e aparentemente morreu. O que será que o pai pensou nesse momento? Toda esperança estava perdida? Não, pois “Jesus tomando o menino pela mão, o ergueu, e ele se levantou.” Curado.

Às vezes, podemos estar numa situação em que parece que a nossa última esperança se foi. Mas como o tema dessa semana repete, quando o homem é governado por Deus, ele sabe que para Deus todas as coisas são possíveis (CS 11). As assim chamadas leis materiais dizem que o Espírito não tem poder, e que o homem não tem outra escolha a não ser obedecer às leis da matéria, mas isso é um erro. Também é um erro pensar que Deus permite, de alguma forma, que haja leis materiais, ou que Ele as origina (CS 12). Conforme já mencionamos anteriormente, as assim chamadas leis da matéria não são leis, de maneira nenhuma. São apenas falsas crenças (CS 13). Em vez de lutar com as condições materiais, Jesus expulsava as falsas crenças, e nós devemos fazer assim também. Lembre-se de que Deus é absoluto, independente de qualquer coisa externa. Não há outro poder. O erro não é nada além de uma crença que, desprovida daquele que acredita nela, não tem poder algum. Reconhecidamente, a assim chamada mente humana não pode compreender a realidade espiritual. “O cérebro não pode dar idéia alguma do homem de Deus” (CS 14). Perceber a realidade não é uma função do que chamamos de cérebro material. Deus é o único poder, e a única Mente. Essa Mente é todo-poderosa, sempre presente e conhece tudo. Portanto, tudo o que é real é uma manifestação da Mente (CS 15). O corpo não tem poder de ação próprio porque a Mente é o único poder. Quando o homem cede ao governo de Deus, seu corpo não pode resistir. Ele se “ergue” pelo poder da Mente divina (CS 16).

Seção 4: Nenhuma ameaça ambiental é difícil demais para Deus.
Vimos os três rapazes hebreus nas chamas e agora encontramos os discípulos ameaçados nas águas do mar da Galiléia. O profeta Jeremias e o salmista nos oferecem algumas passagens encorajadoras nas Escrituras. “Ocultar-se-ia alguém?” (B14), “Para onde me ausentarei do teu Espírito?” (B15). Não há circunstâncias em que possamos estar separados de Deus. Os discípulos estavam sozinhos em um barco no mar turbulento (B17). Foram obedientes ao mestre e, no contexto da história, Jesus pediu que fossem embora para evitar serem influenciados pelas multidões. Quando se sentiam perdidos, era noite e ameaçados pelo mar agitado numa situação grave e perigosa, Jesus veio até eles caminhando por sobre o mar. Aqui, novamente, ponderando a partir de uma perspectiva humana limitada, eles sentiram medo. Jesus diz a eles para não terem medo e entra no barco. Eles não precisaram remar o resto do trajeto, a tempestade parou, “e logo o barco chegou ao seu destino”.

Ciência e Saúde  nos lembra mais uma vez que com Deus todas as coisas são possíveis, mas a mente humana não capta isso (CS 17). Parece que somos cercados pela matéria e que estamos de fato nela. Algumas pessoas podem concluir que, se a matéria está por toda parte, então ou não há Deus ou a matéria é concebida por Deus ou que Deus está na matéria. Mas, como sabemos, Deus é Espírito, preenchendo todo espaço (CS 18 e 19). Embora pareça que o meio ambiente seja o produto das leis materiais, o fato é que as forças a que estamos sujeitos são forças da Mente divina (CS 20). Parece redundante, mas compreender que Deus é o único poder governando nossas vidas e o meio ambiente tem um grande impacto em como abordamos os desafios. Ao invés de aceitar as aparentes condições ameaçadoras, nós as enfrentamos com a verdade que as dissolve (CS 21). Independente de qual seja o perigo que pareça nos cercar, nunca estamos sozinhos ou separados de Deus (CS 22).
Seção 5: É possível curar as crenças hereditárias
Um dos chamados poderes falsos que parecem ter  peso, na atualidade, é a crença da hereditariedade. Essa crença parece insuperável às vezes. Parece que estamos entranhados em um corpo material que foi pré-programado pelo DNA de nossos ancestrais. Acaso pode Deus anular esse tal poder? Com certeza! Não vivemos em um corpo nem, como sugerem algumas teologias, Deus vive dentro do corpo humano. Paulo esclarece esse mal-entendido: “pois nele (em Deus) vivemos, e nos movemos, e existimos” (B18).

Os frutos da clara compreensão de Paulo são confirmados na cura do homem que era “aleijado, paralítico desde o seu nascimento” (B19). Mais uma vez, nessa cura, da mesma forma que ao acalmar o mar, não havia necessidade de um período de convalescença. O homem conseguiu imediatamente levantar-se e saltar. Curiosamente, de acordo com o dicionário grego/inglês de Liddell e Scott, a palavra grega adunatos, traduzida nesse caso como “aleijado”, pode significar como “algo que não pode ser feito, impossível”.                          Impossível? Não para Deus.
Eddy fez uma justificativa lógica de que as Escrituras são verdadeiras. Se vivemos, nos movemos e temos nosso ser em Deus, como pode existir  qualquer outro poder para nos deixar vulneráveis à doença? Esses falsos poderes “são o antípoda da Mente imortal, da Verdade e da lei espiritual.” (CS 23).

O livro Ciência e Saúde declara categoricamente que “A hereditariedade não é lei” (CS 24). As crenças na hereditariedade parecem ser difíceis de serem superadas, porque parece não termos escolha na matéria. Achamos que nascemos com isso, que somos pré-programados a sofrer. O simples pensamento disso pode levar o medo a algumas pessoas. Acaso aceitamos a hereditariedade com base em toda a evidência empírica e todas as teorias exibidas a nós? Por que não desafiar essas crenças com o poder de Deus? As declarações da hereditariedade não são mais reais do que a crença de que vivemos na matéria em primeiro lugar. Apesar da crença de que o DNA e as genéticas estejam impregnadas em nosso ser, o único lugar em que as crenças da hereditariedade são pré-programadas é na mente mortal. Eddy sabia que não importa qual causa a crença material pode atribuir a um problema específico, o problema é sempre mental. Lidar com o medo possibilita a cura independente de onde a doença parece originar e de acordo com Eddy, ao fazê-lo, até mesmo um caso crônico: “Não é difícil curar.”

A crença na doença geneticamente induzida dá origem à crença de condições crônicas ou incuráveis. Das citações CS 25 à CS 27 nos dá alguns indicadores para o desafio de todas as crenças crônicas. Elas mudam nosso foco da patologia para a correção dos erros da mente mortal. Devemos considerar se qualquer lei moral foi quebrada; devemos derrotar nosso medo e pecado; devemos manter a guarda e vigiar nossos pensamentos cuidadosamente; devemos insistir na harmonia como o fato e perceber a presença da saúde; devemos ter o conhecimento de que a Mente é o único poder e a única fonte de ação legítima.

Seção 6: Todas as coisas são possíveis
O salmista convoca o mundo todo a unir-se na música de louvor reconhecendo o poder de Deus (B20). Essa LB foi estruturada um pouco como uma música com o refrão “todas as coisas são possíveis a Deus”. Como Deus é o único poder, podemos dizer “e não há outro” poder (B21). Existe algo difícil demais para Deus? (B22) Se acreditamos no que os sentidos nos dizem, pode parecer que haja algumas coisas que se apresentam como difíceis demais. Mas se vemos as coisas a partir de um ponto de vista espiritual, o único ponto de vista que há, podemos provar que “para Deus tudo é possível” (B24).

Não é de fato muito complicado. A citação CS 28 declara que “Deus é Tudo-em-tudo”. Como salientado no Estudo Metafísico da LB “Deus” de 3-7-2011, Tudo-em-tudo “é uma expressão que significa todas as coisas para uma pessoa, ou tudo o que é desejável”. (Student´s Reference Dictionary – Dicionário de Referências para Estudantes). Deus é o seu Tudo-em-tudo? Eddy escreve repetidamente que tudo o que foi criado vem de Deus, pertence a Ele e existe nEle. Nada existe que não seja por ordem dEle (CS 29). É somente o ponto de vista humano limitado que não compreende isso. Livre-se da visão limitada. Deixe que a linha final da Oração do Senhor (e dessa LB) penetre em sua consciência e penetre seu ser. Ela ecoa a Oração de Davi em 1 Crônicas. “Pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Pois Deus é infinito, todo poder, todo Vida, Verdade, Amor; está acima de tudo, e é Tudo” (CS 30). É isso aí!      Deus é Tudo. Abrace essa ideia. Sinta-a. E prove que todas as coisas são possíveis a Deus.

Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn, Illinois (Bartlett)
craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683

[Comentários entre colchetes: Warren Huff, Diretor do Acampamento dos Cedros e Editor dos estudos metafísicos]

A tradução para o português é gentileza de Leila Kommers e Martha Samary, e leitura final por Orlando Trentini, CSB

Visite o saite  www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira.

http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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