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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[A realidade é real: passando da crença para a compreensão]

“A irrealidade”
27 de março a 2 de abril de 2023

Estudo preparado por:

Christie C. Hanzlik, CS, de Boulder, CO, EUA

ccern@mac.com   +1(720) 331-9356  christiecs.com  

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Aqui está um Convite de Christie: gostaria de convidá-lo para uma palestra de Páscoa que darei sobre “Sentir alegria genuína em tempos difíceis”.

A palestra acontecerá no dia 7 de abril às 7:15 EST na 3ª Igreja na cidade de Nova York e será transmitida ao vivo em inglês e espanhol. A palestra é combinada com música dos cantores de Love only Grows (e líderes do CedarS Hymn Sing) Matthew Hammond e Davya Flaharty.

Mantive esse convite porque a palestra será transmitida ao vivo, além do inglês, também em espanhol. Aqui está link do vídeo com o convite.

 

Introdução: Texto Áureo e Leitura Alternada

Pelo que entendi, a Lição Bíblica desta semana sobre “a irrealidade”, que inclui mais de vinte e duas referências à palavra “crença”, enfoca o fato de que a única coisa que pode nos fazer aceitar a irrealidade – aquilo que é irreal, não verdadeiro – é crença. Em outras palavras, não há origem para a “irrealidade” – aquilo que não é real – exceto para crenças errôneas. Por isso, precisamos discernir cuidadosamente no que acreditar para não aceitarmos falsas crenças, também conhecidas como “irrealidade”. Nossa capacidade de discernir cresce à medida que aprofundamos nossa compreensão do que é real e verdadeiro. A palavra “compreensão” ocorre onze vezes nesta Lição, a maioria das quais na última seção, enfatizando assim nossa capacidade de progredir da crença para a compreensão por meio da oração.

O Texto Áureo, ou ideia principal, na primeira epístola de João diz: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus.” Em outras palavras, precisamos ter discernimento – testar os espíritos – para saber se as ideias são de Deus, a Verdade divina, para que não sejamos enganados por “falsos profetas” ou falsas opiniões porque, como continua João, “muitos falsos profetas têm saído pelo mundo” (TA, 1 João 4:1).

A Leitura Alternada (LA) continua o tema de se estar alerta para falsas crenças. Somos lembrados pelo profeta Jeremias a não deixar que falsos profetas ou adivinhos nos enganem, nem aceitar sonhos aleatórios como se viessem de uma fonte verdadeira.

Na profecia de Jeremias, ele frequentemente inclui frases como “assim diz o Senhor dos Exércitos”. Esta simples declaração nos fornece um teste decisivo para saber se uma ideia é de Deus, o Amor sempre presente. Por exemplo, a afirmação “Estou cheio de alegria, diz o Senhor” faz sentido. Mas a afirmação: “Hoje é um péssimo dia, diz o Senhor” não faz sentido. Portanto, adicionar a frase “diz o Senhor” ou “diz o Amor divino” é uma boa maneira de testar se nossas declarações e crenças são de Deus.

Observe que a frase “diz o Senhor” está na Leitura Alternada três vezes. De certa forma, o profeta Jeremias está nos mostrando como discernir se o que estamos pensando é uma crença falsa ou vem de Deus, a Verdade divina. Sabemos que uma ideia vem de Deus quando ela é pacífica, segura, calmante, purificadora, ativa, reconfortante e assim por diante. Como lemos em Jeremias: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (LA, Jeremias 29:8,9,11-14).

À medida que discernirmos e nos sintonizarmos com Deus, a Verdade divina, iremos, como Paulo escreve em Filipenses: “Fazei tudo sem murmurações nem contendas, para que [nos tornemos] irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual [nós] resplandecemos como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida” (LA, Filipenses 2: 13-16; 4:1).

Pelo que entendi, a Leitura Alternada nos oferece uma meta espiritual: podemos nos esforçar para discernir o que é bom e verdadeiro ouvindo apenas a Verdade divina para que possamos fazer todas as coisas sem reclamar e discutir, brilhar como luzes no mundo e nos apegarmos à palavra da Vida.

 

Seção 1. Sintonize a Verdade 

A primeira seção agrega ainda mais o fundamento estabelecido pelo Texto Áureo e pela Leitura Alternada. Isso nos lembra de sintonizar o “verdadeiro Deus”, “o Deus vivo” e não deixar nossos corações serem enganados por falsos conceitos (B1, Jeremias 10:10 e B2, Deuteronômio 11:16). Ele promete graça e glória para aqueles que se sintonizam com a Verdade (B3, Salmos 84:11,12). E adverte: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo” (B4, Isaías 5:20).

Para Mary Baker Eddy, a diferença entre o real e o irreal era clara. Não há mistura (CS1, p. 119). Como ela declarou: “Deus é o bem natural, e só é representado pela ideia do bem; ao passo que o mal deve ser considerado desnatural, porque é contrário à natureza do Espírito, Deus Tudo o que é bom ou que tem valor, Deus fez. Tudo o que é sem valor ou nocivo, Ele não fez — por isso não é real” (CS2, p. 525). Ela também foi clara quanto à necessidade de estar alerta ao engano. Em suas palavras: “Deveríamos nos familiarizarmos mais com o bem do que com o mal e estar alerta contra as crenças errôneas, com o mesmo cuidado com que trancamos nossas portas para impedir a entrada de ladrões e assassinos” (CS4, p. 234).

Com a miríade de falsidades que tentam nos bombardear todos os dias – de anúncios pop-up a opiniões humanas e reportagens – podemos começar a sentir-nos sobrecarregados pela necessidade de “trancar nossas portas [mentais]”. Mas, felizmente para nós, sintonizar Deus/o Bem/a Verdade naturalmente nos permite discernir e expor o que é irreal.  

Você provavelmente já ouviu a analogia de como os caixas de banco aprendem a discernir se uma nota é verdadeira ou falsa. Eles não estudam as falsificações. Eles se concentram nos detalhes das notas reais. E então, quando uma nota falsa aparece, ela está tão fora de sincronia com o que eles sabem ser verdade que se destaca como falsa. Em outras palavras, ir além da crença para a compreensão – entender completamente a nota genuína – permite que os caixas de banco identifiquem e exponham as falsificações com mais facilidade.

Da mesma forma, compreender completamente a natureza da Verdade divina, a harmonia universal, nos permite discernir mais facilmente o que é desarmonioso como irreal. Como explica Mary Baker Eddy, “A Ciência Cristã traz à luz a Verdade e sua supremacia, a harmonia universal, a totalidade de Deus, o bem, e a nulidade do mal” (CS6, p. 293).

 

Seção 2. Apoie-se no bordão da Verdade

A Verdade se revela a nós. A Verdade se revela a nós de maneiras que podemos sentir, conhecer e compreender. Gosto que a seção dois comece com a declaração: “Oh! Provai e vede que o Senhor é bom…” (B7, Salmos 34:8). Nós até provamos e vemos a bondade de Deus! Nesta seção, testemunhamos o crescimento de Moisés da crença ao entendimento. Em Êxodo, lemos que Deus deu a Moisés ainda mais do que provar e ver. Moisés recebeu vários sinais contundentes que o convenceram que ele poderia confiar no mandamento de Deus de que deveria conduzir os filhos de Israel para fora da escravidão no Egito (B8, Êxodo 3:1-10). Os sinais espetaculares moveram Moisés da mera crença para uma compreensão sólida da onipotência de Deus.

Esta seção inclui o relato em que Deus diz a Moisés para colocar seu bordão no chão, e ele se torna uma cobra, e então Deus diz a Moisés para pegar o bordão. Até agora, a compreensão de Moisés tornou-se mais sólida, então, quando Deus diz para pegar a cobra, Moisés pega a cobra pelo rabo – a maneira mais perigosa de lidar com uma cobra – e a cobra se torna um bordão novamente (B9, Êxodo 4:1-8). O bordão se torna um símbolo da habilidade de Moisés de ver através de uma falsa crença em qualquer poder oposto a Deus.

Mary Baker Eddy resume: “…a serpente, ou seja, o mal, foi destruído pela compreensão da Ciência divina, e essa prova se tornou um bordão no qual Moisés podia se apoiar. Sua ilusão perdeu o poder de alarmá-lo, quando ele descobriu que aquilo que aparentemente estava vendo era, em realidade, apenas uma fase da crença mortal” (CS7, p. 321). Aqui esta um artigo do Christian Science Journal que usa essa história como um meio de descrever como ser sábio para lidar com serpentes, em inglês  Wiser than serpentes.

Às vezes pode parecer que estamos em uma luta mental entre a verdade e a crença falsa, mas quando nos sintonizamos com a luz da Verdade – compreendendo a Verdade – a neblina da confusão se dissipa e captamos claros vislumbres (CS8, p. 252 e CS9, p. 205). 

 

Seção 3. Excluir o lixo mental

Na última reunião de quarta-feira, uma amiga compartilhou um testemunho sobre a importância de estarmos atentos a pensamentos oportunistas que tentam minar nossa alegria e saúde. Ela comparou esse estado de alerta ao uso de um filtro de lixo eletrônico com nosso e-mail. Quando uma ideia desarmônica tenta tirar nossa alegria ou saúde, podemos deletar rapidamente o lixo. Ela acrescentou que não precisamos levar o lixo eletrônico [mental] para o lado pessoal, nem devemos lê-lo, analisá-lo, tentar descobrir por que o recebemos ou ficar chateados com isso. Basta excluí-lo. Não tem origens honestas. Basta excluí-lo.

O autor de Gálatas faz uma lista de coisas da “carne” — aquilo que é limitado e distorcido — que podem ser consideradas lixo eletrônico [mental]: adultério, fornicação, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, ódio, discórdia, emulações, ira, contenda, sedições, heresias, invejas, assassinatos, embriaguez, orgias e coisas do tipo (B11, Gálatas 5:17-23). Embora essa lista possa parecer extremamente longa, assim que a identificamos como apenas lixo eletrônico [mental], é fácil para saber o que fazer. Delete isso.

O autor de Gálatas também faz uma lista de boas mensagens: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. Esses vêm de uma fonte boa e confiável: o Espírito Divino. Essas mensagens nós guardamos. Essas mensagens não podem ser excluídas porque vêm de uma fonte eterna e validada.

Considere este versículo de Romanos usando a analogia do lixo eletrônico: “Àqueles que [passam seu tempo lendo lixo eletrônico] se importam com [tempo perdido e lixo]; mas àqueles que [recebem apenas as mensagens do Espírito desfrutam das bênçãos] do Espírito. Pois [perder nosso tempo com pensamentos inúteis] é [um beco sem saída]; mas ter uma mente espiritual é vida e paz. Você não está [no lixo], mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós” (B12, Romanos 8:5,6,9).

Talvez isso esteja levando a analogia longe demais, mas considere a seguinte frase quando aplicamos o mesmo conceito às palavras de Mary Baker Eddy: “… [Nós] não [somos] origina[dos] [do lixo], mas do Espírito — da Vida, não [do lixo]. A Vida é Deus, por isso a Vida tem de ser eterna e autoexistente. A Vida é o eterno EU SOU, o Ser que era, e é, e há de ser, e nada pode fazer com que Ele desapareça” (CS11, p. 289). 

Às vezes, podemos sentir que há muitas mensagens de e-mail metafóricas chegando até nós de uma só vez, mas estamos progredindo constantemente na exclusão do lixo eletrônico. À medida que ficamos cada vez mais conscientes quanto ao que é verdadeiro e real, fica mais fácil reconhecer e deletar o lixo. Como escreve Mary Baker Eddy: “Se o Amor divino está se tornando mais próximo, mais querido e mais real para nós, então [o lixo] está se submetendo ao Espírito” (CS15, p. 239).

 

Seção 4. Observe o exemplo de Cristo Jesus

Na quarta seção, temos o exemplo de Cristo Jesus como o Indicador do Caminho, cuja obra de cura demonstra separar o joio da irrealidade do trigo da realidade. Esta seção inclui o relato de Cristo Jesus curando um cego. A princípio, os discípulos de Jesus tentam descobrir a origem da cegueira do homem e perguntam se foi culpa do homem ou dos pais que ele nasceu cego. Eles acreditaram na cegueira e estavam procurando uma causa, como hereditariedade ou pecado, para culpar a cegueira. Desde que eles começaram aceitando a cegueira como real, eles estavam procurando uma fonte para o lixo em vez de apenas excluí-lo. Mas Cristo Jesus entendeu a verdadeira natureza do homem tão claramente que ele não foi enganado pela cegueira e não procurou uma causa para isso. Cristo Jesus viu claramente que “A visão, a audição, todos os sentidos espirituais do homem são eternos. É impossível perdê-los. Sua realidade e imortalidade estão no Espírito e na compreensão, não na matéria — daí sua permanência” (CS19, p. 486). Assim, a compreensão da realidade triunfou sobre a crença na irrealidade.

Cristo Jesus estava claramente fundamentado no Cristo – o entendimento da Verdade – e não podia ser enganado. Sua lucidez era tão clara que ainda hoje nos guia à medida que ganhamos ativamente visões e entendimento mais corretos. Ao olharmos para Cristo Jesus como o Indicador do Caminho, aceitamos a harmonia e a saúde como o estado real e natural da existência. Como afirma Mary Baker Eddy: “A compreensão de que toda a desarmonia é irreal expõe os objetos e os pensamentos à vista humana em sua verdadeira luz e os apresenta belos e imortais. A harmonia no homem é tão real e imortal como na música. A desarmonia é irreal e é mortal” (CS20, p. 276).

Em suma, tornamo-nos imunes ao engano da falsa crença ao entendermos a harmonia como a única realidade possível.

 

Seção 5. A luz do Cristo ilumina nosso caminho

A seção cinco descreve os dias que antecederam a crucificação de Cristo Jesus. Foi nessa época que Cristo Jesus deixou claro para seus discípulos que o Cristo — a influência da Verdade, a luz da Vida, a mensagem divina de Deus para nós — é eterno. Jesus disse a seus discípulos que ele – o exemplo puro da luz do Cristo – caminharia com eles por um pouco mais de tempo, mas que, à medida que entendessem a fonte de toda luz, – a Verdade, a Vida e o Amor divinos – eles teriam essa luz com eles para sempre. Ele lhes disse: “Eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas” (B16, João 12:1-46) Em outras palavras, ele mostrou a seus discípulos (e a nós!) que a luz que ele exemplificou está sempre conosco.

Pelo que entendo de seu ministério, ele nos ensinou como identificar o Cristo e ver que o Cristo é permanente. Ele queria que olhássemos além de sua personalidade, de sua carne, e víssemos a eternidade do Cristo, antes, durante e depois de sua caminhada com seus discípulos.

Como explica Mary Baker Eddy: “O Cristo era o Espírito ao qual Jesus se referiu nas suas próprias declarações: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida”; “Eu e o Pai somos um” (CS21, p. 26). Em suma, Cristo Jesus demonstrou que o Cristo era e é indestrutível e real.

O Cristo – a influência da Verdade, nossa consciência do Amor – é o que nos permite separar o joio metafórico da irrealidade do trigo da realidade e da verdade. Permitiu que Cristo Jesus separasse o joio da morte do trigo da Vida sem começo nem fim. A luz do Cristo dissipa as trevas. O poder do Cristo apaga o lixo. E o consolo do Cristo nos permite sentir segurança, pertencimento e aceitação.

A demonstração do exemplo do bordão para a serpente e da serpente para o bordão fez Moisés entender a onipotência de Deus. Da mesma forma, a demonstração da cura por Cristo, tanto no tempo de Jesus quanto agora, nos permite entender a onipotência de Deus. A crença se torna compreensão à medida que ganhamos uma noção mais clara do Cristo. À medida que crescemos em nossa compreensão do que é o Cristo, cada vez mais vemos e experimentamos o Cristo. Mais curas testemunhamos.

A estudiosa da Bíblia Madelon Maupin, ministrou uma palestra, em 25 de março de 2023, com o título The Week That Changed The World (A semana que mudou o mundo). Na palestra, Madelon apresenta questões pungentes e transformadoras levantadas pela história da Páscoa, como:

  • “Como devo demonstrar devoção ao Cristo, inclusive o que precisa ser sacrificado, para colocar em prática essa afeição?”
  • “Como posso ser mais receptiva ao Cristo e remover tudo o que degradaria ou contaminaria meu senso de adoração e igreja?”
  • “Como posso ficar espiritualmente alerta para detectar como o anticristo tentaria fazer com que eu negasse o Cristo – a verdade de mim mesma e dos outros – hoje?”

 

Seção 6. Tua palavra está estabelecida no céu

Sim, precisamos estar alertas para rejeitar falsas crenças, opiniões e lixo. Sim, precisamos deletar o lixo imediatamente quando ele tenta entrar em nossa caixa de entrada diária de ideias. Sim, precisamos seguir o exemplo de Cristo Jesus. E, sim, precisamos ver e reconhecer a luz do Cristo em nossa experiência diária. E ainda, na Verdade divina, a realidade é real e imutável. A Verdade já é verdadeira e não muda. A irrealidade é irreal e não tem poder real. E “Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu” (B18, Salmos 119:89-104).

Em outras palavras, podemos e devemos estar atentos à irrealidade. E, ainda, ao mesmo tempo, compreender que ela é irreal. Não tem substância, não tem influência e não pode causar nenhum desafio real à harmonia do ser. Já estamos seguros. Já estamos completos. Já estamos bem. O Cristo está aqui para nos lembrar desses fatos. O Cristo é aquilo que nos torna conscientes da verdade do ser. Como Mary Baker Eddy declara: “O Cristo é a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana” (CS26, p. 332).

A Verdade já é verdadeira. A realidade já é real. E é através da oração que percebemos isso. É por meio da oração – ouvindo, afirmando, conhecendo – que sentimos a verdade permanente do Espírito divino. Como afirma Mary Baker Eddy: “O Espírito proporciona a compreensão que eleva a consciência e conduz a toda a verdade”. À medida que sentimos a realidade e a permanência da verdade, passamos da mera crença para a compreensão. E, como escreve Mary Baker Eddy, “A compreensão é a linha de demarcação entre o real e o irreal” (CS27, p. 505).

Por meio dessa compreensão de nosso verdadeiro ser, podemos sentir-nos em casa na consciência do Bem, com um senso total de aceitação e pertencimento à medida que transcendemos todas as crenças limitadas e falsas – também conhecidas como lixo – que tentam contaminar nosso reconhecimento da Verdade (CS29, p. 247). 

Compreender a realidade é a aceitação do Cristo – a influência da Verdade. Aceitar o Cristo – a influência da Verdade – é entender a realidade. A cada momento que vislumbramos mais a luz do Cristo e a compreendemos um pouco mais, experimentamos cada vez mais e mais progresso, harmonia e paz. A Verdade é verdadeira. A realidade é real. E é por meio do Cristo que descobrimos nossa unidade e inseparabilidade com o que é verdadeiro e real. Como escreve Mary Baker Eddy: “Por meio da Ciência divina, o Espírito, Deus, une a compreensão à harmonia eterna. O pensamento calmo e elevado, isto é, a percepção espiritual, está em paz. Assim continua o despontar das ideias, formando cada fase sucessiva de progresso” (CS30, p. 506).

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Laura Soriano Yawanawa, Martha Henriques, Miguel De Castro e Ovídio Trentini. 

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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