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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA
[“Pratique voltar-se a Deus de todo coração”]

“O Amor”
24 a 30 de janeiro de 2022

Estudo preparado por:

Craig L. Ghislin, C.S.     Godfrey, IL, (EUA)
craig.ghislincs@icloud.com  celular +1(630) 830-8683 / mensagem +1(630) 234-3987

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros –  CedarS

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“Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade” é o que diz a primeira linha do Texto Áureo (Salmos 36:7). Para Davi, a benignidade de Deus é a coisa mais preciosa que se pode imaginar. O teólogo Albert Barnes (1798-1870) escreve a respeito do amor de Deus por nós: “Aqui inicia a nossa esperança; e a esse atributo do Todo-Poderoso, quando tivermos aprendido tudo aquilo que pudermos sobre Deus, a alma se voltará com deleite que para sempre se renova” [tradução livre].

Quando eu penso em deleite, é impossível não ver a imagem de um bebê ou de uma criança novinha explodindo de expectativa, alegria e admiração a cada nova descoberta. As crianças se conectam com o mundo com tudo o que têm. Elas amam, confiam e brincam com a totalidade do seu existir. Mas a medida em que vão crescendo alguns de seus deleites começam a diminuir ao passo que sua familiaridade com o seu ambiente se estabelece. Conforme as pessoas amadurecem, os cuidados do mundo vão se entranhando e atenuam seu entusiasmo. Às vezes, as desilusões nos fazem prestar mais atenção aos problemas e dificuldades do que as oportunidades e possibilidades.

Mas não o salmista. Verdade, ele lida com uma grande parcela de desafios e desilusões, porém, como vemos na Leitura Alternada, ele não apenas retém mas pratica aquela admiração e deleite com uma confiança inabalável na benignidade de Deus. Ele se concentra na graça, na compaixão e na expectativa plena de que Deus preservará aqueles que O amam.

Ele também não se envergonha disso. Declara abertamente a fidelidade e a benignidade de Deus a todos que desejarem ouvir. Ele ora pelos seus ouvintes e os encoraja a magnificar o Senhor. John Calvin (1509-1564).

Em Salmos 69:13, Davi menciona a oração “em tempo favorável”. Isso pode parecer estranho. Será que existe um momento desfavorável para orar? Barnes explica: “Enquanto os outro zombavam, ele continuou a orar, e o Senhor o ouviu. Nenhum tempo pode ser mais “favorável” a Deus do que quando os outros estão nos censurando porque somos Seus amigos – amigos de Deus” [tradução livre].

O objetivo do salmista é simples. Ele tem a expectativa de que Deus atende às orações daqueles que o buscam. E ele vai louvar o nome de Deus, enaltecendo-O com canções de ações de graça. Então ele nos mostra sua promessa: “Vejam isso os aflitos e se alegrem; quanto a vós outros que buscais a Deus, que o vosso coração reviva” (Salmos 69:32)


SEÇÃO 1. LOUVE A DEUS DE TODO O CORAÇÃO.

Conforme Davi, João está totalmente empenhado em reconhecer Deus como Amor (citação B1, 1João 4:16). Falando em nome de todos os cristãos, ele garante que isso dá às suas vidas uma dimensão mais profunda e os habilita a manter uma perspectiva dinâmica apesar dos desafios que estejam enfrentando.

Albert Barnes explica a exaltação que acompanha essa compreensão de que Deus é Amor:

Que provas não enfrentaremos, se nos sentirmos seguros disso! Qual nuvem escura que pareça estar sobre o nosso caminho e envolver tudo em escuridão não se tornará clara, se do fundo de nossas almas pudermos dizer: “Deus é Amor”… O Amor removerá todas as paixões deturpadas, os crimes, os ciúmes, as guerras na Terra, e difundirá ao redor do globo a alegria dos céus. Se um homem, portanto, é movido por isso, ele tem o espírito do mundo celestial reinando na sua alma, e vive na atmosfera do amor [Tradução livre].

As citações 2 e 3 da Bíblia nos dão exemplos de como o salmista pratica o louvor. Primeiramente, ele louva a Deus de “todo o coração” (B2, Salmos 111:1-4). Pense nisso um instante. Estamos louvando a Deus “de todo o coração”? O que louvar de todo o coração significa para você? O louvor do salmista inclui um estoque deslumbrante da grandeza, da honra, da gloria, da retidão, da graça e da compaixão de Deus. Ele reconhece que Deus fez tudo o que foi feito, e que a ordem de Deus mantem-se firme.

“Pois ele falou, e tudo se fez” (B3, Salmos 33:5,6,9). Barnes escreve a respeito desse versículo: “Nada mais sublime pode ser concebido do que a linguagem, então empregada nas Escrituras ao descrever essa obra. Nenhuma concepção mais elevada pode entrar na mente humana do que aquela que está incluída quando se diz Deus “falou” e toda a vastidão e maravilha do universo veio a existir.

O profeta Isaías declara a primazia de Deus, e o caráter absoluto do Seu Ser. Deus é o primeiro e o último, e não há outro (B4, Isaías 44:6,24).

Mary Baker Eddy, a Descobridora e Fundadora da Ciência Cristã, e autora de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras declara suscintamente: “Deus é Amor. Podemos pedir-Lhe que seja mais?” (CS1, p. 2:21). Ao longo do livro texto ela ecoa o ensinamento bíblico da totalidade de Deus. Não há outra causa ou outro Criador. Tudo o que foi feito é reflexo divino (CS2, p. 331).

Conforme compreendemos na Ciência Cristã, a criação é completa, e Deus amorosamente cuida de tudo o que foi feito (CS3, p. 519). Um ponto chave na Ciência Cristã é que Deus não está contido na criação. O divino e infinito Amor não pode estar confinado em formas finitas, nem restrito por conceitos mortais limitado (CS4, p. 256). E Deus também não cria formas finitas. Como declara o livro texto: “Essa criação consiste no desdobramento de ideias espirituais, e suas identidades, que estão abrangidas na Mente infinita e são para sempre refletidas” (CS5, p. 29).

Apesar de grande parte dessa Lição enfatizar a necessidade do homem em louvar a Deus e em crer com todo o coração, ela também nos lembra que a completude, a gloria e a majestade do Amor infinito enchem todo o espaço. “Isso”, como diz o livro texto, “é suficiente” (CS6, p. 520).


SEÇÃO 2. OLHANDO PARA O LADO ESCURO?

Por mais que a Bíblia e Ciência e Saúde nos ensinem que a completude e a infinidade do Amor divino são suficientes, nem sempre parece ser o caso quando estamos diante de um desafio. Temos de reconhecer que os escritos do salmista não são unidimensionais. Por mais que seu louvor seja de todo coração, ele também foi tomado pela agonia, como todos nós. Conforme Barnes comenta, às vezes “encontramos uma satisfação melancólica em estarmos infelizes, e em nos entristecermos mais, como se tivéssemos sido enganados, como se houvesse algum tipo de virtude no desânimo e na escuridão, em “recusar-se a ser confortado”.

Na citação 5 da Bíblia Davi não está só um pouco desanimado. Estar “inquieto” significa “gemer, urrar” ou até mesmo grunhir como um urso! Você já se sentiu assim? Eu já. Mas Davi não para por aí. Apesar de sua aparência sombria, ele se mantém determinado a voltar-se a Deus para obter ajuda, mesmo nos tempos mais sombrios. Ele escreve: “à noite comigo está o seu cântico, uma oração ao Deus da minha Vida” (B5, Salmos 42:5,8). Ele repreende os Hebreus por duvidarem de Deus e perguntarem: “Pode, acaso, Deus preparar-nos mesa no deserto?” (B6,  Salmos 78:19).

Isaías nos garante que Deus certamente pode nos suprir com tudo o que precisarmos, comparando o cuidado amoroso de Deus à afeição profunda com que o pastor cuida das ovelhas do rebanho (B7, Isaías 40:11).

Um exemplo prático desse cuidado está na história de Elias e da viúva em Sarepta (B8, – 1Reis 17:1,8-16). A viúva estava prestes a perder todo seu mantimento quando Elias pede que ela lhe traga água e pão. Ela lhe diz que tudo o que tem é um punhado de farinha e um pouco de azeite, que ela planejava cozinhar para si e seu filho. Elias parece não dar atenção e lhe diz para não ter medo de fazer um bolo para ele primeiro. Seu pedido se baseava na confiança que ele colocava na palavra de Deus e disse: “A farinha da tua panela não se acabará, e o azeite da tua botija não faltará, até ao dia em que o Senhor fizer chover sobre a terra”. A mulher pode ter ficado confusa com esse pedido, mas certamente percebeu um tom de autoridade, autenticidade e esperança na declaração dele, porque ela obedeceu, e as palavras de Elias se mostraram verdadeiras. Comentaristas estimam que não só o alimento foi suficiente para Elias e a para a última refeição da mulher, mas que o suprimento durou possivelmente por dois anos inteiros.

Se você estivesse na situação da viúva, como você responderia ao pedido do profeta? Mais do que um pitoresco milagre bíblico, essa situação é real para muitas pessoas ao redor do mundo nos dias de hoje. Se você está enfrentando a necessidade de suprimento de qualquer tipo, você pode ter certeza de que Deus, o Amor divino em si, está presente agora mesmo, pronto para “satisfazer a toda necessidade humana”, inclusive a sua (CS7, p. 494). O que se pode chamar de “milagre” é normal e natural para o Amor divino.

Os humanos tendem a pensar sobre Deus em termos humanos, mas Ciência e Saúde nos mostra que pensar sobre Deus como se Ele fosse uma pessoa humana nos impede de atingir o ponto de completa confiança e fé Nele (CS8, p. 13). Se Deus pensasse conforme os humanos pensam, Ele seria capaz de mudar sua Mente, esquecendo-se de nós, e talvez até perdendo o controle das coisas. Mas Deus não é um ser super-humano em algum lugar do espaço celeste. Deus não é nem mesmo Ele ou Ela, apesar de usarmos esses ermos, Deus é Vida, Verdade, Amor (CS9, p. 330). Nosso livro texto explica que conforme nossa percepção acerca de Deus avança, nossa antiga forma de perceber a Deus numa perspectiva pessoal e limitada cede à compreensão de que Deus e o homem são “o infinito Princípio e a ideia infinita que estão no evangelho do Amor” (CS10, p. 576).


SEÇÃO 3. COMEÇAR DE NOVO.

Como já vimos, Davi não escondeu suas emoções. Ele colocava todo o seu coração tanto no seu louvor. Quanto nas suas lamentações, a citação 9 na Bíblia (Salmos 51:1,10,12) é um exemplo do grande arrependimento de Davi pelos seus próprios pecados.

Essa é a expressão de um coração por inteiro, um coração partido e quebrado pela consciência do pecado… Seu pecado foi tamanho, sua ofensa tão grave que ele só pode ter esperança num Ser de infinita compaixão, e ele sente que a necessidade de perdão no seu caso pode ser medida e coberta “apenas” pela compaixão infinita.

Quando Davi pede a Deus que crie nele um coração puro, ele não pede por uma transformação menor ou maior. Ele quer um começo totalmente novo. A palavra “criar” usada aqui é a mesma usada em Gênesis. Significa “fazer com que algo exista onde antes não havia nada” (Barens) [tradução livre].

Assim como a fé e o arrependimento de Davi eram de todo o coração; assim como Elias tinha plena fé nas palavras de Deus, o leproso na história de Marcos fez seu pedido a Jesus com total seriedade (B10, Marcos 1:14,15,40-42). Ele caiu de joelhos em absoluta humildade, e teve total certeza de que Jesus poderia curá-lo. Jesus, por sua vez, estava cheio de compaixão, e rompeu a convenção social ao tocar alguém que era “intocável”. Ele provou o poder ilimitado do Amor infinito, e a lepra foi curada imediatamente. Uma das maiores hesitações que as pessoas têm quando colocam completamente sua fé em Deus é o medo de que seu pedido pode não ser atendido. Jesus nos tranquiliza acerca disso. Ele diz: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (B11, Lucas 12:32).

Ciência e Saúde nos lembra que Deus não é uma personalidade corpórea. Deus é “o Amor divino universal, eterno, que não muda, nem causa o mal, a doença ou a morte” (CS12, p. 140). Não há excitação aqui! Ao discutir o fato de Jesus tocar no leproso, alguns comentaristas mencionam que apenas o maior e mais puro amor poderia ver além de uma doença tão desagradável como a lepra. Mas Jesus viu a lepra ou qualquer doença, ou morte ou pecado? Mary Baker Eddy nos diz que “Jesus reconhecia na Ciência o homem perfeito, que lhe era visível ali mesmo onde os mortais veem o homem mortal e pecador” (CS12, p. 476). Deus não vê a doença e vendo a partir da perspectiva de Deus, Jesus também não via. Ele só viu o que Deus viu. Esse era o Cristo em ação (CS13, p. 332).

Mary Baker Eddy percebeu que quando Jesus curava, ele estava agindo por meio da sua compreensão da lei espiritual. Ele nunca a questionou. Ele confiava nela tão completamente que ensinou a todos nós como podemos usar essa lei espiritual. Confiar nessa lei não é um mero exercício intelectual. O poder de cura de Jesus estava baseado no Amor. A Descobridora da Ciência Cristã ensinou que, se no nosso trabalho de cura, tirarmos a nós mesmos do caminho, e cedermos completamente a permitir que o poder do Amor dê testemunho da verdade, a cura será instantânea (CS15, p. 411).

Ela também nos lembra a começar nosso tratamento acalmando o medo. Ela diz para “assegurar silenciosamente” aos pacientes que “não estão sujeitos a doenças e perigos”. Esse é o objetivo. Nós nem sempre trabalhamos ao ponto de operarmos completamente no reino do Amor, mas conseguiremos se praticarmos. Mary Baker Eddy tinha total fé de que todos acabariam por compreender e demostrar esse poder curativo (CS16, p. 144).


SEÇÃO 4. PLENO ARREPENDIMENTO, PERDÃO PLENO.

Esta seção começa novamente com o salmista sendo “todo em”: louvando a Deus com “todo” seu coração e prometendo glorificar a Deus “para sempre” sem um pingo de hesitação (B1, Salmos 86:12,15). Por quê? Porque ele tem certeza de que Deus é “cheio de compaixão” por Seus filhos e “pleno em misericórdia”. Paulo também, tendo sido salvo, tem absoluta confiança na missão de Jesus de salvar pecadores (B13, 1Tim. 1:15).

Um dos exemplos mais conhecidos do perdão de Deus é encontrado em Lucas 7 (B14, Lucas 7:37-44,47,50). É a história de uma mulher – conhecida como pecadora – entrando na casa de um fariseu chamado Simão, com a intenção de lavar os pés de Jesus. Dado o protocolo religioso e social da época, essa mulher estava fora dos limites. Mas ela estava totalmente convencida no que estava fazendo. Ela não deixou que o Simão a impedisse de derramar sua afeição em Jesus. Seu amor por Jesus foi aumentado por sua profunda humildade e arrependimento. Ela estava disposta a dar uma reviravolta completa em sua vida, e como qualquer pessoa que foi perdoada sabe muito bem, isso muitas vezes traz lágrimas. Depois de usar essas lágrimas para lavar os pés de Jesus, ela os secou com os cabelos e ungiu os pés dele com unguento. Notou-se que se ela fosse – como muitos supõem – uma prostituta, seu cabelo teria sido bem cuidado como um precioso “ornamento de orgulho” para ela; e usá-lo para limpar os pés de Jesus significava profunda humildade.

Como aconteceu com o leproso na seção anterior, Jesus respondeu à mulher com a plenitude do amor, compaixão e perdão. Simão, por outro lado, sendo arrogante e crítico, foi castigado por sua escassez de amor e falta de arrependimento.

Esta história tem um significado especial para os cientistas cristãos. A autora de Ciência e Saúde abre seu capítulo sobre “Prática da Ciência Cristã” com esta história, como um conto de advertência para nós. Ela primeiro contrasta a consideração amorosa de Jesus com o julgamento arrogante de Simão: Jesus considerou a mulher como uma pessoa valiosa. Ele reconheceu sua coragem em se aproximar dele e a humildade em seu arrependimento. Simão a via como nada além de um “objeto” atrapalhando seus planos noturnos – como um incômodo a ser tratado – não uma pessoa. Mas então, à medida que a explicação continua, o autor adota uma abordagem diferente ao também contrastar o comportamento de Simão com o da mulher (CS19, p. 363). Nosso livro diz:

“Se os Cientistas Cristãos agem como Simão, então deles também deve-se dizer que amam pouco. Por outro lado, mostram eles consideração para com a Verdade, o Cristo, por meio de arrependimento sincero e coração quebrantado, que se expressam em mansidão e afeto humano, assim como o fez essa mulher? (CS20, p. 364).

Tudo isso fala do motivo e do nível de nossa sinceridade. Muitas pessoas gostariam de poder se curar, mas poucas estão dispostas a fazer o trabalho necessário para chegar lá. Além disso, observe que não é o conhecimento teológico ou a posição que equipa a pessoa para curar – mas a mansidão, o arrependimento e o reconhecimento de quanto há para corrigir em nossa própria consciência. Para alcançar nosso paciente por meio do Amor divino, precisamos primeiro ganhar nosso próprio perdão por meio de nossa afeição pelos outros e também pelo Cristo (CS21, p. 365).

Dizem-nos que nosso verdadeiro incentivo na cura e no ensino deve ser o amor a Deus e ao homem (CS22, p. 454). Um incentivo é aquilo que nos leva à ação. Assim como somos encorajados a amar com todo o nosso coração, também precisamos manter nossos motivos honestos e puros.


SEÇÃO 5. O AMOR NÃO PODE SER INTERROMPIDO.

Quando nossos motivos são puros, nada pode impedir que coloquemos em ação as verdades que professamos. É interessante que a plena confiança na força e poder de Deus para nos sustentar por meio de nossa missão mencionada por Sofonias (B15, Sf 3:17) inclua este significado: “Ele em Seu amor não fará menção a pecados passados; Ele não os levantará contra ti, não te repreenderá, sim, não se lembrará deles” (Barnes). Os discípulos não eram “anjos”. Eles eram trabalhadores como todos nós. Cometeram erros e decisões erradas e nem sempre seguiram as instruções de seu Mestre. Mas, como este versículo mostra, isso não impede Deus de amá-los e apoiar sua missão. Lembre-se, Deus está do nosso lado!

Há muita “imposição de mãos” acontecendo nesta seção. Como vimos nas seções anteriores, a imposição de mãos pode simbolizar grande afeição e poder espiritual. Os apóstolos impuseram as mãos sobre os enfermos, e eles foram curados. Mas aqui, as autoridades estão colocando suas “mãos” sobre os discípulos para inibir o trabalho de cura. No entanto, os discípulos estão trabalhando com amor e em reconhecimento do poder onipotente de Deus. Nada poderia impedir que esse amor fosse expresso e demonstrado. Mesmo na prisão, o anjo do Senhor vem até eles e abre as portas da prisão, dizendo-lhes que voltem ao templo e continuem seu trabalho (B16, Atos 5:12,16-20).

Ciência e Saúde promove a fé absoluta na onipotência de Deus. Deus não é o maior poder, Deus é o único poder, e não há outro (CS22, p. 228). O poder do Amor divino é “de fato adequado” para quebrar as garras do pecado, da doença e da morte (CS24, p. 412). Os discípulos podem ter sentido a ameaça da demonstração de poder dos saduceus, mas ficaram mais impressionados com a compreensão de que o Amor divino sustentava sua missão (CS25, p. 530). A demonstração de força não é poder. Só o Amor tem poder. Esse poder nos liberta de todas as reivindicações que nos oprimem, seja um vírus, um pecado obstinado, a ameaça de morte ou qualquer outro chamado poder que reivindique autoridade sobre nós. “Nenhum poder pode resistir ao Amor divino” (CS27, p. 224). Um argumento cuidadosamente elaborado, uma refutação brilhante, uma droga milagrosa ou uma oposição armada não tem poder para nos libertar. O único libertador verdadeiro é o Amor (CS28, p. 225).


SEÇÃO 6. DELEITE-SE NA VONTADE DE DEUS.

No início desta discussão da Lição, consideramos a maravilha e a alegria ilimitada que as crianças têm ao descobrir o mundo. Aqui na última seção, temos o salmista mais uma vez, deleitando-se na lei de Deus, que reside no fundo de seu coração (B18, Salmos 40:8,11).

Ele pede a Deus para mantê-lo como “a menina dos olhos” (B19, Salmos 17:8). Barnes nos diz que esta frase vem de uma palavra hebraica que significa literalmente “um homenzinho”, e se refere à maçã ou pupila do olho, “na qual, como em um espelho, uma pessoa vê sua própria imagem refletida em miniatura”. Então, em essência, o salmista está pedindo a Deus para sustentá-lo como Seu reflexo. Finalmente, o salmista deixa claro que ninguém é deixado de fora do amor de Deus. Ele é bom para todos e, em troca, todas as Suas obras O louvam (B20, Salmos 145:9,10).

As citações finais de Ciência e Saúde são todas muito breves e falam por si. Eles ecoam e afirmam que o caminho na Ciência Cristã é o “Amor Universal” (CS29, p. 266). Nada mais existe (CS30, p. 340), e tudo na criação o reflete (CS31, p. 518). Ao longo da lição, vimos vários exemplos de como o salmista, os profetas, Cristo Jesus, os discípulos e os necessitados se aproximam de Deus de todo o coração. Conhecer as palavras e seguir as regras são apenas um começo. A citação final desta Lição diz: “A parte vital, o coração e a alma da Ciência Cristã, é o Amor” (CS32, p. 113). Sem coração e alma, uma coisa não tem vida. Sem amor, tudo são apenas palavras. Então, vamos permitir que o deleite de nosso relacionamento com Deus revigore nossa prática. Aproximemo-nos de Deus com todo o coração.


A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

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