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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Que o Cristo volte uma… e mais vezes… ao vosso pensamento e ações para abençoar a vós e a todos!]

24 a 30 de agosto de 2020

Cristo Jesus

Estudo preparado por:

David L. Price, CS

dlawrenceprice@gmail.com +1.720.308.9500

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Na minha prática de cura, cheguei muitas vezes a associar o Cristo, a Verdade, (que é onde realmente acontece a verdadeira salvação e cura), com a metáfora da ‘luz’. Por exemplo, quando assumo um caso, sempre há o quadro humano/mortal, que geralmente começa com uma firme declaração de que o problema é sólido e real. Mas eu posso, e faço isso, afirmar em meu pensamento e também em voz alta que a circunstância mortal ou humana não é o verdadeiro quadro. Mas enquanto eu oro, a Verdade desponta sobre mim, assim como a luz inunda as trevas. Nesse momento a Verdade dispersa as trevas e ilumina o que é verdadeiro. A saber, que o quadro mortal que percebemos com os sentidos físicos não é nem a infinitésima parte da história real.

Um caso que atendi mostrou-me nitidamente essa luz do Cristo, a Verdade. O caso sobre o qual orei tinha a ver com dinheiro sendo mal gerido, ou talvez pior que isso. Quando ouvi isso, pareceu-me que pouco poderia ser feito. O que parecia ser o quadro material da lei, foi que uma vez que o dinheiro se tenha ido, foi-se para sempre, e se alguma parte for restituída, levará muito para acontecer.

Enquanto orava, o Cristo, a Verdade, iluminou minha consciência monstruosa, com a firme declaração: “O Espírito, que é substância, não pode ser mal gerido, desperdiçado nem se esgotar. O Espírito permanece Espírito, portanto, a substância que é parte do Espírito, permanece para sempre intacta. Isso clareou as coisas para mim instantaneamente. O Cristo lembrou-me do que é a Verdade, e iluminou as trevas. Houve cura naquela mesma noite, que era um domingo quando os bancos supostamente fecham.

O Cristo ativo e presente, a ”verdadeira ideia de Deus”, que o homem Jesus representava, esse Cristo chama você, convidando-o a seguir com ele numa jornada de cura e salvação. Você está ocupado demais? Talvez pense não ser digno? Ou talvez pareça ter um bom plano em andamento; então, quem sabe mais tarde?

E se essa jornada tiver mais a ver com encontrar a luz brilhante, de modo a encontrar seu caminho? Nesse caso a tarefa não parece ser tão difícil. Não é mais fácil achar alguma coisa em seu quarto à noite, quando liga uma lanterna? O Cristo, a Verdade, em certo sentido é a lanterna incluída em sua jornada com o Cristo.

Nesta lição, convido você a procurar por todos exemplos de luz, e ver quais deles tem mais a ver com você.

Finalmente, a ideia de profecia tem destaque nesta lição. Mais especificamente, a profecia ou predição da vinda do Messias que viria para ser um salvador. Esse Messias é Cristo Jesus. De certo modo, esta lição oferece diversas perspectivas sobre profecias e seu lugar no Cristianismo, e seu lugar em nossa prática da cura.

Dito isso, vamos começar.

Texto Áureo (Apocalipse 22:16)

No TA (e na citação 20 da Bíblia) encontramos relatos de uma série de profecias sobre o Messias, o que para os judeus era a predição de um futuro rei judeu da ancestralidade do Rei Davi (lembrem-se de Davi e Golias). É interessante que isso foi relatado no livro do Novo Testamento, o Apocalipse, escrito após o tempo de Cristo Jesus na terra. Vejo nessa passagem um exemplo da eterna natureza do Cristo. Vejo nessa passagem um exemplo da natureza eterna do Cristo. Temos nela a metáfora de uma planta, com raízes e brotos. Gosto de pensar da seguinte maneira: a planta vem depois da raiz, e a descendência despois dos pais. O Cristo aqui representa tanto a raiz como a descendência — portanto, nesse sentido, o Cristo não está atrelado ao nascimento ou à ancestralidade humana. O Cristo está aqui e agora, e por todo o sempre.

Leitura Alternada (Lucas 3:2,4-6; 7:19-22; 2Coríntios 4:6)

A LA é mais um exemplo da profecia e de como a profecia é revelada. Aqui temos João Batista lendo do Livro de Isaías do Antigo Testamento, lia uma passagem em particular sobre o Messias, versículos 4,5,6. O próprio João ainda estava no escuro e se perguntava: “Será que Jesus é o Messias?”. Assim, enviou alguns de seus discípulos para investigar e trazer uma resposta. Ao invés de responder diretamente às perguntas, Jesus disse: “Voltai e dizei João o que vistes e ouvistes: os cegos veem, os cochos andam, os leprosos são purificados, os mortos são ressuscitados, e as boas novas são anunciadas aos pobres”. Em outras palavras: olhem para as obras e depois para a profecia. A ação de Cristo Jesus, o poder sanador que ele demonstrava, esclarece a resposta à pergunta.

Esse esclarecimento acompanha a última passagem da LA em 2Coríntios—a atividade do Cristo é o exemplo ou a luz que resplandece nas trevas—resplandecendo em seu e no meu coração—para melhor compreender a Deus e o Cristo, especialmente como Jesus o expressou.

Seção 1. Como a luz da profecia dá legitimidade ao Cristo como o Messias.

A profecia do Messias, ou Cristo, inclui as seguintes ‘coisas’, sobre as quais o próprio Jesus lê do livro de Isaías, o mesmo livro de que João Batista leu (B3, Lucas 4:14-19):

1) O Espírito do Senhor está sobre mim

2) Ele me ungiu para evangelizar os pobres

3) Enviou-me para curar os de coração quebrantado

4) Proclamar libertação aos cativos

5) Restauração da vista aos cegos

6) Pôr em liberdade os oprimidos

7) Apregoar o ano aceitável do Senhor” (que é Deus e o é agora mesmo)

Agora, reflita sobre a profecia; uma profecia que Jesus proferiu a seus ouvintes em Nazaré, e pergunte-se: “não aconteceu tudo isso no ministério de cura de Cristo Jesus?” Pense nisso, agora nos tempos atuais: “não é o que está acontecendo hoje em dia?”. A propósito, é uma pergunta retórica.

Embora não esteja incluído na Lição Bíblica desta semana, os ouvintes da cidade natal de Jesus ficaram muito zangados com a implicação de que este filho de carpinteiro estivesse chamando a si mesmo de Messias, e então tentaram jogá-lo montanha abaixo. Mas, ele passou pelo meio deles sem se machucar. Gosto de pensar nesse incidente como um exemplo de que o Cristo, independente de quantos duvidem ou desprezem dele, ainda pode passar por entre a multidão sem ser tocado.

Em B4 (João 8:12), Jesus declara: “eu sou a luz do mundo”. Esse ‘eu’ refere-se a Jesus ou ao Cristo? Como você faz distinção entre o Cristo e o homem Jesus? Em CS2 (p. 26), obtemos a resposta. O Cristo, o Espírito da Verdade, “animava” o homem Jesus. Gosto desse senso de ser “animado”, ou realmente ser vivificado, pois significa que não só Jesus foi vivificado pelo Cristo, como também nós podemos e somos animados por sentir e, então, expressar o Cristo, a Verdade.

Como isso funciona?

Na semana passada eu estava correndo de manhã cedo, e uma senhora idosa parou sua bicicleta no meio do passeio para atender uma chamada de vídeo em seu telefone. À esquerda havia uma movimentada avenida de 4 faixas e à direita arbustos e árvores. Por um segundo, senti que frustração e zanga me acossaram. Mas, depois senti paz. Meu progresso espiritual não poderia nunca ser impedido por uma chamada ação material. De fato, o progresso espiritual dessa senhora também não poderia ser impedido, pois seguia em frente. Esperei os carros passarem, contornei pela rua para não a perturbar. Enquanto fazia isso, senti ali mesmo o amor, o cuidado e a proteção de Deus. Na verdade, vi o que pareceria se eu tivesse rudemente chamado a atenção daquela senhora, coisa que percebi ser um comportamento egoísta; assim, fiquei calmo e grato por ser animado pelo Cristo; vale dizer, fui uma testemunha do amor, apesar da circunstância. Nesse sentido, fui curado de qualquer senso de frustração e ódio; e segui minha corrida com alegria.

Gosto muito do pensamento de MBEddy de que “o Cristo … vem a todos os que estejam preparados para receberem o Cristo, a Verdade” (CS1, p. 333). Isso inclui você e eu. Tento me questionar com frequência: “estou preparado neste exato momento?”.

Seção 2: Eleva-te à luz do discipulado para fazer as obras que Jesus fazia.

A seção anterior nos diz em CS3 (p. 131), que a atividade de Jesus, sua missão, confirmou a profecia. Em resposta à pergunta de João se ele era ou não o Messias, Jesus novamente se refere às suas obras como provas.

As obras são parte integrante da profecia de Isaías (B5, Isaías 60:1) – “Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti”. Para mim, isso significa “Levanta-te e segue-me!”, “A luz, a Verdade, está aqui com você agora”. O que é essa luz que pode fazer com que você se disponha e resplandeça? Bem, deve ter havido algo brilhando fortemente em Cristo Jesus pois, no momento em que ele convidou Pedro e André, de acordo com B6 (Mateus 4:12,14,16,18-20), eles imediatamente deixaram suas redes e o seguiram. Quando relembro esta história, penso no amor, na esperança e na paz que Cristo Jesus deve ter demonstrado e que fez com que os irmãos no mesmo instante deixassem suas tarefas e simplesmente o seguissem. Essa mesma voz está chamando a cada um de nós e é nossa tarefa, como Paulo escreve aos filipenses em B7 (Filipenses 3:13,14). Prosseguir ou seguir adiante para “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. Essa tarefa de seguir adiante não significa simplesmente “Está bem, agora estou seguindo, completei a minha tarefa”. Discipulado inclui aprendizado, para que você possa fazer o que Jesus fez. Como Mary Baker Eddy escreve em Ciência & Saúde, (CS4, p. 38), “Jesus traçou o caminho para os outros…” (para cada um de nós como discípulos).

Vejamos, quais são alguns dos passos que precisamos dar para seguir o Cristo. Bem, esta seção com citações de Ciência & Saúde, listadas de acordo com a página, inclui uma série de passos: a página 21 começa com os primeiros três):

1) esforçar-se por entrar no reino espiritual.

2) desviar-se constantemente do que os sentidos materiais consideram verdadeiro &

3) olhar para as coisas “imperecíveis” que Deus, o Espírito está nos revelando; acrescentando trechos da página 325.

4) compreender e aceitar o espiritual como a única origem do homem.

Qual é a recompensa? Bem, vejamos o que Jesus disse – “Aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço” (CS, p. 326).

Portanto, nossa responsabilidade, como declarado em CS8 (p. 37) é “seguir em certo grau” o Mestre.

Seção 3. A luz da instrução – como orar e curar.

A seção 3 instrui sobre a cura física e sobre a pregação sobre o Reino dos Céus aqui e agora. Ambos estão incluídos como parte da missão de Cristo Jesus. Como Lucas afirma no início do capítulo 9 e nesta seção, Jesus começa seu ministério dando aos seus doze discípulos o poder de curar.

Isso me lembra a "Reminiscência de LuLu Blackman" em We Knew Mary Baker Eddy, volume I, p. 134-136. Após seu terceiro dia de aula com Mary Baker Eddy, a Sra. Eddy deu a ela e ao restante dos alunos a tarefa de escolher um caso e curá-lo. Relutantemente, a Sra. Blackman concordou, embora no íntimo achasse que, por ser apenas uma visitante de Boston, não teria a oportunidade de aceitar um caso. Mas, conforme as circunstâncias, ela recebeu um caso no exato momento em que entrou na pensão. Seu medo e frustração eram que Mary Baker Eddy havia falado apenas de Deus, "Deus, Deus, Deus", mas para ela Mary Baker Eddy havia retirado seu conceito de Deus e substituído por algo novo e diferente. Ela não se sentia preparada, mas lutou e, finalmente, naquela hora, houve uma cura.

Conforme este nono capítulo do Evangelho de Lucas continua, Jesus envia seus discípulos para curar e dá a eles o poder de Deus para "pregar o reino de Deus e [para] curar os enfermos". Só mais tarde (B9, Lucas 11:1–4) os discípulos perguntaram a Jesus como orar. Neste mesmo capítulo, Jesus os ensinou a orar, dando-lhes o Pai-Nosso.

Gosto de como parece que há muito o que aprender, mas, em certo sentido, tudo o que você realmente precisa conhecer é Deus e o Cristo. Mesmo se você não tiver certeza de como orar, conhecer a onipresença e supremacia de Deus e a atividade de cura da Verdade é o suficiente.

Em sua prática de cura, leve a sério essas quatro citações em Ciência e Saúde: CS11, p. xi; CS12, p. 1; CS13, p. 15; e CS14, p. 13, – como conselhos práticos para lembrar e fortalecer sua prática de cura. (E quer você goste ou não, sorria, você tem sim a prática de cura).

Seção 4. O Poder da Luz da Profecia.

Este é um bom lugar para fazer uma pausa para uma breve discussão sobre o Reino dos Céus (ou o Reino de Deus), outro tema que percorre esta lição. O Evangelho do Reino tem diferentes significados para as diferentes denominações cristãs, exceto a ideia de que o Reino está próximo, o que significa que o Reino de Deus está presente aqui – e que é tão vitalmente importante para a nossa prática de cura. Uma de minhas citações favoritas é: "Que o desprendimento do ego, o bem, a misericórdia, a justiça, a saúde, a santidade, o amor – o reino dos céus – reinem em nós, e o pecado, a doença e a morte diminuirão até finalmente desaparecerem" (CS, p. 248).

Gosto especialmente desta lista de qualidades e atributos, tanto como uma lista de verificação de como devo viver diariamente, quanto de como devo testemunhar o mundo e meu lugar nele. Essas palavras dão a sensação de que o Reino não é um lugar para onde você vai como recompensa, mas uma atividade que revela paz. Mary Baker Eddy nos encoraja dizendo que trazer essas qualidades e atributos de Deus para nossa experiência faz com que os pontos principais que parecem nos separar da paz – o pecado, a doença e a morte – finalmente desapareçam de nossa experiência.

Este tema sobre compreender e depois encorajar outros a também se engajar ativamente no pensamento e ação sobre o Reino dos Céus traz consigo não apenas a salvação do pecado, mas também a cura.

Ok, então de volta à lição. Achei interessante que esta é a única seção em que a palavra “luz” não é mencionada diretamente, mas sim indiretamente. Dê uma olhada por si mesmo. Encontrou? Quando Cristo Jesus andou com dois dos discípulos (claro que eles não sabiam que era ele), a luz de Cristo, a Verdade, era tão brilhante que os discípulos, depois de perceberem que era Jesus, disseram uns aos outros: “Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?".

Olhando mais profundamente para esta citação B15 (Lucas 24:13–16,27,30–32), o que Jesus falou que fez seus corações arderem? Profecia, certo? Todas as coisas nas Escrituras sobre o Messias ou Cristo. Eu penso sobre aquela caminhada para Emaús, e como Jesus realmente conectou os pontos entre a profecia do Antigo Testamento e como ela se relacionava diretamente a ele como o Messias. “…discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras”. Essas palavras despertaram algo dentro desses discípulos. Mary Baker Eddy usa uma expressão em C&S na p. 367 que parece apropriada – “ardente de Amor divino”.

Finalmente, a promessa de Cristo Jesus era e é que ele sempre estará presente, não apenas para aqueles discípulos, mas para cada um de nós, eternamente. Na citação B16 (Mateus 28:16,18,20), ele disse: "eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século".

Essa discussão sobre o Reino dos Céus, a profecia e o que os discípulos aprenderam também é o seu chamado à ação. Deixe essas ideias arderem em seu coração e siga o incentivo de Mary Baker Eddy e "Dá-lhes um copo de água fresca…". Em CS19 (p. 570) ela diz: "Milhões de mentalidades sem preconceitos — que com simplicidade procuram a Verdade, viandantes fatigados, sedentos no deserto — aguardam, atentos, o repouso e o refrigério. Dá-lhes um copo de água fresca em nome de Cristo, e nunca receies as consequências".

Seção 5. Deus é Luz, e isso vos faz filhos da luz. Portanto, isto é o que vocês farão em companheirismo uns aos outros.

A seguinte tradução de B19 (1Tessalonicenses 5: 5,11,15,18,21,23,28) é da Nova Versão Internacional da Bíblia. Achei que fizeram um bom trabalho esclarecendo em inglês moderno aquilo que deveríamos estar fazendo em companheirismo. Se lê da seguinte forma:

11 Por isso, exortem-se e edifiquem-se uns aos outros, como de fato vocês estão fazendo.

15 tenham cuidado para que ninguém retribua o mal com o mal, mas sejam sempre bondosos uns para com os outros e para com todos.18 Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.

20 Não tratem com desprezo as profecias,

21 mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom.

23 Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

28 A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com vocês.

Esse é o tipo de Cristianismo que ajuda as pessoas a se voltarem das trevas para a luz. Mas a citação acima não é algo que você tenha que fazer sozinho, pois é o Cristo agindo através de você “animando” você para ir em frente. Pensem sobre aquela pessoa irritante da escola, ou o rigoroso membro da igreja, ou seu amigo que ficou contra você. Então agora não é tão fácil escapar disso pelo que se lê em 1 Tessalonicenses. Mas o Cristo pode fazer esse trabalho.

De acordo com CS21 (p. 332), aqui o que o Cristo está fazendo: “O Cristo é a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana. O Cristo é incorpóreo, espiritual — sim, é a imagem e semelhança divina, que dissipa as ilusões dos sentidos; é o Caminho, a Verdade e a Vida, que cura os doentes e expulsa os demônios, que destrói o pecado, a doença e a morte”. Peguem e decorem essa passagem, vejam tudo que ela inclui.

Por fim, incentivo a todos a pegarem as últimas duas citações do Ciência e Saúde nessa seção das páginas 4 e 15 como ferramentas para lubrificar a engrenagem da oração em suas práticas diárias:

1) Mantenham os mandamentos do Mestre

2) Sigam seu exemplo

3) Sejam o autoesquecimento

4) Vejam sua pureza presente

5) Deixem sua expressão de Amor brilhar em afeição

6) Não somente falem do bem — façam o bem

7) Crer não é suficiente, é necessário compreender

Engajar-se nisso é a atividade da oração – e o que ela faz? A oração “alcança o ouvido e a destra da onipotência e, seguramente, faz descer bençãos infinitas”, conforme prometido no final da página 15.

Seção 6: Você é a Luz que revela o Consolador.

A sexta seção deveria ser a conclusão, mas ao invés de simplesmente fechar o assunto, é um grande show de fogos de artifício. Jesus diz na B22 (João 14:16) que ele irá enviar um novo Consolador que ficará para sempre com vocês. Essa é a promessa de Jesus e efetivamente uma profecia. Seria a Ciência Cristã o Consolador prometido? Bem, certamente não é a igreja de tijolos, tampouco as regras e regulamentos. Assim como também não era o Jesus humano, seus pés e vestimentas, que era o Messias; era sim o ministério de cura e salvação baseado na sempre-presença de Deus que revelou o Cristo, e mais importante o poder do Cristo como real e presente.

E para hoje, é a Ciência por traz das palavras e trabalhos de Cristo Jesus sobre o qual lemos em nossos pastores vivos, a Bíblia e o livro-texto da Ciência Cristã. Mary Baker Eddy escreve na CS25 (p. 55): “Minha compreensão é de que esse Consolador, esse Confortador, é a Ciência Divina”. Mas esse Consolador é bastante sem sentido de for uma Ciência passiva sem aplicação prática. Tem que ser útil, poderosa, reproduzível, confiável, universal para todos aplicarem, certo?

A frase do Sermão do Monte nos dá as ordens de marcha para fazer essa promessa e profecia do Consolador ainda não somente conhecido, mas reconhecido por valor revolucionário que traz na salvação do pecador e na cura do doente. E aqui está uma pista, é necessário você e seu comprometimento para fazê-lo. Em B23 (Mateus 5:16): “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.

Como foi o cumprimento da profecia que João Batista estava procurando – que deixou a multidão furiosa na cidade natal de Jesus – que queimara nos corações dos discípulos? Por fim era um Amor tão intenso e tão puro que era impossível não reconhecê-la na vida de perdão e cura de Cristo Jesus. O poder era a união e transparência de Cristo Jesus com Deus. Esse mesmo poder está presente agora, mas cada um de nós precisa testemunhá-lo em nossas preces e trabalhos humildes como discípulos do Mestre e como trabalhadores em nosso Movimento que chamamos de Ciência Cristã.

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler, e William Trentini, com revisão de Leila Kommers e leitura final por Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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