Thank you for another best summer yet!

CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Torne-se o mestre sobre matéria, vendo que tudo é a Mente!]

“A Matéria”

15 a 21 de março de 2021

Estudo preparado por:

Kathy Fitzer

kathyfitzer@gmail.com

__________________________________________________

Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

__________________________________________________

Toda semana em toda igreja da Ciência Cristã, em cada canto da Terra, o culto termina com a leitura da declaração científica sobre o existir contida no livro-texto da Ciência Cristã, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras de Mary Baker Eddy, seguido do trecho correlativo das Escrituras de 1 João, capítulo 3, que forma uma base Bíblica para essa afirmação poderosa. A escola dominical também encerra o culto com a Declaração Científica sobre o Existir. Quando estamos nos esforçando com um desafio repentino, um hábito mental é geralmente uma repetição da exposição científica sobre o existir. A questão é… Estamos realmente aceitando a mensagem sanadora dessa afirmação, ou estamos simplesmente repetindo palavras? Reconhecidamente, só repetir essas palavras é melhor que ficar revivendo uma lesão ou qualquer outro problema. Mas essa semana nós temos a oportunidade de mergulhar mais fundo, e realmente nos alegrar na liberdade que nos é revelada nessa maravilhosa declaração, como na primeira epístola de João contida escrituras na qual ela é baseada.

Seção 1. Comprove as declarações dessa semana, notáveis e inter-relacionadas!

A primeira seção consiste apenas dessas duas declarações, que se impõem por si mesmas. Por isso, vou começar incluindo apenas os termos de significado semelhante, destacando-os … mostrando a nota tônica apresentada em toda a Lição Bíblica.

A Bíblia

Citação 1: 1 João 3:1-3 [As perguntas muitas vezes incluem palavras tais como: quem, o que, quando, onde, por que? e como. Confira as palavras destacadas, em negrito e em itálico, nas duas citações e em toda a lição].

1 – Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, [por quê?] a ponto de sermos chamados [quem?] filhos de Deus; por essa razão o mundo não nos conhece [por quê?] porquanto não o conheceu a ele mesmo. 2 – Amados, [quando] agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser: sabemos que, quando ele se manifestar, seremos [o que] semelhantes a ele, [por quê?] haveremos de vê-lo como ele é. 3 – E [quem?] todo o que tem [o quê?] nele esta esperança se purifica a si mesmo, [como?] assim como ele é puro.

Veja abaixo a versão apresentada na New International Version (Nova Versão Internacional):

Veja que grande amor o Pai esbanjou sobre nós, para que fossemos chamados filhos de Deus! E é isso mesmo que somos! A razão pela qual o mundo não nos conhece é que não o conheceu a ele. 2 – Caros amigos, agora somos filhos de Deus, e o que haveremos de ser ainda não foi dado a conhecer. Mas sabemos que quando Cristo aparecer [a] ????seremos semelhantes a ele, porque o veremos como ele é. 3 – Todos os que têm essa esperança nele se purificam a si mesmos, assim como ele é puro.

Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, por Mary Baker Eddy.

Citação 1: página 468:7-14

Pergunta. – Qual é a declaração científica sobre o existir?

Resposta. – Não há vida, verdade, inteligência, nem substância na matéria. Tudo é a Mente infinita e sua manifestação infinita, porque Deus é Tudo-em-tudo. O Espírito é a Verdade imortal; a matéria é o erro mortal. O Espírito é o real e eterno; a matéria é o irreal e temporal. O Espírito é Deus, e o homem é Sua imagem e semelhança. Por isso o homem não é material; ele é espiritual.

Reparem que ambas as citações, estão no presente do indicativo (agora; é). Reparem também, que o versículo da Bíblia diz que seremos semelhantes a Cristo quando Cristo se manifestar, porque “haveremos de vê-lo como ele é”. “Seremos semelhantes a ele” quando “o vermos”, é idêntico ao que acontece quando vemos um reflexo e percebemos tratar-se de um reflexo quando vemos que é igual ao original, desde que o original nos seja apresentado ou percebido nitidamente. Ao aceitarmos essas declarações como uma realidade presente, perceberemos a realidade harmoniosa agora – não existe impedimento!

Encontrei vários artigos que me ajudaram a obter um sentido mais claro da correlação existente entre o trecho de 1ª João e a Declaração Científica sobre o Existir. Um deles é o artigo de autoria de Hermann S. Hermann, um aluno de Mary Baker Eddy. Ele solicitou sua aprovação antes que fosse publicado, que lhe foi gentilmente concedida.

Veja: https://sentinel.christianscience.com/issues/1906/1/8-19/i-john-3-1-2-3

Um artigo mais recente: https://journal.christianscience.com/issues/1982/9/100-9/understanding-the-correlative-scripture, inclui a seguinte declaração: “Ao indicar a correlação existente entre os versículos de 1ª João e a “declaração científica sobre o existir,” a Sra. Eddy mostra que os versículos da Bíblia indicam claramente a irrealidade da matéria e a filiação espiritual de todos no presente, por mais que os sentidos corpóreos enganadores procurem ofuscar essa filiação. É muito instrutivo ler toda a epístola de 1ª João tendo em mente essas ideias”.

Há ainda um podcast do Sentinel Watch muito instrutivo que responde a pergunta, “Como Posso Compreender Melhor a Declaração Científica Sobre o Existir?”, de Janet Clements. Eis o link: https://sentinel.christianscience.com/sentinel-audio/sentinel-watch/q-a-how-can-i-better-understand-the-scientific-statement-of-being

Texto Áureo. Siga o padrão. Quando surgirem perguntas quanto a matéria parecer ter soberania, responda: “De jeito nenhum!”.

Assim como a Declaração Científica sobre o existir começa com uma pergunta, assim também começa o texto áureo “… Louvar-te á, porventura, o pó? Declarará ele a tua verdade? (Salmo 30:8,9).

Ao clamarmos a Deus [por quê?] Por ajuda, vamos saber [qual?] é a Sua vontade na nossa vida- [onde?] Nele, [como?] Como Sua imagem e semelhança – [quando?] Agora e eternamente.

Leitura Alternada. Reconheça, não a matéria, e sim a Deus como a fonte de todo o bem.

Perceba que a resposta para a pergunta—”Qual é a declaração científica sobre o existir?” começa dizendo o que não é — dizendo que a matéria não é a fonte da vida, da verdade, da inteligência e da substância. Da mesma maneira, nossa Leitura Alternada inicia repetindo a palavra “não” várias vezes. Devemos “dar glória… não a nós mesmos… não a nós… mas ao teu nome dá glória” (a natureza de Deus). E continua denunciando os ídolos mais comuns: do dinheiro (“prata e ouro”); do humanismo (“o trabalho das mãos do homem”) …e partes do corpo material (“Têm boca e não falam; têm olhos e não veem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram.
Suas mãos não apalpam; seus pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta” (Salmo 115:1-8).

O salmista aqui está dando glória a Deus e denunciando os ídolos (e o que a sociedade geralmente mais pensa dos ídolos) que não há vida neles. Mas ele também reconhece humildemente o esforço humano para não ser enganado pela idolatria dos sentidos físicos.

Um erro comum que através dos tempos tem sido para o homem, é o limitar seus conceitos sobre Deus, e faze-lo assim adorar deuses feitos à imagem do homem, em vez de reconhecer o homem como sendo a imagem do Deus único, que está “nos céus”. Aqui, de acordo com “A Nova Interpretação Comentada da Bíblia”, “Os céus simbolizam a soberania cósmica de Deus… Deus faz as coisas acontecerem, os ídolos são feitos por pessoas”.

Embora a mente humana pareça estar mesmerizada pelas reivindicações da matéria (“apegadas ao pó”) nós oramos para que Deus revele que “mãos de Deus nos fizeram e nos afeiçoaram, e Ele nos ensina a que aprendamos os [t]eus mandamentos” (Salmo 119:73). A primeira linha de 1 João 3: “ Vede que grande amor nos tem concedido o Pai” nos assegura que Deus tem prazer em nos revelar Sua verdade!

Seção 2. O que é a matéria? Um conceito errôneo sem criador. Quando? Agora.

O amor de Deus se expressa na singularidade da bondade espiritual que constitui a Sua criação. De acordo com a versão da Amplified Bible (Bíblia Ampliada) o evangelho de João se inicia com as seguintes palavras, “No princípio [antes de todas as épocas] era o Verbo (o Cristo)” … “Princípio” tem origem na palavra grega arkham, e expressa a ideia de “uma causa ativa ou origem,” bem como “do mais alto grau”. A palavra grega logos, traduzida como “Palavra” pode significar “a Expressão Divina (ou o Cristo), ou a Palavra essencial (ou o pensamento) de Deus”. O pensamento provém da Mente, por isso podemos concluir que Deus é Mente. “Deus é Espírito” (B4, João 4:24). Por isso … Deus é Espírito e é Mente.

A seguir está escrito: “Todas as coisas foram feitas e passaram a existir por intermédio Dele; e sem Ele nem uma única coisa foi feita ou veio a existir” (B2, João 1:1,3 – Bíblia Ampliada [do inglês]). Para mim, essa última parte é a chave da questão, especialmente quando considerada em conjunto com o primeiro capítulo de Gênesis. A lógica está clara … Deus criou tudo; criou o homem à Sua imagem; e declarou que tudo quanto Ele fizera era bom (Gênesis 1:1,26,31). Como Deus, (o Espírito, a Mente) só pode criar a partir do Espírito, da Mente, a dessemelhança do Espírito – denominada matéria – não tem criador (CS3, p. 335).

Bem, então como explicar o que aos sentidos parece ser a matéria? Essa é uma questão importante, que precisa estar clara em nosso pensamento e que não pode permanecer indefinida! Em poucas palavras: “a matéria é uma afirmação errônea” (CS7, p. 277). É uma visão errônea. Parece ser muito real e podemos ser facilmente enganados por ela. Em realidade, trata-se de uma crença ilusória, que precisa ser percebida como tal e corrigida para que possamos reconhecer o que é real. Em todos os casos, estamos lidando com o pensamento. Precisamos verificar qual a origem do pensamento. Será que é oriundo da Mente divina, onipotente, onisciente, onipresente … ou trata-se de uma sugestão que nunca tem poder, que nada sabe, ou de uma crença material sem mente nunca presente? (CS5, p. 275). Por ser uma crença, a sugestão tem de ceder à Mente, à medida que o pensamento se volve para a “luz [que] resplandece nas trevas” [mas que não é compreendida pelas trevas] [Conforme a versão King James] (B2, João 1:5). As trevas realmente não têm poder. Trata-se simplesmente de uma suposição acerca da ausência da luz. Do mesmo modo, a matéria não tem poder. Trata-se simplesmente da suposta ausência do Espírito, da Mente.

Seção 3. Como nos tornamos profetas espirituais? Siga a Deus confiantemente!

Lembre-se de que agora somos filhos de Deus. Mas, antes que possamos ver e experimentar a plenitude disso, temos que ver Deus totalmente revelado. Deus estabeleceu uma aliança (um contrato) com Seus filhos. Ele sempre estará lá para eles (nós), mas para ver as bênçãos, e as pessoas (nós) precisam colocar Deus em primeiro lugar e obedecer às Suas leis. Em Malaquias, lemos que o povo não estava seguindo a lei judaica a respeito do dízimo – trazendo um décimo da produção agrícola, tanto do gado quanto da produção, para o templo como um presente a Deus. Eles aparentemente estavam economizando – não estavam seguros o suficiente para confiar completamente no cuidado de Deus para para com eles. Deus garante ao povo que, uma vez que estejam dispostos a trazer a oferta completa, Ele derramará mais bênçãos do que eles podem imaginar (B6, Malaquias 3:10,11).

Como estamos hoje confiando em Deus completamente? Quando temos uma decisão a tomar ou estamos consultando a conta bancária ou temos um problema de relacionamento, estamos nos apoiando completamente n’Ele, confiando com a certeza de Sua orientação? Ou existe um limite para o quão longe estamos dispostos a ir, apenas nos sentindo confortáveis ​​se houver um plano humano para seguirmos?

Muitas vezes pensei em como a sugestão de Eliseu para a viúva deve ter parecido. Ela só tinha um pouco de óleo, mas foi instruída a ir aos vizinhos e pedir emprestado vasilhas vazias. O que ela diria quando perguntassem para que ela precisava delas? Eles não devem ter rido dela? Podemos ficar tentados a nos sentir assim hoje se a instrução vier para ir ao banco e pedir um empréstimo para uma empresa que está começando, ou se candidatar a um emprego que parece muito difícil, ou se inscrever a uma escola que parece ser inatingível, ou iniciar um projeto que parece impossível de ser concluído no prazo necessário. Mas, se entregarmos tudo a Deus e estivermos ouvindo a cada passo do caminho e seguindo apenas o que somos levados a fazer, podemos confiar com a mesma segurança que a viúva confiou em Eliseu, e esperar receber o que precisamos. Simplesmente não podemos nos permitir traçar humanamente o resultado ou deixar que a dúvida ou a preocupação com o que os outros vão pensar se insinuem em nosso pensamento. Às vezes, a resposta pode ser parar ou mudar de direção. Mas, as bênçãos sempre estarão lá!

O ponto é que devemos acreditar que podemos ser profetas (videntes espirituais) (CS9, p. 593). Para fazer isso, precisamos colocar “menos peso no prato material ou carnal da balança e mais peso no prato espiritual” (CS10, p. 155). O espiritual é um conjunto de ideias – de natureza infinita, cheia de esperança e sempre disponível. O material é limitado e evoca constantemente o medo e a dúvida. Temos que elevar-nos constantemente mais alto em pensamento … vendo apenas o bem … a fim de obter “perspectivas mais corretas a respeito de Deus e do homem”, de modo que “inumeráveis objetos da criação, que antes eram invisíveis, se tornam visíveis”. Comece e permaneça com o fato de que “a Vida é o Espírito” – sem limites! (CS11, p. 262 e CS12, p. 264). Lembro-me de quando era criança, mergulhando para ganhar alguns centavos no fundo da piscina. Era difícil vê-los até sair da piscina e ter uma perspectiva mais clara. Saia da reflexão sobre cenários e possibilidades humanas. Vá a Deus – reconheça obedientemente a totalidade de Deus – e as respostas virão. Com paciência e persistência, mantenha uma visão espiritual e você será abençoado! “O Amor Divino sempre satisfez e sempre satisfará a toda a necessidade humana” (CS, p. 494).

Seção 4. O que define quem somos? O temporal? Ou o eterno?

O mundo nos diria que o sucesso e a felicidade são medidos por quanto dinheiro ou coisas temos. O problema é que a matéria em geral, e isso inclui a riqueza material, é temporal – temporária, flutuante e limitada pelo tempo. A riqueza espiritual, por outro lado – medida por qualidades como bondade, humildade, generosidade, amor, flexibilidade, engenhosidade, alegria – é eterna (perpétua, infinita, duradoura). Portanto, a questão permanece da Seção 3, CS10 (p. 155), sobre onde estamos colocando mais peso – no prato material ou espiritual da balança?

Jesus foi muito claro em seu ensino sobre os perigos de ser consumido por riquezas materiais. A riqueza não é o problema; é como vemos essa riqueza. Isso aparece na parábola conhecida como o “rico sem juízo” do livro de Lucas (B12, Lucas 12:13,16-21). A narrativa da história foi desencadeada quando o ensino de Jesus foi interrompido por alguém que fez uma pergunta que não tinha nada a ver com o que Jesus estava falando. Essa pessoa estava tão preocupada com a divisão da herança de sua família que assumiu o centro do palco para pedir a Jesus que resolvesse a situação. Jesus não via isso como seu papel, mas aproveitou a situação para ensinar uma lição valiosa. Na parábola, ele conta a história de um homem obcecado em acumular riquezas. Quando esse homem teve um rendimento abundante, nem pensou na possibilidade de com quem poderia dividir essa riqueza. Mas, simplesmente, fez planos para construir mais espaço de armazenamento. Seu foco total parecia ser alcançar o suficiente para viver de forma luxuosa para sempre. Deus e a bondade foram deixados de fora da equação. Infelizmente, na história, sua vida foi tirada naquela noite, e toda aquela riqueza acumulada não lhe trouxe o bem.

Alguns versículos depois (B12, Lucas 12: 33, 34) Jesus incentiva seus ouvintes a vender seus bens e ajudar os menos afortunados. Desta forma, as verdadeiras riquezas seriam encontradas na forma de qualidades espirituais que nunca se esgotariam … sustentando-as, bem como abençoando os outros.

A parábola não diz que é errado ter sucesso humano ou ter dinheiro à disposição. A chave é ver Deus como a fonte de cada pedacinho do bem, vê-Lo como sendo espiritual (portanto, eterno e ilimitado) e não material (temporal e limitado), e humilde e altruisticamente se voltar para Deus para determinar a melhor maneira de usar as bênçãos que sobrevieram. Como escreve Mary Baker Eddy: “… abençoado é aquele homem que vê a necessidade de seu irmão e a satisfaz, buscando o seu próprio bem no bem que proporciona a outrem” (CS19, p. 518). Porque a verdadeira riqueza é de natureza espiritual, há o suficiente para que todos tenham o que precisam. Será que o amor se esgota, ou a honestidade, ou a alegria ou a paz, ou um sentimento de satisfação? Não! Porque a fonte é Deus, o Espírito, o Amor! Quando deixarmos de confiar nas riquezas do mundo, ficaremos ricos em Espírito e nosso “percurso em zigue-zague” terminará no caminho reto da bondade espiritual, sentindo-nos satisfeitos com a certeza que Deus sempre proverá! Passar da matéria para o Espírito, como uma flor se volta para a luz, permite-nos abandonar o modelo mundano de desigualdade, incerteza e medo. À medida que buscamos compreender a natureza infinita da bondade de Deus, seremos abençoados e seremos capazes de abençoar outros! (CS18, p. 458).

Seção 5. Como nos tornamos senhores da matéria? Por meio da fé no que é verdadeiro … no Espírito.

A fé inclui a visão para além do relato limitado dos sentidos materiais ao que Deus (a Mente, o Espírito) criou e nos está revelando (B14, Heb. 11:1,3). É relatado em atos que um homem paralítico foi curado por Paulo. A experiência é reminiscente à cura que Pedro realizou de um aleijado ao lado do templo. O homem estava dando atenção ao que Paulo dizia, embora não haja indicação de que tenha pedido para ser curado (B15, Atos 14:8-10). A mim me parece que a cura nesse caso foi a natural consequência do reconhecimento tanto de Paulo como do homem sobre a natureza espiritual do ser (tal como demonstrado na vida e ensinamentos de Jesus) e de ser além dos falsos relatos/testemunhos da matéria (CS20, p. 369). Quando isso acontece, a cura é inevitável.

A saúde, sendo um atributo do Espírito, é o real e eterna. A doença, sendo uma falsidade irreal e material, é o irreal e temporal (CS21, p. 120; CS25, p. 337). É muito libertador saber que não precisamos olhar de modo impotente a doença se desenvolver ou acometer a nós—ou a outros. A evidência material não nos pode dizer se as coisas estão melhores ou piores. Como metafísicos, precisamos afinar constantemente com a Mente e “delinear [no corpo] pensamentos de saúde, não de doença” (CS23, p. 208).

Apegai-vos ao fato de que “o homem, por ser imortal, tem vida perfeita e indestrutível” (CS22, p. 423; CS23, p. 208). O fato científico é que “o Espírito é Deus, e o homem é Sua imagem e semelhança”. Este é o fato … independente do que pareça estar acontecendo. Permaneçam tão enfocados nisso, como o aleijado esteve atento aos ensinamentos de Paulo. A fé no que é verdadeiro com certeza tem recompensa e a cura ocorre por meio da Palavra de Deus!

Seção 6. No que está focado o pensamento? A matéria tem de ceder à perspectiva espiritual!

A última frase da “Declaração Científica sobre o Existir” diz: “por isso o homem não é material; ele é espiritual”. Sempre que você veja a palavra ‘por isso’ você sabe que ela se vincula com o antecedente. O caso foi lançado. O Espírito é tudo, e a matéria é nada. Satanás tentou guerrear contra a Verdade quando Jesus esteve no deserto por 40 dias. Mas, Cristo teve a última palavra. Novamente, vemos no Apocalipse a batalha entre a Verdade e o erro, entre o Espírito e a matéria, entre os anjos de Satanás e os anjos de Deus. Mas o resultado foi sempre o mesmo. O Bem vence! “Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo” (B16, Apoc. 12:7-10, 12).

O demônio só pode reivindicar que tenha poder, reivindicar “que haja inteligência na matéria, seja para beneficiar seja para prejudicar os homens”. É importante reconhecer que a matéria não pode beneficiar nem prejudicar (como na parábola do rico tolo). Essa falsa crença que denominamos serpente ou diabo ou Satanás, ou dragão vermelho só pode, para sempre, ser uma coisa … “pura ilusão” (CS29, p. 567).

Talvez seja tentador julgar o progresso por indicadores materiais … evidência material ou medidas materiais. Mas, temos que quebrar esse ciclo. A única pergunta que temos que fazer é onde reside nosso pensamento. Por acaso estamos enfocados em problemas, sintomas, o desespero que vemos ou sentimos? OU, estamos a caminho de fixar nosso pensamento/atenção em nosso conhecimento e fé nos relatos do Espírito, vindos diretamente de Deus – independente do que dizem o corpo, livro de cheques ou outros indicadores?

Lemos: “Se o Amor divino está se tornando mais próximo, mais querido e mais real para nós, então a matéria está se submetendo ao Espírito” (CS31, p. 239). Tenho experimentado ocasiões em que nada a respeito do corpo ou outra situação tivesse mudado, mas meu pensamento terminara de focar-se no problema e eu me tenha tornado absorta na presença e poder de Deus. Mantendo essa elevação do pensamento, a situação errônea não tinha chance senão submeter-se à Verdade.

Quando nos voltamos da visão limitada e material para a realidade do Espírito infinito alcançamos um senso mais amplo de quem somos como filhos de Deus e experimentamos um senso de “individualidade mais ampla, uma esfera mais extensa de pensamento e de ação, um amor de maior alcance, uma paz mais elevada e mais permanente” (CS32, p. 265). As tentações do diabo são então jogadas fora (derrubadas), a matéria se submete ao Espírito, e a vitória é vivenciada. Não a nossa vitória, mas de Deus!!!

______________

A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Bianca Pessoa, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler e William Trentini, com revisão e preparação de Leila Kommers, e apoio metafísico de Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

American Camp Association

MAIN OFFICE
(November - May)
410 Sovereign Court #8
Ballwin, MO 63011
(636) 394-6162

CAMP OFFICE
(Memorial Day Weekend - October)
19772 Sugar Dr.
Lebanon, MO 65536
(417) 532-6699

Support our mission!

CedarS Camps

Back
to top