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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Seja "… sempre reflexo belo e completo"! (CS31, p. 527:4)]

2 a 8 de março de 2020

O Homem

Estudo preparado por:
Christie C. Hanzlik, CS, Boulder, CO, EUA
ccern@mac.com • christiecs.com
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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB
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Introdução
Cada um de nós terá uma inspiração nova e renovada da lição bíblica desta semana sobre "O Homem". Para mim, a lição desta semana ajuda a deixar de lado um "velho" e limitado sentido de ser (homem) e aceitar uma "nova" e ilimitada compreensão de nosso ser (homem). Ao abandonarmos o "velho" entendimento sobre o homem, encontramos a liberdade, o bem ilimitado e a plena consciência do nosso ser, plena consciência do que somos. (Homem = o que somos = ser) Quando adquirimos uma consciência de nosso ser (homem), experimentamos um senso mais claro de nosso propósito e valor. Nós somos necessários.
Deus/Mente/Amor é a fonte de todo ser, a fonte de toda a existência. Mas Deus/Mente/Amor seriam desconhecidos e não expressos sem o homem. O homem é, por definição, a expressão e entidade de Deus … o homem é como Deus é conhecido. Não existe uma separação entre Deus e o homem, porque os conceitos são – por definição – um em relação ao outro e dependem um do outro para existência e expressão. Deus e o homem são coexistentes. Nunca um deles pode existir sem o outro.
O homem não é igual a Deus. O homem é tributário de Deus. A água não é igual ao oceano, mas são inseparáveis. Sabemos que é um oceano por causa da água. A água é tributária do oceano, mas o oceano não teria entidade sem a água. Da mesma forma, os raios não são iguais ao sol, mas sem os raios não veríamos o sol. Raios são a luz – a expressão – do Sol. Por definição, um oceano nunca existiu sem água, o sol nunca existiu sem raios e a Mente nunca existiu sem idéias. Há um limite para essas analogias, é claro, porque Deus/Mente/Amor é infinito e eterno e sempre presente, e um oceano e o sol são limitados, fixos na forma e localizados em um só lugar (mesmo que um lugar muito grande). A linguagem e as analogias humanas sempre ficam aquém de explicar o infinito. A relação água-oceano e raios-sol não é como homem-para-Deus, porque a água e os raios não têm consciência de sua fonte. Cristo é o elo que torna o homem consciente de Deus, que fala à consciência humana e torna Deus conhecido. Água e raios são inanimados porque não têm o sentido do Cristo. O homem não é inanimado. Cristo anima o homem. Cristo conscientiza o homem de Deus, e assim dá ao homem o propósito especial de ser – o homem é a entidade de Deus. [Veja e ouça as analogias água-oceano e raios-sol cantadas pela fundadora do CedarS e pela premiada artista de música country Cherie Brennan em https://www.youtube.com/watch?v=bZMNlpZavkA ]
"Se houve um momento em que o homem não expressou a perfeição divina, houve um momento em que o homem não expressou Deus e, consequentemente, um tempo em que a Deidade não foi expressa – isto é, sem entidade" (CS, p. 470: 24–28).
A palavra "homem" é problemática para muitas pessoas porque parece sugerir uma forma masculina de humanidade. Mary Baker Eddy introduziu muitos novos conceitos e termos em seus escritos. Usar a palavra homem em um sentido genérico para significar a expressão e a entidade de Deus era nova, e espero que possamos superar os limites da linguagem e ver que ela a pretendia como um termo neutro em termos de gênero. O homem, como Mary Baker Eddy usou, é tão neutro quanto ao sexo quanto um raio de sol ou uma gota de água no oceano. No MET desta semana, experimentarei substituir “homem” por palavras diferentes por, como [ser] ou [expressão], e talvez essas substituições ressoem conosco e cliquem em algumas idéias novas e atuais.
Falando de atual e "novo", a lição desta semana, como eu a li, enfatiza o "novo" homem, o "novo" entendimento do ser e expressão de Deus/Mente/Amor. O conceito "velho" do homem era uma pessoa separada de Deus, com começo, meio e fim. O homem "velho" vêm da teologia "velha" e do pensamento limitado e embaçado. O mito do homem "velho" carece da compreensão do Cristo, da unificação do homem com Deus/Amor. E a “nova” compreensão do homem, demonstrada e ensinada por Cristo Jesus e revelada a nós através da Ciência do Cristo, nos transforma e revigora com uma sensação de nossa eternidade e ser ilimitado.

Texto Áureo e Leitura Alternada
No Texto Áureo, de Isaías, recebemos a mensagem de Deus de que Deus “nos redimiu”. Que conforto não caber a nós salvar a nós mesmos. Deus nos redime, Deus nos valoriza! Na relação entre o sol e um raio de sol, o sol faz todo o trabalho. Da mesma forma, no relacionamento entre Deus e o homem. Deus faz o trabalho. Nosso trabalho (vocação) é reconhecer e estar ciente de Deus, para sintonizar a consciência do Cristo, da nossa Fonte.
Texto Áureo (TA) e Leitura Alternada (LA)
No Texto Áureo de Isaías, recebemos a mensagem de Deus de que Ele “nos redimiu”. Que conforto não caber a nós salvar a nós mesmos … Deus nos redime, Deus nos valoriza! Na relação entre o sol e um raio de sol, o sol faz todo o trabalho. Da mesma forma, no relacionamento entre Deus e o homem … Deus faz o trabalho. Nosso trabalho (vocação) é reconhecer e estar ciente de Deus … para sintonizar a consciência de Cristo de nossa Fonte.
Podemos:
1) sabei que o Senhor é Deus: foi ele quem nos criou, e não nós mesmos; nós somos o seu povo e as ovelhas do seu pasto;
2) andem dignos da vocação com a qual sois chamados; com toda humildade e mansidão, com longanimidade, se perdoando em amor;
3) não ande como os gentios andam, na vaidade de sua mente;
Enquanto nos esforçamos para fazer isso, também recebemos "graça de acordo com a medida do dom do Cristo [estar ciente da presença do Amor]". Graça significa que somos amados antes mesmo de pedirmos, que somos amados mesmo sem realizar nada. Deus nos dá graça porque Deus nos ama, por ser, não pelo que realizamos.
A Leitura Alternada também explica que é através do Cristo – nossa consciência de Deus – que o "novo" homem é revelado. A visão “antiga” tem Deus e o homem como separados, como o mito de Adão no jardim. A "nova" visão revela que Deus e o homem são coexistentes, como Cristo Jesus demonstrou. Nada pode minar essa "nova" visão. Sem medo, sem limitação e sem contágio. Os fatos do ser estão intactos e o homem não pode ser separado de Deus, nunca. A visão "nova" é verdadeira. Nosso trabalho não é torná-la realidade. Isso já é verdade. Nosso trabalho é testemunhar essa verdade, reconhecê-la e aceitá-la.
Ao abandonarmos a visão “antiga” e aceitarmos a verdade do “novo homem”, encontramos paz e saúde.

Seção 1. Reconhecendo a fonte de todos os seres
A primeira seção estabelece os fatos do ser, os fatos do que somos, os fatos do homem. Deus criou o homem. Mas nunca houve um momento em que Deus existisse e o homem não existisse, porque nunca poderia haver um momento em que Deus – o onisciente – já não soubesse de cada um de nós. Como Deus não tem começo (é eterno), nós também não temos começo. Contemplar nosso não-início é oração. Aqui está uma maneira pela qual o princípio de Deus é descrito na Bíblia: “Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (B3, Sal. 90:1,2).
Mary Baker Eddy define o homem como “a consciente identidade do existir [o que somos] como mostra a Ciência, na qual o homem é a reflexão, o reflexo, de Deus, ou seja, da Mente, e portanto é eterno; é o que não tem mente separada de Deus; é o que não tem nenhuma qualidade que não derive da Deidade; é o que não possui vida, inteligência, nem poder criador próprios, mas reflete espiritualmente tudo o que pertence ao seu Criador” (CS3, p. 475).
A partir desta última declaração, percebemos que Deus informa que nossa própria inteligência, toda a nossa capacidade de conhecer e pensar é de Deus. Podemos começar a imaginar o que nos diferencia um do outro. Em outras palavras, se Deus é toda a nossa inteligência, como podemos pensar de maneira diferente? Mary Baker Eddy revela: “A Alma é o [entendimento], a Vida e a inteligência do [nosso ser], a qual é individualizada, mas não [de um modo limitado]" (CS4, p. 477). “O Espírito e suas formações são as únicas realidades [do que somos]” (CS5, p. 264).
Deus é como o sol, e nós somos como os raios – cada um diferente, cada um resplandecente. “A Mente, suprema sobre todas as suas formações e governando-as todas, é o sol central de seus próprios sistemas de idéias, a vida e a luz de toda a sua vasta criação; e o homem é tributário da Mente divina” (CS6, p. 209).
Use as idéias desta seção para reverter o contágio: Cada um dos raios é tributário do sol e é único e necessário para iluminar toda a luz do sol. Da mesma forma, cada um de nós é único e necessário para expressar toda a bondade de Deus. Cada raio está conectado ao sol, e eles são conectados apenas um ao outro através do sol. Da mesma forma, cada um de nós está conectado a Deus e somente um ao outro através de Deus. Quando sentimos nossa conexão com Deus mais profundamente, sentimos uma conexão mais profunda e mais satisfatória entre nós. Esta é, na verdade, a única maneira de interagirmos uns com os outros, através de Deus, através da nossa fonte. Acaso não é uma boa maneira de combater a sugestão de contágio? Se apenas nos relacionamos através de Deus, nada diferente de Deus pode ser transferido entre nós. Muitas coisas no mundo parecem sugerir que estamos separados de Deus e que somos como “pinballs” (bolinhas) de personalidade saltando um do outro. Podemos rejeitar essa teoria do pinball de raios separados do sol e refletidos um no outro. Nós não somos “pinballs” (bolinhas). Ao olharmos profundamente para a metafísica de nossa coexistência sem começo com o bem infinito, derrubamos os limites da mortalidade e do contágio e encontramos a paz eterna.
Também podemos corrigir a crença de contágio com as analogias das gotas de água. Como gotas metafóricas de água em harmonia com o oceano todo-bem, não podemos nos misturar de uma maneira que seja destrutiva. As gotas de água não ricocheteiam e criam distúrbios, desarmonias e doenças. A bondade do oceano define e governa as gotas de água que estão em harmonia. A Lei da Harmonia de Deus governa cada gota, carregando-a em ondas alegres de bem e mantendo um equilíbrio perfeito de paz, calma e movimento poderoso.

Seção 2. O mito do homem “antigo”
A segunda seção começa com o início – Gênesis 1 – que na verdade não é o começo. Gênesis 1 é uma declaração sobre a nossa coexistência sem começo com Deus, que sempre nos conheceu (B4, Gênesis 1:26,27). E a seguir, encontramos as origens de Gênesis 2 do mito do “velho” homem – o mito de que somos separados de Deus e criados a partir do pó do universo (onde começou o pó do universo?). Gênesis 2 dá ao homem um começo, o que é claro, implica um fim do homem.
Não podemos ser "velhos" se não tivemos um começo. Para contrariar a idéia de homem "velho" e "abandonar o velho", derrubamos a crença de um começo. Segundo Gênesis 2, o homem começou como Deus "formando ao homem do pó da terra" (B5, Gênesis 2:6-8). Mas essa teoria está pronta para "repreensão" e "correção" (B8, 2Timóteo 3:16,17).
A mentira de Gênesis 2 – ou a teoria atômica ou qualquer outra teoria de um ponto de partida no universo – tem muitos furos. Não é apenas uma visão limitada do homem; é também uma visão limitada de Deus. Em Gênesis 2, Deus não é onisciente e existe sozinho sem o homem por algum tempo antes de criar o homem. De acordo com essa teoria falsa, Deus existe por um intervalo de tempo sem nenhuma criação ou expressão. Há um intervalo de tempo em que Deus existe, mas o homem não existe. Em outras palavras, de acordo com Gênesis 2, há um tempo em que Deus não foi expresso e, portanto, incompleto.
Gênesis 2 não é um relato real da criação, mas um mito do que acontece quando seguimos a lógica de um ponto de partida no universo. Nem Adão e Eva nem a teoria do Big Bang podem explicar como o tempo, o espaço, a inteligência, a vida e o ser começaram. Nenhuma teoria física será capaz de explicar um começo. Não havia começo para a vida, amor, verdade, mente ou bondade em si.
Como Mary Baker Eddy diz, a “teologia popular” sugere uma visão limitada do “velho” homem, na qual “o pó é dignificado como sendo o status natural dos homens e das coisas”, enquanto que a “religião revelada” (a Ciência de Cristo) segue o início metafísico, sem começo, de Gênesis 1 (CS7, p. 557; CS8, p. 118). Quando reconhecemos nossa existência sem um começo, estamos abandonando o homem "velho" e aceitando o homem "novo" e ilimitado como a verdade do nosso ser.

Seção 3. Não há ordem sequencial para o homem
Ao entendermos a falta de início do homem, podemos derrubar os limites da visão do “velho” homem. Por exemplo, como você não tem começo e seus pais também não têm começo, e seus avós também não têm começo, é lógico que seus pais e avós não chegaram antes de você. Nunca houve um momento em que Deus não te conhecesse. E nunca houve um momento em que Deus não conhecesse seus pais. Portanto, você e seus pais são coexistentes e eternos com Deus. Ao removermos a “velha” visão da sequencialidade, também estamos revertendo a crença na genética e na hereditariedade. As famílias podem parecer semelhantes umas às outras – talvez por causa de um entendimento compartilhado do ser – e, no entanto, se Deus é o sol central do nosso ser, estamos apenas verdadeiramente relacionados através de Deus. O sangue não nos une. Deus nos liga. Compreender que o “novo” homem só está unido por Deus – não pelo contato pessoa a pessoa – nos ajuda a resolver a hereditariedade, o conflito interpessoal, e também nos liberta da crença de contágio e falsa influência.
A Mente divina é onisciente e conhece todos os homens não apenas alguns homens e mulheres, e não apenas alguns homens e mulheres que existem em um determinado momento. A Mente divina conhece o homem, universal e eternamente. “O conselho do Senhor dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações. O Senhor olha da [vantagem onisciente e onisciente]; vê todos os filhos dos homens” (B9, Sal. 33:11,13).
Mary Baker Eddy explica que "Deus forma e povoa o universo" e que o homem é multiplicado pela Mente – "O universo do Espírito reflete o poder criador do Princípio divino, a Vida, que reproduz as múltiplas formações da Mente e governa a multiplicação da ideia composta, o homem" (CS11, p. 509; CS12, p. 507). Existem infinitas expressões da Mente porque a Mente é infinita. Pode parecer difícil para nós conceber o homem (a expressão de Deus) como infinito, porque tendemos a pensar de maneira concreta, discreta e contável; essa seria uma maneira limitada e "velha" de ver as pessoas. "Daí a maravilha eterna — de que o espaço infinito é povoado com as ideias de Deus, as quais O refletem em incontáveis formas espirituais" (CS14, p. 503). Incontáveis!
O homem é incontável. E não há espaço limitado nem recursos limitados para o "novo" homem. Isso dá uma nova reviravolta à idéia de população. População infinita … sem consequências negativas. Só podemos entender isso quando entendemos a Mente infinita e o bem infinito. Ao refletirmos sobre o bem infinito e derrubarmos os limites impostos ao homem e à substância, estamos orando.

Seção 4. Compreender a falta de um início, cura
Para construir sobre uma base segura, precisamos começar com o começo. O homem não tem começo. Este fato científico é uma rocha na qual podemos construir. – "atribui grandeza a nosso Deus. Ele é a Rocha [bem sem princípio], sua obra é perfeita: Da Rocha que te gerou, és indiferente, e esqueceste de Deus que te formou" (B14, Dt. 32:3,4,18).
Cristo Jesus era sem pecado – ele nunca caiu em uma armadilha de ver a si mesmo ou a outros como separados do bem eterno – e assim foi capaz de curar com absoluta certeza e eficácia. Na quarta seção, está o relato de Jesus curando o homem com hidropisia [W: retenção de líquidos anormal e inchaço nas pernas, tornozelos, pés …] (B17, Lucas 14:1-4). Esse relato é escasso em palavras, mas é interessante notar que Jesus não tentou descobrir de onde veio o inchaço ou o que levou a esse problema. Ele não perguntou ao homem o que ele comeu ou bebeu ou onde ele esteve. Em vez disso, ele o curou. Ver esse homem inseparável do Amor, tendo uma conexão perfeita com o Amor, é o tratamento mais amoroso e curador. Na verdade, nunca houve um momento em que esse homem estivesse separado do Amor. Jesus não fez com que o homem se conectasse ao Amor. Ele já estava perfeitamente conectado. O corpo não mudou, a verdade do ser foi conscientemente reconhecida. Como Jesus conscientemente reconheceu que Deus é a “fonte de todo ser”, a “miragem do erro” foi derrubada (CS16, p. 243).
O mesmo poder está presente para nós hoje. "A consciência constrói um corpo melhor quando a fé na matéria [um ponto de partida para a vida] é vencida. Corrije tu [a crença de que há um começo de vida] [ponderando a eternidade], e o Espírito [revelará sua verdadeira natureza como a nova, o homem, sem começo nem fim]" (CS21, p. 425). “[Nós] precisamos olhar para além das formas finitas que se desvanecem [mito limitado do “velho homem”] para [ganharmos] o verdadeiro senso das coisas [do ´novo´ e do verdadeiro homem]” (CS23, p. 264).

Seção 5. Cristo Jesus demonstrou os fatos do “novo” homem
A Seção 5 inclui a ressurreição e Cristo Jesus continua presente após a crucificação. A ressurreição demonstrou que Cristo não pode ser morto. Cristo é a nossa consciência da Vida/Deus, e Cristo Jesus tem o título especial de "Cristo", porque mais do que qualquer outra pessoa tem uma perfeita consciência da Vida/Deus. Cristo Jesus sabia que não poderia ser separado da Vida/Deus, e demonstrou isso na ressurreição. Seu ensino e demonstração foram um presente para nós, para nos mostrar que Cristo – a consciência de nossa união com a Vida/Espírito/Deus – também habita em nós. Como lemos em Romanos, "Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita" (B22, Romanos 8:11).
Cristo Jesus provou a vida sem começo e a eternidade do homem. Como Mary Baker Eddy explica: "Em sua ressurreição e ascensão, Jesus mostrou que um homem mortal não é a essência real da plenitude do homem e que essa mortalidade material e irreal desaparece em presença da realidade" (CS24, p. 292).
Os ensinamentos e demonstrações de Cristo Jesus cortaram a "névoa" de Gênesis 2 – a mentira do "velho" homem – e nos revelaram a verdade do "novo" homem. É da natureza do Cristo revelar o "novo" homem. Cristo abre o pensamento, derruba a percepção limitada e desperta nossa consciência da Vida eterna. Sem Cristo, não poderíamos conceber conceitos como infinito, eternidade e presença constante. E o papel de Cristo Jesus era tornar a verdade do Cristo tangível para nós. Mary Baker Eddy explica: "Ele foi designado para proclamar a palavra de Deus e aparecer aos mortais numa forma de humana que eles pudessem compreender e também perceber. Ele expressou o mais elevado exemplo da divindade, que uma forma carnal poderia expressar naquela época. O elemento carnal não pode entrar no homem real e ideal. É assim que o Cristo exemplifica a coincidência, ou seja, a concordância espiritual, entre Deus e o homem feito à Sua imagem” (CS26, p. 332).
Parece-nos difícil compreender que não há início nem fim, mas Cristo Jesus nos ajudou a entender. Ele nos ajudou servindo como mediador – um intermediário – para nos mostrar o caminho para nos tornarmos mais conscientes de nossa conexão com Deus. Cristo Jesus não nos conectou a Deus … ele nos demonstrou que já estamos conectados. Como “mediador”, ele não formou a conexão, ele revelou a conexão. Ele nos mostrou o link. Ele nos mostrou nosso propósito e valor como expressão de Deus. É como se ele nos dissesse: “Ei! raio do sol, você vê aquela incrível bola de luz? Essa é a sua fonte. É sua própria substância, seu sol central, e você nunca pode se afastar dele, e isso o torna novo e brilhante a cada momento! Ou talvez (como aprendemos na lição da semana passada) “Ei, ovelhas preciosas, mostrarei o caminho para descobrir que vocês têm um maravilhoso pastor que é onisciente e conhece cada uma de vocês e ama cada uma de vocês”. Ou, nas palavras de Mary Baker Eddy, "Explicando e demonstrando o caminho da Ciência divina, [Cristo Jesus] tornou-se o caminho da salvação para todos os que aceitaram sua palavra" (CS27, p. 315).
"Tal como nosso Mestre, precisamos abandonar o senso material [antigo (limitado)] para entrar no senso espiritual [novo (ilimitado, novo)] do ser" (CS28, p. 41).

Seção 6. O Homem é belo
Há algumas semanas, nosso serviço de quarta à noite focava em "progresso". Durante esse serviço, ocorreu-me que, embora todos possamos nos esforçar para progredir, progredimos ao perceber que já somos inteiros, perfeitamente conectados a Deus. Podemos estar nos esforçando, mas não nos esforçamos para nos tornar algo que não somos. Estamos nos esforçando para ver que já somos perfeitos, perfeitamente conectados e perfeitamente amados pelo Amor. Como estamos abandonando o "velho" homem e adotando o homem "novo", não há um momento intermediário de progresso em que somos uma espécie de homem semi-velho ou semi-novo. De fato e na Ciência, somos SOMENTE o "novo" homem. O "velho" homem é um mito. Não é verdade. O "velho" homem é apenas um senso de verdade nebuloso. Nós progredimos à medida que vemos através da névoa e Cristo – nossa consciência do Amor – afugenta tudo, revelando que não há fonte de névoa.
A verdade crística dissipa a névoa e descobrimos que sempre fomos o "novo" homem. O "velho" homem nunca existiu. Não há meio caminho, já que estamos "trabalhando nisso". Não. Não estamos "trabalhando nisso" como uma labuta – esse seria o chamado homem do pó que fica enlameado. Em vez disso, estamos despertando para a verdade do ser. A verdade é verdadeira. Não precisamos torná-la realidade. O "novo" homem é a única verdade. Não precisamos trabalhar para tornar a verdade verdadeira. "O ser possui suas qualidades antes de serem percebidas humanamente" (CS30, p. 247). O ser já é verdadeiro. E o ser verdadeiro – o “novo” homem – já é verdadeiro. Ao despertarmos para os fatos de nosso ser, a beleza da criação do Amor é revelada a nós. Coisa “da vida, que habita para sempre na Mente eterna e reflete os encantos do bem divino em expressão, forma, contorno e cor” (CS30, p. 247).
“[O Amor] fez tudo bonito em seu tempo:
Sei que tudo o que [o Amor faz] será para sempre:” (B22, Ecl. 3:14).
O homem já é belo. O homem já é "novo".
Como Mary Baker Eddy escreve: "O homem é o reflexo de Deus e não necessita de aprimoramento, mas é sempre belo e completo" (CS31, p. 527).

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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