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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[“O Amor nos deu o dom da graça para guiar-nos pela escuridão”]

“O Sacramento”
04 a 10 de julho de 2022

Estudo preparado por:

Kerry Jenkins, C.S     House Springs, MO, EUA

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros –  CedarS

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O Sacramento é um dos muitos rituais que acontecem hoje em dia em diversas igrejas cristãs. Os dois “mais importantes” são: o batismo e compartilhar a Eucaristia, ou pão e vinho, representando o corpo e o sangue de Jesus na Última Ceia. Esta lição enfoca mais a Eucaristia, e já que esse rito de partilha aconteceu logo antes da crucificação de Jesus, ele é associado à ideia de expiação, ou sacrifício. “A expiação é uma questão difícil na teologia…” diz Mary Baker Eddy na página 23 de Ciência e Saúde. É especialmente difícil imaginar a terrível angústia que Jesus deve ter sentido ao superar o medo e o pavor em Getsêmani, sabendo, como ele sabia, o que estava por vir. Ao contemplar sua luta, porém, começamos a perceber que não podemos fugir dos nossos próprios desafios, assim como o Salvador e essa lição bíblica explica como enfrentarmos nossas próprias “noites sombrias” com o dom da generosidade divina, ou graça do Amor divino. 

A frase de Mary Baker Eddy termina assim: “A expiação é uma questão difícil na teologia, mas sua explicação cientifica está em que o sofrimento é um erro do senso pecaminoso que a Verdade destrói, e que tanto o pecado como o sofrimento finalmente cairão aos pés do Amor eterno”. É o Amor eterno que triunfa na história da crucificação. Isso pode ser difícil de vislumbrar no meio de um desafio doloroso, mas o dom da graça do Amor é concedido abundantemente a cada um de nós o tempo todo. Nunca estamos sozinhos, assim como Jesus não estava sozinho com os seus discípulos que dormiam no Jardim. Estamos cercados pelo Amor que invade a escuridão do pecado, a dor da doença e qualquer medo ou desespero que tenhamos de enfrentar. Não podemos fugir dos desafios que surgem, eles acabam por nos perseguir e tudo se torna um pega-pega terrivelmente frustrante, onde ficamos exaustos tentando evitar uma cura que somos destinados a ter.

Cada dificuldade vem com uma resposta da graça. Sabendo isso com antecedência, podemos nos sentir em paz mais rapidamente ao aceitar a tarefa. “A oração, a vigilância e o trabalho, somados à imolação do ego, são os misericordiosos meios divinos pelos quais se realizou tudo o que foi feito com êxito para a cristianização e a saúde do gênero humano” (CS19, p. 1). Não há história mais maravilhosa sobre a graça do que a da ressurreição de Jesus de entre os mortos. Essa é a nossa história também, de milhares de maneiras ao longo da nossa vida, quando não resistimos mais à necessidade de crescer e deixar a matéria, e atingir nossa verdadeira estatura como expressão de Deus.

Nosso Texto Áureo é uma declaração de Paulo: “Não anulo a graça de Deus; …”. Essa pode ser uma repreensão aos outros cristãos judeus que seguiam a Pedro para que parassem de se separar dos gentios, ou não-judeus, durante as refeições (juntar-se aos gentios durante as refeições era proibido pela lei judaica). Sabemos que essa graça foi revelada a Pedro também, num sonho, e ele abandonou essas distinções. Mas eu tenho pensado sobre essa declaração como uma ordem para estar alerta e reconhecer a presença da graça do Amor no meu dia. Certamente não quero ser pega “anulando” tal graça, ou deixando de reconhecer sua presença! 

Finalmente, o Sacramento é uma maneira de lembrarmos do sacrifício e da vitória de Jesus. Então, nossa Leitura Alternada de Filipenses 1:3-6,9-11 e Efésios 4:1-7 tem Paulo compartilhando sua alegria com as boas novas ou “evangelho” do Cristo, lembrando suas igrejas de viverem de acordo com esse evangelho em unidade – finalmente afirmando que “[…] a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo”.

 

Seção 1. “Nossa Eucaristia é a comunhão espiritual com o único Deus” (CS4, p. 35)

Eu pensei muito acerca da diferença entre comunhão e oração silenciosa. A definição de comunhão no dicionário é: “A troca ou compartilhamento de pensamentos e sentimentos íntimos, especialmente quando a troca é num nível mental ou espiritual”. Oração e comunhão podem certamente se sobrepor. Mas quando vamos ao Domingo de Comunhão numa igreja da Ciência Cristã, somos convidados, ao final do culto, “a ajoelhar-nos em comunhão silenciosa” em vez de “nos unirmos em prece silenciosa”. Esses momentos são como aqueles em que estou em meio à natureza, com tudo bem quieto ou silencioso. É como se qualquer barreira mental ou material que eu tenha erguido desapareça calmamente, e o Divino permeie o existir mais livremente.

Eu adoro pensar em Moisés, cuja primeira experiência com Deus foi no deserto, enquanto apascentava suas ovelhas. Uma maravilha da natureza atrai a sua atenção e abre a porta da sua consciência para que ouça a Deus. Ele não aceita imediatamente a tarefa que Deus lhe dá; e fica ansioso acerca da sua habilidade de fazer tão grande coisa. Eu suspeito que muitos de nós já nos sentimos assim, de vez em quando. Mas Deus diz a ele: “A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso”. Que dom da graça para alguém que está prestes a guiar um povo inteiro para que saia da escravidão.

A maioria dos cristãos tradicionais acredita que a graça é na verdade conferida por meio do ritual do sacramento, então pode-se dizer que, espiritualmente, essa declaração da presença do Amor a Moisés foi uma “Eucaristia” pessoal. Isso nasce de declarações como a citação CS2 (p. 333), onde Mary Baker Eddy nos diz: “Em todas as gerações, tanto antes como depois da era cristã, o Cristo, como a ideia espiritual — o reflexo de Deus — vem com certa medida de poder e de graça a todos os que estejam preparados para receber o Cristo, a Verdade”.

Moisés modelou a oração da humilde comunhão. Ele precisava saber que não era ele o responsável. E aceitou o desafio que se apresentou, mas não com poder pessoal, sempre com humildade. Ele foi um modelo do tipo de oração de que Mary Baker Eddy fala na citação CS3 (p. 4), onde nos diz: “O que mais necessitamos é orar com o desejo fervoroso de crescer em graça, oração que se expressa em paciência, mansidão, amor e boas obras”.

 

Seção 2. O Sacramento é sentir a graça de Deus, do Amor 

A mulher samaritana que estava perto do poço no capítulo 4 de João (CS6, p. 85) fica perplexa, com razão, por Jesus lhe pedir água. Naquele tempo, não era apropriado que um homem falasse com uma mulher desacompanhada, e duplamente inapropriado porque ela era samaritana, um povo desprezado pelos judeus (apesar de eles também serem de ascendência judia). Jesus demonstra a natureza universal e imparcial do Amor divino (CS5, p. 12) não apenas ao falar com ela, mas ao lhe explicar que a “água” viva da graça do Cristo estava disponível a todos. Essa mulher, que tivera cinco maridos, certamente foi receptiva a sua mensagem “de um amor espiritual que preenche todo o pensamento” (CS9, p. 264). Todos nós precisamos desses momentos de uma fonte de refrigério. 

É possível darmos uma pausa na nossa correria para sentir a presença da graça. O ritmo da nossa vida pode parecer assustador, mas existe apenas um propósito e podemos nos lembrar em momentos ao longo do dia que esse propósito é de paz e amor. No final de semana passado, no meio dessa correria, eu recebi duas ligações seguidas com pedidos de ajuda. Numa delas, uma campista do CedarS havia prendido o dedo na argola do chaveiro e a enfermeira estava usando sabão e óleo de bebê sem nenhum resultado (certamente havia oração envolvida, também!). O dedo já estava um tanto inchado a essa altura. Na outra, um cavalo estava com dificuldades para ficar de pé, e esse é geralmente um processo difícil para ele. Depois de falar brevemente com a campista, fui para uma outra sala e olhei pela janela para o lago atrás das árvores. Um tal senso de paz e governo da harmonia estava presente naquele momento, certamente por causa das orações de todos nós do acampamento. Em menos de cinco minutos, a campista entrou na sala toda sorridente e me mostrou o dedo que se soltara do chaveiro, e me deu um abração. Enquanto eu a abraçava, uma chamada no rádio avisou que o cavalo estava de pé e essa foi a experiência mais rápida e fácil que eles já tiveram ao ajudá-lo nesse processo. Esse poder curativo é o reconhecimento da presença constante do Amor, que não é de nenhuma maneira pessoal. O verdadeiro Sacramento da Comunhão vem em momentos desse tipo de graça.

 

Seção 3. Como se parece a verdadeira consagração?

A graça abundante do Amor certamente se derrama para todos. Mas precisamos desacelerar o suficiente para senti-la! Eu tenho um carinho especial pela Marta da história de Maria e Marta no capítulo dez (10) de Lucas, citação B9 (Lucas 10:38–42). Marta está ocupada servindo enquanto o Mestre está pregando. Sua irmã, Maria, fica só sentada, absorvendo as palavras dele e deixa Marta sozinha com o trabalho. Não é justo! Mas Jesus destaca que a necessidade real não é de comida e bebida, ou de outros afazeres. Essas tarefas sempre existirão! Mas a mensagem do Cristo, vinda da boca do próprio Jesus, é um dom duradouro da graça.

Pode parecer fácil pensar que escolheríamos a mensagem de Jesus em tal ocasião, mas será que tiramos tempo para quietude e oração todos os dias? Ou as tarefas diárias, os supostos “incêndios” do dia, acabam por ter prioridade sobre aquilo que é realmente o elemento mais importante? Uma vez que a nossa consagração ao Amor, a expressão do Amor, é primordial, perceberemos que com essa consagração as tarefas se tornam menos onerosas, são feitas geralmente com mais rapidez e por meio de inspiração que de outra forma poderia não ocorrer, e com certeza parecem menos cansativas.

Na citação CS12 (p. 98) Mary Baker Eddy nos diz que “o modo de se chegar a conhecer a imortalidade e a vida não é eclesiástico, mas cristão, não é humano, mas divino, não é físico, mas metafísico, não é material, mas cientificamente espiritual”. Essa é uma declaração incrivelmente completa quando você se detem em cada elemento desta citação. Nós não encontramos nossa natureza espiritual e eterna por meios “eclesiásticos, humanos, físicos ou materiais”!  Não há trabalho duro suficiente no mundo inteiro que o faça chegar mais perto de Deus ou da graça do Amor. Não é que o trabalho duro não vá ser necessário, mas não é geralmente o tipo de trabalho humanamente pesado de que Marta reclamava. Obter um senso mais verdadeiro do viver espiritual é o que traz paz, alegria e abundância e não esforço físico ou humano.

 

Seção 4. Okay, não é esforço humano, mas dá trabalho

Se queremos alegria, paz e satisfação duradouras, é preciso trabalho. Eu sei que isso soa como uma contradição do que acabei de escrever na última seção, mas o trabalho de nossos “empregos” ou casa ou carreira não é o tipo de trabalho de que estou falando aqui. A comunhão com a Verdade às vezes pode trazer à tona muitas coisas desconfortáveis ​​que precisam ser tratadas e levantadas para purificação e cura. Às vezes, esses momentos de comunhão nos levam a lutar com a vontade humana, como ilustrado na história desta seção onde Jesus está no Jardim do Getsêmani (B11, Marcos 14:1,17,22–26,32,35–41,43,46).

À medida que nossa vontade humana se rende ao Divino, o fim dessa resistência ao que está acontecendo ou precisa acontecer, traz uma efusão de graça. Nosso estoque de forças para enfrentar o desafio está cheio e podemos prosseguir com mais paz, mesmo que seja desconfortável. Quando se trata de um desafio físico, podemos ceder à necessidade de amar primeiro a Deus, em vez de nos livrarmos da dor. Uma mudança desse tipo é desafiadora, “trabalho árduo”, se você preferir. O ego, a justiça própria, a autopiedade e o medo, todos podem aparecer quando comungamos profundamente com a Verdade, mas a cura vem pela avenida do “amor espiritual que tudo absorve”, amor por Deus e pelo homem.

 

Seção 5. Precisamos das “provações e momentos de renúncia ao ego”, bem como das “alegrias e vitórias”

Para ter uma vitória, temos que ter uma prova, uma corrida, uma partida, o que for. Essas são coisas nas quais geralmente colocamos alguma prática e esforço se nos importamos com elas. Não é menos verdade em nossa busca pelo crescimento espiritual. Os desafios ou provações que enfrentamos nos trazem alegria e vitória à medida que oramos por eles e encontramos a cura. Jesus certamente encontrou essa vitória quando se submeteu à crucificação. Mesmo pendurado na cruz, seu pensamento estava tão cheio de amor que ele estendeu a mão para João, seu discípulo, para pedir que João cuidasse de sua mãe, Maria. Isso é graça recebida em meio a pior das circunstâncias. Ele era manso na presença do escárnio e do ódio. Ele não perdeu seu tempo com o erro ao seu redor, mas se concentrou no Amor. Desta forma, ele foi capaz de triunfar sobre o mal, o ódio e a sepultura.

Deus “Dá-nos graça para hoje”; como Mary Baker Eddy traduz espiritualmente a linha da Oração do Senhor: “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje”. As perguntas que talvez precisemos fazer são: “Eu me alegro com a próxima provação, ou apenas quero que o desconforto termine?”, e “Estou disposto a aceitar a graça que é dada ou estou esperando que ela resulte em algo que eu queira?” Talvez “alegrar-se” seja difícil às vezes, mas podemos tentar ser alegres com gratidão para enfrentar um desafio com humildade e boa vontade. Temos que superar cada obstáculo em nosso caminho para obtermos uma compreensão espiritual profunda. Não podemos pular nenhuma das provações que surgem. Não existe caminho fácil, mas existem caminhos mais simples que envolvem humildade e obediência.

 

Seção 6. Às vezes, o que precisamos é apenas reconhecer os resultados infrutíferos de nossa “labuta na escuridão”

Parece que muitas vezes, talvez a maioria, precisamos aprender nossas lições de vida através da experiência. Aceitar a palavra de alguém simplesmente não permite que esse conhecimento profundo se estabeleça sobre nós. Certamente não precisamos aprender tudo através da experiência, mas nossas maiores provações e vitórias vêm através da nossa comunhão entre nós e Deus. Nesta seção, os discípulos voltaram para pescar. Eles lutaram durante a noite e não pegaram um único peixe. Quando eles estão indo para a praia, Jesus os chama e lhes diz para “lançar rede [deles] no lado direito”. Esta é uma forma sofisticada para indicar o que é exigido de nós.

Se estivermos coletando nosso bem da diligência material, habilidade, intelecto – “o lado esquerdo” neste caso – não obteremos nada, ou pelo menos nada de substância duradoura para alimentar nossa alma. Se, em vez disso, lançarmos nossa rede no lado certo, ou reunirmos nossas informações do Espírito, de repente testemunhamos o derramamento de abundância espiritual que é nossa. Os discípulos viram Jesus curar multidões, e ainda assim voltaram para suas redes, considerando a missão de Cristo como “fracassada”. Nós também podemos ter sentido às vezes que o Cristo falhou conosco em nosso tempo de necessidade. Mas podemos, com os discípulos, discernir “[…] Cristo, a Verdade, nas margens do tempo […]” (CS24, p. 34). Podemos ganhar um novo sentido da presença de Cristo para curar. Quando os meios humanos nos falham, podemos estar prontos para nos voltarmos de todo o coração para o Amor para entender nosso abundante suprimento de bem.

Quando me mudei para o Alaska com meu marido, eu era jovem, recém-saída da faculdade. Foi uma transição difícil para mim. Eu estava acostumada com a avaliação regular do meu “valor” que a escola sempre me deu e isso estava notavelmente ausente no meu trabalho em um restaurante. Estávamos vivendo uma vida bastante espartana, sem água encanada e sem eletricidade. Fiquei encantada quando um casal de amigos da escola decidiu passar um semestre para morar em nossa cidade. Eu ansiava pela chegada deles e por fazer coisas com eles. Mas eles estavam realmente lá por suas próprias razões, não para me ajudar a passar por esse momento desafiador em minha experiência. Rapidamente me vi magoada e desapontada por não poder contar com eles para companheirismo ou alívio da necessidade por algo familiar e “divertido” para me afastar das tarefas mentais e físicas que enfrentava. Foi só quando percebi que minha necessidade era de algo mais profundo do que uma amizade casual que fui capaz de desistir desse desejo obstinado de que esses amigos fossem algo que eles nunca pretendiam ser para mim.

Eu precisava desistir do meu desejo infrutífero de “contar” com o apoio e a amizade humanos dessa maneira. Percebi que estava resistindo às tarefas que pareciam difíceis, desconhecidas e desafiadoras para mim. Olhando para trás neste tempo, tenho muitas lembranças felizes de nossas aulas de patchwork, bem como algumas refeições e de nossas geleias caseiras. Encontrei meu lugar naquela cidade abraçando de bom grado as tarefas pendentes, em vez de desejar que elas se parecessem mais com as que eu havia conseguido no passado. Não muito depois desse período, meu melhor amigo de infância mudou-se para perto, vindo de Massachusetts! Ele foi seguido por sua irmã, e ambos eram casados com bons amigos nossos na comunidade. Em pouco tempo, tínhamos uma via comunidade religiosa, bem como amizades profundas que me nutriram da melhor maneira. Às vezes, precisamos apenas abandonar nossos “esforços infrutíferos nas trevas”, a fim de abrir espaço para as redes transbordantes da graça do Amor.

 

Seção 7. A graça é um presente de Deus para cada um de nós

Esta seção é uma bênção. O Sacramento na Ciência Cristã é uma aceitação e demonstração da graça transbordante do Amor para a humanidade. Jesus, é claro, foi quem melhor demonstrou isso para nós, mas cada um de nós pode experimentar essa profunda graça ao enfrentar as provações que cruzam nosso caminho com equilíbrio, humildade e confiança no fato de que o grande coração do Amor concede cura e graça a cada um de nós sem medida.

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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