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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

Evitem repetidos desapontamentos. Descubram o poder do Amor divino como infinitamente “suficiente”.

30/07 a 05/8/2018

O Amor
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem – MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Vocês conseguem imaginar algo melhor que o medo para afastar um senso de domínio? O Texto Áureo desta semana, (1 João 4:18) “No amor não existe o medo; antes o perfeito amor lança fora o medo”, deixa claro que há um antídoto para qualquer tipo de medo , seja este um senso de desamparo, terror ou vergonha profunda — este antídoto é o Amor que é Deus (1 João 4:8 e 16). A compreensão mais profunda desse sinônimo de Deus nos libertará mais profundamente do medo de doença, de inimigos ou intimidações, do pecado, e até mesmo da terrível tristeza de uma traição ou abandono. Imaginem o poder que temos quando vivenciamos o domínio que temos por meio do Amor. Esse poder é só do Amor e nós o refletimos infinitamente; ele é derramado sobre nós sem limites (B22, Malaquias. 3:10).
A Leitura Alternada (2Timóteo 1:7; Isaías 54:10-14; 30:15, 29): Deus não nos dá nada que não reflita o Amor. Ela nos dá “poder”, “amor” e “moderação”, que segundo a versão inglesa NRSV é traduzida por “autodisciplina”. Podemos ter um senso mais claro do que significa “poder” à medida que avançamos no estudo da lição desta semana. Estamos falando, obviamente, do poder usado para o bem, o único que é refletido pelo Amor. Uma antiga ilustração de poder é expressa metafórica e nitidamente na ideia de que os montes e os outeiros serão removidos, desaparecerão, antes que a mansidão e a paz do Amor sejam retirados da ideia do Amor. Eu, particularmente, gosto da ideia de que “…na tranquilidade e na confiança [está] a vossa força”. Vocês verão essa palavra aparecer diversas vezes na lição. Gosto de pensar na palavra confiança no sentido de convicção.
Não temos, por acaso, mais convicção naquilo em que confiamos? Não é a convicção o oposto de vários tipos de medo? Não confiamos em nós, mas no Amor infinito. E essa confiança nos dá força porque depositamos nossa confiança na mais confiável das leis, a lei do Amor divino. Aliás, se nossa confiança estiver baseada de algum modo na matéria, seja em amigos, leis de saúde, força de vontade própria, ou leis do acaso, ficaremos desapontados, repetidamente. É por meio desses desapontamentos que somos levados a procurar o verdadeiro poder que nos é dado pelo nosso Pai-Mãe, o Amor. E encontraremos esse poder, e demonstraremos a abundante bondade do Amor em nossa vivência.

SEÇÃO 1 – O Amor está conosco “nos bons e maus momentos”.
Podemos confiar em que o Amor está aqui, mesmo que esteja difícil de perceber. O versículo de Provérbios (B2, Provérbios. 3:5, 6, 24-26) nos diz que quando pomos nossa confiança, nossa convicção, em Deus ninguém pode nos abalar. Você já passou por essa experiência de ter alguém ou alguma coisa tentando lhe abalar? Minha cadela às vezes passa correndo por mim quando está cheia de energia e é assim que me sinto nesses situações. Contudo, metaforicamente, quando descansamos nosso pensamento no Amor, nos apoiamos no Amor a todo momento, não perdemos nunca nosso equilíbrio mental e nossa paz. Sim, haverá momentos em que nosso senso de paz e equilíbrio será desafiado; mas quando buscamos o Amor, nEle confiamos e nos mantemos nessa convicção e não em nossa habilidade (ou de outra pessoa) para resolver um problema, encontramos a solução necessária. Não podemos nunca ser privados da presença e poder do Amor. Vejam a definição de Deus na citação (CS1, p. 587). Aqui diz que Deus é “todo-atuante”. Ele nunca fica acima de nós, assistindo nossa luta e esforço. Em vez disso, o Amor brilha sobre nós de modo a vermos claramente que o Amor substitui o horror do medo e tudo aquilo que tente nos oprimir. O Amor está aqui suprindo-nos com discernimento, ideias, saúde, alegria, inteligência, força, e assim por diante (CS2, p. 6).
Às vezes, pode parecer difícil confiar em Deus. Mas se praticamos usando nosso senso spiritual, conscientes da presença da bondade e da beleza ao nosso redor, verificamos que podemos sentir a confiança no poder e na presença de Deus, o Amor com mais facilidade. Há duas semanas, eu estava orando por uma querida parente hospitalizada pela segunda vez em dois meses, devido a várias infecções. Recebi à inspiração de que o Amor estava lá com ela, falando-lhe e guiando-a com segurança, como lhe convinha. Ela não tinha mostrado interesse em ouvir ideias sobre Deus recentemente, mas eu sabia que não precisava “falar” nada para ela sentir a presença do Amor. Ela obteve uma agradável visita de um sacerdote que a ajudou com algumas ideias a respeito de Deus que é o Amor. Desde que deixou o hospital, ela tem compartilhado muitas das inspirações que teve enquanto estava hospitalizada. Para mim, isso é uma prova de que nossa oração para que a abençoada presença do Amor seja sentida no mundo inteiro é poderosa e eficaz. O Amor está espalhando suas ideias com poder e discernimento. Nosso apoio a esse fato, nossa própria confiança no Amor, é um poder em si!

SEÇÃO 2 – O Amor está entronizado no reino, o ódio não tem poder.
A Bíblia NTLH traduz a primeira parte da citação (B5 Lamentações 3: 22, 40, 41) assim: “O amor do Senhor não se acaba; e a sua bondade não tem fim.” Essa passagem é seguida da história de Davi optando por provar ao rei Saul que, embora este quisesse matar Davi, Davi não queria feri-lo. Saul entra numa caverna para aliviar-se, deixando fora da caverna um exército de 3.000 homens, sem saber que Davi e seus homens estavam escondidos na mesma caverna. Era uma ótima oportunidade para Davi abater Saul que o perseguia há meses. Mas ao invés de machucar Saul, Davi cortou secretamente um pedaço da capa de Saul e mostrou-lhe o pedaço cortado de longe depois que Saul saiu da caverna.
Associadas a essa história, podemos ver que as citações (CS7, p. 560) e (CS8, p. 454) revelam o fato de Davi ter vislumbrado o reino interior, de que Jesus falou. Nos céus não pode haver ódio, nem no pensamento que está harmonizado com o Amor. Esse fato deu força a Davi, e reduziu o aparente poder de Saul sobre Davi. A vitória de Deus, do Amor, é mais poderosa do que qualquer triunfo humano. Isso fica provado na sequência da triste história de Davi e Saul. Podemos conhecer nossa verdadeira identidade (CS9, p. 571), e então conseguiremos ver que dentro de nossa consciência do reino não há ódio, nem poder oposto ao Amor. Pode ser útil pensar: o ódio não tem “existência” real. Ele não tem outra identidade que não lhe seja dada por nós. Se descartarmos de nosso pensamento a ideia de separação do Amor, nós, literalmente, não temos como vivenciar o ódio, nosso ou de outrem. “Tudo o que mantém o pensamento humano em linha com o amor despojado de ego recebe diretamente o poder divino” (CS11, p. 192).

SEÇÃO 3 – Quando a matéria quer nos derrubar, é útil buscar a mão do Amor
Às vezes parece que temos de passar por experiências infelizes ou dolorosas para sentir a necessidade de buscar as respostas no Amor. Esta seção pode ser vista como uma visão mais focada da última seção. De fato, Davi e Saul eram originalmente amigos e aliados. O amigo íntimo de Davi era o filho de Saul, Jonatan. Pensem em como deve ter sido dolorosa toda essa situação para Davi que amava a ambos. Quando temos amigos e familiares confiáveis, podemos ser levados a neles nos apoiar para um senso de valor, amor e afinidade. Mas isso não é plenamente satisfatório em última instância.
Espero que não tenhamos de experimentar nenhuma traição nem pesar nas mãos de amigos ou familiares antes de achar que o Amor está no centro da paz e da alegria duradouras. Mas ao que parece: “a extrema necessidade do homem, é a oportunidade de Deus” (CS15, p. 266), como menciona Mary Baker Eddy. Quando buscamos pelo Amor e pelo conforto do Amor, encontramos não só o calor e a proteção do Amor, mas também o poder que O acompanha. Temos poder para vencer sentimentos de dor, traição e raiva.
Não há nada mais poderoso do que a habilidade de vencer pelo Amor tais paixões insidiosas, e verificar que a vitória, a paz, o amor, a alegria nos pertencem. Eu mesma tive tais experiências, e encontrei vitória ao deixar as mensagens do Amor sobre valor e gentileza penetrarem no sofrimento. Tenho verificado que essa cura vem com a disposição de alargar um senso mais verdadeiro de amor (deixando de lado um falso senso de outros em minha vida — a sugestão de que outros possam causar-me sofrimento). Assim como Davi fez na seção anterior, e como Jesus aconselhou na citação (B7, Lucas 6:35-37).
Poderíamos pensar sobre esse processo como faz Eddy na citação 16 (p. 57), como um processo de permitir que as “rajadas gélidas” desarraiguem os falsos conceitos que mantínhamos sobre o amor, permitindo que uma consciência mais elevada se estabeleça. Uma vez que tenhamos vivenciado uma vitória sobre esse tipo de desafio, estaremos numa posição de mais poder e força do que antes, porque nossa compreensão do Amor estará enraizada profundamente na Verdade.

SEÇÃO 4 – O poder do Amor dá ao homem poder sobre a doença.
O Amor conhece todo mundo como amado. O Amor é o sanador mais poderoso, porque remove nosso senso de medo e de não ser digno, permitindo que a verdade de nossa amada e boa natureza brilhe em nossa consciência. O leproso na citação B17 (Marcos 1:14, 40-42) era considerado impuro. Ele teria sido um pária, vivendo isolado da maior parte da sociedade e impossibilitado de sentir o toque humano de amor. O Cristo que Jesus encarnou sem medo, estendeu a mão para tocar aquele homem e este toque espiritual deu a ele o verdadeiro sentido de que ele nunca fora "impuro", indigno, ou esteve fora do círculo de amor, de bondade e valor. Enquanto na maioria das sociedades de hoje não há grupos públicos de pessoas que são chamadas de "impuras", sabemos que ainda hoje existem milhões de pessoas desesperadas, lutando para sentirem-se dignas do Amor.
Como podemos, como cristãos, ajudar a elevar a consciência universal do homem para vislumbrar que o Amor dá a cada um de nós poder para descobrir esse valor inato, independentemente de quanto dinheiro temos, de onde vivemos, de qual é o nosso estado civil, nosso emprego, nossos antecedentes e hábitos? E quanto à ideia de que alguns não se comportam de maneira "digna"? Jesus curou incondicionalmente; ele costumava dizer: "vá e não peques mais", mas ele os curou primeiro, certo? Ele partiu da base de "… Deus perfeito e homem perfeito …" (CS, p. 259). Essa perfeição não é o perfeccionismo humano. Não tem nada a ver com o nosso estilo de vida ou nossas ações. Essa perfeição é onde nós vivemos com o Amor. Sem essa base, não há Amor verdadeiro.
O Amor nos inicia a partir da base adequada, o fundamento apropriado da verdade sobre o homem como ideia. Do ponto de vista de nosso valor inato, podemos nos mover mais alto em nossas ações e saúde, e assim por diante. Mas ao partir da falsa sensação de fracasso — "fracasso" do sucesso financeiro, "fracasso" em encontrar saúde, ou até mesmo "falha" em alcançar algum ponto de compreensão espiritual — nos colocamos mentalmente fora do círculo do Amor. Mesmo que nunca estejamos verdadeiramente separados do Amor, certamente podemos nos sentir assim quando estamos lutando com esses tipos de sugestões. Nossa tarefa como cristãos é reconhecer o valor genuíno da humanidade, daqueles dos quais discordamos, cujas escolhas de vida podemos desaprovar, cujo comportamento pode nos irritar. Esses são aqueles que Jesus tocou e curou. Esse tipo de amor em nosso pensamento permeia nossas práticas cristãs e abençoa a todos. Parece claro que esse tipo de amor é o que vai curar os dilemas na sociedade de hoje.

SEÇÃO 5 – Nós nos elevamos para ver o poder do Amor a partir de uma profunda humildade.
Isso pode soar como uma contradição da última seção, mas não é. O reconhecimento de nossas deficiências e o fato de que elas não são a nossa verdadeira natureza nos ajuda a curar e a reformar. A mulher desta história (B19, Lucas 7: 36-40, 44-47, 50) chegou ao fim de sua capacidade de viver uma vida em que se sentia separada do Amor. Ela reconheceu em Jesus o Amor que poderia curar e abençoar e mudar seu senso de si mesma de "miserável" para discípula de Jesus. Eu digo "discípula" porque parece que ela seguiu Jesus tão fielmente, ou mais, como qualquer um de seus discípulos masculinos. Mary Baker Eddy começa seu capítulo "A Prática da Ciência Cristã" com uma recontagem dessa história. Por quê? Porque para curar, precisamos não apenas reconhecer o verdadeiro valor do homem, mas precisamos ter a humildade e o amor de Madalena, um amor que é completamente focado não em si mesmo, mas no Cristo. Ela voluntariamente deixou cair seu falso senso de si na porta da casa de Simão. Ela entrou naquela casa com um senso de humildade e arrependimento que era notável por suas lágrimas e pelo caro unguento com que ela ungiu os pés de Jesus. Como na seção anterior, Jesus está demonstrando ao homem a autoridade do Amor sobre a [assim chamada] autoridade do credo religioso. Na cura do leproso, ele tocou o homem, o que era contra a lei religiosa da época. Nessa seção, ele explica a Simão que o amor com arrependimento, demonstrado por Madalena, era digno de perdão, e isso opondo-se a uma cosmovisão, como a de Simão, que pode carecer de simpatia e afeição humana (CS26, p. 366 e CS16, p. 57).
Jesus nos diz que ele não veio para destruir a lei, o que significa a lei religiosa dos judeus (Mateus 5:17). Nesse caso, qualquer lei que ele pareça ter quebrado não deve ter sido uma lei do Amor. Há uma lista de coisas que o Amor faz na citação CS28 (p. 454): "… inspira, ilumina, designa o caminho e nele nos guia." Se qualquer lei aparente que estejamos apoiando ou acreditando não faz essas coisas, podemos ter certeza de que não é uma lei do Amor, e nem mesmo uma lei! Podemos humildemente esperar que o Amor nos conduza de uma forma inspirada que nos ajude a amar os outros mais profunda e verdadeiramente. Com esse tipo de busca humilde, nunca sustentamos nossas opiniões humanas com muita força, quando seguimos o caminho iluminado pelo Amor. Humildade não é o mesmo que "vergonha".
A vergonha coloca o ego no centro da nossa decepção. É difícil corrigir qualquer coisa desse ponto de vista. Se fizemos algo errado, podemos reconhecer e corrigir o erro de forma mais construtiva, aceitando a responsabilidade pelo erro, mas sem identificar o errado como quem somos! "O que mais necessitamos é orar com o desejo fervoroso de crescer em graça, oração que se expressa em paciência, mansidão, amor e boas obras." Isto é o que cada um de nós precisa. Nenhum de nós é deixado de fora desse tipo de oração necessária. É uma oração de humildade e amor terno. É uma oração de progresso. É uma oração de poder.

SEÇÃO 6 – O Amor é abundante, preenche todos os cantos e recantos. O Amor é infinito e suficiente.
Como em muitas das nossas Lições Bíblicas, essa seção confirma tudo o que nos foi apresentado na lição. Volta ao Texto Áureo e à Leitura Alternada e toca na citação CS2. Compreender até mesmo um vislumbre do tudo do Amor, cura. É o suficiente para responder aos nossos mais profundos desejos e medo. Derrama uma bênção que não podemos conter (B22). Não vamos "conter" isso. Vamos derramar sobre outros; muito como lemos na Bíblia NTLH que traduz a citação B12 "E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo tipo de boas obras.." Essa presença do Amor infinito em nossa vida é poderosa, e refletimos esse poder em nossos pensamentos e experiências com a humanidade.
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS de House Springs, MO, EUA, Kerry.helen.jenkins@gmail.com (314) 406-0041
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Zir Friedrichs, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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