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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Deixem a luz do Cristo brilhar nos seus corações e mentes!]

“A realidade”
19 a 25 de setembro de 2022

Estudo preparado por:

John & Lindsey Biggs, C.S.   de Maryland Heights, MO, EUA

+1(541) 418-1176      johnbiggscs@gmail.com  

   +1(541) 460-3515      biggs.lindsey@gmail.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução 

A Lição desta semana é toda sobre luz – iluminação, liberdade, viço e compreensão espiritual. Deus nos dá a habilidade para confrontarmos os desafios difíceis e conseguir a vitória por meio da luz e do amor do Cristo. Luz é poder – é revelação. Ajuda-nos a ver as coisas com clareza – a discernir a realidade espiritual para não termos medo. Mostra-nos o que a nossa verdadeira substância é (bela e perfeita) e que Deus nos mantém seguros e a salvo. 

 

“Essa compreensão não é intelectual, não é o resultado de conhecimentos eruditos; é a realidade de todas as coisas trazida à luz” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p. 505).

 

Aproveite a leitura sobre a experiência de alguém que fez exatamente isso! (artigo Catching Light, do Christian Science Sentinel, em inglês). 

Nesta semana, podemos abraçar a luz do Cristo. Deixe-a brilhar em cada canto da sua consciência, extinguindo toda escuridão, e em cada canto do globo. Descobriremos que estamos elevados, regenerados e livres. Vamos brilhar juntos a luz-Cristo! 

 

Texto Áureo 

“…Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1 João 1:5). 

 

Deus é luz! A luz é absolutamente necessária – acho que todos nós concordamos com isso! Seria bastante difícil fazer as coisas sem luz. Da mesma maneira, a luz espiritual é sempre necessária para nos trazer inspiração e o discernimento espiritual da realidade perfeita, do universo perfeito, que Deus criou. O estudo, a oração e a revelação abrem nosso pensamento para perceber o que Deus sabe e vê (conforme está em Gênesis 1). 

Receber essa luz espiritual elimina a escuridão – decepção, pensamento não esclarecido, doença, pecado, medo, sentir-se separado de Deus etc. A luz a extingue imediatamente! O que é que Deus não pode fazer? Há algum sentido em limitar o Santo de Israel? Jesus não agia assim. Ele tinha certeza da realidade permanente e perfeita do Espírito e curava e corrigia as situações ao seu redor instantaneamente. Nós também podemos nos despir das nossas limitações humanamente inscritas sobre o que Deus pode fazer e encontrar liberdade. 

 

Leitura Alternada 

Gosto do entusiasmo dos discípulos nessas passagens! Você pode ouvi-los cantar com alegria “o que temos visto com os nossos próprios olhos …com respeito ao verbo da vida” (1João 1:1-4).

A Vida inclui completude, alegria, atemporalidade, habilidade, mobilidade, saúde, Poster dos Sete Sinônimos e Atributos de Deus, em inglês). Os discípulos têm confiança e convicção por causa do privilégio de terem andado com Jesus e testemunhado seus maravilhosos trabalhos de cura. Seus medos e dúvidas foram eliminados ao serem testemunhas oculares da sua ressurreição e ascensão. Os três versos seguintes da Leitura Alternada são sobre a alegria que deriva dessa compreensão. Para os discípulos está tão claro que as vidas e a substância deles estão em Deus, que eles não têm medo. Brilham sem esforço e seguem corajosamente os passos de Jesus. 

 

Seção 1. Deus é a realidade do nosso existir 

“Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (B1, Salmos 119:18). Essa é uma oração maravilhosa – que reconhece a Deus como sendo infinito em tudo e capaz de ver as coisas muito claramente. Queremos essa humildade para podermos ver o que Deus está vendo. Mesmo reconhecendo que a nossa visão não está alinhada com a de Deus é um ótimo primeiro e humilde passo para a oração. Essa citação de Coríntios reitera o fato: “Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido” (B3, 1Coríntios 13:12). 

 É a melhor das orações e o melhor dos desejos, não é? Ver e saber o que Deus está vendo e sabendo. Eu saberei (com certeza/compreensão científica) e perceberei na realidade divina a maneira como Deus está me vendo. “Refletido face a face”, conforme diz o hino 467 (abaixo). Mary Baker Eddy nos ajuda a saber como orar: “…tens de começar por reconhecer que Deus é o Princípio divino de tudo o que realmente existe” (CS1, p. 275). Quando começamos com Deus, começamos com a perfeição. Vemos que não estamos nos esforçando por perfeição, mas sim testemunhando a perfeição sempre presente de Deus. Essa é uma base muito melhor de onde começar e nossas orações simplesmente emanam desse ponto. Significa que somos ideias espirituais perfeitas que formam a substância de quem somos. O padrão “Deus perfeito, homem perfeito” é a base para destruir mentiras e limitações sobre saúde, bem-estar, finanças etc. e revelar os belos fatos que Deus já sabe e que LHE são tão caros. 

Podemos celebrar os fatos do existir de que “a realidade é espiritual, harmoniosa, imutável, imortal, divina, eterna. Nada que não seja espiritual pode ser real, harmonioso ou eterno” (CS2, p. 335). Então, temos o dom de olhar além das nuvens do sentido para as alegrias do discernimento espiritual. 

 

“A Mente eterna é o oleiro 

O barro eterno o Seu pensar 

A mão que dá forma é divina 

Suas obras não morrem 

O homem é a obra mais nobre de Deus, 

Sua beleza, poder e graça 

Imortal; perfeito como sua Mente 

Refletida face a face” 

(Hinário da Ciência Cristã, nº 467:1)

 

Seção 2. Celebre e siga em frente, em vez de culpar e olhar para trás 

Quantas vezes olhamos para uma situação a nossa volta e não conseguimos sequer imaginar um caminho adiante? O belo aspecto da luz do Cristo é que a oração – admitir ativamente a presença de Deus e responder ao Seu amor – nos mostra o que está realmente acontecendo. Mesmo apenas pedir ajuda é admitir que essa ajuda está presente. Pedir ajuda é melhor do que apenas afundar no medo do momento. Como filhos de Deus, nunca se requer de nós que “façamos as coisas por nós mesmos”, porque nosso Pai-Mãe está sempre aqui, guardando e guiando. Não se requer que saibamos como tudo vai terminar; temos o direto de nos beneficiarmos da presença eterna de Deus. 

A promessa que está na página 596 de Ciência e Saúde é bastante animadora: “Ainda que o caminho seja escuro no senso mortal, a Vida e o Amor divinos o iluminam, e destroem o desassossego do pensamento mortal, o medo da morte e a suposta realidade do erro. A Ciência Cristã, contradizendo os sentidos, faz com que o vale brote e floresça como a rosa” (CS5, p. 596). O caminho às vezes parece escuro, assim como foi com Agar e Ismael. Seria fácil dizer que Ismael trouxe o problema para si mesmo, ao provocar Isaque. Ou poderia se dizer que Hagar o trouxe a si mesmo por não vigiar melhor Ismael. Ou que Sara estava sendo dura e ciumenta em excesso. Ou ainda que a culpa é de Abraão, antes de tudo, pelo negócio todo. Mas o ponto em comum na busca por todos esses erros é que nenhuma das premissas se fundamenta na eterna presença de Deus. Deus, o Pai-Mãe de toda a realidade, nunca deveria ser deixado de fora da Sua própria criação. “O que está acontecendo agora” só se responde no amor de Deus. Nesta semana, veja como você pode se voltar mais sinceramente à presença de Deus, em vez de à aparente presença da discórdia, para ver o que é que está acontecendo – e como você pode demonstrar como é o amor de Deus. 

 

Seção 3. Liberdade da ansiedade por meio do Cristo 

Que promessa! Você me encontrará quando me buscar de todo o coração, diz Deus (B6, Jeremias 29:13). Essa é a satisfação total – saber que estamos já (não só quando as nossas orações forem atendidas) nos braços do nosso Pastor, seguros e a salvo, para toda a eternidade. Que presente! Outra parte desse versículo de Jeremias é uma das minhas favoritas. Vou compartilhar um trecho de um Daily Lift que escrevi e que vai mais a fundo nessa passagem: 

 

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro” (Jeremias 29:11, Nova Versão Internacional). Uma coisa que eu gosto sobre essa passagem é que a palavra “prosperar” é traduzida da palavra em hebraico shalom – que significa proteção, bondade, prosperidade, bem-estar completo – tudo numa só palavra. Pense nisso! A vontade de Deus para nós é bondade, prosperidade e bem-estar contínuo. Eu vejo a “vontade de Deus” como um verbo de ação – fazendo cumprir saúde e paz nas nossas vidas em cada “agora” que acontece hoje, em cada “agora” que forma o nosso futuro. Quando quer que estejamos tentados a duvidar ou a nos desesperarmos, podemos nos lembrar e confiar que o plano de Deus é, de momento em momento, dia a dia, bondade, alegria, paz e bem-estar. Essa é a vontade de Deus para cada um de nós e o poder que governa as nossas vidas (trecho do Daily Lift, podcast de 24 de outubro de 2019: Every ‘now’ makes up our future (“Cada ‘agora’ forma o nosso futuro”, tradução livre). 

 

“Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo?” (B7, Isaías 58:6,8-11).  

 

Não é esse o jejum que o Cristo escolheu? Você não precisa fazer tudo sozinho. É o Cristo que solta as ligaduras, despedaça os jugos e desafaz as ataduras da servidão, e liberta os oprimidos. Cristo é geralmente sinônimo do Espírito Santo – é a ação da Vida, da Verdade e do Amor nas nossas vidas. É vigor das nossas orações – traz a revelação que cura. É o Cristo em nós que responde ao tratamento na Ciência Cristã. Ele provoca essa resposta de cura – assim como dois irmãos se unem. Reconhecemos o Cristo no tratamento porque o Cristo em nós é a nossa verdadeira identidade espiritual. Então, é natural que o Cristo em nós responda à bondade, à vivacidade, à inocência, à inspiração, à harmonia, à alegria, à paz, à coragem e à pureza. “Então, romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença… O Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado e como um manancial cujas águas jamais faltam.” (B7)

 

Seção 4. Ver de verdade 

Muitas vezes tenho lutado com a história bíblica da cura do cego, que é relatada nesta seção (B11, Marcos 8:22-25). Eu me perguntei se Jesus não curou completamente o homem, ou se havia algo mais que o homem precisava aprender antes que pudesse ver, ou o que estava acontecendo lá. Como sempre, a luz do Espírito guia cada um de nós em nosso estudo da Lição Bíblica, então não estou dizendo que ESSA é a maneira como isso precisa ser entendido, mas aqui está o que estou gostando desta semana enquanto estudo. Para mim, estudar essa história recentemente, parece tão terno. Jesus pergunta ao homem se ele pode ver alguma coisa, e o homem diz que acha que vê árvores andando. Este querido homem não tinha visto pessoas antes! E, de repente, sendo confrontado com todas essas imagens, ele pode ter ficado surpreso e confuso. Você não pode simplesmente ver Jesus sorrindo amorosamente, estendendo novamente suas mãos e seu amor, assegurando e confortando o homem que tudo estava bem? Tocar alguém da maneira certa, uma forma de cura, é incluí-lo, mostrar-lhe que é valioso, que é digno. Jesus não poderia estar assegurando a esse homem que tudo estava bem, que ele podia ver e continuaria a ver, e que esse homem poderia ser paciente consigo mesmo enquanto seguia em frente? 

A ação natural da luz, permite a visão. Não são os fótons materiais que entram nos globos oculares materiais que permitem a visão verdadeira. A luz de Deus, falada de forma tão simples e poderosa em Gênesis 1:3 (“E disse Deus: Haja luz, e houve luz”) é a ação da certeza e a natureza maravilhosa da criação, passível de ser plenamente apreciada. A verdadeira visão é uma questão de apreciação, não é – vamos a museus para apreciar a criatividade, gostamos de eventos esportivos para apreciar a habilidade, visitamos amigos para apreciar e nos sentir apreciados. Somos capazes de apreciar de forma completa e perfeita tudo o que Deus fez – sem sermos cegos pelo sonho do que Ele não fez. E à medida que aprendemos a abrir mais os olhos a cada dia, podemos ser pacientes e ternos conosco e com os outros. O Amor sempre mostra o caminho. 

 

Seção 5. Deixa Deus nos chamar, deixa Deus liderar o caminho 

Muitos leitores da Bíblia estão familiarizados com a história de conversão de Paulo, de Saulo para Paulo.  No entanto, como as pessoas dizem, “Familiaridade gera desprezo”, então é bom não apenas patinar por histórias familiares e, em vez disso, nos permitir realmente mergulhar para obter uma nova visão.  Então, enquanto estou relendo esta história, algo que salta para mim é a descrição de Paulo do que ele ouviu como sua missão de Jesus: “…apareci a ti para este propósito, para te constituir um ministro e testemunho tanto destas coisas que viste, como daquelas em que te aparecerei…”. Paulo foi simplesmente chamado para compartilhar o que tinha visto, e continuar testemunhando como ele experimentou a presença do Cristo. Ele foi chamado para compartilhar o que viu através da luz de Deus.  Crucialmente, ele não foi chamado para tentar desesperadamente convencer as pessoas do evangelho ou para se preocupar com quantas pessoas se envolveram com ele. Ele foi chamado para compartilhar o evangelho – a presença do céu e todas as implicações disso. Esse é um modelo útil para nós! É bom ser claro sobre o que realmente somos chamados a fazer. Então estamos protegidos sob o abrigo da obediência e capazes de ser claros sobre cada próximo passo. Às vezes nos sentimos sobrecarregados com muitas coisas para fazer, ou quantos passos existem antes que algo possa ser realizado. Não devemos simplesmente desistir, porque muitas vezes isso cheira a obstinação, mas é bom examinar cuidadosamente esses fardos e ver se, talvez, estamos fazendo coisas ou pensando que estamos presos em coisas que simplesmente não precisamos fazer, ou nos engajar. A mente mortal sempre dá uma visão muito limitada do que é necessário e como podemos nos engajar; a luz de Deus e a ação de Seu Cristo nos mostram os amplos pastos de Sua glória. 

Eu sempre gostei da lição gentil implícita nesta reflexão de alguém que experimentou a cura através do estudo de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras. Este relato se encontra no capítulo Frutos: “Mediante a leitura do livro-texto aprendi que Deus nos dá forças para fazer tudo o que temos de fazer.  Aprendi também que as coisas que não devemos fazer (invejar, contender, sentir rivalidade, nos vangloriar etc.) deixam uma esteira de fadiga e desarmonia” (CS, p. 679). Que maravilha. Deus nos deu força para fazer tudo o que é necessário! Vamos ter certeza de que não estamos fazendo algo ou pensando em algo para o qual não somos realmente chamados. Na obediência ativa, encontraremos tudo o que precisamos. 

 

Seção 6. Deus, totalmente bom 

Não existe “algo mais”. Existe Deus, e existe Sua expressão – para sempre um com Deus, como Causa e efeito. Não há um véu atrás do qual Deus esteja escondido – a Palavra de Deus, Sua luz, eternamente presente, nos mostra o que Ele fez. Eu gosto da pureza que está implícita na passagem final da Bíblia: “Esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos, que Deus é luz, e nele não há treva nenhuma” (B16, 1João 1:5). No início deste verão, eu estava lutando com uma doença desafiadora e dolorosa. Eu estava fazendo algum progresso, mas me lembro de pensar por algum motivo neste sentido: “Rapaz, realmente vou aprender algo importante ao passar por isso”. Depois de alguns dias tentando realmente descobrir o que eu precisava aprender com essa experiência, para que eu pudesse continuar e melhorar, de repente percebi que essa não era realmente a abordagem correta. É claro que sempre aprendemos à medida que nos valemos da presença de Deus, a Mente divina, mas não é que aprendemos DO problema. 

O aprendizado, o desdobramento de nosso senso das coisas, é sempre a transmissão de Deus, a atividade da luz do Cristo, mostrando-nos o que Deus está fazendo. Mas Deus não envia o mal ou a discórdia para ensinar uma lição. O sentido material não nos ensina sobre as realidades do universo.  Então, eu estava realmente livre para parar de pensar que precisava aprender algo por causa de uma experiência difícil, e apenas estar totalmente presente, bem aqui, com a presença de Deus. Em outras palavras, não era que eu precisasse aprender mais, antes era sobre que Deus estava lá. Eu poderia aproveitar minha oportunidade de olhar para Deus, não para um problema, para aprender mais. Isso trouxe uma sensação de frescor e harmonia às minhas orações, e logo eu estava experimentando completa harmonia. Deus não usa a discórdia ou o mal para nos mostrar como é melhor com Ele. Deus é Tudo, e bom é tudo o que Deus é. A infinitude de Deus não permite outra coisa senão a Sua natureza, outra coisa ao lado do infinito. Não precisamos nos preocupar em tentar entender tudo de Deus. Mas podemos amar cada oportunidade de apreciar Sua presença e olhar para Ele e somente para Ele. Ele te ama muito e te dá a capacidade sempre presente e completa de sentir Seu amor.

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, 

Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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