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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Libertar-se de todas as falhas da irrealidade!]

“A irrealidade”
26 de setembro a 02 de outubro de 2022

Estudo preparado por:

Christie C. Hanzlik, C.S.   de Boulder, Colorado, EUA

ccern@mac.com • christiecs.com   

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução

Há dezenas de filmes populares que exploram a questão “Como sabemos o que é real?” Alguns exemplos incluem Matrix, A origem, Brilho eterno de uma mente sem lembranças, Contra o tempo, Tron e muitos dos episódios de Twilight Zone e Dr. Who. Até mesmo os protagonistas de comédias como Free Guy–assumindo o controle e Detona Ralph exploram questões sobre a realidade. Esses filmes nos mostram formas de contemplar o ramo da filosofia chamado metafísica – o estudo da realidade e existência. Na maioria deles há um momento em que os protagonistas descobrem uma maneira de determinar o que é real versus o irreal, e revelam que muitas pessoas têm um desejo profundo de saber com certeza o que é real. 

Na minha opinião, essas perguntas sobre “o que é real” são o foco da Lição Bíblica desta semana sobre “A irrealidade”. Nesse Estudo Metafísico dos CedarS (MET) eu relaciono o enredo desses filmes à Lição Bíblica não para ser desrespeitosa, é claro, mas para ressaltar que questionar a realidade é um tema comum na cultura popular, e mostrar que a Ciência do existir – a Ciência da existência – que descobrimos na Ciência Cristã, traz uma solução reconfortante a essas questões.

O que a sanadora cristã Mary Baker Eddy fez, na segunda metade dos anos 1800, foi unir seu questionamento sobre a metafísica – como saber o que é real versus o irreal? – com suas questões sobre a Bíblia, por exemplo “como curar como Jesus curou?”. A Lição Bíblica desta semana sobre “A irrealidade” nos provê possibilidades de ponderar essas questões e encontrar inspiração e significado, para que tenhamos um senso cada vez mais firme e seguro do que é real, do que é significativo e daquilo em que podemos confiar para termos alegria, conforto, sentido e satisfação genuína.

Ao longo da lição desta semana encontramos as palavras “harmonia” e “discórdia” em conexão aos conceitos de “real” e “irreal’. Harmonia está na Lição cerca de dezessete vezes. Podemos definir harmonia como saturação e equilíbrio perfeitos de alegria, conforto, propósito e satisfação genuína e discórdia como a falta ou interrupção da harmonia. Ao passo que o nosso senso de existência pode se confundir e mesmerizar pela discórdia e pela irrealidade, para o senso divino, “a harmonia é o real e a desarmonia é o irreal” (CS20, p. 563). 

 

Texto Áureo e Leitura Alternada

O Texto Áureo (TA) tem seu início com uma afirmação clara: “O que é direito escolhamos para nós; conheçamos entre nós o que é bom” (TA, Jó 34:4).

De acordo com a minha compreensão do contexto dessa declaração, de acordo com a história alegórica de Jó, ele está tentando descobrir o que é real e onde colocar sua fé enquanto sua vida vira de cabeça para baixo e seus amigos tentam influenciá-lo erroneamente. Conforme Jó, muitos de nós parecemos lutar com a fé e com a noção de verdade sobre a realidade quando enfrentamos desafios difíceis.

A Leitura Alternada nos oferece um caminho pronto para determinar o que é certo, bom e verdadeiro. Ela nos lembra a olharmos para a fonte para sabermos o que é verdadeiro; e faz a pergunta retórica: “Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Não!… pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Não!” (Tiago 3:11-13). O autor de Tiago está dizendo, basicamente, que podemos nos voltar à fonte de toda a criação – a Mente divina – e então determinar se algo é certo, bom e real. Em resumo, se a Mente divina (a Mente sem começo) não sabe nada a respeito, então não é real.

Para mim, o restante da Leitura Alternada se parece com um conjunto de instruções:

 

Faça isso Receba isso

– Confia no Senhor e faze o bem; – habita na terra e alimenta-te da verdade;

– Agrada-te do Senhor;             – e ele satisfará os desejos do teu coração;

– Entrega o teu caminho ao Senhor; Confia nEle.   – e o mais Ele fará.

 

 Ao “fazermos assim” – alinharmo-nos com a fonte de todo o bem – nós “recebemos isso” – o certo, bom e real. Afinal, a lei do Bem está no nosso coração (Salmos 37:3-31).

 

Seção 1. A Verdade é o fundamento

Os heróis de muitos filmes de ficção têm de encontrar uma maneira de determinar o que é real para seguir com o enredo e resolver o problema que foi apresentado no filme. Para que “sigamos com o enredo” metaforicamente, nós também precisamos identificar a realidade e determinar o que é real.

Para descobrir o que é real, um bom ponto de partida está no comecinho…ou melhor ainda…é começar com o fato de que não houve começo. A Verdade nunca se inicia. A Verdade sempre foi. Na primeira linha do Evangelho de João, lemos: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. Nunca houve um momento anterior ao Verbo, nunca houve um tempo anterior a Deus. Deus é, por definição, o que não tem começo, e que sempre foi, e é bom.  

Vale a pena ponderar sobre o conceito de ausência de começo. Deus é, novamente, por definição, o que não tem começo e sempre foi e, é bom. No meu entender, “o Verbo” é a verdade de Deus revelada. Deus sempre existiu e “o Verbo” é como sabemos disso. E daí se segue que “todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”…“e eis que era muito bom” (B1, João 1:1-3; B5, Gênesis 1:31). Mary Baker Eddy explicou bem esse ponto. Ela escreve: “No Evangelho de João, está declarado que todas as coisas foram feitas pelo Verbo de Deus, “e sem Ele [o logos, ou seja, a palavra] nada do que foi feito se fez”. Tudo o que é bom ou que tem valor, Deus fez. Tudo o que é sem valor ou nocivo, Ele não fez — por isso não é real. Na Ciência do Gênesis lemos que Ele viu tudo o que tinha feito “e eis que era muito bom” (CS1, p. 525).

A Verdade afirma a si mesma. A Verdade tem poder inerente ao fato de que é verdadeira. E ao compreendermos a verdade da existência – a verdade do existir – vivenciamos harmonia – alegria, conforto, significado e satisfação genuína. Conforme Mary Baker Eddy explica: “A Verdade é afirmativa e proporciona harmonia. Toda a lógica metafísica é inspirada por essa regra simples da Verdade, que governa toda a realidade” (CS4, p. 418). Como analogia, podemos ver que, na maioria dos filmes de ficção científica sobre metafísica, quando os protagonistas captam a verdade – o que é real – essa verdade confere poder e eles conseguem resolver as dificuldades que enfrentam no filme. Bem, a verdade que encontramos aqui nesta Lição Bíblica é ainda maior. É a Verdade com “V” maiúsculo, que indica que ela é eterna, infalível e universal e vai além de qualquer senso limitado ou hesitante de realidade. Os filmes podem expandir o pensamento, mas no final das contas, quando os examinamos bem de perto, eles se apoiam em fundamentos instáveis. Isso é verdade para a visão material (ou limitada e distorcida) da existência também. Ela está apoiada em fundamentos instáveis. Em contraste, a Verdade é Verdade e não pode ser abalada ou contaminada, minada ou distorcida.

Conforme Mary Baker Eddy explica: “Na Ciência, a Verdade é divina, e um Deus infinito não pode ter nenhuma dessemelhança. Teria Deus, a Verdade, criado o erro? Não! “Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?” Visto que Deus está em toda parte e inclui tudo, como pode Ele estar ausente ou sugerir a ausência da onipresença e da onipotência? Como pode haver mais do que tudo? A Verdade não pode ser contaminada pelo erro. A declaração de que a Verdade é real inclui, necessariamente, a declaração correlata de que o erro, a dessemelhança da Verdade, é irreal” (CS5, p. 287).

 

Seção 2. Praticar a justiça, amar a misericórdia, andar humildemente

Outra característica dos filmes de ficção científica que exploram a questão “o que é real?” é que os protagonistas, que descobrem a verdade subjacente e desenvolvem o enredo, são geralmente bons. Eles geralmente têm características como sabedoria, integridade, vigilância, curiosidade, retidão e comprometimento a algo maior que eles mesmos, o que os destaca de seus colegas que não questionam seu ambiente, tornando-os incomparavelmente vocacionados para resolver o problema apresentado no filme.

A necessidade de ter sabedoria, integridade, vigilância, curiosidade, retidão e comprometimento a algo maior que a si mesmo para descobrir a verdade do existir também é um tema que está por toda a Bíblia.

A segunda seção da Lição Bíblica desta semana inclui diversas características que podemos cultivar para nos ajudar a determinar melhor a diferença entre a realidade e a irrealidade da existência. Em 2 Timóteo, somos lembrados a como aceitar “a educação na justiça” para que sejamos “perfeitos” – alinhados perfeitamente com a Verdade (B6, 2 Timóteo 3:16,17); em Provérbios, somos lembrados a ser bons e retos (B7, Provérbios 12:2,5) e em Miquéias que, para compreendermos a Verdade, precisamos praticar a justiça, amar a misericórdia, e andar humildemente (B8, Miqueias 6:1,8).  

Analisando os filmes de ficção científica, é possível percebermos o momento em que os protagonistas precisam descobrir essas características – justiça, misericórdia e humildade – antes de encontrarem a verdade. À luz da Verdade com “V” maiúsculo, essas características podem ser uma prática diária para nós, ao praticarmos o que pregamos no nosso solene sexto fundamento: “prometemos…ser misericordiosos, justos e puros” (Ciência e Saúde, p. 497). Mary Baker Eddy explica que, na Verdade, somos inerentemente bons e perfeitos (CS6, p. 414). Nossa perfeição não significa um tipo específico de corpo ou um alto QI, ou coisa parecida. Nossa perfeição significa que somos perfeitamente conectados e inseparáveis da Verdade divina, do Amor divino. Como um raio está conectado e é inseparável do Sol, assim também nós estamos conectados e somos inseparáveis da fonte de todo existir, a Verdade divina. Para encontrar a “harmonia máxima” precisamos corrigir nossa ignorância acerca de Deus, nossa concepção errônea sobre a Verdade. Conforme Mary Baker Eddy explica: “É nossa ignorância a respeito de Deus, o Princípio divino, que produz aparente desarmonia, e compreendê-Lo corretamente restaura a harmonia” (CS7, p. 390). Esse senso de harmonia – bondade – é natural. A harmonia é uma característica natural da nossa existência e podemos presumi-la. Conforme Mary Baker Eddy explica: “A harmonia no homem é tão bela como na música, e a desarmonia é desnatural, irreal”.

Isso me lembra de como, em muitos filmes de ficção científica, uma “falha” permite que o protagonista perceba o que precisa perceber para questionar seu ambiente e buscar por uma realidade mais profunda. Uma “falha” é como a “discórdia”. Quando a harmonia é natural, uma “falha” deveria nos fazer questionar nosso ambiente e buscar por uma compreensão mais profunda da Verdade da Harmonia que está na base de toda a existência (CS8, p. 304). De Matrix à animação Detona Ralph, quando as personagens questionam as falhas em seus ambientes, conseguem descobrir mais sobre a verdadeira natureza da realidade e veem que são capazes de mais do que imaginavam.

 

Seção 3. Aquele que mostra o caminho *  

Outra característica em comum nos filmes de ficção científica é que eles geralmente incluem um mentor, que tem as inspirações chave e as compartilha com o protagonista enquanto eles descobrem juntos a verdade sobre a realidade. Em Matrix, o protagonista Neo tinha Morpheus. Em Detona Ralph, Ralph consultava um irônico profeta chamado Bill Azedo.

Na Bíblia, que não é ficção, mas uma coleção de inspirações sobre a Verdade com “V” maiúsculo, Cristo Jesus é Aquele que mostra o caminho e cada um de nós é um protagonista, que pode aprender as lições sobre a realidade e a harmonia. A terceira seção desta Lição explica que os judeus se maravilharam com Jesus: “Como sabe este letras, sem ter estudado?”. Cristo Jesus deixou claro que toda a verdade que sabe vem da Verdade divina. Ele respondeu: “O meu ensino não é meu, e sim daquele que me enviou. Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça” (B12, João 7:14-16,24). Isso me lembra da inspiração na primeira seção, de que quando queremos conhecer a verdade da realidade, devemos buscar a fonte de toda a Verdade, a Verdade que não tem começo.

Mary Baker Eddy explica que “Como ideal individual da Verdade, Cristo Jesus veio para repreender o erro rabínico e todo o pecado, a doença e a morte — para indicar o caminho da Verdade e da Vida” (CS10, p. 30). Em outras palavras, Cristo Jesus revogou a irrealidade da crença na separação da Verdade, a crença da discórdia e a crença de um ponto de começo e um ponto final para a Verdade.

Cristo Jesus podia ver através da irrealidade da discórdia e da desarmonia. Aqui estão algumas substituições de palavras numa frase de Ciência e Saúde que conectam essa ideia à história da cura do homem paralítico por Cristo Jesus: “Para Jesus, não era [uma visão limitada], mas [uma visão ilimitada da nossa unidade com a Verdade divina], que constituía a realidade da existência do homem, enquanto que para os rabinos [a visão expandida e ilimitada da nossa unidade com a Verdade] era o intangível e incerto, se não o irreal [senso do homem paralítico]” (CS11, p. 352). O restante da seção explica que podemos seguir Aquele que mostra o caminho para vivenciarmos a cura – o acordar da irrealidade. Mary Baker Eddy explica: “A paralisia é uma crença de que a matéria [ou uma visão limitada] governe os mortais e possa paralisar o corpo [nossa identidade], imobilizando-lhe certas partes. Destrói essa crença, mostra à mente mortal que os músculos [também conhecidos como ‘forças do pensamento’] não têm nenhum poder e não podem perder o que eles não têm, pois a Mente é suprema, e assim curas a paralisia [ou discórdia]” (CS15, p. 375, com acréscimos em colchetes).

Ao compreendermos cada vez mais como discernir entre a irrealidade e a realidade, entre discórdia e harmonia, podemos curar como Aquele que mostra o caminho. A cura não é milagrosa. É o resultado natural da libertação da irrealidade e da discórdia. Conforme Mary Baker Eddy declara: “As realidades do existir, sua ação normal e a origem de todas as coisas são invisíveis para o senso mortal; ao passo que os movimentos irreais e imitativos da crença mortal, que são tentativas de inverter o método e a ação imortais, são qualificados como reais. Todo aquele que contradiz essa suposição da mente mortal quanto à realidade é chamado de impostor ou dele se diz que está enganado. Foi dito sobre um homem: “Como imagina em sua alma, assim ele é”; portanto, como o homem compreende espiritualmente, assim é em verdade” (CS13, p. 212).

 

Seção 4. Oração

Os filmes de ficção científica que descrevi no início deste MET, exploram a questão de como sabemos o que é real. Os filmes podem nos abrir o pensamento para fazer grandes perguntas e pensar de novas maneiras. E, no entanto, eles não oferecem nenhum conforto duradouro. Ao contrário, eles tendem a nos deixar vagamente desconfortáveis. Os filmes não são fundamentados ou satisfatórios em nos dar uma compreensão mais real da verdade da existência. Às vezes, esses filmes podem até nos deixar mais inseguros sobre a realidade.

Em contraste, podemos encontrar conforto e certeza nas Escrituras. A quarta seção da Lição compartilha maneiras de orar para se sentir mais fundamentado e mais livre da incerteza da irrealidade. Para mim, a quarta seção oferece insights sobre como orar, como derrubar a irrealidade e alinhar-se com a realidade.

A seção inclui, por exemplo, a oração simples e humilde: “Faze-me ouvir, pela manhã, da tua graça, pois em ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a ti elevo a minha alma. Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano” (B17, Salmo 143:7-10).

Considerei esta oração – “Faça-me ouvir tua graça” – crucial porque muitas vezes é difícil se afastar da discórdia que parece muito, muito real. Para mim, não foi suficiente me apoiar no raciocínio humano ou no intelectualismo, mas em algum momento, precisei deixar isso de lado e ir com humildade  pedir à Verdade: “Faça-me ouvir tua graça”. A Verdade é a causa, a causa sem começo. Quando estou orando assim, estou essencialmente deixando a Verdade do existir me informar e afirmar que: “Visto que Deus é Tudo, não há lugar para Sua dessemelhança. Só Deus, o Espírito, criou tudo, e achou tudo bom. Portanto, o mal, por ser contrário ao bem, é irreal e não pode ser o produto de Deus” (CS18, p. 339).

 

Seção 5. Libertar-se da discórdia

A Verdade Divina nunca nos deixa incertos, ou como se estivéssemos em algum tipo de cativeiro mental de confusão ou discórdia. A Verdade é sempre clara e sempre nos direciona para onde precisamos ir. A Verdade nos liberta da discórdia mental. A Verdade nos liberta do cativeiro e nos desperta com terno conforto.

A quinta seção explica como a compreensão da verdade da existência nos liberta da discórdia e da irrealidade. Para demonstrar esse ponto, a seção inclui o relato do apóstolo Pedro ouvindo mensagens consoladoras enquanto estava na prisão e saindo direto para a liberdade (B21, Atos 12:1-11). Esse relato demonstra a Verdade universal em que todos podemos confiar para vencer o cativeiro físico ou mental. Aqui está um exemplo relativamente recente da jornalista Elizabeth Pond de como a oração e as mensagens dos anjos resultaram na libertação de um campo de prisioneiros de guerra controlado por guerrilheiros do Khmer Vermelho, conhecidos por suas brutalidades: https://journal.christianscience.com/shared/view/9llwuebyfs?s=e.

 E aqui está outro relato de Elizabeth Pond de janeiro de 2022, no qual ela compartilha sua liberdade do desconforto físico (outra forma de discórdia):

https://sentinel.christianscience.com/shared/view/2awd6ld1i40?s=copylink.  

Nesse relato de cura física através da oração, Elizabeth Pond refere-se ao conforto que ela recebeu com a explicação de Mary Baker Eddy sobre “a prova da cura” como “o senso doce e seguro de que Deus é o Amor” (Ciência e Saúde, p. 569). 

Pedro ouviu anjos — os pensamentos de Deus — há mais de 2.000 anos. Elisabeth Pond sentiu o conforto dos anjos no final da década de 1960 e – tenho certeza – de inúmeras maneiras antes e depois de sua libertação do cativeiro. E, claro, o conforto da comunicação da Verdade está disponível para cada um de nós hoje. “Anjos”, explica Mary Baker Eddy, “são representantes de Deus”. E “Quando sinceramente prestamos atenção a esses guias espirituais, eles permanecem conosco, e acolhemos anjos ‘sem o saber’ ” (CS24, p. 299).

As mensagens consoladoras que vêm da Verdade são exemplificadas por estes Salmos (B18, Salmo 103:6; B19, Salmo 107:13-15, 20, B22; Salmo 91:2,11):

 

“O SENHOR faz justiça e julga a todos os oprimidos.” 

 

“… na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.”

 

“Tirou-os das trevas e das sombras da morte e lhes despedaçou as cadeias.”

 

“Enviou-lhes a sua palavra, e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal.” 

 

“… diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio.”

 

“Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos.”

 

E, como lemos no livro de João, quando nos sentimos como se estivéssemos em cativeiro, podemos nos voltar para a Verdade divina e experimentar a promessa: “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32).

A Verdade Divina nos oferece emancipação física e mental. Como Mary Baker Eddy explica: “O poder de Deus traz libertação ao cativo. Nenhum poder pode resistir ao Amor divino. O que é esse suposto poder que se opõe a Deus? De onde vem? O que é que prende o homem com grilhões de ferro ao pecado, à doença e à morte? Tudo o que escraviza o homem se opõe ao governo divino. A Verdade liberta o homem” (CS25, p. 224).

 

Seção 6. A Verdade é revelada

A sexta seção é como um ponto de exclamação no final da lição, enfatizando o ponto em que a Verdade se torna clara para nós, corrige uma falsa sensação de irrealidade e separação do bem e nos liberta da escravidão do cativeiro físico e mental. A Verdade é clara e direta. A Verdade nunca é confusa. Considere ouvir essas palavras das escrituras como sendo ditas pela Verdade onipotente – não por um ser antropomórfico: “Atendei-me, povo meu, e escutai-me, nação minha; porque de mim sairá a lei, e estabelecerei o meu direito como luz dos povos” (B24, Isaías, 51:4). É reconfortante pensar que a Verdade oferece o julgamento da Verdade para descansar para a luz do povo. Podemos nos ver caminhando na luz da Verdade.

Todos nós somos abençoados com a consciência da luz da Verdade. E podemos aceitar a promessa de Cristo Jesus: “Bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem” (B25, Mateus 13:16). Podemos, como afirma o livro de Jó, “para e considera as maravilhas da [Verdade]” (B26, Jó 27:14, com Verdade no lugar da palavra Deus).

Quando parecemos ver uma falha na harmonia, podemos – como os protagonistas dos filmes de ficção científica – reconhecer que a falha é apenas um alerta para sintonizar a Verdade divina e ver a irrealidade da discórdia. A harmonia é real. E podemos questionar a discórdia, deixando a Lei da Harmonia da Verdade corrigir e derrubar equívocos de qualquer tipo.

Nunca precisamos ficar confusos ou perturbados pela irrealidade. Em vez disso, podemos nos ancorar na força da Verdade sem começo e nunca sermos empurrados por falsas teorias.

Como Mary Baker Eddy escreve: “A compreensão de que toda a desarmonia é irreal expõe os objetos e os pensamentos à vista humana em sua verdadeira luz e os apresenta belos e imortais” (CS30, p. 276). “Toda a realidade está em Deus e Sua criação, e é harmoniosa e eterna” (CS31, p. 472).

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, 

Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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