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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Dê atenção amorosa à Alma e você brilhará para sempre como reflexo único e consciente da Alma!]

“A Alma”
8-14 de fevereiro de 2021

Estudo preparado por:

Preparado por Kerry Jenkins, CS, of House Springs, MO

kerry.helen.jenkins@gmail.com • 314-406-0041

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Introdução — Texto Áureo e Leitura Alternada:

[Grace Wasson, CS, em uma Conferência da Ciência Cristã na década de 60 disse: “onde houver atenção amorosa, a lembrança é inevitável.”] Essa lição fala muito em dedicação amorosa e em recordar todo o poder, a beleza, o amor, a saúde e a vida — a identidade de Deus e do homem. Essas qualidades são, portanto, nossas por reflexo como um presente exclusivo eternamente eterno! A Alma está geralmente ligada à identidade e é difícil compreender quem nós realmente somos, sem uma compreensão profunda de quem é Deus, como Alma. Enquanto eu estava estudando a lição em preparação para este estudo metafísico, senti-me compelida a fazer uma pausa e dedicar-me amorosamente a uma lista de recordações de todas as curas que já tive ou minha família já teve e da qual tive alguma participação.

Acontece com frequência de, quando nós ficamos com dúvida ou medo, de repente nos sentirmos como se nunca tivéssemos tido uma cura em nossa vida. Ou, talvez a mente humana nos diga que não foi realmente uma cura, ou que tenha sido mais insignificante do que pareceu na época. A generalidade dessas sugestões e a natureza invariável delas em toda a humanidade mostram que são mentiras típicas do sentido material.

A memória humana geralmente tenta diminuir o que é inspirado, belo, espiritual. Pense em como o grande dragão vermelho no capítulo de Apocalipse na Bíblia tenta perseguir a mulher para destruir, e com uma inundação, tragar a criança a que ela dará à luz. (Se você não está familiarizado com esse relato leia o capítulo 12 do livro de Apocalipse). A ideia de inundação é como as dúvidas e medos do senso humano que nos cerca, às vezes, quando estamos enfrentando um desafio.

O Bible Lens do Christian Science Sentinel desta semana aponta para o texto áureo, Salmos 22:27, que cita o final do Salmo que se inicia com o famoso clamor: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” um versículo que Jesus pronunciou enquanto estava na cruz. Isso é típico da maioria dos salmos de lamentações que terminam “invertendo o panorama” e dando graças à Deus. Salmos de Lamentações que começam com uma onda de dúvida, medo, desespero, quase sempre se transformam em louvor, afirmação e até mesmo alegria.

Todos nós passamos por desafios — alguns parecem insuperáveis. Mas quando recordamos, meditamos, comungamos, diligentemente procuramos e nos apoiamos na Alma para levarmos o pensamento humano na direção da espiritualidade, começamos a ver e a demonstrar para nós mesmos a natureza imortal e espiritual do homem como reflexo da Alma. (Veja a Leitura Alternada para algumas dessas ideias sobre desejar e buscar pela Alma)

Seção 1 – Como compreendemos a Deus/a Alma?

A fim de compreendermos um reflexo precisamos reconhecer a sua fonte. Para isso precisamos nos empenhar em reconhecer conscientemente como a Alma “põe [Seu] tabernáculo no meio [de nós]” (B1, Levítico 26:11). Como vemos a Alma em ação ao nosso redor e dentro de nós? A Lição Bíblica inclui várias referências quanto à nossa alma estar sedenta pela Alma ou Deus, como ocorreria se estivéssemos sedentos no deserto. Os fatos citados na Bíblia ocorreram num clima desértico, por isso essas analogias eram apropriadas para uma região onde a água era muito valorizada. É óbvio que a água é essencial para a vida. Da mesma maneira uma profunda compreensão da Alma/Deus é realmente essencial para o nosso existir! Quanto mais compreendermos que Deus é Espírito, a Alma, e abandonarmos o “falso senso”, isto é, o senso material de Alma (CS3, p. 335), tanto mais compreenderemos a natureza imortal do homem. Para tal, precisamos exercitar nosso senso espiritual.

A citação CS4 (CS, p. 209) nos apresenta uma definição sucinta do senso espiritual: “O senso espiritual é a capacidade consciente e constante de compreender a Deus.” Cada um de nós possui a faculdade de estar consciente da presença da Alma, e isso constantemente. Ocorre de maneira diferente para cada um. Percebi algo desta presença na voz de meu filho Huck, quando ele entrou em contato comigo, sexta-feira, muito emocionado, a caminho de uma corrida de motocicletas, quando ele e seus amigos descobriram um ninho de águia de cabeça branca com uma águia adulta e um filhote. Tiveram a oportunidade de parar e observar esses pássaros, aves formosas, que se encontravam no topo das árvores, mas abaixo do nível da estrada em que estavam trafegando!

A faculdade que o homem possui de apreciar, de se maravilhar, de amar, de se alegrar com a beleza, o poder e a vida é uma qualidade do senso espiritual. Não é necessária uma visão espetacular da natureza para sentir este senso espiritual, podemos percebê-lo quando paramos um instante para nos lembrarmos de como Deus tem atuado em nossa vida. O costume de rememorar as nossas bênçãos nos alerta para a atividade constante da Alma, assim como a prática de agradecer regularmente, traz à luz mais riquezas espirituais!

Seção 2: A satisfação e a alegria são o resultado de nos lembrarmos de que nosso existir está enraizado na Alma infinita.

O senso material considera o homem mortal, sujeito às leis da matéria. Mas o senso espiritual revela que “O Deus que me revestiu de força e aperfeiçoou o meu caminho,” (B5, Salmos 18).

É na Alma que encontramos a força espiritual para enfrentar toda falsidade, é nela que encontramos nossa plenitude e completude como reflexo da Alma. O senso material sempre nos dirá que precisamos de algo. Que precisamos de mais dinheiro, de mais amigos, que precisamos perder peso e ter mais calma. Esse é o modelo material de homem. Mary Baker Eddy enfatiza esta questão ao declarar na citação CS7: “Ao continuar nossa definição de homem, lembremo-nos de que o homem harmonioso e imortal sempre existiu, e sempre está além e acima da ilusão mortal de que exista vida, substância e inteligência na matéria” (CS7, p. 302).

Embora o verdadeiro homem, o homem espiritual esteja “além e acima” da ilusão do homem material, ele não é inacessível, qualquer que seja a profundidade de nossa compreensão! Pratique o pensamento de relembrar. Pratique a consciência espiritual. Reconheça tudo que você considera belo como proveniente da Alma. Nenhum esforço baseado inteiramente na matéria pode nos trazer uma paz permanente.

Existem muitas práticas que refletem a disciplina, a devoção, o amor e a generosidade da Alma expressando o ser da Alma. Mas, a não ser que tomemos a iniciativa de reconhecer a conexão dessas práticas com a Alma, estaremos apenas praticando mais um tipo de “autoajuda” material. É necessário obter uma compreensão de nossa profunda conexão com nossa fonte espiritual, do contrário não nos sentiremos felizes e em união com a Alma de modo ininterrupto.

Seção 3. Lembrar de pedir orientação à Alma em todas as tarefas, nos leva a unirmo-nos à Alma.

O casamento, na melhor das hipóteses, é frequentemente considerado uma forma satisfatória de felicidade. Muitos, senão a maioria de nós, têm o desejo de vivenciar uma conexão calorosa e gratificante com outras pessoas, especialmente com um cônjuge. Neste belo relato de Gênesis 24 (B8, Gênesis 24:2–4,10,12,14,15,17–19,26,27,58,61,63,64,67) de Abraão enviando seu servo para encontrar uma esposa entre seus parentes para seu filho Isaque, temos exemplos claros da oração humilde e da expectativa de que essas orações seriam respondidas de uma forma útil.

Que tipo de pensamento carregamos conosco quando abordamos as principais decisões em nossas vidas? Esperamos ouvir respostas? Pedimos com humildade o que é certo — dado pela Alma? Ou temos algo em mente? Temos alguém, um cronograma, um tipo e assim por diante, específicos no pensamento?

Se tivermos nossa consciência espiritual ofuscada por nossos desejos humanos que não foram elevados, ou trazidos à Alma para serem “… moldados e elevados …” (CS, p. 1:11), então não podemos ter certeza de nossa direção, ou ter paz com as escolhas que enfrentamos. Esta seção é dirigida apenas àqueles que estão casados ​​ou estão procurando um parceiro para casar-se? Não! Veja esta bela declaração da citação CS11 (p. 58): “A ambição isenta de ego, os nobres motivos de vida e a pureza — esses elementos do pensamento, unidos, constituem, individual e coletivamente, a verdadeira felicidade, força e permanência”. Quem não quer saber o que constitui a “verdadeira felicidade, força e permanência” para nós mesmos e para todos?! Em vez de focarmos em nossa “felicidade” ou em encontrar um cônjuge, por que não focar naquilo que constituem “nobres motivos de vida”, pureza ou no que torna uma ambição altruísta? Estas são ideias que valem a pena ponderar, especialmente se conduzem diretamente à felicidade, força e permanência individual e coletiva! São ideias que valem a pena perseguir em qualquer idade, em qualquer empreendimento. Se estivermos praticando um esporte coletivo, ou mesmo um esporte individual, poderíamos pensar no que nos motiva. É nobre por definição “de um elevado caráter moral ou mental ou excelência” (dictionary.com)?

Qual é a nossa ambição enquanto praticamos ou competimos? Queremos ser notados, ganhar aclamação ou elogio? Nosso senso de valor está ligado ao nosso “sucesso”? Ou nossa ambição é expressar e refletir a alegria da vida, a liberdade e a graça da Alma, melhorar nossas habilidades, bem como abençoar nossos companheiros de equipe?

Como a pureza desempenha um papel em nosso esforço? Nossas ambições ou motivos podem ser mais puros quando estão ancorados em objetivos espirituais. Pureza significa, neste caso, ser composto apenas de ingredientes espirituais. Não há materialidade misturada com nossos desejos. Isso não é tão difícil quanto pode parecer. Requer apenas que nos lembremos de Deus, estando conscientes por um momento, da razão pela qual estamos participando do esporte em primeiro lugar. Nossos relacionamentos, e toda a experiência de vida, podem ganhar um sentido mais profundo de união ou unidade com as alegrias da Alma à medida que praticamos esses três “constituintes do pensamento”!

Seção 4. Nenhum componente ou reflexo da Mente pode ser perdido.

A Bíblia Amplificada coloca a citação B10 (1 Crônicas 22:19) da seguinte maneira: “Disponde, pois, agora o coração e a alma para buscardes (indagar e exigir como sua necessidade vital) ao Senhor, vosso”. Eu simplesmente amo essa parte, “indague e exija como sua necessidade vital”. Com que frequência nos aproximamos de Deus dessa maneira? É como os versículos da Bíblia incluídos nesta lição que se referem a ter fome, sede, falta de ar, pela Alma, Deus.

Em vez de nos desesperarmos quando sentimos que estamos lutando com problemas de memória, por que não afirmar naquele momento que estamos apenas perguntando à Mente nossas informações necessárias? Não estamos buscando pela memória da nossa agenda humana mental.

Toda esta lição me parece que nos encoraja a sempre buscar a Deus em primeiro lugar, a nos lembrarmos dEle primeiro, como nossa fonte de bem. Quer estejamos esquecendo nossas tarefas do dia a dia, ou lutando com problemas de saúde, escola, grandes decisões, precisamos nos lembrar de buscar humildemente a Deus. Espere ouvir o que é preciso ouvir, não dê ouvidos a alguma coisa específica que esteja “tentando se lembrar”, mas abra o pensamento, ou a consciência, para a Mente infinita que nunca está contida em um crânio!

Esta seção até nos diz do que devemos esquecer! Nosso tormento! O envelhecimento é o acúmulo de crenças e pensamentos materiais. Deixe que o tormento, com certeza uma crença humana, seja como “águas passadas”. Deixe que os ressentimentos e a raiva passem da mesma maneira. Se você já esteve em uma ponte vendo a água passar, sabe que grande exemplo é essa analogia para nos livrarmos de todos os tormentos humanos que clamam por nossa atenção.

Posso não ser capaz de abordar mais do que de relance neste texto, o que parecem ser traumas que vivenciamos. Mas, posso dizer com certeza que eles só são resolvidos quando alcançamos um estado de pensamento que esteja pronto para ver esse trauma como digno de ser esquecido ou abandonado. Enquanto sentirmos a necessidade de nos apegar a eles, ou sentir que não podemos deixá-los ir, estamos amarrados a esse sentido material da vida na matéria. Posso dizer que precisamos fazer uma prática consciente e regular, trazendo em nossa consciência a Alma e Sua bondade, agora e sempre, para seguir em frente com paz e alegria.

Seção 5: A Alma dá ao homem domínio sobre o corpo.

Jesus nos deu o exemplo mais consistente do domínio do homem sobre o corpo no seu ministério de cura. Ele estava apenas ilustrando a lei da Alma que revela nossa identidade como espiritual, em vez de material. Ele não estava realizando milagres que só ele podia fazer, em sua posição de filho de Deus. Sua missão foi revelar que essas leis divinas estavam em ação o tempo todo, por todas as eras, a todos que procurem compreendê-las e praticá-las

Quando nos deparamos com uma doença em nossa vida e nos lembramos da Alma, Deus, podemos despertar e nos dar conta da nossa necessidade daquilo que não possuímos (CS21, p. 323). Não necessitamos de uma ‘reforma’ material — um ajuste ou reparo físico. Precisamos de uma “verdadeira ideia de Deus” que nos dará a “verdadeira compreensão da Vida e do Amor”. Leia o parágrafo inteiro da citação CS21 e descobrirá que essa “verdadeira ideia a respeito de Deus” nos dá poder sobre o túmulo, sobre o pecado, e sobre qualquer coisa que queira separar-nos, em crença, da unidade com a Alma. Não precisamos alcançar um elevado status de iluminação para demonstrar esses fatos. Sentimos essa verdade a cada dia por meio da prática da recordação.

Seção 6: A imortalidade ilustrada do homem.

Esta seção contém a história de Jesus ressuscitando o filho da viúva. A totalidade da sua compaixão foi mostrada em seu amor pela viúva que sem seu filho, não teria outra maneira apropriada de se manter naquela época. Talvez esse relato esteja incluído para ilustrar como o Amor estava sendo lembrado para essa mulher, e para seu jovem rapaz. Ela não poderia estar separada da sua fonte de renda, o bem, amor.

Somos lembrados na citação B17 (Mateus 12:18) e novamente na Seção 7 (B21, Isaías 42:1, 6) que devemos “observar” ou reconhecer, ver, olhar, sobre o verdadeiro homem, o homem da criação da Alma. Não “olhe” para o homem no ‘pier’ sendo levado embora da cidade, mas olhe para o homem Cristo, o reflexo imortal da Alma. Jesus diz a seus discípulos na citação B18, que aquele que quiser segui-lo: “… a si mesmo se negue, e tome a sua cruz, e siga-me” (Mateus 16:24).

Negue um falso senso material de si, tome sua cruz, que Mary Baker Eddy define na página 50:30-31 como: “A verdadeira cruz que Jesus carregou ao subir a ladeira do sofrimento, foi o ódio do mundo contra a Verdade e o Amor.” Talvez nossa “cruz” seja diferente, ela tem pelo menos mais outra definição, que achei pertinente considerar como uma possível “cruz”.

À medida que obtemos a verdadeira clareza da identidade da Verdade e do Amor, da Alma, podemos demonstrá-la e compartilhá-la mais claramente com o mundo, ou seja “seguir” a Jesus, realizar as obras. Compreender mesmo que apenas um pouquinho mais sobre a imortalidade da Alma e a identidade da Alma pode nos dar uma breve ideia sobre a natureza imortal do homem.

Seção 7: O Pensamento humano mudará até lembrarmos do homem como o reflexo da Alma.

Isaias 42:1, 6 diz: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz” (B21). Esse homem é o homem da Alma. É dele que devemos nos lembrar quando encaramos desafios. “Lembra-te de que a perfeição do homem é real e inquestionável (CS30, 414:28). Não se parece isso com o servo da citação B21? Nosso pensamento mudará quando nós “… indagamos a respeito e reivindicamos como nossa necessidade vital o Senhor [nosso] Deus”. Nosso sentido espiritual, faminto por um sentido mais profundo sobre Deus e o homem, recebe respostas. Você só tem que se lembrar, dar sua atenção amorosa, para que o dom da graça brilhe para sempre como o reflexo adorável e único da Alma!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Bianca Pessoa, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler e William Trentini, com revisão e preparação de Leila Kommers, e apoio metafísico de Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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