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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[“Sinta a verdadeira sustância da Alma agora!”]

“A Substância”
07 a 13 de março de 2022

Estudo preparado por:

Christie C. Hanzlik, C.S.         House Springs, MO, EUA 

kerry.helen.jenkins@gmail.com         +1(314) 406-0041

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros –  CedarS

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Por serem as Lições Bíblicas divinamente inspiradas, podemos ter a expectativa de que nossas necessidades mais profundas serão atendidas por elas a cada semana.  Perceber que as respostas numa determinada LB pode depender do quanto estamos empenhados na busca por essas respostas espirituais. Isso vai à raiz de um tema na Lição desta semana sobre a substância: a da fé.

Fé pode parecer uma palavra capciosa. Se pensarmos nela como confiança cega em algo de que não temos prova, ela é uma base frágil sobre a qual construir uma vida espiritual substancial. Mas se fé é, conforme diz um comentário da Bible Lens “o modo apropriado de conhecimento em relação às realidades não vistas” [tradução livre], então ela se torna a base para uma vida de substância espiritual.

Aprenderemos com diversos exemplos bíblicos desta semana como a fé pode proporcionar uma base sólida quando confiamos nos nossos sentidos espirituais para ter a realidade de todas as situações. Esse tipo de compreensão espiritual substancial e que é fundamento, pode trazer ajuda à Ucrânia retalhada pela guerra, pode resolver problemas de relações interpessoais em famílias, empresas ou escolas e pode nos ajudar a ver saúde onde a doença parece estar presente. “É a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (Leitura Alternada, Hebreus 11:1-6 e Salmos 119:65,90; 104:24,30,31). Deus é a consciência do Amor, da Mente, da Alma, da Vida, do Espírito, do Princípio, da Verdade. Isso não é algo que vemos com nossos olhos, mas a evidência dessa consciência divina está ao nosso redor, por toda a parte.

E ao aprendermos a construir sobre um fundamento espiritual de fé, nos aperceberemos inspirados a “honra[r] ao Senhor com os [nossos] bens e com as primícias de toda a [nossa] renda” (Texto Áureo, Provérbios 3:9). Isso significa apenas colocar Deus em primeiro lugar no nosso dia. (Deriva de uma sociedade agrária onde os primeiros frutos de uma colheita seriam os mais valorizados quando se vasculha o fundo do barril ou da despensa em busca dos últimos grãos, batatas, maçãs etc. do ano anterior). Por meio da nossa própria demonstração diária da natureza verdadeiramente abundante de Deus como substância, vemos nossa fé inabalável, ou pelo menos tranquilamente escorada, porque vemos que, conforme diz a Bíblia: “pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”.

 

Seção 1. Deus é substância.

Isso está dito direta ou indiretamente em pelo menos oito citações de Ciência e Saúde na lição desta semana (CS1, p. 330; CS2, p. 468; CS3, p. 301; CS8, p. 124; CS22, p. 259; CS24, p. 414; CS27, p. 477; CS29, p. 516).

Como a afirmação “Deus é substância” enriquece nossa compreensão acerca de Deus? Substância é Espírito, ou espiritual, e não material, já que as coisas materiais sempre esmorecem ou acabam por desaparecer. A substância dura, vive para sempre. A Verdade é certamente substancial porque está fundamentada em Deus, não pode ser destronada a não ser numa aparência aos sentidos materiais. A Mente, ou inteligência, é substância. Esta é a afirmação na primeira e na segunda citações de Ciência e Saúde: “Deus é infinito, a única Vida, a única substância, o único Espírito e a única Alma, a única inteligência do universo, que inclui o homem” e “O Espírito, sinônimo da Mente, da Alma, ou seja, Deus, é a única substância verdadeira”.

Muitos concordarão que existe substância espiritual – que a natureza do Espírito como Deus tem um poder substancial. Mas poucos concordarão com a ideia de que a matéria não possa ser substancial também. Essa crença, de que existe substância material e espiritual, é dualismo, e nós humanos temos a tendência de nos engajar no pensamento dualista todos os dias. A verdade para nós, Cientistas Cristãos, é reconhecer que isso é um desafio, e exigir de nós mesmos que vejamos a verdadeira ação de Deus em todas as circunstâncias, e reconhecer esse fato quando o virmos. 

Certamente vai contra nossos sentidos materiais alegar que a matéria não é substância verdadeira. É por isso que a única forma de desarraigar essa pretensão é demonstrar a substância espiritual diariamente. Talvez um pequeno exemplo, de hoje, possa ilustrar: eu sou casada há muito tempo, e mãe há mais de trinta e três anos. Meu marido e eu já tivemos inúmeros desafios ao longo desses anos, e os desentendimentos sobre como a nossa família deveria proceder foram feios, muitas vezes. Por meio do estudo diário e da oração, porém, crescemos em graça e clareza e temos um senso mais profundo da fé na sólida bondade de Deus para governar todas as coisas. 

Quando nos frustramos com algo, hoje em dia, mesmo que haja até algumas palavras amargas, podemos rapidamente mudar essa dinâmica porque sabemos que a nossa motivação é, espiritualmente, substancial. Hoje pela manhã estávamos reavivando uma velha discussão que me levou a lágrimas de frustração quase imediatamente. Mas quase nessa mesma velocidade nós tivemos uma grande descoberta que mudou os nossos pontos de vista. E ela surgiu do fundamento que nós dois sabemos que existe: a Mente infinita sempre tem respostas, mesmo para problemas que nunca fomos capazes de resolver – problemas para os quais pensamos simplesmente não haver solução. 

Para Doug e eu, a descoberta de hoje foi imensa. Certamente não temos uma dessas todos os dias! O que não significa que algo substancial deixou de acontecer em todos esses anos que tentamos resolver qualquer desafio. Cada grama de oração que colocamos num desafio, cada oportunidade que aproveitamos para orar, para realmente orar, não apenas meditar e nos preocuparmos com o assunto, desgasta quaisquer barreiras materiais que pareçam ser substanciais para cada um de nós. Isso inclui situações tão complexas e destrutivas como a guerra na Ucrânia, e frustrações matrimoniais de décadas. Saber o que é substância e o que não é pode transformar a nossa experiência para aquilo que é bom e substancial.

 

Seção 2. O Espírito é substância.

Tudo bem, eu sei que vai parecer repetitivo, mas para a maioria das seções da Lição Bíblica há um sinônimo em destaque, e eu acho isso muito legal de perceber! Nessa seção sobre Calebe e sua fé substancial e profunda na palavra de Deus, há um foco perceptível na substância do Espírito em contraste com a matéria. 

Calebe prezou a inspiração e direção espirituais que Deus deu a Moisés a respeito da Terra Prometida. Ele negou a visão material que parecia óbvia para todos, menos para ele e Josué. Todos os outros observadores voltaram com relatos de que a terra era habitada por pessoas poderosas demais para que aquela pequena tribo dos filhos de Israel pudesse conquistar. Aqui, Calebe vai até Josué, quarenta anos mais tarde, reivindicar o que Deus lhes prometera por sua fidelidade. Calebe não recebe um pedaço de terra qualquer, mas Hebrom, um dos lugares mais sagrados tanto para os judeus quanto para os muçulmanos. Além disso, Calebe nos diz que é tão jovem aos 85 anos quanto era aos 40, e forte, o suficiente, para “o combate, tanto para sair a ele como para voltar”, conforme está no versículo 11, se você lê-lo por completo. 

Se aceitarmos uma visão dualista do mundo, seremos constantemente confrontados com desafios grandes demais para serem superados, com poderes que não podem ser vencidos. Quando confiamos no sentido espiritual e praticamos ver espiritualmente todos os dias, temos vislumbres e às vezes grandes visões do poder e do governo do Espírito!

 

Seção 3. A Vida é substância.

Que bom ter essa história conhecida dos três rapazes hebreus e da fornalha e encontrar novas ideias nesses versos tão familiares. A que estaríamos tentados a dar atenção, e que nos faria “prostrar-nos e adorarmos” algo além da Vida, Deus? Que “música”, tendência social, doença, escassez, nos deixará com tanto medo a ponto de esquecermos que a Vida não está sujeita às leis da matéria? Podemos pensar nesses medos como as vozes que nos dizem que se não nos prostrarmos vamos parar na fornalha ardente da vergonha, da escassez, da solidão. 

Essas histórias da Bíblia tem um poder verdadeiro para nos mostrar hoje o que não mudou em uns poucos milhares de anos! Essa história não está pregando uma abordagem dogmática, mas destemida, à cura na Ciência Cristã. Quando temos fé na contínua e eterna consciência da Vida divina, estamos mais alerta quando um “senso errôneo de vida, substância e mente encobre as possibilidades divinas e oculta a demonstração científica” (CS12, p. 325).  Esse encobrir e ocultar são uma companhia natural do medo. 

Descobrimos que às vezes não conseguimos enxergar facilmente através da névoa do medo. Então, em vez disso, podemos focar na Vida, no Amor e não no “problema”. Procure pelas evidências do poder ativo e vibrante da Vida que estão ao nosso redor. O medo vai se enfraquecer. E nós, então, não estaremos seguindo adiante com algum tipo de bravata sem fundamento, mas podemos andar confiantes lado a lado com o Cristo em qualquer circunstância, mantendo nossa fé firmemente alicerçada na Vida divina. Você pode dizer que um falso senso de vida/Vida é queimado no fogo do crescimento espiritual e que nos deixa com uma visão mais pura e substancial do existir.

 

Seção 4. A Verdade é a substância.

Nesta seção temos a bela história de Jesus curando a mulher que estava encurvada com uma doença por dezoito (18) anos. Ele dá a ordem de “libertá-la” para curá-la, e quando o chefe da sinagoga se opõe por causa das leis do sábado, ele relaciona o ato de libertar essa mulher da mesma maneira que qualquer judeu levaria seu gado a dar de beber no sábado. Ele destaca a necessidade de vermos através das regras religiosas ou da igreja a verdadeira substância espiritual por trás delas. Acima de tudo está o reconhecimento de Jesus do poder da Verdade para ver através da falsa afirmação de que há substância no físico. O corpo da mulher, mesmo estando curvado por tanto tempo, não era sua identidade. 

Mary Baker Eddy refere-se ao físico como não tendo identidade (CS17, p. 369): “Na proporção em que, para o senso humano, a matéria deixa completamente de constituir a entidade do homem, nessa mesma proporção o homem tem domínio sobre a matéria”. Continua nos dizendo que essa visão nos dá um “sentido divino dos fatos”. Mais uma vez, esses “fatos divinos” não serão óbvios para o sentido material, mas eram óbvios para Jesus, e ele nos disse que podemos fazer como ele fez. Isso significa que a Verdade nos dá uma visão precisa de nossos corpos, de nossas circunstâncias e de regras e leis.

A matéria e suas supostas leis não podem nos esmagar, ou “nos curvar” quando entendemos que o que é verdadeiro tem origem na Verdade, e tem poder para negar a mentira da substância material.

 

Seção 5. A Mente é substância. 

Podemos confiar na Mente para revelar as infinitas possibilidades do bem — o poder infinito do governo divino. O centurião desejava desinteressadamente a cura para seu servo. Ele veio a Jesus com uma fé que incluía uma compreensão sólida do que poderíamos chamar de “cadeia de comando”. Ele estava acostumado a ver soldados sob seu comando acreditando que suas ordens eram inteligentes e sábias. Ele foi capaz de dar o salto espiritual de entender que Jesus também era um homem com autoridade, mas que a autoridade de Jesus era divina. O que podemos aprender ao aceitar a autoridade de Deus como boa, confiável e poderosamente sanadora? Como podemos aprender a ouvir e ceder quando temos, talvez, uma opinião muito forte sobre o que fazer a seguir? Essas são perguntas que podemos nos fazer quando olhamos para essa história. Podemos testar nossos planos observando nossos motivos. Eles são altruístas, amáveis, alegres, sábios, amorosos? Esses são motivos substanciais, que sempre levam a caminhos que refletem a inteligência da Mente e recebem a orientação da Mente. Este Centurião vislumbrou que “Quando o homem é governado por Deus, a Mente sempre presente que compreende todas as coisas, o homem sabe que para Deus tudo é possível” (CS26, p. 180).

 

Seção 6. A Alma é substância.

A essa altura, recebemos a mensagem de que devemos honrar a Deus pela substância do bem que a Alma fornece. Todas as citações bíblicas nesta seção encorajam essa gratidão que foi introduzida em nosso Texto Áureo. Quando li a pergunta de Mary Baker Eddy “Acaso dizes que ainda não é chegada a hora de reconhecer a Alma como substancial e capaz de controlar o corpo? (CS28, p. 92), senti-me impelida a perguntar: “O que estamos esperando?”. Precisamos “desfrutar a vida material” primeiro, ou podemos experimentar alegria e satisfação espiritualmente substanciais agora, dando esses “primeiros frutos” a Deus/Alma todos os dias? Tal gratidão a Deus consiste em deixar de lado uma vida materialmente focada – permitindo que a falsa substância da matéria perca sua atração por meio de um abraço vigoroso da substância da Alma.

Não precisamos esperar por alguma oportunidade futura para sentir a substancial satisfação de saúde, abundância, alegria ou esperança da Alma, que é presente agora e é a única maneira real de vivenciar Deus. Podemos sentir esperança e deixar que a esperança se transforme em uma fé sólida e fundamental,”… e quando subordinamos o falso testemunho dos sentidos corpóreos aos fatos da Ciência, vemos essa verdadeira semelhança e reflexo em toda parte” (CS29, p. 516).

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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