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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Vivencie hoje uma vida plena no Cristo!]

“Período de experiência após a morte”
17 a 23 de outubro de 2022

Estudo preparado por:

John & Lindsey Biggs, C.S.   Maryland Heights, MO, EUA

+1 (541) 418-1176 johnbiggscs@gmail.com 

+1 (541) 460-3515 biggs.lindsey@gmail.com   

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução

Na Lição Bíblica desta semana temos a oportunidade de descobrir um senso expandido de vida – desde a mulher no poço que é transformada pela “água viva” do Cristo aos discípulos que se alegram no café da manhã comemorativo com o Jesus ressuscitado.

 

Texto Áureo

“Na vereda da justiça, está a vida, e no caminho da sua carreira não há morte.” (Provérbios 12:28)

 

Na vereda de seguirmos a Deus – no caminho do correto pensar e agir – há vida (vitalidade, vigor, energia nova, renovação, satisfação, plenitude e alegria). Trilhar esse caminho significa que não há término para essas qualidades, ou para nossa capacidade de vivê-las plenamente.

Cada um de nós é a corporificação de qualidades espirituais e nesse caminho não há separação do bem – separação da consciência Cristo que cura e salva. Ela está sempre disponível para você, a cada momento, onde quer que você esteja. De fato, essas qualidades formam a sua identidade – quem você é e será eternamente. Mary Baker Eddy escreve: “Ele sustenta minha individualidade. Não, digo mais, Ele é minha individualidade e minha Vida. Porque Ele vive, eu vivo” (Unidade do Bem, p. 48).


Leitura Alternada

“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vô-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.” (João 14:2,3) 

 

Há um belo panfleto (em inglês), chamado Place, que está disponível nas Salas de Leitura da Ciência Cristã e no JSH Online. Ele inclui muitos artigos maravilhosos que ampliam o senso de lugar: de lar a uma ocupação correta, a segurança de estar no lugar certo na hora certa. Aqui está um link de compartilhamento para o primeiro artigo, em inglês:https://journal.christianscience.com/shared/view/25ehun1zan0?s=copylink . A ideia de lugar pode ser demonstrada na nossa experiência, o que naturalmente inclui toda a bondade necessária para o trabalho, o lar, a companhia, o suprimento e a segurança. Essas são simplesmente evidências do lugar real e espiritual onde realmente habitamos. O único lugar verdadeiro é Deus, nosso Pai-Mãe, e “vivemos, nos movemos, e existimos” em Deus, o bem. Uma ideia só pode residir na Mente que a concebe. Então, cada um de nós é uma ideia espiritual que habita a consciência divina do nosso Pai-Mãe Deus. Nunca podemos deixar ou estar separados desse lugar permanente – o Reino dos Céus. É a Mente única que nos concebe, ou nos pensa. E lá nós temos uma existência bela e imaculada. Unidade é a lei dessa Mente e nenhum de nós pode se ausentar dessa consciência perfeita por um momento sequer. Então, quando estivermos orando, é bom nos perguntarmos “onde realmente estou?” Estou num corpo material numa terra material? Ou sou uma ideia que habita na consciência eterna da bondade, da beleza e da perfeição? Quando começamos a partir desse último ponto de vista, podemos ouvir as mensagens de Deus que afirmam o nosso bem-estar, a nossa completude e a nossa perfeição. Portanto, não precisamos esperar para vivenciar esse “lugar” do qual Jesus fala. Na Verdade, já estamos lá, e podemos vivenciá-lo e demonstrá-lo a cada dia.  

 

“… mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.” (João 14:26) 

 

É o Consolador, o Espírito da Verdade, que nos desperta para quem realmente somos. Ele nos traz a consciência espiritual necessária para percebermos nossa individualidade espiritual e a nossa unidade com Deus. 

 

Seção 1. Uma discípula solícita à porta celestial

“Tudo o que é governado por Deus nunca está privado, nem por um instante, da luz e do poder da inteligência e da Vida” (CS6, p. 215). Nem por um instante sequer! Isso elimina acidentes, idade, lapsos de memória, inabilidade ou qualquer alegação de separação. Deus não sabe nada disso! Um reflexo nunca está separado da sua Fonte. Então o homem, como imagem e semelhança de Deus, nunca pode estar separado da sua Fonte nem por um instante. Nossas orações afirmam essa verdade e negam hoje qualquer coisa que tente sugerir o contrário. Como é que o nosso ego humano pode ser “evangelizado”? (CS5, p. 254). Eu achei uma clareza maior acerca desse termo neste artigo: “A maior realização de Jesus ao cuidar dos negócios do Pai foi a evangelização do ego humano, no qual a verdadeira individualidade governa a personalidade material” (The Father’s Business, Christian Science Sentinel – Os negócios do Pai, tradução livre).

Despir-se da personalidade humana e expressar mais nossa individualidade espiritual é uma excelente maneira de viver como Jesus viveu e permitir que mais do Cristo seja visto na nossa experiência. “O progresso é a lei de Deus” (CS, p. 233) e temos o direito de demonstrar progresso em todas as áreas da vida: negócios, saúde, convivência e suprimento. Mary Baker Eddy escreve: “Hoje, embora se alegre com algum progresso, ela ainda se encontra como discípula solícita à porta celestial, esperando a Mente de Cristo” (CS, p. ix).

Demonstrar a Mente do Cristo evangeliza o ego humano, e permite que a luz do Cristo brilhe cada vez mais, trazendo salvação à humanidade.

“A compreensão de que a Vida é Deus, o Espírito, prolonga nossos dias, fortalecendo nossa confiança na imorredoura realidade da Vida, na sua onipotência e imortalidade” (CS2, p. 487).  A matéria tenta se gabar de que tem algo a ver com a vida, a felicidade, o suprimento. Mas a matéria é nada – é simplesmente um conjunto de limites, medidas mortais, uma suposta ausência do Espírito. Não é vida e/ou inteligência. Portanto, não comunica ou é substância real. A substância real é espiritual, bela, inofensiva, intocável, intacta e permanente. A substância real é suprimento, domínio, saúde, felicidade. Então, podemos demonstrar que é o Espírito, Deus, que nos dá o que precisamos – vida, felicidade, companhia e suprimento – não na matéria, mas contrariando a matéria.

A pesquisa Lupa Bíblica acrescenta o seguinte:

Um comentário sugere: “Deus dá a única vida real que existe. Quando nos damos a Ele e andamos na luz que Ele nos proporciona, na Sua Palavra e pelo Seu Espírito, aproveitamos a vida no seu máximo” (tradução livre).

 

Seção 2.  Deixe os velhos cântaros para trás

O que me impressiona nessa história bíblica sobre a mulher no poço é: “Quanto à mulher, deixou o seu cântaro…” É como se ela se esquecesse totalmente de que viera de longe até o poço, no calor do dia, para buscar a água de que precisava! Será que no seu encontro com o Cristo ela ficou cheia daquela “água viva” e tão renovada e reabastecida que simplesmente se esqueceu dessa tarefa diária básica a respeito da água? Ela estava tão ávida por compartilhar sua alegria com os outros que simplesmente correu para lhes dizer que viessem se encontrar com o Messias – Cristo Jesus! Que transformação total de pensamento. É semelhante à dos discípulos quando deixaram suas redes para seguir Jesus, ou quando Pedro mergulhou na água para nadar rapidamente e ver Jesus após a ressurreição – sem perda de tempo! “A disposição de tornar-se como uma criança e de deixar o velho pelo novo faz com que o pensamento seja receptivo à ideia avançada. A satisfação de deixar os falsos pontos de referência e a alegria de vê-los desaparecer — essa disposição contribui para apressar a harmonia final” (CS10, p. 323).

O que você deixaria para trás para abraçar o Cristo mais completamente? Cada um de nós pode deixar seus cântaros e seguir o Cristo – seguir as palavras de Jesus: podemos “desatar a nós mesmos [das falsas opiniões] e nos deixarmos ir” (como quando Jesus ressuscitou Lázaro); abandonar pensamentos antigos, dúvidas, qualquer coisa que tente limitar nossa caminhada adiante – podemos deixar tudo isso para trás e abraçar a nova alegria da vida no Cristo. Cristo diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). O único Ego, o único “Eu”.

“Emerge suavemente da matéria para o Espírito. Não penses em resistir à suprema natureza espiritual de todas as coisas, mas vem com naturalidade para o Espírito, por meio de melhor saúde e melhor moral, e como resultado do progresso espiritual” (CS9, p. 45). Eu amo essa passagem. A mente mortal é inclinada a extremos. Quer seguir totalmente um caminho ou outro. Tem uma boa experiência, e diz que é isso que fará o tempo todo. Ou tem uma experiência ruim e diz que jamais fará isso novamente. A gentileza é uma qualidade de Deus tão bonita. Ela nunca força; mas desdobra-se, natural e perfeitamente, como a floração de uma rosa. “A ternura acompanha toda a força que se origina do Espírito” (CS, p. 514). 

Podemos ser bastante ternos conosco e com os outros. A ternura significa que temos uma visão mais gentil sobre nós mesmos – menos pensamentos de críticas destrutivas, dor, condenação etc. Quando temos uma visão mais suave acerca de nós mesmos, expandimos essa gentileza naturalmente de forma que inclua os outros, e nos sentimos menos julgados ou limitados por opiniões e mais livres para expressar nossa verdadeira identidade espiritual. A mulher que estava no poço talvez tenha vivenciado uma transformação como essa! No início dessa história, ela está no poço, sozinha, no calor do dia, quando ninguém mais deseja ir buscar água. Talvez ela não queira ser vista por outros, ou deseje evitar determinadas interações. Mas ela encontra Jesus no poço – e esse vislumbre de quem e do que ela realmente é claramente apaga a falsa visão que ela mantinha de si mesma, de ser indigna, irrecuperável, de ter uma má reputação que a faz evitar outras pessoas. Agora, ela corre até outros indivíduos da comunidade (abandonando essas referências) para compartilhar sua alegria em vivenciar o Cristo. O resultado dessa alegria e dessa perda de inibição, como as de uma criança, é que Cristo Jesus fica naquela comunidade por mais dois dias e eles, também, podem vivenciar o poder transformador do Cristo. “Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?!…Saíram, pois, da cidade e vieram ter com ele. Vindo, pois, os samaritanos ter com Jesus, pediam-lhe que permanecesse com eles; e ficou ali dois dias. Muitos outros creram nele, por causa da sua palavra, e diziam à mulher: Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo” (João 4:29-30,40-42).

Imagine como as relações dessa mulher e aquela comunidade foram transformadas depois desse encontro!

 

Seção 3. Convicção simples

Ao ler essa história sobre a cura da filha de Jairo novamente (B9, Lucas 8), fiquei impressionada com a simplicidade desse relato. Certamente houve a TENTATIVA de se estabelecer muito drama – pessoas tentando apressar Jesus, as informações desesperadas quando Jesus se aproximava, pessoas chorando e clamando, e a total rejeição da possibilidade de cura…nossa, que burburinho. Mas Jesus não estava preocupado com as crenças e ações das pessoas a sua volta. Ele disse apenas: “crê somente, e ela será salva”. Conforme Mary Baker Eddy explica em Ciência e Saúde, sabemos que essa crença não é só uma opinião vacilante, mas sim uma convicção fiel. Ela escreve: “As palavras em hebraico e em grego, muitas vezes traduzidas pelo verbo crer, tem um significado um pouco diferente daquele que esse verbo transmite; elas têm mais o sentido de fé, compreensão, confiança, constância, firmeza. É por isso que nossa versão corrente das Escrituras muitas vezes parece aprovar e sancionar o ato de crer, quando quer reforçar a necessidade de compreender” (p. 488). Em vez de oscilar com todas as alegações variáveis do dia, baseadas no assim chamado reporte do senso material, temos o direito à fé e à convicção puras e retas, baseadas na sólida compreensão de Deus como inteiramente bom. Deus, sendo bom e completo, é naturalmente expressado em bondade e completude. E sua amada família simplesmente é incluída como parte dessa expressão. Não precisamos ficar presos nesse burburinho – ou na apatia – do assim chamado senso material. Deus, o bem, nos mostra a realidade: como é maravilhoso podermos sempre buscar por Ele e sentir Sua amorosa presença, e o que ela significa para nós.

 

Seção 4. Nos disseram desde o início!

Sabemos que devemos amar. Isso nos foi dito desde o início! A citação bíblica 10, de 1 João, soa bem alto e claro: “Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros; Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte. Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade”. Seria mais difícil ser mais claro do que isso! 

E, no entanto… quantas vezes nos esquecemos de amar. Quantas vezes justificamos não amar os outros, ou simplesmente aceitamos que o amor pode não ser possível em qualquer situação?

Eu tive uma experiência muito legal quando fui conselheiro do acampamento Cedar’S e que realmente me marcou como uma forma inesperada de viver o amor e sentir o amor! Eu entro em detalhes no seguinte artigo em inglês,  From fear to love of horses (Do  Medo ao Amor pelos Cavalos, tradução livre), mas em resumo, eu estava absolutamente aterrorizado com cavalos. Através das orações consagradas de um praticista da Ciência Cristã, bem como do amor vivido de meus colegas conselheiros enquanto eles usavam seu precioso tempo de folga para me ajudar – e minha vontade de tentar amar os cavalos – encontrei a cura completa. Ao aprender a apenas recorrer a esta lição primária e mais clara – que devemos amar – tornei-me capaz de servir ao acampamento como instrutora de equitação dedicada, e até hoje, andar a cavalo é uma das minhas atividades favoritas. Nunca é tarde demais para nos apoiarmos mais em nossa capacidade de viver o amor – e de sermos amados.

 

Seção 5. Nunca Desista

Uma das coisas que mais gosto nessa história da pesca é como o desjejum já havia sido preparado. Aqui está a história em parte: “Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Disseram-lhe os outros: Também nós vamos contigo. Saíram, e entraram no barco, e, naquela noite, nada apanharam. Mas, ao clarear da madrugada, estava Jesus na praia; todavia, os discípulos não reconheceram que era ele. Perguntou-lhes Jesus: Filhos, tendes aí alguma coisa de comer? Responderam-lhe: Não. Então, lhes disse: Lançai a rede à direita do barco e achareis. Assim fizeram e já não podiam puxar a rede, tão grande era a quantidade de peixes. Ao saltarem em terra, viram ali umas brasas e, em cima, peixes; e havia também pão. Disse-lhes Jesus: Vinde, comei” (B13, João 21:12).

Os discípulos estavam vivendo sob uma nuvem de tristeza e resignação, não tendo percebido que Jesus realmente quis dizer isso quando disse que iria ressuscitar! Então, eles voltaram à sua abordagem normal. Desse ponto de vista, tudo o que iriam encontrar era mais vazio. Então eles receberam um lembrete: tentem de uma perspectiva diferente – literalmente jogando suas redes de um lado diferente. Considere esta reflexão de Mary Baker Eddy, compartilhada em um Discurso perante os ex-alunos do Massachusetts Metaphysical College de 1895: “Com fidelidade e mansidão, trabalhastes toda a noite; e, ao raiar do dia, muitos peixes apanhastes. Algumas vezes vossa rede esteve tão cheia, que se rompeu: o orgulho humano, insinuando-se por entre as malhas, esticou-a demais; depois, soltando-vos da mão do Amor divino, perdestes vossos peixes e, talvez, tenhais posto a culpa mais nos outros do que em vós mesmos. Mas aqueles que Deus torna “pescadores de homens” não remarão de volta à praia; assim como Pedro, eles navegam até o alto mar, lançam suas redes para o lado direito, recuperam as perdas, e adquirem um senso mais elevado da ideia verdadeira. Nada se perde daquilo que Deus dá: se Ele tivesse enchido a rede, ela não se teria rompido” (Escritos Diversos 1883–1896, p. 111).

Nunca precisamos desistir. Podemos pacientemente e persistentemente continuar despertando para o chamado de Cristo e descobriremos que nossa provisão, nossa refeição matinal, nosso pão de cada dia, já está provido, já é dado pelo Amor eterno. Não importa o que pareça estar acontecendo ao nosso redor, sempre podemos olhar para a Palavra de Deus – Sua luz.

 

Seção 6. Eterna segurança

Eu amo o hino de conforto que ecoa nesta seção. Não precisamos ter medo de “grandes questões” que possamos ter sobre a vida. Como Isaías diz: “A glória do SENHOR se manifestará” (B15, Isaías 40:5); se ainda não estamos vendo a glória de Deus, vamos continuar olhando para Ele. Foi-nos dada esta promessa; podemos amar, nos engajar ativamente na fidelidade e confiar em Deus para ver o que Ele tem para mostrar. Deus é bom! E tudo o que Ele é, toda a Sua vontade, é bom. Então, nosso papel é testemunhar fiel e intencionalmente a Deus e amar ver o que Ele está fazendo. “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos.” Essa promessa de Isaías (B16, Isaías 25:9) é uma promessa que podemos fazer todos os dias. É assim que nos valemos da presença de Deus: vivendo com esta promessa.

Somos tão amados. Deus nunca nos abandonará. Nós somos Sua própria expressão, a emanação da existência do Amor. Louve a Deus! Obrigado Pai-Mãe.

Tenha uma semana abençoada!

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, 

Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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