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Ande pela Reta Seta da Justiça e Conheça Eterna Misericórdia e Bondade de Deus
Idéias de Aplicação para a Lição Bíblica da Ciência Cristã em
O castigo eterno

28 abril – 4 maio , 2014

Por Craig L. Ghislin , C.S.
Glen Ellyn , Illinois ( Bartlett)
craig.ghislincs @ icloud.com / (630) 830-8683

     Todos nós temos sido corrigidos em um momento ou outro. Normalmente, esta correção é para o nosso próprio bem. Podemos olhar para trás e ver que nos ensinaram lições valiosas. Quando estamos em meio da correção, podemos nos sentir muito mal , e às vezes, pode parecer que as coisas vão demorar muito tempo para se ajustarem.
TEXTO ÁUREO – Isaías 54:8 “… com misericórdia eterna me compadeço de ti, diz o Senhor, o teu Redentor.”
    Por si só, este versículo apresenta uma mensagem muito esperançosa, mas no contexto, lemos que os filhos de Israel tinham sido exilados, como punição por seus pecados. Parecia-lhes como se Deus , por um momento, tivesse virado as costas para eles, mas agora Deus promete que a relação será permanentemente restaurada, tal como a promessa de Deus a Noé que um evento tão catastrófico como o dilúvio não aconteceria de novo, e que Deus estaria conosco para sempre. A adversidade pode parecer assustadora no momento, mas o profeta está nos encorajando a não desanimar. Mesmo em meio a escuridão, aparentemente assustadora, a face de Deus ainda sorri para nós.
LEITURA ALTERNADA – Salmos 86:5, 7, 1, 16;  119:67, 76, 77, 80, 142
    A LA continua esta idéia retratando Deus como bom, pronto a perdoar, e abundante em benignidade para com aqueles que o invocam. O salmista sabe que quando ele chamar, Deus vai responder. Ele anseia por andar com Deus e não se desviar do caminho da verdade, mas confia que Deus vai ajudá-lo se ele errar. Na verdade, o salmista tem quase certeza de que ele vai cometer erros, mas ele entende que Deus é benevolente, por isso ele sabe que pode ir a Deus, quando ele se meter em problemas novamente.
    Se você entrou em apuros, você iria para alguém que iria culpar você, gritar com você e fazer você se sentir sem valor? Provavelmente não. Você iria procurar alguém que você conhece e que vai ajudar e orientar a você e corrigir, se necessário, e incentivar você em suas lutas para seguir em frente.  Quando eu estou com problemas, eu vou para Deus. Lembro-me das palavras de Mary Baker Eddy:  "Tua voz escutarei para não errar " (Hino 304). Historicamente, as lições bíblicas sobre o tema, “ o castigo eterno” , sempre enfocam sobre a natureza amorosa de Deus ao invés da visão antiquada de Deus como um Magistrado que envia relâmpagos para punir os pecadores. A bondade e a misericórdia se destacam na LB desta semana. De acordo com a Concordância Strong´s, as palavras hebraicas traduzidas como "bondade" e "misericórdia", são muito semelhantes; ambas as definições incluem as idéias de compaixão , devoção, graça , favor, e imutável amor.
“Bondade”, conforme definido no Dicionário Student´s Reference, quer dizer: " Boa vontade; benevolência;  temperamento ou disposição que tem prazer em contribuir para a felicidade dos outros, e que é exercido alegremente em gratificar aos desejos deles, suprindo as necessidades, ou aliviando as angústias deles.
"Mercy”, é definido como: "Essa benevolência, brandura, ou ternura de coração que dispõe a pessoa a esquecer os ferimentos, ou para tratar um ofensor melhor do que ele merece, a disposição que suavisa a justiça, e induz uma pessoa ferida a perdoar ofensas e lesões, e de deixar o castigo,  ou infligir uma pena menor do que a lei ou a justiça ordenam."  Embora esta definição é ampla, ela continua: "neste sentido, talvez não haja palavra em nossa língua, um sinônimo preciso, para misericórdia. O que chega mais próximo é  graça.  Implica a benevolência, a ternura, a suavidade, piedade ou compaixão e clemência, mas exercido somente para os infratores. Misericórdia é um atributo distintivo do Ser Supremo."
     Todos nós temos que admitir que grande parte dos males no mundo de que sofre e se queixa a humanidade são devido a uma falta de bondade e misericórdia.  Grande parte das pessoas têm justificação para a vingança com base num falso senso de Deus e da justiça divina. Eddy escreve em Ciência e Saúde: "Quem quer que creia que a ira é justa ou que a divindade é apaziguada pelo sofrimento humano, não compreende Deus” (CS p.22:27) . Esta LB nos dará uma melhor compreensão de Deus e Sua bondade misericordiosa.

Seção 1: “ … O mal não faz parte do conhecimento divino" (Un. 4:21).
    O erro mais gritante que as pessoas cometem sobre Deus é pensar que ele conhece o mal. De alguma forma, se imagina que Deus vê tudo o que se está fazendo na terra – tanto o bem como o mal e sendo assim, pune e recompensa em conformidade com os atos de cada um e finalmente Ele decidi se são merecedores do céu ou se vão para o inferno. Em seu livro Unidade do Bem, Mary Baker Eddy escreve: “A natureza e o caráter de Deus são tão pouco compreendidos e demonstrados pelos mortais, que aconselho meus alunos a adiarem essa questão infinita nas suas conversas sobre a Ciência Cristã. Aliás, melhor seria que não tocassem no assunto, até estarem mais próximos do caráter divino e serem capazes de dar provas na vida prática de que, à medida que se aproximam da verdadeira compreensão de Deus, perdem todo senso de erro” (1:14-21).  
    Antes de entrar no cerne desta Lição, há outra passagem do mesmo livro onde Eddy põe a mesa para nós, e sucintamente explica esses pontos importantes.
    “O pecador não tem refúgio contra o pecado, exceto em Deus, que é  sua salvação. Temos, contudo, de compreender plenamente a presença, o poder e o amor de Deus, para sermos salvos do pecado. Essa compreensão elimina o gosto que o homem tem pelo pecado e o prazer que nele sente; e, por fim, remove a dor que o pecado lhe traz. Acontece então, como resultado final na Ciência, o seguinte: O pecador perde o senso de pecado e ganha um sensomais elevado de Deus, em quem não há pecado (Un. 2:6-14).
    As Escrituras claramente declaram que Deus é "tão puro de olhos que não podes ver o mal" (B1). Como teólogo Albert Barnes diz: "A luz não pode co-existir com a escuridão , o fogo com água, o calor com o frio, a deformidade com a beleza, a impureza com a doçura, nem é o pecado compatível com a Presença de Deus … Há uma contradição
entre Deus e impiedade . "Deus é estável e constante como uma pedra e "Seu trabalho é perfeito" (B2). Deus não está nos observando para nos pegar quando em um erro. Isso é um ponto de vista totalmente humano. Deus é divino. Ele é bom, e sua " misericórdia é eterna" (B3). Mesmo que pareça que sofremos, Deus não vai nos rejeitar. Deus está sempre do lado da justiça e todos os que são honestos vão segui-la (B4). Jeremias nos (B5) lembra que, apesar dos judeus no exílio passarem muito tempo sem quaisquer provas reconhecíveis do cuidado de Deus e lamentarem essa condição, Deus sempre os amou e os libertou desse cativeiro.***

Eddy olhou para esse tema de forma lógica: “ "Deus é Amor." Mais do que isso não podemos pedir, mais alto não podemos olhar, mais longe não podemos ir" (CS1) . Não faz nenhum sentido e é contrário à lógica de um criador amoroso tornar o homem capaz de  errar, esperar que ele o faça, e depois puni-lo por isso (CS2). O pecado e o mal, simplesmente não podem vir de um Deus bom e amoroso. Os atributos de Deus mencionados por Eddy (CS3 ) coincidem com as definições de bondade e misericórdia mencionadas anteriormente.

Portanto, se Deus não nos pune, isso significa que não fomos criados para ser pecadores, e não temos de aceitar, e nem sucumbir ao pecado. Nós temos o direito dado por Deus de rejeitar qualquer pecado que se apresenta (CS5). Se pensamos que não temos condições ou o poder para vencer o pecado, estamos deixando o barco à deriva e podemos acabar nos sentindo sozinhos e alienados em um mundo do mal. Mas isso é um equívoco. Raciocinando espiritualmente, podemos confiar na onipotência de Deus e ter a certeza que a vontade de Deus para nós é sempre boa.

Seção 2 : É o pensamento que conta
    Assim, se Deus não nos criou para o pecado, e Ele é o próprio Amor misericordioso e bondoso, ficará o pecado impune? Não. O pecado nos afasta de Deus, e enquanto Deus é bom onipotente, nos entregarmos ao pecado, ou acreditar que estamos separados de Deus, traz resultados infelizes, que podem ser sentidos muito bem como punição. Mas não é Deus que pune: o pecado traz a sua própria punição. Nós colhemos o que semeamos (B6). Se semearmos para a carne, vamos colher corrupção. Se a ação nasce do desejo egoísta, que estimula o crescimento dos maus desejos, colhe-se corrupção interior.

    O rei Davi deveria ter pensado melhor antes de envolver-se com Bate-Seba (B7). Ele poderia ter suprimido seu desejo sexual por ela.  Como ele nunca a tinha visto antes, é muito claro que seu motivo era atraçaõ sexual. Cristo Jesus advertiu aos lascivos contra perseguições, e alertou ainda mais. Ele disse: “qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura no coração, já adulterou com ela” (B8).  Isto pode parecer extremo para alguns, mas nós, como cientistas cristãos , devemos compreender mais do que os outros como é importante  manter um olhar atento sobre o nosso pensamento. Para aqueles que podem se ofender com as implicações estritas das instruções de Jesus, o teólogo Adam Clarke enfatiza: "Se olhares e desejos voluntários e deliberados fazem adúlteros e adúlteras, quantas pessoas há cuja vida inteira é um crime contínuo" e, então, ele traz à tona o seguinte ponto:  "Muitos abominam  cometer um ato externo diante dos olhos dos homens, em um templo de pedra; e ainda assim eles não têm medo de cometer uma infinidade de tais atos no templo de seus corações, e diante dos olhos de Deus!"

    Eddy ressalta a declaração de Jesus apontando para a importância da "ação da mente humana" (S6 ).   Eddy não fugiu do assunto e, de fato, fez questão de nos ensinar que “o pecado é seu próprio castigo” (S7). Ela ensina que o pecado traz seu próprio sofrimento e este sofrimento é o meio de destruir o pecado (S8 ). Se alguém se entrega ao pecado, não há nenhuma maneira de evitar o sofrimento. O livro Ciência e Saúde diz: "Todo suposto prazer no pecado nos dará mais do que seu equivalente em dor, até que a crença na vida material e no pecado seja destruída” (CS8). “Omeio de escapar à miséria do pecado é deixar de pecar. Não há outro meio (CS9).

    Tal como Jesus fez, Eddy nos alerta para darmos atenção especial para o que estamos pensando. Ela nos adverte sobre "pensamentos sempre se volvem ao próprio eu” a respeito do corpo, e a expectativa de prazeres e dores corpóreos. Olhando para o corpo buscando o prazer ou a felicidade traz o oposto (ver CS10) . O remédio é "desviar o olhar do corpo para a Verdade e o Amor." Na exata proporção quando desviamos do corpo o olhar em direção a pontos de vista espirituais, vamos trazer os mesmos para a nossa experiência.

    Eddy explica que “O perdão por parte da misericórdia divina é a destruição do erro.”(CS11). Apesar do que a mídia tenta nos dizer, nós não somos pecadores mortais, somos ideias espirituais. Entendendo isso, de bom grado deixaremos ir a sensualidade e nos esforçaremos para sermos mais espirituais. Pode ser um desafio, mas vale bem a pena o esforço.

Seção 3: Precisamos nos arrepender
    Às vezes é preciso um pouco de esforço para nos convencer de que estamos pecando.  A maioria das pessoas, antes de pecar não pensam: "Como posso quebrar a lei de Deus hoje?" Não, eles geralmente pensam que estão fazendo algo de bom para si mesmos e pensam pouco além da satisfação do momento. Eles permitem que sua emoção substitua sua inteligência. Mas isso coloca as pessoas em apuros. Davi precisava ser convencido de que ele tinha cometido um erro, então o profeta Natã contou-lhe uma história em que o protagonista era certamente a culpa (B9). David viu claramente que o homem da história tinha cometido um grave erro e estava irritado com ele, e então Nathan mostrou a Davi que ele tinha feito a mesma coisa. David justamente sentiu-se horrível e segundo a tradição, escreveu um belo salmo de arrependimento (B10). A chave aqui é que ele assume a responsabilidade pelo seu pecado e deseja profundamente  ser puro novamente. Ele quer começar de novo com uma folha em branco e voltar ao caminho com Deus.

    Se alguém já fez algo muito errado, vai sentir no fundo do coração o mesmo que Davi sentiu. Isaías promete que aqueles que se arrependem encontrarão paz e misericórdia (B11).  Se alguém está nesta situação agora, ou se há um pecado do passado ainda tentando arrastá-lo para baixo, deixe seu coração cansado abraçar o espírito de súplica de Davi. Se você é honesto e sincero, você encontrará a paz, a libertação, o perdão e a salvação.

    A sinceridade é a chave. CeS diz que se desculpar é fácil, mas só a reforma demonstra nossa sinceridade (CS12 ). É certo que pode ser difícil corrigir/reformar algo que você acha que é capaz de lhe dar felicidade. No entanto, é claro que a felicidade do pecado é fugaz e o pecado traz sofrimento e culpa depois.  A reforma começa realmente quando vemos que na realidade, não há prazer no pecado (CS13).  Procurar ativamente e amar o bem.  A procura ativa e amorosa do bem destruirá os falsos apetites.  Este é um comando direto. Temos que reverter todos os erros da sensualidade e substituí-los por verdades espirituais.  Eddy nos diz para "sufocar esses erros" logo no início, rapidamente se não quiseres  que eles fiquem piores (CS14). É uma tática conhecida de guerra, se você quer ganhar, você tem que esmagar o inimigo totalmente, ou o inimigo vai voltar novamente. Nós derrotamos o inimigo – o erro – expondo seus métodos falsos e mentiras (CS15).  Assim, vemos através da mentira e não nos deixamos enganar por ela.

    É um princípio de nossa igreja que Deus perdoa o pecado, destruindo-o, mas o pecador vai continuar em sofrimento, enquanto ele continuar a pecar (CS16). O sofrimento que nos reforma e nos faz abandonar o pecado é uma coisa boa. “As salutares corrigendas por parte do Amor, Deus, ajudam-nos a prosseguir na marcha para a retidão, para a paz e para a pureza" (CS17 ).

Seção 4: Expulsar o mal e o medo traz cura
    Algumas vezes, ao lutar com uma doença, nos sentimos completamente espremidos como uma planta caída. É isso o que o salmista está sentindo na citação B12. Na citação seguinte, o autor sente seus inimigos ainda piores pelo peso extra de sua iniquidade, o impedindo de ver a si mesmo claramente (B13). Nem sempre, mas há momentos quando nossos inimigos físicos são exacerbados por alguma crença de pecado que nos impede de ver nosso caminho em direção à Verdade. Esse deve ter sido o caso com o paralítico em Mateus (B15). Jesus deve ter detectado alguma coisa no pensamento do homem e com compaixão enfrentou o medo, ao assegurar ao homem que os pecados dele estavam perdoados. Com certeza há resistência dos instituições religiosas que com frequência vêem o homem sofrer devido aos seus pecados, ao invés de curar o sofredor.  Jesus enfrentou a oposição com domínio e o curou de ambos, do pecado e da doença.
    Esse mesmo Cristo que cura opera por meio da Ciência Cristã hoje e cura a ambas as crenças de pecado e de doença (S18). Pessoas com o pensamento religioso são às vezes receptivas à possibilidade de cura moral por meio de meios espirituais, mas eles não são tão rápidos para aceitar a cura da doença. Na CC, ambos o pecado e a doença são ilusões; e enquanto o pecado é considerado um mal voluntário, a doença é involuntária. A operação do Princípio divino pode vencer a doença bem como o pecado, assim como a luz destrói as trevas (CS19).

    É interessante que  Eddy reconhece a necessidade de curar o pecado quando estamos curando um problema físico (CS20). Ela escreve que expulsar o medo e o mal, ou pecado, habilita a verdade a ser percebida e isso traz cura. Há tempos em que aqueles que estão sofrendo, sentem que eles estão sendo punidos por alguma coisa que fizeram de errado, ou algo de errado que está em seu pensamento, bem como tempos em que uma pessoa sente que ele ou ela orou sobre tudo o que poderia pensar e não sabe o que fazer em seguida. Em tais casos, permitir que o Cristo purifique e limpe nosso coração, e fazer um esforço sincero para ser mais espiritual pode ajudar a nos elevar acima do sofrimento. Expelir o medo é importante também. Mas, o medo nem sempre parece óbvio. Algumas vezes não temos tanto medo por termos quebrado uma lei moral, quanto o temos por quebrar uma lei da medicina  ou outra falsa lei. Descobrir/revelar/trazer à tona, tudo o que necessita ser curado, incluindo o pensamento resistente, é o que Jesus fez no caso do homem paralítico. Compreender que Deus é a única Mente nos ajuda a soltar o erro, e uma vez vista nossa verdadeira natureza espiritual, não há nada mais, apenas a perfeição (CS21).

    Esse processo de reconhecer Deus como a única Mente e portanto, expulsando a doença e o pecado, não é o mesmo que pedir/implorar a Deus por perdão e misericórdia. É responsabilizar-se por nosso pensamento, reformando e aplicando a lei superior do Principio divino à nossa situação (CS22). Então descobrimo-nos enriquecidos e curados moral e fisicamente.

Seção 5: Como praticamos misericórdia e gentileza?
    Bem, a perspectiva de ser Deus misericordioso e gentil faz-nos sentir melhores sobre nossa própria necessidade de perdão, mas, qual nossa capacidade de praticar a misericórdia e a bondade?  Paulo encorajou os Filipenses a ter a mente “que havia também em Cristo Jesus” (B16). E nós deveríamos fazer nosso melhor para pensar e portanto agir como ele agiu.
O que Jesus ensinou sobre a misericórdia e a bondade? Além da beatitude prometendo que o misericordioso obterá misericórdia, uma de suas lições sobre esse tópico foi trazida a Pedro (B17). Pedro pergunta ao Mestre quantas vezes devemos perdoar a quem nos ofende. Ele provavelmente pensou que ele estava sendo generoso ao sugerir sete vezes, uma vez que o costume era perdoar três vezes. Mas Jesus basicamente lhe diz que toda vez deveremos perdoar.
    Jesus então conta a parábola sobre o reino do céu, como um rei fazendo cálculos com seus servos. É trazido ao rei um homem que lhe deve 10.000 talentos. Isso é equivalente a 60.000.000 de salário diário ou o valor de 191.000  anos de pagamento – obviamente mais do que poderia jamais ser pago. Sem ser capaz de pagar, o rei ordena que o homem e sua família sejam vendidos, mas o homem implora por paciência.   O rei é misericordioso e perdoa a dívida toda. No entanto, esse mesmo homem sai e  encontra alguém que lhe deve 100 denários ou o equivalente a aproximadamente 100 dias de salário. O homem quase estrangula a pessoa que lhe deve, e coloca na prisão esse devedor. Contam ao rei sobre a iniquidade desse homem e o rei manda ele para a prisão em consequência de  seu ato  impiedoso.

    O moral dessa história é que há momentos quando nós devemos mais do que podemos pagar – não somente em dinheiro, mas de várias maneiras às pessoas, e certamente devemos muito mais a Deus. Jamais poderemos devolver esse montante, mas, se queremos que Deus seja misericordioso conosco, deveríamos ser misericordiosos da mesma maneira com aqueles que nos devem. Se esperamos misericórdia  dos outros, deveríamos ser misericordiosos para com eles (B18).
   Ciência e Saúde nos lembra que precisamos seguir todas as instruções de Jesus (S23). Fazer isso nos ajuda a curar os outros e a vencer o pecado em nós mesmos. Precisamos ser honestos conosco.  Não podemos demandar dos outros o que não desejamos oferecer. Nem podemos nos congratular com tapinhas nas costas se falamos o bem, mas não vivemos o que pregamos (S24).  Mesmo se fomos perdoados pelos homens, pelos erros que cometemos, não somos perdoados por Deus até que reformados por meio do Amor divino (CS25). O 6º Artigo de Fé de nossa igreja é:  “E prometemos, solenemente, vigiar e orar para haver em nós aquela Mente que havia também em Cristo Jesus; fazer aos outros o que desejamos nos façam; e ser misericordiosos, justos e puros” (SS26). 

Seção 6: Junte-se à marcha em direção à justiça, agora.
    Com Deus, a justiça é equilibrada e certa, trazendo paz a toda situação (B19). Como cristãos, estamos nos unindo e fazendo juntos o trabalho de Deus. Não há necessidade de ficar esperando por um tempo futuro, quando a justiça e a misericórdia entram em acordo.

    A mente carnal não pode compreender a misericórdia divina. Precisamos tirar vantagem da oportunidade do “agora” (B20) e começar a praticar viver em justiça, agora.  Em uma Igreja cristã, um sãbio falou: “Se não procurarmos progredir, nós iremos regredir. Não existe tal coisa como ficar parado na vida Cristã. É uma corrida a ser feita – uma corrida só pode ser  ganha com treinamento e exercício… Desde que ‘o pecado entrou no mundo’  a vida religiosa é uma luta constante com forças opostas. Devemos quebrar a correnteza da onda que está contra nós…”  Vocês estão assumindo a causa santa? “Os resgatados do Senhor” estão alegremente retornando a Sião, andando na estrada da santidade (B21). Eles estão progredindo e se aproximando mais a cada dia, para cumprir seu papel como filhos de Deus, redimidos e purificados. Cantem ao Senhor, agradecendo-Lhe pela libertação, perdão e salvação do pecado, da doença e da morte (B22). Estamos nessa estrada? Estamos nos aproximando de Deus, purificando nossa vida diariamente? Desejamos convidar outros a se juntarem a nós?

    Cada passo que damos para fora do pecado e em direção à bondade nos traz mais em linha com Deus (CS27). Podemos certamente esperar que iremos alcançar nosso destino e que podemos começar por sermos gratos a cada vitória individual. Por certo vai valer a pena contar, porque não mais haverá pecado – sem acusador, sem acusado e sem culpado.  Eddy nos assegura que não há razão para retardar essa vitória – “Agora é o tempo […] oportuno” (CS29). Nossa salvação do pecado, da doença, e da morte é uma grande coisa a ser alcançada, portanto porque desejaríamos permanecer com coisas que nos afastam de Deus? Não o desejaríamos. Devemos ficar felizes ao abandonar os velhos pesos-da-terra e aceitar a misericórdia e bondade de Deus, ao nos volvermos a Ele com todo o nosso ser, pedindo por um coração limpo (CS30). Nosso Deus é misericordioso e bondoso, e nosso caminho está desimpedido. O que estamos esperando?  “Ó Senhor Deus, ensinana-me o que queres que eu faça, e eu te obedecerei fielmente! Ensina-me a te servir com toda devoção […}  Como é grande o teu amor por mim!(Salmo 86:11,13. NTLH).

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