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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[“Acolha a novidade de Vida e faça a sua vida sempre nova”]

“A Vida”
11 a 17 de julho de 2022

Estudo preparado por:

Kathy Fitzer, C.S     Lake Saint Louis, MO, EUA

kathyfitzer@gmail.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros –  CedarS

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Ao estudar a Lição desta semana, cogite prestar atenção especial ao que ela tem a dizer sobre a natureza da Vida, que é perpétua e sempre nova e original. Porque Deus é Tudo, a Vida (outro nome para Deus) sempre presente e todo-poderosa também tem de ser tudo o que existe… o único poder, sempre presente. Ao contrário da crença comumente aceita, não há começo, meio ou fim para a Vida. A Vida não é linear. Ela simplesmente “É”, e é refletida por toda a criação. A Vida é perpétua, e não é afetada pelos solavancos e desvios que tentam interferir na sua expressão harmoniosa. Eu gosto de pensar no fluir da Vida como o fluir de córregos e rios –  indo de encontro e contornando as rochas que encontram, sem qualquer pensamento de vulnerabilidade. Como a expressão completa da Vida, somos impelidos adiante por uma força do Bem. Conforme o pensamento muda de uma perspectiva material para uma espiritual, a visão mortal da Vida (com seu senso limitado de começo e fim) se desvanece. E a visão eterna e ilimitada aparece aqui e agora. Então, a completude do senso de Vida verdadeira, que nunca pode ser de fato interrompida ou chegar ao fim, se torna nosso senso de vida.

Conforme empregada no Texto Áureo, a ideia de Deus fazer novas todas as coisas pode ser interpretada como todas as coisas se renovando (de acordo com o original em grego). Incluídos nas definições de “novo” no Webster’s 1828 Dictionary estão: “renovado”, “vívido após qualquer evento”, e “reparado a ponto de recuperar seu estado original”. Eu gosto de pensar em termos de simplesmente lavar a lama da percepção errônea para revelar a clara e límpida versão que sempre esteve ali. Não temos de nos prender a memórias ruins, ou medos, visões assustadoras ou cenários tristes. Podemos resistir à tentação de nos sentirmos esgotados ou desgastados. A Vida está apresentando visões novas (renovadas) o tempo todo, e elas revigoram e revelam o bem presente. A transformação renovadora de Deus sempre traz o bem ininterrupto para todos – mesmo que a nossa visão limitada tenha problemas em visualizá-lo. A Bíblia ilustra e a Ciência Cristã explica minuciosamente esse senso de Vida. Então, todos nós podemos perceber e experimentar o frescor e a renovação em tudo o que fazemos. Temos de aprender a confiar em Deus e a procurar pelo bem. Este está aí para ser visto!

A Leitura Alternada também apresenta o conceito de novidade em termos de frescor. Quando apertamos o botão refresh nos nossos computadores, o que quer que estivesse na tela antiga desaparece, e uma tela nova e limpa aparece. A tela não se apega a memórias antigas…não fica assustada com que continha antes. Está totalmente nova. Da mesma forma, nossas vidas não são feitas do acúmulo de experiências humanas. Em vez disso, nossa experiência é constantemente renovada quando a Vida desdobra novas visões, novas oportunidades, o bem ininterrupto! O versículo dezessete diz: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (Isaías 65:17).

Há diversos artigos e testemunhos em volumes antigos do Christian Science Sentinel e do Christian Science Journal onde pessoas relatam a cura de cicatrizes. Um dos quais eu gostei especialmente; se chama “Por que perdoar”, de Arno Preller, e foi publicado em português na edição de dezembro de 2009 de O Arauto da Ciência Cristã

O link é: https://pt.herald.christianscience.com/shared/view/1oznt4tbc66?s=copylink 

Ao compreendermos que a Vida é eterna, e para sempre nova, não nos libertamos apenas de memórias ruins do passado, mas temos a certeza de que cada um dos filhos de Deus foi criado para viver uma vida completa e produtiva. Mesmo quando parece que a vida de alguém foi interrompida, temos de entender que seu bom trabalho continua. Um córrego pode passar e sair de vista, mas continua a fluir. Temos de nos proteger do senso de que um inimigo (de qualquer tipo) possa destruir as boas obras da Vida. Deus faz o homem viver – e viver plenamente. Conforme o salmista escreveu: “…ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre”. O que sugere algo diferente disso não é uma visão acurada da Vida refletida na vida. Temos de defender a nós mesmos e aos outros de tal sugestão – e nos recusar a ficarmos espantados ante todo e qualquer informe falso. Na verdade, a Vida é para sempre nova – como uma fonte – e segue imbatível ao fluir sobre os problemas que aparecem – tão livremente quanto a água flui sobre as pedras no leito de um rio.

Ao ler a Lição, eu vi muitos aspectos de novidade serem apresentados em cada seção. Talvez você veja algo completamente diferente, mas o que eu ofereço é um ponto de partida – e espero que ajude os conselheiros no acampamento:

1) Deus é a fonte da Vida. Isso se torna aparente quando mudamos nossa visão.

2) Deus nos tira do poço (como Ele fez com José) e nos coloca em base sólida.

3) Exercite sua autoridade, dada por Deus, para curar problemas de longa data, como fez Jesus.              

4) Aceite o dom da Vida eterna.

5) Nada pode nos separar do amor de Deus e da novidade de Vida.

6) Veja o novo céu e a nova terra aqui e agora – como fez João.

 

Seção 1. Mude sua visão – veja a Deus como a fonte da Vida

A forma como pensamos a respeito das coisas tem muito a ver (na verdade, tem tudo a ver) com a nossa experiência. Mary Baker Eddy faz essa corajosa declaração: “Quando se admite que Deus é a única Mente e a única Vida, já não há abertura para o pecado e a morte” (CS4, p. 276). Você não precisa entender esse conceito por completo, basta admitir que não há outra mente ou outra vida além de Deus. A Bíblia é nossa autoridade. Isaías escreve que Deus tem os céus como Seu trono e a terra como estrado dos Seus pés. Em outras palavras, Deus (a Vida) preenche todo o espaço – está sempre-presente! Isaías também diz que Deus conforta e cuida continuamente dos Seus filhos para sempre (B1, Isaías 66:1,10,12,13,22). O salmista descreve a Deus como o “manancial da vida” (B2, Salmos 36:7,9); e continua, afirmando que Deus traz seu povo para “um lugar espaçoso” e o estabelece sobre a rocha (B3, Salmos 18:1,3,19,46). 

Muitas vezes ouvimos pessoas dizerem que algum infortúnio seja desejo de Deus. Algumas até acreditam que seja vontade de Deus que alguém morra. Mas não é isso o que lemos em Ezequiel. Ezequiel fala sobre Deus criar “coração novo e espírito novo” no homem. Ele escreve: “Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto, convertei-vos e vivei” (B4, Ezequiel 18:1,31,32). É desejo de Deus que Seus filhos vivam. É tudo uma questão de renovação e frescor! Ao mudarmos nosso pensamento, sentimos o efeito da Vida nos fazendo viver completamente!

Ezequiel relata Deus nos solicitando que lancemos de nós todas as nossas transgressões. Uma definição para transgressão (do hebraico) é “afastar-se (de autoridade justa)”. Deus, como Vida, autorizou a vida! Então, a transgressão da qual nós precisamos nos livrar é a crença de que Deus não é Tudo – de que há algo oposto à Vida, chamado morte ou discórdia. Essa é, porém, uma percepção errônea, baseada na evidência física.

Ao nos voltarmos a Deus e reconhecermos a totalidade de Deus, a Vida, vemos a Vida em todo lugar, e não somos enganados por qualquer outro relato. Na verdade, ”…tudo é a Vida, e não existe a morte. Tudo no universo de Deus expressa a Deus” (CS2, p. 331). Você escolhe como pensar. Escolha a visão de Deus da Vida eterna!

 

Seção 2. As doces misericórdias da Vida nos libertam

Provavelmente nós não gostaríamos efetivamente de passar pela experiência de José, que foi jogado num poço, vendido como escravo e levado a uma terra estrangeira. Muitos de nós, porém, já nos sentimos, em algum momento, presos a uma situação desesperadora fora do nosso controle, aparentemente sem solução. Nesses momentos, é útil lembrar que a história de José teve um final muito feliz, e abençoou não apenas José, mas muitas gerações posteriores (B6, Gênesis 37:3,4,13,23,24,28; B7, Gênesis 39:1-3).

O salmista deve ter experimentado sentimentos de desespero e libertação semelhantes, e encoraja seus leitores a persistirem. Ele nos garante que, ao buscarmos a Deus com confiança, o Amor nos tira do poço, nos coloca numa base sólida e nos faz seguir adiante. Em vez de nos sentirmos desamparados, podemos cantar canções de louvor e expressar gratidão antecipadamente! As doces misericórdias de Deus estão sendo derramadas sobre todos os filhos de Deus e Sua verdade e graça nos guardam para sempre (B5, Salmos 40:1-3,11).

As citações de Ciência e Saúde explicam, de várias formas diferentes, que os desafios nos fortalecem. Eles “levam-nos, como crianças cansadas, aos braços do Amor divino”. Quantas vezes já vimos crianças reclamarem: “eu vou fazer sozinho!”. Independência é bom, mas pensar teimosamente que somos responsáveis pela nossa própria vida e que temos de provar nosso valor agindo sozinhos é equivocado. Quando a criancinha não tem êxito, ela cai alegremente naqueles braços abertos que estão esperando para lhe ajudar e confortar (CS8, p. 322).

Eis aí uma lição para nós! Enquanto pensarmos que nós somos responsáveis por resolver problemas ou que nos metemos numa confusão e temos de encontrar uma saída, ficaremos presos nos “escombros temporais do erro, da crença no pecado, na doença e na morte”. A liberdade chega ao abandonarmos o senso de que a vida está na matéria, definida por ações e circunstâncias materiais e que o conflito é parte inerente dela. Lembrei de um jogo que joguei quando era criança (e que ainda está disponível no site de compras da Amazon). Eu o conhecia com outro nome, mas pode ser encontrado buscando-se por “armadilha de dedo”. É um tubo trançado. Você coloca um dedo em cada extremidade, e depois tenta tirá-los. Quanto mais você puxa, mais apertado fica. A única forma de soltar os dedos é forçá-los para dentro. Confiar na própria habilidade e acreditar que a vida depende de circunstâncias materiais é como lutar com esse brinquedo e fazê-lo apertar ainda mais. Porém, perceber que, literalmente, “Deus é a única Vida”, nos permite ceder às doces misericórdias de Deus – relaxa o apertar do brinquedo – e traz liberdade!

Perceber que “a Vida é o eterno Eu Sou” mostra que nós (e todos mais) estamos verdadeiramente seguros, sempre. A Vida que é, não pode ser apagada ou interrompida (CS9, p. 289). E nós podemos vivenciar a liberdade que vem de percebermos esse fato! Não fuja daquilo que promove uma maior dependência da Vida. Em vez disso, reconheça que os braços abertos do Amor estão sempre aqui, revelando novas visões da Vida, que é estabelecida em base sólida!

 

Seção 3. Exerça a autoridade da Verdade para revelar novas visões

Não importa por quanto tempo um cômodo ficou no escuro – ou por quanto tempo durou uma dificuldade. Uma vez acesa a luz, a escuridão acaba. Uma vez que a luz do Cristo, a Verdade, é percebida pela consciência humana, o falso senso de limitação se vai! Foi o que Jesus demonstrou ao curar a mulher que andou encurvada por dezoito anos (B10, João 10:10). Apesar de a mulher não conseguir se endireitar sozinha, ela foi libertada quando Jesus percebeu que uma filha de Deus não poderia ser limitada assim como a luz não pode ser escurecida! Lemos em Ciência e Saúde: “A Verdade, a Vida e o Amor divinos deram a Jesus autoridade sobre o pecado, a doença e a morte” (CS12, p. 26). A Verdade, a Vida e o Amor também dão a nós autoridade sobre o pecado, a doença e a morte – assim como a luz dá a todos autoridade sobre a escuridão! Eu vivenciei, com gratidão, o desaparecimento imediato de um tumor que estava aparente no meu abdome há mais de quinze anos quando ficou claro na minha consciência que a minha experiência não poderia ser obscurecida pelo erro adamantino – vontade-própria, justificação-própria ou amor-próprio (Ciência e Saúde, p. 242:16).

Nós não questionamos se a escuridão desaparecerá na presença da luz. Não duvidamos que a visão se torne mais clara na presença da luz. E podemos ter a mesma confiança de que “a energia divina do Espírito” destrua cada suposto “poder, mortal ou material”, que sugira que nós (ou que qualquer pessoa) possamos ser afetados por qualquer forma de desarmonia ou declínio (CS14, p. 249). Essas sugestões incluem o efeito de qualquer coisa dessemelhante de Deus, quer se chame doença, guerra, idade, medo, raiva, acidente, morte ou um zilhão de outras coisas! São todas formas de escuridão – impotentes para resistir à luz da Verdade que revela a visão nova e fresca, que pode ser percebida uma vez que reconhecemos a luz.

A autoridade de Deus para expulsar a escuridão do erro está sempre presente. Só precisamos exercer “essa autoridade outorgada por Deus” para sentir seus efeitos (CS15, p. 393). Qualquer um que tenha tido a alegria de desenvolver uma habilidade – seja capacidade intelectual para resolver problemas ou uma habilidade física, atlética – sabe que apenas cercar-se de livros ou de equipamentos não traz resultados para essa maestria. Mas o uso e a prática habituais levam ao sucesso e ao crescimento.

A lei de Deus – conforme praticada por Cristo Jesus e explicada pela Ciência Cristã – nos dá autoridade sobre toda desarmonia. Ao nos engajar nos ensinamentos de que Deus é Tudo e que a luz do Cristo é uma ajuda sempre presente nas tribulações, nossa visão da realidade se torna mais clara e podemos “tomar posse do [nosso] corpo e governar-lhe a sensação e a ação” tão naturalmente quanto aperfeiçoamos qualquer outra habilidade que estejamos desenvolvendo. A escuridão não pode resistir à Luz!

 

Seção 4. Aceite o presente da Vida eterna sempre renovada

Deus nos deu o dom da vida eterna (B14, Romanos 6:23). Nós aceitamos este presente? Nós o desembrulhamos e o abraçamos como nosso? Quando nos deparamos com evidências de limitação ou destruição ou mesmo com o que chamamos literalmente de morte, precisamos nos lembrar desse dom da vida eterna. O que é eterno não tem começo nem fim. Apenas isso! Nada pode tirá-lo!

Em todas as perspectivas humana, a filha de Jairo havia morrido. Mas, Jairo veio a Jesus de assim mesmo. Ao contrário dos enlutados, ele não se deixou enganar pela falsa evidência e reconheceu que a autoridade de Cristo, a Verdade, é maior do que o testemunho físico. Quando Jairo veio a Jesus, ele se humilhou publicamente diante dele. Mesmo sendo um governante na sinagoga, ele deve ter reconhecido a autoridade que Jesus representava como sendo divina – e, portanto, acima da sua. Fiquei impressionado com a importância desse senso de humildade, que Jesus também expressou – entendendo que ele estava operando sob a autoridade suprema de Deus, da própria Vida. Ele entendeu que a filhinha de Jairo também era governada pela lei da Vida e, portanto, não poderia estar morta. Jesus pôs para fora os opositores e então estendeu a mão para a filha, desconsiderando o costume que dizia que ele seria impuro se tocasse em um cadáver. Jesus não viu um corpo morto! Ele viu a presença da Vida ininterrupta. E essa visão correta tornou-se aparente (B16, Mateus 9:18,19,23-26). Nós podemos ter essa visão também!

A chave para este tipo de cura é descrita nesta frase: “[Jesus] sabia que o homem não tem duas vidas, uma para ser destruída e a outra para se tornar indestrutível” (CS16, p. 369). É preciso uma tremenda disciplina mental para manter a visão clara de que tudo o que existe é Vida! Porque a Vida é tudo e sempre presente, a morte é, na verdade, a imposição de uma visão falsa que absolutamente devemos rejeitar. A morte não é uma saída, e não é uma ameaça. É um equívoco! Compreender isso “nos despertará para uma vida sempre nova” (CS20, p. 426). Independentemente do testemunho material, cada um de nós está sendo cuidado completamente e nada pode roubar de qualquer um de nós a experiência da plenitude da Vida – mesmo que nossa experiência humana pareça seguir um caminho diferente.

Vamos voltar à nossa ilustração da água fluindo em córregos e rios. O exemplo que usei anteriormente foi que o fluxo não é afetado por seus arredores e que quando o fluxo faz uma curva, não nos perguntamos se o fluxo parou. A água é forte o suficiente para cortar a rocha e criar um novo caminho. Mas, você pode argumentar que, às vezes, a água seca e um leito de rio empoeirado e seco é tudo o que resta. Isso é o que os sentidos físicos relatam. Mas, mesmo nesse caso, a água não mudou apenas de forma… tornando-se vapor d’água, para se expressar novamente um dia na forma de chuva? Toda analogia tem suas limitações. Mas, para mim, o ponto é que a evidência material nunca pode ser confiável. Precisamos confiar que Deus é Vida, e que a Vida é infinita, “…tudo é a Vida, e a morte não tem domínio” (CS21, p. 347). Isso significa que o bem não pode ser interrompido, a alegria não pode ser perdida, a harmonia não pode ser revertida. Todas essas sugestões são sugestões de morte – e não faremos parte delas. A Vida está nos fazendo vivos– plenamente! Aceite esse presente!

 

Seção 5. Nada pode nos separar do frescor da Vida

Você já se sentiu meio triste – não muito animado? Alguns dias são dias de alta, mas outros dias são apenas desanimadores? Essa é apenas outra forma de acreditar que a Vida pode ir e vir – que estamos sujeitos à morte. Mas, isso é mentira! Nós tendemos a cair em uma sensação de tédio ou blasfêmia quando as coisas parecem muito iguais – talvez muito rotineiras. Na carta de Paulo aos Romanos, ele compara a ressurreição de Jesus a nós andando “em novidade de vida” (B17, Romanos 6:4). Então… para mim, isso sugere que um primeiro passo para superar a morte é rejeitar a tristeza e o tédio que tentariam nos derrubar e abordar cada momento de cada dia como uma nova expressão de vida que é renovada, bela, revigorante e plena de promessa. O sol nunca brilha exatamente da mesma maneira. Se olharmos, podemos encontrar coisas boas que perderíamos se ficássemos focados no não-tão-bom.

 Quando pensamos em ver as coisas como sempre novas e frescas, também temos que considerar esta afirmação: “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre (B19, Hebreus 13:8). Então, se Cristo é o mesmo, como podemos ver a novidade e o frescor? Bem… o sol é o mesmo, a água é a mesma, os números pares e as notas permanecem as mesmas. Mas, a forma como a luz, as gotas de água, os números e as notas se expressam momento a momento é sempre única. E a maneira como eles podem ser combinados em sua expressão não tem limite. Assim, a Vida pode ser a mesma (como sempre boa, completa, confiável, alegre, expressada de forma inteligente, etc.) enquanto ainda permanece fresca e nova na forma como a experimentamos!

Não é a Vida que torna as coisas maçantes – ou nos faz sentir sem graça ou desanimados. É a crença de que podemos ser separados da vibração da Vida. É como acreditar que algo aconteceu com nossa música favorita no meio da nossa audição – e ficar triste como resultado. Nada realmente poderia acontecer com a música. Alguma coisa interferiu na nossa recepção… talvez o volume tenha baixado, ou perdemos a conexão com a internet, ou o canal mudou. Mas, ao reconectar, descobrimos que nada poderia realmente nos separar da música. Da mesma forma, a Vida está sempre tocando suas melodias únicas e nada pode realmente nos separar da alegria representada nessa melodia da Vida. Se houver uma interrupção temporária, tudo o que temos a fazer é sintonizar novamente com o fato de que “a lei do Espírito da vida em Cristo Jesus me libertou da lei do pecado e da morte”. Nada “pode nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (B18, Romanos 8:2,38,39).

Afastando-nos da luz, acreditamos estarmos envoltos em trevas. Mas, nada aconteceu com a luz… apenas temos que nos volvermos para ela. Assim, é com a Vida. Jesus descreveu a vida eterna como “o conhecimento presente do Pai e dele mesmo — o conhecimento do Amor, da Verdade e da Vida” (CS26, p. 410). Quanto mais conhecermos a Deus como a única Vida – como nossa Vida, mais clara se tornará nossa visão do bem continuamente se desdobrando de maneiras novas e vibrantes. E, como Jesus, não seremos enganados pelo que parece ser – mas com expectativa procuraremos e veremos o que ela é – sempre nova e revigorante.

 

Seção 6. Veja o novo céu e a nova terra aqui e agora!

João estava vivendo neste mundo – assim como nós – mas ele via as coisas de forma diferente. Ele viu o que é, e não o que parece ser. Ele viu a Vida governada pela lei da harmonia – pela lei da Vida. Em vez de ver as coisas por meio de seus sentidos físicos, ele viu a criação de Deus por meio do senso espiritual. Podemos fazer isso também. Recuse-se a aceitar as coisas pela aparência. Mesmo que as coisas pareçam boas, se essa bondade depender do estado físico das coisas, ela carece de confiabilidade. O bem físico pode se transformar em mal físico. Mas, o bem espiritual é para sempre – mesmo que pareça encoberto ou distorcido.

Pensar em termos de sonhos pode ser útil. Um sonho pode parecer tão real enquanto estamos no meio dele – e às vezes depois também. Pode ser bom, ou pode ser ruim. Mas, o fato é que não passa de sonho. O que vemos através dos sentidos físicos não é mais confiável do que um sonho. O bem que acreditamos ter sua base na matéria é sempre vulnerável. Mas, se virmos a fonte desse bem como Vida – como Verdade – então o bem não pode ser perdido. O amor de um relacionamento sólido nunca pode ser perdido. A beleza de uma imagem cheia de Alma não pode ser distorcida. Mesmo que a situação mude, a consciência do bem permanece.

Acho muito útil insistir em encontrar as bênçãos, não importa qual seja a situação. Precisamos rejeitar o negativo e manter o positivo. Mary Baker Eddy descreve a visão de João do novo céu e nova terra, vista através do senso espiritual, como aquela “[…] que abrangem a ideia espiritual sobre a realidade e a consciência dessa realidade” (CS30, p. 573). Não estamos sendo apenas mortais otimistas quando traduzimos o que estamos vendo numa perspectiva do bem absoluto da criação de Deus. Em vez disso, estamos usando o senso espiritual para ver através da visão nebulosa e invertida para o que realmente é verdadeiro. Ali mesmo onde o pecado, a doença e a morte parecem estar, vemos integridade, inocência, plenitude e vida. Isso é o que Deus cria. E essa é a visão nova e fresca que é a realidade. Temos o direito de reivindicar isso como nossa visão e como tudo o que realmente existe. Entendendo que isso é verdade, veremos as coisas com clareza, como Jesus via, como Paulo viu e como muitos têm visto em tempos mais recentes. A Verdade revela uma visão da Vida em que “eis que se fizeram novas” (CS32, p. 201). Abrace-a! Vivencie-a!

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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