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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

Perceba o poder da compreensão do nome de Deus

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros

Tema: Deus

De 30 de dezembro de 2013 a 05 de janeiro de 2014.

Abreviações:  Bíblia – B    Ciência Cristã – CC   Ciência e Saúde – CS     Lição Bíblica – LB

“O que há em um nome?” Escreve Shakespeare na peça “Romeu e Julieta”. Quando se trata do nome de Deus, significa muito. Tanto no hebreu como no grego a palavra traduzida na Bíblia como “nome”, significa: “Uma marca de individualidade, autoridade ou caráter (Concordância Strong). Nela também se sugere que a palavra grega onoma poderia ser um derivado da palavra ginosco que significa: “saber, estar alerta, sentir, ter consciência, perceber, estar decidido, poder falar, ter certeza, compreender.” Craig entende que essa definição descreve o que acontece quando reconhecemos o nome ou caráter de Deus. Começamos a perceber que Deus é um poder que podemos compreender, perceber, sentir. Compreender Deus nos habilita a falar de modo inteligente sobre Ele, e de declarar a Sua lei com confiança, certeza e compreensão.
Texto Áureo – Jeremias 32:18,19
O TA nos dá um nome para Deus que dá a dica para compreendermos o Seu caráter – “o SENHOR dos Exércitos, grande em conselho e magnifico em obras”. Não tem equívoco aqui sobre a capacidade de Deus. O nosso Deus não é só capaz, como é Todo-Poderoso.
Leitura Alternada – Salmos 145:1, 3, 4, 10, 11; 105:3, 7, 8, 26, 43; 72:17-19
A LA é um hino de louvor a Deus. O autor não é tímido ao expressar o seu louvor. Ele está absolutamente convencido da presença e do poder de Deus, e espera que outros também percebam a magnificência de Deus. O teólogo Albert Barnes explica que as pessoas tendem a falar sobre o que lhes interessa. As pessoas de fé – “os santos” – como Barnes os define, sentem que o tema que lhes dá maior prazer para meditar e conversar é Deus. É perfeitamente natural para aqueles que creem em Deus falar sobre Ele, assim como é natural para mecânicos falarem sobre carros. Não deixe que as dúvidas do mundo restrinjam o seu desejo natural de falar sobre o amor de Deus. Não temos que ficar pregando nas esquinas, mas também não temos que ficar com vergonha do amor que sentimos por Deus.
Uma das coisas mais naturais para se fazer quando pensamos ou falamos sobre Deus é lembrar de todas as evidências de Sua presença que já vimos. Partilhar nossas experiências é também uma boa maneira de comunicar a outros as nossas bênçãos. Quando tudo vai bem conosco, essa lembrança confirma nossa posição, e quando as coisas não estão indo como desejaríamos, lembrar de vitórias anteriores é de grande ajuda..
Barnes também comenta que “a palavra original traduzida como glória é a mesma palavra que usamos geralmente para `louvor´ […]. A ideia é de que ao louvarmos, tenhamos o nome de Deus como o tema principal. O salmista não tem dúvida de que Deus vai receber louvor para sempre – “o Seu nome terá o mesmo tempo que o sol” — e ele espera, sem dúvida, de que todo o mundo vai chegar a esse entendimento.
Sessão 1: Conhecer Deus
A Bíblia nos diz que Deus falou com Moisés “face a face, como um homem fala com seu amigo” (B1). Pense nisto. Como você fala com seu amigo em comparação com outros? O encontro de Moisés frente à sarça ardente não foi um sonho ou uma visão, mas uma comunicação íntima e direta. As conversas entre amigos são sempre muito francas e algumas vezes ouvimos coisas que não queremos, mas sabemos que sempre podemos confiar em um amigo verdadeiro, com completa confiança de que nosso amigo nos apoia.
Moisés estava vendo Deus mais claramente do que qualquer outra pessoa até aquele momento na história da civilização. Mas, ele não tinha muita certeza de como ele iria partilhar esta compreensão com os outros. Apesar de as Escrituras dizerem que Deus estava ciente das aflições que os filhos de Israrel estavam passando (B2), um ponto importante na Ciência Cristã, é que Deus não tem conhecimento do mal. Isto pode ser reconciliado ao pensar sobre isto do ponto de vista de Moisés, conforme relatado pelo autor do livro do Exodus. Moisés estava despertando para o fato da onipresença e onisciência de Deus. percebeu que ele e seu povo não estavam sozinhos contra o mundo, mas que havia um poder onipotente disponível para atender a toda necessidade que eles tivessem. Assim, pareceu a Moisés que, a fim de atender àquelas necessidades, Deus deveria estar ciente delas. Mas, assim como a luz não é afetada ou (se ela fosse consciente) ciente da escuridão, Deus, sendo todo bom, pode atender a cada suposto obstáculo à Sua presença, simplesmente pela virtude de Sua onipotência e onipresença. Sua absoluta totalidade supera e elimina qualquer coisa que pareceria opor-se a Ele. Assim, é somente do nosso ponto de vista humano que parece que Deus conhece nossa necessidade. É esta presença constante, indisputável e incontestável, que é expressa nesta frase “EU SOU O QUE SOU”. Deus é autoexistente, eterno, imutável. Ele é o que Ele é, e é isto. Não há nada igual ou à parte dEle.
A revelação de Moisés acelerou o êxodo dos filhos de Israel da escravidão à eventual aceitação da responsabilidade de demonstrar o que significa adquirir uma compreensão e viver de acordo com as leis de Deus (B3,4). A Bíblia tem cuidado ao apontar que as leis de Deus não vieram de Moisés, mas de Deus. Nos tempos antigos, bem como em muitos lugares hoje, as pessoas adoram um panteão de deuses – cada um tendo uma tarefa específica, um propósito e um relacionamento com a humanidade, o mundo e o universo. A pedra angular da nova aliança de Deus com Moisés, é o monoteísmo. O Deus de Israel é o Único Deus, não há outro (B4,5). Isto pode parecer “acéfalo” para nós, mas é um ponto significante.
Não olhamos para qualquer poder imaginário, sorte, carma, fato ou para um “superhumano” com estilo de uma deidade; nem olhamos para leis materiais de saúde, para o físico ou qualquer outra coisa. Olhamos somente para Deus – “o infinito sustentador” (S1) para cada uma de nossas necessidades. Ao fazer isto, nos são asseguradas bênçãos. Deus é tudo – não há nada mais (S2). Como Moisés, Mary Baker Eddy descobriu um senso mais profundo de Deus que ultrapassou todas as ideias anteriores a respeito dEle. Sua definição de Deus (S3) leva à conclusão que Deus não pode ser definido como qualquer conceito ou descrição humana limitada (S4). Deus está além e acima de qualquer coisa que os sensos corporais possam conceber.
À medida que Moisés demonstrou uma visão avançada de Deus, através do relacionamento “face-a-face”, assim também Mary Baker Eddy avançou a compreensão de Deus, de ser uma deidade humanizada com traços humanos variáveis, para um Princípio divino imutável. Ela viu que Deus não poderia ser compreendido ao olhar para Ele através das lentes materiais. Somente a compreensão espiritual pode compreender um Deus que é o próprio Espírito (S5). A última linha desta sessão declara: “O Deus da Ciência Cristã é universal, eterno, Amor divino, que não muda e não causa o mal, a doença ou a morte”.
Sessão 2: Deus deseja que nós O Compreendamos
O que é necessário para compreender a Deus? Jeremias implica que Deus deseja que nós O compreendamos (B6). Na estória de Jó, temos um homem lutando para entender por quê ele está sofrendo. Ele quer levar seu caso a Deus e ter respostas diretas. Eliú entra na estória depois de várias interações entre Jó e seus outros três amigos. Embora os três amigos de Jó tivessem bastante conhecimento, eles não conseguiram acalmar as preocupações de Jó. Eliú afirma ser inspirado espiritualmente. Em outras palavras, ele está afirmando que o conhecimento verdadeiro vem diretamente de Deus (B7). Voltando um pouco na estória, Jó reclama que cada esforço feito para encontrar e compreender Deus havia falhado (B8). Mover-se para “frente” e para “trás” significava estar de frente ao Leste ou ao Oeste respectivamente. Comentaristas destacam que apesar de os geógrafos modernos estarem orientados para o Norte, os geógrafos Hebreus, naquela época, estavam orientados na direção Leste – a direção do nascer do sol. Ao olhar para o Leste, voltando-se para a esquerda significava para o Norte e para a direita, para o Sul. Jó está dizendo que ele olhou em todas as direções no mundo natural e ainda assim não encontrou explicação para o propósito de Deus.
Quando o Senhor aparece no “redemoinho” de vento – um símbolo antigo de julgamento – os fatos aparecem a Jó (B9). A resposta a Jó vem diretamente de Deus: “Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento?” – que pretende falar de coisas que ele nem consegue começar a entender? Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Jó se humilha, e sua ignorância comparativa ao pensar que ele pode explicar Deus através da observação material fica exposta . Jó aqui consegue uma visão radicalmente diferente de Deus (B10). Ele “conhecia [Deus] só de ouvir” – previamente só compreendia o que era possível sobre Deus, através das instruções dos homens; “mas agora os meus olhos te veem” – compreende através da inspiração espiritual, a glória da natureza e do poder de Deus..
Mary Baker Eddy destaca que Deus só pode ser compreendido através do senso espiritual (S6). O homem deve tudo o que ele tem, e é, a Deus (S7). Deus é o “governador supremo” – a autoridade suprema que existe, e, de fato, a única autoridade (S8). O relacionamento entre o homem e Deus não é baseado no emocionalismo ou mesmo na fé forte. Nosso relacionamento real com Deus aparece à medida que vivemos em completa obediência às Suas leis. Como mencionado anteriormente, do ponto de vista de Moisés, Deus parecia estar consciente das necessidades das pessoas a fim de supri-las; e vimos que de um ponto de vista espiritual, o verdadeiro suprimento significa que desde o início [para começo de conversa] nunca houve uma necessidade. O fato real é que o verdadeiro relacionamento espiritual que temos com Deus é “inteiramente separado da crença ou sonho de um viver material” (S9). O “real e eterno” está no Espírito, e embora pareça não ser visto pelo senso material, nós o veremos e viveremos em toda sua glória através do despertar de nossa compreensão espiritual (S10).
Sessão 3: Viva no Reino
As escrituras nos dizem que Deus deve ser encontrado no reino dos céus (B11). É isso algum local? Como podemos encontrá-lo? Não precisamos necessariamente ir a lugar algum. Ele já está aqui, dentro de nós (B12, 13). Como dissemos antes, Deus não preparou um caminho de obstáculos através do qual precisamos viajar para poder encontrá-LO. “Porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino”(B14). Deus não somente nos dá o reino, Ele nos dá as instruções para encontrá-lo. O teólogo Adam Clarke considera a Oração do Senhor assim. Ele diz: “Um rei que elabora uma petição a qual ele permite lhe seja apresentada, tem, sem dúvida, completa determinação de cumprir com o que lhe foi pedido”. Quando foi pedido a Jesus “ensina-nos a orar” ele lhes dá a maneira pela qual devemos nos aproximar de Deus. Embora estejamos totalmente conscientes de que Jesus não é Deus, ele é a maior autoridade que temos, na questão da oração, e ele nos diz exatamente como deve ser nossa atitude (B15). Começamos com um reconhecimento do ser de Deus, Sua totalidade, e reconhecemos que o reino está aqui.
Eddy nos fornece mais detalhes. Reconhecemos a totalidade e inteireza de Deus. Reconhecemos que Deus é Um. Declaramos que o reino de Deus está aqui agora mesmo, e que Deus está sempre presente (S11).
Um dos motos de nossa família é “Viver no reino”. Este é o ponto de vista de perceber o reino de Deus aqui e agora. É reconhecer que não temos de esperar por ele ou encontrá-lo. A verdadeira oração é ver a realidade. Este é o caminho Científico. Começamos com a Verdade. Este ponto de vista é uma reprovação constante do erro (S12). A definição que Eddy dá do Reino dos Céus (S13) não é um local. É uma condição do ser e a consciência na qual Deus, a Mente, o Espírito, a Alma, define e regula tudo o que existe. Um elemento chave deste reino é que ele é absolutamente harmonioso (S14). Não há problemas, descontentamento, medo, ansiedade, inveja, doença, pecado ou morte. Tudo é perfeito e em perfeita ordem. A afirmação de Jesus, de que o reino de Deus está dentro de nós, significa que não somos filhos decaídos de Deus. Temos a habilidade, agora mesmo, de ver a realidade do Seu reino (S15). Eddy nos diz em Ciência e Saúde que, se permitirmos que o reino dos céus “reine em nós” todo o mal aparente irá “diminuir até que ele finalmente desapareça” (S16).

Seção 4: Grande poder
Uma das coisas que precisamos compreender sobre Deus é que Seu poder é abundante, é ilimitado. Mesmo aqueles que dizem que acreditam em Deus, acham que Deus tem a intenção de nos dar desafios ou não tem como nos ajudar. Talvez pensemos que haja determinadas situações que não podem ser consertadas. Mas um dos pontos principais da Bíblia é que Deus é o Todo-Poderoso (B16). Ele também é onipresente, “em toda a terra” (B17). Mas as pessoas têm dúvidas às vezes. Até mesmo João Batista, junto ao maior sanador de todos os tempos, descobriu-se questionando a veracidade do poder de Deus (B18). Jesus respondeu com uma lista de provas de cura que sua mensagem era autêntica e sua habilidade de cura era uma evidência ampla do poder de Deus. O livro de João inclui várias ocasiões em que as pessoas questionavam Jesus sobre quem ele era. É como se não pudessem compreendê-lo. Elas veem as obras de cura e Jesus diz a elas quem ele é, mas ainda assim, elas perguntam de novo, “Mas quem és realmente?” Temos alguma dúvida se o que a Ciência Cristã realmente ensina sobre Deus é para valer, é real? Mesmo depois de uma vida de provas de cura, às vezes nos questionamos.
O poder de cura de Jesus e a autoridade vinham diretamente de Deus (CS17). Eddy mostra a contradição de defendermos o poder de Deus e, em seguida, olharmos para os meios materiais quando somos desafiados com uma doença (CS18). Um medicamento tem poder maior que Deus? Nosso livro texto é muito firme com relação a isso. Parafraseando, “Se Deus não consegue fazer, não devemos nem tentar.” Se Deus não cura, não há cura (CS19). É outra maneira de dizer “medicamentos não curam”. Se, como algumas pessoas acreditam, Deus permite ou cria a doença, não há nada que possamos fazer para interrompê-la. Mas, como compreendemos na Ciência Cristã, Deus não tem nada a ver com qualquer doença, pecado ou morte. O livro Ciência e Saúde diz que a discórdia tem uma existência “fabulosa”. O dicionário Aulete Digital define “fabuloso” como “o que não existe na realidade; imaginário; que tem características de fábula; fictício”. Independente da severidade, duração ou complexidade da história que a mente mortal nos conta, todo o tipo de discórdia é destruída através de todo-poder da Verdade e do Amor. Gosto bastante da ideia de que o poder da Ciência Cristã é “com efeito, adequado”, na verdade, completamente suficiente, para obrigar a doença, o pecado e a morte a soltarem sua presa e adequado para destruí-los” (CS20). Por que duvidar?

Seção 5: Virá o tempo em que “todos conhecerão” a Deus
No caso de termos esquecido, a Bíblia nos fala novamente sobre o poder elevado de Deus (B20). Não há nada de impotente ou de fraco com relação ao nosso Deus. Há uma promessa extra de que toda a terra perceberá isso e louvará a Ele adequadamente. João teve uma revelação sobre o despontar de uma nova sociedade em que Deus é totalmente conhecido e reconhecido. Ele viu “Jerusalém, a Cidade Santa, que descia do céu e vinha de Deus” (B21, NTLH). Essa visão não era uma renovação do mundo presente. Aqui, tudo é novo. Nessa cidade, não há separação entre Deus e o homem. Ele está com eles e eles são Seu povo. Não há necessidade de algo externo. A luz vem de dentro e não há noite aqui. Ninguém fica fora da luz. “Todas as nações caminharão na luz.” Essa visão coincide com a promessa do Antigo Testamento de que todos conhecem Deus “tanto as pessoas mais importantes como as mais humildes” (B22, NTLH).
Eddy sentia que a realização dessa promessa era apenas uma “questão de tempo”. Ela vê a visão de João como a culminação do desdobramento em andamento da compreensão espiritual na consciência humana. Começamos a LB com Moisés, tendo uma compreensão bem clara de Deus, mas pensando em como explicá-la e, agora, temos a visão de João de que todas as pessoas terão, por fim, uma total compreensão de Deus (CS22). Eddy também salienta que a visão vem para João através do mesmo anjo que tinha as sete taças cheias dos últimos sete flagelos. Isso incentiva aqueles que estão enfrentando dificuldades. Nada pode nos impedir de perceber o poder de cura de Deus (CS24). Ela descreve a Nova Jerusalém como a Ciência divina, a total consciência da presença do reino dos céus (CS25). A maioria das pessoas acredita que sem o sol, toda a vida pereceria. A cidade sagrada não precisa do sol. Sua luz vem de dentro e é derramada sobre todos. Essa cidade não contém nada além da perfeição. Todos os títulos humanos, posições e poder são derrubados porque Deus é tudo o que é necessário (CS26).
Seção 6: “Tudo” significa “TUDO!'
A culminação dessa visão sagrada é sinalizada pelo som das trombetas (B23). Essa é a vitória final sobre todas as crenças. Não há reinos separados do reino dos céus. A consciência da onipotência de Deus transcende o tempo. Ela é, foi e está por vir. A última citação bíblica nos remete ao Antigo Testamento. A bênção de Davi e o louvor de Deus (B24) é a base para a última frase da Oração do Senhor. É o cumprimento da expectativa expressa nas frases de abertura da oração. Começamos com a verdade e terminamos com ela. Declaramos o fim desde o início.
Ciência e Saúde nos traz a interpretação espiritual dessa frase, enfatizando a totalidade de Deus (CS27). Dizemos “totalidade” com muita facilidade, mas percebemos de fato as implicações poderosas disso? “Tudo” significa “TUDO!' Não na maior parte do tempo, ou durante algum tempo, mas em TODO o tempo. O Cristo, a verdadeira ideia de Deus é o "ideal de Deus agora e para sempre, aqui e em toda parte” (CS28). Agora, lembre-se de que “Tudo-em-tudo” (CS29) não significa que Deus está “em” tudo. Isso seria panteísmo. Deus nunca está na matéria ou contido em alguma coisa. Tudo está nEle. Essa é a percepção do “bem máximo”. A verdadeira compreensão do nome de Deus, Sua natureza, significa ter Deus como sua única consciência. É o que Jesus quer dizer quando diz “o Filho não pode fazer nada por sua própria conta” (João 5:19, NTLH) e “Eu e o Pai somos Um” (João 10:30). É o que visamos, ter a Mente do Cristo. É a compreensão que tem plena consciência de Deus – sentindo Sua presença, percebendo Sua Lei, resoluta em confiar nEle, capaz de ouvir a voz de Deus, certa de que não há nada mais. Isso significa viver no reino e perceber o verdadeiro nome de Deus e não precisar de nenhuma outra consciência.

Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. – Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) – craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
[Comentários entre colchetes: Warren Huff, Diretor do Acampamento dos Cedros e Editor dos estudos metafísicos]

A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Leila Kommers, Elisabeth Z. Friedrichs e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.

Visite o saite www.trentinicsb.com  Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar com seus amigos. “Obrigada por compartilhar os relatos maravilhosos. Realmente, o site é uma bênção.”

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira.  Busque e leia o texto em inglês em  http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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