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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Rompa as correntes da culpa e do castigo! Aceite sua reconciliação com Deus! Entre na corrida e leve o prêmio!]

“A Doutrina da Reconciliação”
12 a 18 de abril

Estudo preparado por:

Kathy Fitzer

kathyfitzer@gmail.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB

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Vamos começar definindo alguns termos. Doutrina nada mais é do que aquilo que é ensinado sobre alguma coisa. No dicionário Webster de 1828, encontramos a definição de reconciliação (atonement) como: acordo, concordância. Observando o original hebraico, vemos que essa palavra (atonement) inclui mais alguns conceitos: “limpar, cobrir, cancelar, absolver, perdoar, purgar, reconciliar”. E essa palavra em grego inclui ideias de “restauração (ao que é divino)”. Reconciliar é “tornar consistente ou congruente, em conformidade com”. Então, acho que podemos dizer que “reconciliação” envolve restaurar o acordo natural que existe entre Deus e o homem, conforme estabelecido na aliança que Deus fez com sua criação.

O que mais podemos aprender sobre reconciliação? O Dicionário Bíblico Harper Collins descreve reconciliação como “o meio pelo qual as correntes da culpa e da punição produzidas pela violação da vontade de Deus são quebradas, e o estado resultante de reconciliação (ou “unificação”) com Deus é alcançado”. O mundo acredita que o pecado é inevitável, e então fica difícil — se não impossível — romper com as cadeias dos erros habituais e não ficar à deriva. Mas, de acordo com a definição de reconciliação e com o ensinamento da Lição Bíblica dessa semana, Deus sempre mantém sua parte da aliança e cuida de nós. Mesmo que a humanidade pareça confusa, afastada e precise ser trazida de volta ao eixo, o amor constante de Deus (e a unidade de Deus com o homem) permanece intacto.

Jesus demonstrou de forma completa a unificação do homem com Deus. Sacrificando sua própria vida humana pelo bem de toda a humanidade, ele revelou a imortalidade, o relacionamento ininterrupto que existe para sempre entre Deus e o Cristo, o homem real. Demonstrou como Deus destrói todo pecado (qualquer sugestão que possa sugerir que o homem possa perder a perfeição espiritual) e traz pensamentos e demonstrações que estão de acordo com a natureza de Deus. Assim, tudo o que é dessemelhante do Bem é destruído e a unidade com Deus, o Bem, é estabelecida.

O Texto Áureo pede ao leitor que observe o cordeiro de Deus — o tão esperado Messias ou Cristo. Ao considerar esta expressão: “Cordeiro de Deus”, penso que Jesus é a descendência (Filho) de Deus, assim como um cordeiro é a descendência da ovelha, e também penso no sacrifício de Jesus na cruz – oferecendo-se para perdoar os pecados do homem, já que os judeus já haviam oferecido cordeiros como ofertas queimadas para este propósito.

A Leitura Alternada descreve o caráter e a atividade do cordeiro (ou Cristo). O Messias prometido estava prestes a “proclamar” paz e salvação. Proclamar em hebraico significa tanto ouvir quanto pregar. Fiquei impressionada com isso porque Jesus costumava dizer que os ensinamentos que ele pregava não eram dele … mas do Pai. E o Messias deveria anunciar a Sião: “Teu Deus reina!”. O Messias também confortaria seu povo e redimiria Jerusalém – isto é, resgataria e libertaria o povo da morte. No capítulo seguinte (capítulo 53), Isaías profetiza a experiência de Jesus de ser rejeitado, ferido e ficar em silêncio enquanto “é levado como um cordeiro ao matadouro”, e assumindo para si as “iniquidades” dos outros. NÓS somos curados e redimidos por meio do exemplo e do sacrifício de Jesus.

O Messias também é descrito como um servo (Isaías 42:1). Achei interessante que a palavra hebraica que é traduzida como servo aqui, também pode ser usada para indicar um servo que é um “adorador (de Deus)”, e “uma forma de trato entre iguais”. Jesus como o adorador de Deus, é para mim, o Messias expressando a totalidade da natureza de Deus.

À medida que exploramos a Lição, vemos que não apenas Jesus demonstrou todas essas qualidades e cumpriu essas promessas, mas também o Cristo sempre presente continua a trazê-las à luz, para destruir todas as trevas e o pecado, e revelar nossa unificação com Deus.

Seção 1. O que Deus quer de você – Ele não pede símbolos exteriorizados, mas sim a graça interior.

Ao estudar esta seção, percebi que a Reconciliação nada tem a ver com algum método ou ritual. Em verdade, trata-se de demonstrar a concordância e a harmonia existentes entre Deus e o homem, revelando a eterna unidade do homem com Deus (CS3, p. 18). Essa “unidade científica” precisa ser consciente e ativamente praticada por meio de uma reconciliação diária – de um constante alinhamento de nosso modo de pensar com o modo de pensar de Deus (CS4, p. 202).

De acordo com a lei mosaica, os sacerdotes deveriam sacrificar animais, tais como cordeiros e bodes, a Deus, a fim de serem purificados de seus pecados. O autor da epístola aos hebreus, no entanto, indica, que de fato “é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (B3, Hebreus 10:4). Mesmo antes de Jesus, alguns escritores posteriores a Moisés, citados no Antigo Testamento, compreenderam que Deus realmente requer um pensamento espiritualizado por parte de cada indivíduo (B1, Miquéias 6:6,8). O salmista escreve: “Tu não queres sacrifícios, ou eu os ofereceria; tu não te agradas de holocaustos. Meu sacrifício é um espírito humilde, Oh Deus; tu não rejeitarás um coração humilde e arrependido (B2, Salmo 51:16,17, The Good News Translation). João Batista identificou Jesus como “o Cordeiro de Deus” – aquele que tiraria os pecados do mundo através da graça – por meio “da influência divina sobre o coração e seu reflexo na vida” (B4, João 1:17,29, GNT). A diferença não consiste em um ato simbólico nem em uma forma exteriorizada de adoração, mas sim em uma mudança de caráter e no modo de pensar que nos une ao Amor.

A definição de “Cordeiro de Deus” dada por Mary Baker Eddy, inclui a ideia de imolação do ego e constitui uma descrição perfeita de Jesus (CS1, p. 590). O New Oxford American Dictionary define imolação do ego como sendo: “a ação de botar fogo em si mesmo, especialmente como uma forma de protesto ou sacrifício”. Jesus protestou vigorosamente contra a imposição da crença de que possa haver qualquer influência sobre o homem além da influência de Deus, o bem, o Espírito. E nos ensinou a fazer o mesmo. Ele sacrificou (e nos ensinou a sacrificar) todo e qualquer senso quanto a uma identidade separada de Deus. Queimar todo esse falso senso de ego é um meio eficaz de destruir permanentemente a imposição do pecado e compreender plenamente nossa unificação com Deus.

Seção 2. Será que estamos aceitando o Cristo – a mensagem divina de Deus – como as ovelhas?

Jesus não atribuía a si mesmo nenhuma honra por qualquer coisa que fizesse. Ele instruiu seus ouvintes a terem apenas um Mestre (um professor) e um Pai – Deus (B5, Mateus 23:1,8,9). As palavras de Jesus eram ouvidas e suas curas observadas por todos aqueles que cruzavam seu caminho. Mas nem todos aceitaram sua mensagem. Jesus descreveu aqueles de coração receptivo como “suas ovelhas”. Ele dizia que suas ovelhas estavam protegidas em sua companhia e na companhia de seu Pai! As ovelhas confiam, são receptivas e estão dispostas a serem guiadas. E essa confiança é amplamente recompensada. Que não sejamos como aqueles que seguidamente pediam a Jesus que lhes dissesse com clareza ser ele o Cristo, o tão esperado Messias. Suas obras eram a evidência clara desse fato (B7, João 10:24,25,27-30).

Mary Baker Eddy define o Cristo como sendo “a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana” (CS5, p. 332). O Cristo – a mensagem sanadora de Deus – está se comunicando conosco ininterruptamente. Jesus foi a corporificação dessa mensagem. Jesus não está mais entre nós como humano, mas isso não significa que o Cristo esteja menos presente! Jesus constantemente livrava as pessoas do mal e ensinava a todos “como se livrar do mal”. A solução é “voltar-se em direção oposta ao pecado e desprender-se do ego mortal”. Então encontraremos “o Cristo, o homem real e sua relação com Deus” (CS6, p. 315).

Há alguns anos tive uma cura que foi o resultado de confiar realmente no poder e na presença do Cristo. Tínhamos acabado de chegar ao Egito, pensando em passar uma semana fazendo turismo. Naquela noite estava me sentindo muito fraca e não parava de vomitar. Telefonei para uma praticista da Ciência Cristã em busca de auxílio e ela me assegurou que eu era una com Deus. Eu sabia que isso era verdade, mas a pergunta “e se eu não estiver melhor amanhã de manhã?” continuava a pipocar no meu pensamento. Logo veio-me uma mensagem angelical mostrando ser necessário confiar de todo o coração no tratamento que estava sendo dado e confiar na Verdade do Cristo, assim como aqueles que estiveram na presença de Jesus confiaram nele. Senti uma entrega maravilhosa – algo se dissipando, enquanto eu caía nos braços do Amor – acompanhado de um senso calmo de expectativa. Passadas algumas horas consegui me alimentar. Também dormi calmamente. No dia seguinte galguei o pico da Grande Pirâmide, subindo a escada quente, íngreme e murada. Estava muito grata e aprendi uma grande lição quanto à questão de confiar no Cristo, que permanece comigo.

Todos nós já tivemos algum vislumbre da bondade de Deus, já percebemos um senso de calma e segurança em meio à agitação, já passamos pela experiência de sentir o toque sanador do Amor. Guarde esse sentimento, essa experiência – não importa quão pequena – e considere-a como sendo o Cristo, a mensagem vinda de Deus diretamente para você! Você é um com Deus – assim como a onda é uma com o oceano e o céu alaranjado é um com o pôr do sol (CS7, p. 361). Nós todos coexistimos com Deus, o bem (CS8, p. 516). Aceite este fato – como se fosse uma ovelha – e recuse-se a acreditar em qualquer notícia que procure informar que o pecado pode separar qualquer pessoa de seu Pai-Mãe Deus! O Cristo está presente agora!!

Seção 3. Você pode vivenciar a reconciliação. Ame como Jesus amou, cure como Jesus curou.

Você já percebeu quantas vezes lemos sobre Jesus tendo compaixão por aqueles ao seu redor – e depois curando-os? Há uma mensagem importante para nós. Comece com amor genuíno. Como Paulo aconselhou aos Efésios: “andai em amor, como também Cristo nos amou”. Paulo também nos instruiu a ser “imitadores de Deus, como filhos amados” (B10, Efésios 5:1,2). Siga com confiança, como os filhos seguem aqueles que amam e as ovelhas permanecem com o pastor.

Jesus novamente se referiu a ovelhas quando curou o homem com a mão ressequida. Os fariseus concordaram que ajudariam suas ovelhas se elas caíssem em uma cova em dia de sábado. No entanto, eles questionaram a legitimidade de libertar um homem de uma condição incapacitante (B9, Mateus 12:10-15). Podemos achar fácil zombar da reação dos fariseus, mas será que algumas vezes não fazemos a mesma coisa? Para expressar compaixão de forma consistente, não podemos fazer qualquer julgamento sobre se alguém (incluindo nós mesmos) “merece” ser curado ou se o momento é certo, ou se talvez eles (ou nós) tenham causado esse problema a si próprios. A luz sempre remove a escuridão. O amor de Cristo cura, sempre!

Podemos aprender muito com a maneira como Jesus orou e curou. O livro Ciência e Saúde explica que as orações de Jesus eram “profundos e conscienciosos protestos a favor da Verdade — da semelhança do homem com Deus e da unidade do homem com a Verdade e o Amor” (CS11, p. 12). Olhe aquele protesto de autoimolação de novo! Jesus entendeu que “a vida e a inteligência materiais são o nada, e que Deus, o bem, o qual inclui tudo, é a poderosa realidade” (CS10, p. 52). Podemos não entender completamente esses conceitos como Jesus entendia, mas isso não nos impede de manter conscienciosamente essa posição! Amar a Deus e responder ao Seu amor por nós nos capacita a tomar tal posição, argumentar corretamente, falar a verdade a toda forma de erro e “regenerado, se elevará a uma vida nova”. Essa elevação de consciência está participando ativamente da reconciliação – quebrando a cadeia de culpa e punição e percebendo a unidade do homem com Deus e de uns com os outros (CS12, p. 418 e CS13, p. 24).

Seção 4. Você é redimido pelo Amor – o sacrifício de Cristo e sua resposta.

Jesus sacrificou sua vida humana para que a humanidade pudesse ser libertada de todas as limitações e escravidão mortais. Nem mesmo a morte poderia impedir Jesus de expressar totalmente a liberdade e pureza do Cristo. Ele demonstrou que a cadeia de erros pelos quais devemos ser punidos pode ser quebrada. E ele fez tudo por amor! (B11, João 15:13; B12, Rom. 5:8,10,11 e CS14, p. 54)

Então, como vamos responder a isso? Não podemos olhar para o exemplo de Jesus como se estivesse fora do nosso alcance para que nem mesmo possamos tentar imitá-lo. E não podemos simplesmente ser gratos por Jesus ter sacrificado sua vida para salvar a nossa. A ordem é clara: “Temos de fazer como ele fez, do contrário não nos estaremos valendo das grandes bênçãos que nosso Mestre trabalhou e sofreu para nos proporcionar” (CS15, p. 25). Não podemos tornar melhor o que Jesus fez! Mas podemos “usar essas grandes bênçãos para um bom propósito; para tornar produtivo; empregar”. Portanto, se vamos honrar o que Jesus fez por nós, precisamos continuar a praticar e usar os princípios que ele ensinou. Precisamos amar como ele amou – vendo cada uma das ideias de Deus como sendo unas com ele. Deus enviou Jesus para nos afastar de nossas iniquidades – nossos pecados, propósitos malignos e desejos (B14, Atos 3:26).

Esta seção termina com o quarto princípio da Ciência Cristã (CS17, p. 497). Ao vermos que o propósito do sacrifício de Jesus era mostrar-nos nossa unidade com Deus, descobrimos que a Verdade, a Vida e o Amor que Jesus demonstrou em sua cura nos salvam hoje de tudo o que sugere que possamos estar separados do bem, de Deus.

Seção 5. Ignore os sentidos materiais e alegremente faça a corrida à sua frente.

Não podemos controlar como a corrida chamada vida irá acontecer – como os muitos buracos na estrada, colinas íngremes, desvios, e ruas sem saída poderão se apresentar. Mas podemos determinar como iremos confrontar esses desafios. Seguir em frente com paciência (persistência e convicção) e conforme o exemplo de alegria plena de Jesus e Paulo enquanto encaravam cada desafio que se apresentava (incluindo a crucificação, açoite físico e verbal, apedrejamentos e prisão), nós também podemos sair vitoriosos! (B16, Hebreus 12:1,2)

Paulo foi claro em sua carta aos Gálatas em que nunca devemos ser orgulhosos de nada exceto na cruz do nosso Senhor Jesus Cristo (B15, Gálatas. 6:14, NLT). Tradicionalmente, a cruz era o local onde todos esforços e orgulho humano chegavam ao fim. Um estudioso da Bíblia aponta que “gabar-se na cruz… seria aceitar que nossos esforços nos levam a morte e que nossa confiança pode somente ser colocada na graça de Deus, que nos resgata da atual era do mal” (comentário dos 12 volumes da Bíblia do Novo Interpretador). Jesus permitiu-se ser crucificado, sabendo que não poderia ser separado de Deus. Com isso como um exemplo, nós também podemos encarrar os desafios que nos confrontam com confiança, apoiando-nos em Deus ao invés de em nós mesmos ou nos outros na busca por respostas, podemos rejeitar o testemunho dos sentidos materiais, e acolher a realidade espiritual que vem da compreensão da nossa reconciliação com Deus (B15, Gálatas 6:14).

Este exemplo é muito modesto, mas espero que ilustre o ponto que quero fazer. Estava me sentindo muito bem com minha prática de esqui na neve neste inverno. Tinha melhorado bastante. Então, no último dia antes de voltar para casa, recebi uma dose de humildade. Eu sempre procuro dar a glória a Deus, mas um pouquinho de orgulho no meu progresso pode ter entrado de surpresa. Fui surpreendida quando no último dia todo meu sucesso foi derrubado, pois senti medo devido à neve estar muito profunda, pesada e mais embolada do que estou acostumada. Estava totalmente focada nos montinhos e estava fazendo tudo errado. Cheguei a cair num determinado ponto, e estava muito grata que um amigo estava lá para me ajudar a levantar. Foi depois dessa queda, que aquilo que eu precisava descobrir se apresentou. Ao invés de focar nas condições desafiadoras, foi sugerido que eu desfocasse da neve completamente, e olhasse para onde estava indo. E a partir daí, simplesmente sentisse a neve e fizesse o que eu sabia fazer. Eu não esquiei perfeitamente, mas já foi bem melhor, e espero ter aprendido uma lição da qual me lembrarei, e que também poderá ser aplicada a outras situações. Enquanto estamos na corrida da vida, mantemos nossas cabeças erguidas e focamos naquilo que sabemos sobre a Verdade – na onipresença da Vida harmoniosa. E deixamos que o Princípio inalterável nos guie pelos desafios.

Não precisamos esperar por uma mudança nas evidências para experimentar a alegria da vitória. A corrida que precisamos fazer é aquela de soltar as limitações da mortalidade para nos elevarmos vitoriosamente sobre tudo aquilo que seja dessemelhante a Deus. Aprendemos que devemos nos esforçar para “entrar’. Entrar no quê? Que tal um estado de pensamento tão consciente da nossa união com Deus que nossa paz, alegria, e bem-estar não podem ser destruídos ou até mesmo perturbados? Não era esse o segredo de Jesus?

Alcançamos essa paz Crística passo a passo… conforme nos “desviamos do senso material” e olhamos “para as coisas imperecíveis do Espírito”. Magnifique o que é bom e verdadeiro, e silencie aquilo que não é! Não se preocupe se a corrida parecer longa. Aprendemos que à medida que “ganhamos uma [perspectiva mais clara] cada dia um pouco na direção certa”, completaremos o “curso [da vida] com alegria!”.

Seja com passos de formiguinha ou passos de elefante, se simplesmente mantivermos nosso curso em resposta à Deus, a vitória será garantida! Essa superação consistente, alegre, e esperançosa é a chave para “participar da unificação com a Verdade e o Amor” (CS20, p. 21). Realizações pessoais não significam nada. Tudo o que importa é vermos que Deus está atuando em nós.

Seção 6. Observem o Cordeiro de Deus no trono eterno.

Apesar do foco ter estado na cruz na seção 5, aqui nossa atenção é trazida para o Cordeiro sacrificado, ou o Cristo ressuscitado, sentado no trono, ou morada, de Deus. Conforme notado na Bible Lens desta semana, a cena muda “de inquietude e distrações desse mundo para a paz perfeita e certeza dos Céus”. Os sete chifres e sete olhos do Cordeiro simbolizam força e conhecimento divino. O livro (ou pergaminho) na mão direita do Cordeiro agora está sem selo, revelando uma mensagem tão abundante que precisa ser escrita em ambos os lados do pergaminho. Estudiosos em geral concordam que o livro decifra os planos de Deus para o governo de Seu mundo. Vemos que todas as reconhecem, respondem e exaltam o poder de Deus e Seu Cristo.

A visão de João serve como uma janela para realidade presente dos Céus. Pode ser tentador tomarmos a descrição dessa cena literalmente e pensarmos sobre os Céus como um lugar físico no céu – que alguns um dia poderão acessar – após morrerem. Mas, se pensarmos metaforicamente sobre isso como um estado mental onde Deus e Seu Cristo são um, isto se torna uma promessa de reconciliação que é possível para cada um de nós experimentar aqui e agora.

O poder de Deus, o bem, reina nos Céus – e é experimentado conforme enxergamos através da visão limitada mortal para a realidade presente. Por meio de tudo o que Jesus demonstrou, aprendemos que a vitória está garantida. Ele nos mostrou que todos os medos, dúvidas e equívocos que congestionam o pensamento são pedras que precisam ser removidas da “pedra que obstruía a entrada da esperança e fé humanas” (CS24, p. 45). Uma vez que a nossa união com Deus como realidade presente for revelada, podemos estar seguros de que ela pode ser experimentada. Precisamos regozijar-nos cada vez que derrotarmos até mesmo as menores crenças de uma vida separada de Deus à medida que nos tornamos cada vez mais conscientes da “supremacia da Verdade” e sentimos a certeza de que “Deus é Amor” e que somente o bem aguarda Sua criação! (CS22, p. 569)

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Steffler, Bianca Pessoa, Ovídio Trentini, Ursula J. Dengler e William Trentini, com revisão e preparação de Leila Kommers, e apoio metafísico de Elisabeth Zir Friedrichs. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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