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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

Tornemo-nos conscientes do poder de Deus
28 de maio a 3 de junho de 2018

Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem – MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Parece haver tantos meios pelos quais se manifesta o poder na experiência humana. É só olhar as manchetes de jornais, vê-se violência com armas, doenças, violência sexual, cenário político mundial, tudo isso dizendo aos nossos sentidos que parece realmente haver um poder que se oponha à ideia de um Deus onipotente e totalmente bom. Como podemos trazer à nossa experiência a clara visão do bom governo de Deus em face a essas sugestões? Esta lição é eficaz em fornecer ideias com as quais podemos combater a insidiosa crença de que o mal, o magnetismo animal, e todos os “poderes” listados no título da lição desta semana possam permanecer a despeito da Mente, do Amor e da Verdade – a despeito da onipotente bondade de Deus.
Texto Áureo (Salmos 60:12): “Com Deus do nosso lado, venceremos; ele derrotará os nossos inimigos.” A versão da NTLH dá uma outra dimensão à excelente versão de Ferreira de Almeida RA. Gosto de ler que “venceremos”, e “[derrotaremos] nossos inimigos”! Essa vitória vem direto de Deus, que nos dá o poder por meio do reflexo.
Em nossa Leitura Alternada (Salmos 5:1-4, 8-12; 2. Timóteo. 1:7), a oração do salmista pede que sejamos levados num caminho “direito”, um que não seja obstruído pela “torção” de mentiras, pela “aspereza” do ressentimento ou ódio. Essa oração pede para que nossos inimigos (doença, tristeza, falta de integridade, ódio, etc.) sejam “… apanhados em seus próprios planos” (NTLH, Salmos 5:10). “Tu abençoas os que te obedecem, a tua bondade os protege como um escudo”, afirma a mesma versão no versículo 12. E finalmente 2Timóteo nos assegura que a única coisa que Deus dá é o espírito de amor, de poder e moderação. Interessante que, ao olharmos as sugestões de outras influências mentais nesta lição, a palavra “moderação” pode ser traduzida também como “autodisciplina”. Pensem em como a Sra. Eddy fala que a autodisciplina, ou o governo de si mesmo, é na realidade ser governado por Deus (CeS, p. 106). Um ponto chave para não ser vítima desses falsos “poderes” enfocados no tema dessa semana, envolve uma consciência de como tornar-se consciente unicamente do governo de Deus.

Seção 1: Nada pode opor-se ao poder de Deus (notem que MONTANHAS E OUTEIROS se moverão, mas não a bondade de Deus! B1, Isaías 54:10)
Temos de ter esse fato sempre em mente. Há várias ocasiões durante o dia em que somos confrontados com a sugestão de que esse não é o caso! Mas quando nos lembramos de reconhecer a onipotência de Deus, podemos pôr essas sugestões no seu devido lugar, como mentiras que são. É importante reconhecer que só porque nossa experiência humana é seguidamente repleta de desafios, isso não significa que essa experiência seja uma verdade irretorquível. Provamos o fato de que o poder de Deus é o único poder, por meio da cura. Recentemente, fui ao Alaska a fim de ajudar meu pai. O tempo de viagem e a mudança do fuso horário, no começo, me mantiveram acordada por 24 horas. Ficou claro, então, que meu pai precisava de assistência o tempo todo, e meu irmão e eu nos revezávamos em turnos. No terceiro dia, acordei com uma tremenda dor de cabeça. Como eu precisava estar espiritualmente alerta para ajudar meu pai, imediatamente comecei um tratamento em oração sabendo que era uma sugestão hipnótica de que nossos corpos estejam sujeitos a toda sorte de regras sobre dormir, programação, fusos horários, e assim por diante.
Eu estava atenta à sugestão de que estava muito tempo num local cheio de pessoas, ainda que amáveis e maravilhosas, que se encontravam em vários estados de dificuldade física e devido à idade. Rapidamente, neguei a sugestão de que essas imagens poderiam representar algo temeroso ou forte ao meu pensamento. Eu poderia contemplar apenas a beleza, dignidade, glória atemporal, e a liberdade e descanso que acompanham uma dedicação de amor.
Não só fiquei livre da dor de cabeça cerca de uma hora depois como o primordial sentimento de que fui tomada após essa experiência confirma o poder do Amor refletido em cada uma das enfermeiras que atendiam meu pai. Meu irmão, minha mãe e eu sentíamos estar na presença do mais inspirado e profundo amor que já havíamos sentido. Não era a morte ou um moribundo que ocupava nossos pensamentos, mas o amor e a terna dedicação da bondade e Vida de Deus. Isto é o divino poder vencendo a mesmérica sugestão de vida na matéria.

Seção 2: Amor sem oposição
Todos nós somos “chamados” pelo “propósito” de Deus (B8, Romanos 8:28). Esse propósito é o bem, nunca o mal. Podemos somente refletir a bondade de Deus que abençoa toda humanidade. A sugestão de que exista poder no homem para amaldiçoar outros é a crença de uma mente separada da Mente ou Amor. A história de Balaam, um homem de Deus, ilustra não somente a maneira com que Deus abençoa ao homem, mas também a universalidade desse Deus bom e poderoso. Balaão não era judeu, mas ouvia e escutava a voz de Deus, recusando o pedido de Balaque para amaldiçoar os Filhos de Israel.
Isso nos diz hoje que toda humanidade tem a mesma oportunidade de cultivar a habilidade de ser consciente da voz da Mente ao homem, não importando as inclinações religiosas. Esse ponto é solidificado na afirmação da Sra. Eddy de que “Um só Deus infinito, o bem unifica homens e nações” na citação CS12 (p. 340)! Essa afirmação é toda inclusiva do poder de Deus de governar com o bem, com paz, inteligência e amor.
Quando estamos conscientes de nosso propósito divino, não podemos ser “compensados” para “amaldiçoar” outros, nem sermos hipnotizados pela tentação de pensar que nosso bem-estar virá através do custo de outros. A tentação de participar de fofocas ou ações nocivas a outros como forma de assegurar um local mais seguro para nós na hierarquia social, não passa de uma sugestão mesmérica de que o Amor poderia isolar qualquer uma de Suas ideias. Essa crença se opõe à verdade da natureza do Amor como infinitamente inclusiva, e ao propósito do homem como reflexo do Amor, amando toda a humanidade.

Seção 3: O ódio não pode governar.
Para vivenciar esse fato, temos de vigiar nosso pensamento, ou “montar guarda à porta do pensamento” (CS18, p. 392). Isto é uma prática diária, não só para manter fora algo tão feio como o ódio, mas para manter fora outras sugestões mesméricas de doença, tristeza, ódio, etc. Ao “lutarmos” contra essas sugestões hipnóticas, precisamos ter cuidado para não cairmos no “lamaçal”, e depois simplesmente com a razão humana tentar sair dos problemas.
Paulo nos diz, na citação B10 (2 Coríntios 10:3-5), que embora andemos na carne, “não militamos segundo a carne: Porque as armas da nossa milícia não são carnais e sim ponderosas em Deus…”. É o todo-poder do Amor divino, não o limitado amor humano, que nos habilitará a seguir a ordem de Jesus de amar os nossos inimigos, como afirmado na citação B12 (Mateus 5:43-45).
Não podemos “convencer-nos por meio de palavras” sobre o perdão e o amor genuínos. Estes vêm por meio da percepção do todo-poder do Amor. Se estivermos lutando para vencer sentimentos antinaturais de irritação ou rancor, essas palavras de Eddy podem trazer cura: “As rajadas gélidas da terra talvez desarraiguem as flores dos afetos e as espalhem aos ventos, mas essa ruptura dos laços carnais serve para unir o pensamento mais estreitamente a Deus, pois o Amor sustenta o coração em luta, até que este cesse de suspirar pelo mundo e comece a estender as asas rumo ao céu” (CeS, p. 57).
Quando parecer difícil demais substituir o ressentimento ou o ódio pelo amor, podemos ter certeza de que esse amor pelo qual ansiamos está associado à emoção humana limitada. Estamos mesmerizados por um limitado senso humano de amor. É nossa oportunidade abençoada de arrancar esse falso senso por meio de “rajadas gélidas”, e substituí-lo por um amor mais celestial e profundo, que reflita o Amor infinito, Deus

Seção 4: Não existe mente, apenas Mente.
Na citação B14 (Lucas 8: 22, 26-35), Jesus cura o homem insano que vive [nas montanhas, bem como] nos túmulos. Os túmulos representam, na Bíblia, um lugar que é sempre impuro, separado da sociedade. Esta é a mesma sugestão mesmérica que segue muitos que sofrem de várias formas de insanidade hoje – que eles estão separados e, às vezes, literalmente ou figurativamente, sujos e desgrenhados. Esse distúrbio apresenta-se frequentemente com muita força, mesmo em comportamentos violentos, ou deprimidos suicidas.
Essas sugestões agressivas de um poder separado da Mente são tratadas pelo Cristo, a quem Deus continua a ungir ainda hoje, entre nós (B13, Atos 10: 38). Nessa história em particular, este homem parece representar uma grande quantidade de "poder", quebrando correntes e declarando que seu nome é "Legião", que em Roma era uma força de quatro a seis mil soldados! Mas essa sugestão agressiva de uma mente separada da Mente é firmemente apagada por Jesus. Ele lança essa crença "empacotada" – nos porcos, que são biblicamente símbolos da própria impureza. E, assim, esta falsa crença hipnótica de uma mente material doente desaparece, podemos até pensar nela como sendo removida ao lago profundo onde os porcos supostamente caíram. (Eu gosto de pensar que os porcos são totalmente simbólicos nesse estado de mente mortal impura, separada da Mente divina!). Obter a identidade dessa crença em qualquer forma é muitas vezes um caminho seguro para a cura. (Jesus perguntou a esse homem o nome dele). Não estou falando aqui de um diagnóstico, mas sim de uma identificação clara da mentira mesmérica por trás dessa crença.
Em um caso de muitos anos de profunda depressão clínica, um homem que conheço encontrou seu caminho para a cura, identificando a fonte como uma sugestão, no caso dele, da hereditariedade. Assim que ele identificou essa sugestão, ele foi capaz de ver sua liberdade daquela alegação ao longo de alguns meses.
No meu caso, descobri que ao identificar corretamente que minhas emoções não eram confiáveis ​​perto do período do meu ciclo menstrual, eu era mais capaz de não "dar" a esses sentimentos o tipo de poder / legitimidade que eles normalmente reivindicariam sobre o meu pensamento. Que alívio reconhecer que não somos governados pelo desequilíbrio de substâncias químicas ou hormônios de qualquer tipo.

Seção 5: A cura vem do poder da Verdade.
A Verdade é a única sanadora, como encontramos na citação B15(Atos 19: 11, 13-18,20), onde certos judeus tentavam curar, apresentando-se falsamente como seguidores de Jesus. Seus motivos eram para promoção pessoal, ao invés de genuinamente abençoar como a Sra. Eddy afirma na citação CS29 (p.375). Claro que não podemos nos curar sem o poder do Amor por trás do nosso trabalho. A menos que a cura nos aproxime do Amor, não é a cura genuína, mas o hipnotismo da mente humana.
Veja o que nos é dito nessa passagem da citação CS29: "O Cientista Cristão genuíno fortalece o poder mental e moral de seu paciente e lhe aumenta a espiritualidade, enquanto o restabelece fisicamente através do Amor divino". Esse é um poder de cura que nunca é misturado a qualquer tipo de erro. Não pode haver outro "poder" presente ao lado de Deus. Muitas vezes esse tipo de cura vem quando nos voltamos para a própria Palavra de Deus, seja na Bíblia ou nos escritos da Sra. Eddy.
Em minha família, posso pensar em muitos casos em que simplesmente ler diretamente desses livros trazia uma cura rápida e, às vezes, instantânea, mesmo quando a pessoa para quem estava sendo feita a leitura não parecia ter idade suficiente para entender tudo o que era lido. Uma vez, nosso filho Huck derrubou uma pedra muito grande no dedão do pé; à noite, ele não conseguia encontrar conforto suficiente para adormecer. Depois de orar e compartilhar pensamentos com ele, abri Ciência e Saúde e li para ele. Em poucos minutos ele adormeceu e dormiu durante toda a noite. Isto foi seguido por uma cura muito rápida ao longo dos próximos dias, e por uma corrida de 5k, em que ele correu e teve boa colocação.

Seção 6: Deixe a Ciência "triunfar sobre o sentido material e a Verdade sobre o erro …" (CS30, p. 484:25).
Por meio de nossos esforços para vigiar nosso pensamento, podemos triunfar sobre sugestões agressivas de medo, doença, ódio – todas as formas de erro que tentam nos convencer de que vivemos e morremos na matéria. Deus é o único poder, e o senso espiritual, com o qual somos abençoados por nosso Pai-Mãe, nos ajuda a termos consciência desse fato!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS de House Springs, MO, EUA, Kerry.helen.jenkins@gmail.com (314) 406-0041.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Zir Friedrichs, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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