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Aceite a Deus como sua Vida e encontre o bem abundante!

Ideas de aplicação metafísica para a Lição Bíblica da Ciência Cristã sobre o tema

“A Vida”
10 a 16 julho de 2023

preparado por Kathy Fitzer, C.S,   Lake St. Louis, MO, EUA

kathyfitzer@gmail.com

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 Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Nova Versão Internacional – NVI; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução, Texto Áureo e Leitura Alternada

Há muito nesta Lição sobre como o Deus vivo cuida de Seus filhos! Os temas de salvação, graça e suficiência percorrem toda a lição. Eu me peguei desejando saber mais sobre: o que significa ser Deus a nossa salvação? O significado de salvação, conforme o Texto Áureo, vem do hebraico Yeh’-shah e inclui as ideias de liberdade, libertação, prosperidade, segurança e vitória. Deus é um Deus vivo – uma força sempre presente e ativa do Bem – que é uma rocha, ou fundamento, sobre a qual nossas vidas são estabelecidas com segurança e a partir da qual elas se desenvolvem. A Bíblia Nova Tradução na Linguagem de Hoje traduz o versículo como: “O Senhor vive. Louvem aquele que é a minha rocha, anunciem a grandeza do Deus que salva a minha vida”.

Ocorreu-me como é natural para nós bendizermos e louvarmos a Deus em gratidão pelo fato de que essa Vida sempre presente e salvadora é a nossa salvação – aquela que nos livra de tudo o que tentasse perturbar nossa paz natural. Bendizemos a Deus mentalmente ajoelhando-nos diante dEle em louvor e gratidão – reconhecendo que Deus é sempre o Autor, que nada fazemos por nós mesmos, mas que refletimos e expressamos a plenitude da Vida que é Deus. Elevamos (magnificamos e exaltamos) nossa consciência da eterna presença e da supremacia da Vida divina (o Deus que também é a Verdade e o Amor). Ao fazermos isso, somos capazes de mudar de uma visão mortal para uma visão espiritual, e ver e experimentar a supremacia do poder de Deus – o poder do Bem!

A Leitura Alternada concentra-se em Neemias lembrando aos israelitas tudo o que Deus havia feito anteriormente para prover os filhos de Israel em sua jornada pelo deserto rumo à “Terra Prometida”, que Deus lhes havia garantido. Deve ter sido particularmente significativo pensar com gratidão na história sobre Deus “ouvindo” o clamor do povo ao enfrentar o Mar Vermelho com os egípcios no seu encalço. Afinal, centenas de anos depois, os judeus estavam voltando para Jerusalém após 70 anos de exílio na Babilônia. Ciro, rei da Pérsia, os libertou depois de conquistar os babilônios. Mas os persas ainda impunham poder imperial sobre os judeus. O templo e os muros da cidade haviam sido reconstruídos, mas ainda havia a necessidade de que o povo restabelecesse e edificasse seu relacionamento com Deus. Certamente, se Deus ouvira o clamor no deserto, Ele também ouviria o clamor deles e atenderia às suas necessidades. Tudo o que eles precisavam fazer era voltar-se para Ele e reconhecer a Sua supremacia.

Considerar esse relato do cuidado de Deus também é um conforto para nós. Ao passarmos por provações pessoais e coletivas, podemos ter certeza de que o Amor está nos conduzindo à terra prometida da Vida divina. A “terra” que Deus prometeu que os filhos de Israel possuiriam e jurou dar a eles não era um pedaço de terra nem uma promessa feita especificamente a um povo que viveu há muito tempo. Em vez disso, penso na terra prometida como um estado de consciência que compreende a eterna presença e a onipotência de Deus, que assim é capaz de perceber o bem que Deus está sempre suprindo.

No livro The First Church of Christ, Scientist and Miscellany (My) [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros textos]— ainda sem tradução para o português, Mary Baker Eddy fala sobre como os Filhos de Israel cruzaram tanto o Mar Vermelho quanto o Jordão passando por terra seca. Ela escreveu: “Com poderosa mão e o braço estendido os filhos de Israel foram libertados da escravidão dos egípcios, mas essa libertação não os colocou de posse da terra prometida. … A saída do deserto das crenças humanas foi revelada. Pela compreensão acerca de Deus como uma ajuda sempre presente, os enfermos estão sendo curados, as algemas do pecado estão sendo quebradas, os fardos pesados estão abandonados, as lágrimas estão sendo enxugadas e Israel prossegue rumo à posse da terra prometida da existência eterna e harmoniosa” (tradução livre).

Na sequência, Mary Baker Eddy nos tranquiliza dizendo: “Amigos, nosso progresso pode ser rápido ou lento, mas uma coisa é certa, é garantido se formos obedientes ao amoroso conselho de nosso sempre fiel Líder. O Cristo está aqui, veio à consciência individual; e o discípulo fiel se regozija na profecia cumprida: ´Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo´” (My, p. 42:30–2; 43:32–13, tradução livre). Essa promessa foi dada a cada um de nós! Só precisamos abrir nossos corações a ela!

 

Seção 1. Estamos seguros enquanto somos guiados triunfalmente dos sentidos para a Alma

À medida que navegamos nesta experiência a que chamamos de vida, pode ser tentador nos sentirmos às vezes sobrecarregados ou desanimados, como os filhos de Israel devem ter se sentido enquanto caminhavam pelo deserto. Mas a Bíblia está repleta de promessas de como Deus nos guia, ajuda e preserva para que não precisemos ter medo diante das dificuldades nem nos sentirmos sobrecarregados. Cada citação da Bíblia nesta seção oferece algum tipo de promessa sobre como Deus cuida de nós e nos guia (e a todos mais).

Achei útil considerar cuidadosamente cada promessa em termos de como ela se aplica a uma situação específica em minha vida ou no mundo.

  • Por exemplo, “de dia não te molestará o sol” não significa que não devemos usar protetor solar. Mas, para mim, combate as sugestões associadas às consequências de se ficar exposto ao sol por tempo demais e os medos que as acompanham (B2, Salmos 121:1-6,8).
  • E “eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo” (B4, Isaías 43:16,19) é uma promessa de que existe uma “saída” para qualquer dificuldade que estejamos enfrentando e que o suprimento talvez venha de uma fonte inesperada.
  • Assim como não importa se problema pareça ser um relacionamento que tem questões sem solução (sejam grandes ou pequenas), turbulência emocional, falta de suprimentos ou um problema de saúde, há uma resposta!  E Deus (“…a única Vida, a única substância, o único Espírito e a única Alma, a única inteligência do universo, que inclui o homem”, CS1, p.330) a revelará de forma tangível.

Em vez de passar por uma série de experiências mortais (boas ou ruins); em vez de ter que percorrer uma estrada esburacada desde o nascimento físico até a morte física, estamos na verdade sendo guiados “…dos sentidos para a Alma, de um senso material de existência para o espiritual, elevando-os à glória preparada para aqueles que amam a Deus” (CS5, p. 566).  É sempre uma jornada mental, e não física.

A chave para ver e experimentar o bem que está sempre presente — mesmo quando parece muito, muito distante — é dedicar cada pensamento e cada ação “…ao arquiteto perpétuo, o Pai eterno, à Vida que o senso mortal não pode debilitar e que a crença mortal não pode destruir” (CS6, p. 428).  Em outras palavras, precisamos confiar que estamos em segurança, sendo guiados e realmente vivendo pelo poder infinito do Bem que não podemos ver com nossos olhos mortais, mas que já se mostrou presente repetidas vezes nos momentos de necessidade.  Precisamos deixar-nos elevar e ser levados por essa força, assim como um navio gigante é levantado e levado pelo oceano.  O melhor é que – ao contrário do oceano – este poder da Vida é TODO o BEM e não há nem mesmo um inconveniente aparente.

 

Seção 2. Escolha a Vida!

Costuma-se dizer que a vida é feita de escolhas.  Eu acredito firmemente nisso!  Isso não significa que podemos sempre escolher exatamente como as coisas acontecerão em qualquer cenário humano, mas nós escolhemos como pensamos sobre os acontecimentos e como reagiremos.  Escolhemos a partir de qual perspectiva olhar para as coisas – de uma perspectiva material turbulenta e mutável, ou de uma perspectiva espiritual confiável.

Paulo disse aos romanos: “Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz” (B7, Romanos 8:6).  Essa ideia é expandida nesta paráfrase de A Mensagem: “Os que confiam na ação de Deus descobrem que o Espírito de Deus está neles — vivendo e respirando Deus! Ficar obcecado consigo mesmo nessa questão é entrar num beco sem saída. Quem olha para Deus é levado para um campo aberto, a uma vida livre, espaçosa. Direcionar o foco para si mesmo é o oposto de se concentrar em Deus. Qualquer pessoa absorvida em si mesma passa a ignorar Deus e acaba pensando mais nela que em Deus. Ignora quem Deus é e o que ele está fazendo”.

Nossa escolha realmente se resume a se nos deixaremos absorver pelo testemunho material ou se olharemos para as coisas através das lentes do Espírito e corrigiremos os pensamentos que chegam a nós, para que eles se alinhem com o que realmente está acontecendo na Vida que está governando cada ideia a cada minuto de cada dia.  Não temos que mudar o fato, a pessoa ou a situação. Temos de alinhar o pensamento à lei da harmonia.

Mary Baker Eddy nos diz: “A proporção com que aceitamos as manifestações do bem ou do mal determina a harmonia de nossa existência…” (CS11, p. 167).  Há alguns, dias acordei sentindo os primeiros sintomas de um resfriado.  Eu tinha responsabilidades familiares, e havia planejado um dia divertido no lago e sabia que tinha uma escolha a fazer.  Nos últimos anos, houve momentos em que me pareceu mais difícil rejeitar sintomas físicos ou sugestões de conflito.  Mas, naquela manhã, percebi claramente que tinha uma escolha. E escolhi voltar o meu pensamento inteiramente à totalidade de Deus.  Comecei orando a Oração do Senhor… “Nosso Pai-Mãe, Deus, todo harmonioso”.  Como Deus é tudo e todo harmonioso, não poderia haver espaço para nada desarmonioso.  E, então, fiquei muito feliz porque realmente existe apenas uma Vida que é totalmente boa!  Pude sentir que a preocupação de que esses sintomas se transformariam em algo estava se dissipando.  Eu sabia que estava segura no Amor.  E assim a preocupação e os sintomas chegaram ao fim!

Sempre podemos escolher ver as coisas sob uma perspectiva material e nos preocupar com o que pode acontecer ou com o que o senso mortal diz que está acontecendo.  Ou podemos escolher ver o que Deus, o Bem, sabe, e viver nossas vidas de acordo com o que a Vida projetou.  Às vezes, a luta pode parecer real, e a resposta não vem de imediato.  Mas persista.  Escolha a Vida!!!

 

Seção 3. Apoie-se no infinito sustentador! Veja as provações como oportunidades!

Amei a citação da Bíblia na abertura desta seção: “O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras…O Senhor sustém os que vacilam e apruma todos os prostrados” (B8, Salmos 145:9,14-16). Ninguém fica de fora. Deus não julga se um indivíduo merece ser ajudado. A Vida oferece uma oportunidade para o bem e para a liberdade de todos – quer pareça, ou não.

Às vezes parece que há muito sofrimento “imerecido”, e que muitas coisas ruins acontecem para muita gente boa. Mas, a promessa permanece: “Porque o Senhor Deus é sol e escudo, o Senhor dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente. Ó Senhor dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia” (B10, Salmos 84:11,12). E Ciência e Saúde abre com: “Para os que se apoiam no infinito sustentador, o dia de hoje está repleto de bênçãos” (CS18, p. vii:1–2). Então, como ponderamos sobre essas promessas quando as coisas não estão indo bem?

A maioria de vocês, se não todos, conhece as palavras de Mary Baker Eddy: “As provações ensinam os mortais a não se apoiarem em um cajado material, em uma cana quebrada que transpassa o coração” –  “As experiências difíceis comprovam que Deus cuida de nós” (CS14, p. 66). Também já ouvi mais de uma pessoa comentar: “Bem, então estaria tudo bem para mim se Deus não se importasse tanto comigo!” Mas é isso o que nós realmente queremos dizer? Deus não envia provações. Ele nem sabe nada a respeito de qualquer provação específica, porque Deus, o Bem, não conhece o mal. Mas, Deus provê a saída das provações, assim como o sol quando nasce não pode saber se você está prestes a bater em alguma coisa ou cair de um penhasco, ele simplesmente emite sua luz e evita que você se machuque.

Com toda a honestidade, quando é mais provável que nos voltemos para Deus – quando tudo está acontecendo perfeitamente – ou quando estamos enfrentando uma provação? E nossas habilidades em qualquer coisa (como matemática) não melhoram quando temos de usar o que sabemos para resolver um problema? Anexei um link para um artigo de Judith Hardy Olson do Christian Science Sentinel de 8 de março de 2021 intitulado The truth about trials [A verdade sobre as provações]. Acho que apresenta uma perspectiva útil.

A história bíblica nesta seção é uma evidência de que, não importa quanto tempo uma provação pareça ter durado, sempre há esperança. O rei de Judá, Joaquim, estava em seu 37º ano de exílio quando Evil-Merodaque sucedeu a Nabucodonosor como rei da Babilônia. Não se deixe enganar pelo nome Evil-Merodaque. Em hebraico, o nome era Amel-Mardul, que significa “homem de Marduk”. A questão é que, no entanto, parece-me que Joaquim não foi particularmente fiel a Deus enquanto era rei. Mas ele não era uma pessoa má, por isso foi preservado durante seu exílio e finalmente libertado da prisão, e viveu uma vida boa. Mais uma vez… Deus é bom para todos! Não importa quais dificuldades você esteja enfrentando, saiba que o amor de Deus e a realidade da Vida, que é verdadeiramente (repleta de) todo o bem, aparecerão quando você se recusar a desistir, quando mantiver o pensamento próximo o suficiente de Deus para se apoiar nEle e se concentrar mais nas bênçãos do que nas provações.

 

Seção 4. Abandone as velhas crenças para deixar o novo entrar, e seja purificado

O que acontece quando você tenta colocar água a um copo que já está cheio? Ele derrama, certo? Ou se você adicionar suco de maçã a um copo de leite, vai acabar com algo que não tem gosto de leite nem de suco de maçã, e não tem um gosto bom. Se você quiser suco de maçã, precisa primeiro retirar o leite. Você também pode pensar na ineficácia de adicionar água limpa à água barrenta. Simplesmente não funciona. Mary Baker Eddy explica como isso se relaciona com o que acontece em nosso pensamento. “A crença antiga tem de ser expulsa, senão a ideia nova se derramará, e a inspiração, que deve mudar nosso ponto de vista, se perderá” (CS22, p. 281). Ela prossegue dizendo: “Para raciocinar corretamente deve estar presente no pensamento um só fato, a saber, a existência espiritual” (CS23, p. 492). Precisamos parar de acreditar no testemunho do senso material e de nos apoiarmos nas nossas próprias habilidades. Como Paulo instruiu os coríntios: “não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus” (B16, 2 Coríntios 3:4,5).

Para mim, essas são as ideias por trás da parábola na citação bíblica B12 (Lucas 5:36–38) nesta seção. A Wikipedia fornece uma explicação fácil dos cenários descritos: “O tecido novo ainda não havia encolhido, de modo que usar um tecido novo para remendar roupas mais velhas resultaria em um rasgo quando começasse a encolher. Da mesma forma, os odres velhos foram “esticados até o limite” ou tornaram-se quebradiços à medida que o vinho fermentava dentro deles; usá-los novamente, portanto, arriscava estourá-los”. Precisamos deixar de lado as velhas crenças – às quais muitas vezes tentamos nos apegar quando não temos certeza do que está por vir. Tudo o que precisamos saber é que o bem já chegou, porque “…vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (B13, Lucas 12:32).

A mulher com a hemorragia vislumbrou a autoridade do Cristo que Jesus tão plenamente incorporava. Ela afastou toda a crença e preocupação de que, ao tocar em Jesus, ela o tornaria impuro. E por causa de sua fé, sua persistência e sua total dependência de Deus, tocar a orla do manto de Jesus (representando a autoridade da lei de Deus) resultou em sua purificação (B15, Mateus 9:20-22). Esvaziando o pensamento de crenças materiais, abrimos espaço para a “santidade, harmonia e imortalidade” que constituem todo ser real (CS23, p. 492).

 

Seção 5. Professe e pratique sem medo o que você sabe ser verdade

Os primeiros apóstolos não tinham medo de contar aos outros o que haviam aprendido com Jesus. Eles entenderam que todos têm o direito de conhecer a Cristo e compreender a liberdade que vem do conhecimento de que a Vida é Deus. Assim, eles pregaram destemidamente “a palavra do Senhor” (B20, Atos 13:49,52). Como resultado, Paulo foi apedrejado, mas estava seguro. Ele e os apóstolos comemoraram porque Deus “abrira aos gentios a porta da fé” (B21, Atos 14:4,19,20,27). Mais tarde, Paulo percebeu que eles deveriam ir para uma área específica e, como resultado, Lídia e toda a sua família foram atraídos por sua mensagem e seguiram os ensinamentos de Cristo (B22, Atos 16:9,10,14,15).

Acho que, às vezes, tememos compartilhar nosso entendimento da Ciência Cristã e as bênçãos que esse entendimento nos trouxe porque não queremos que as pessoas pensem que estamos fazendo proselitismo ou sendo insistentes. Mas, se você soubesse da existência de uma mina de ouro com recursos tão infinitos que nunca se esgotariam, não gostaria de compartilhar essa dádiva de conhecimento com todos? Para que todos possam ser abençoados?

Não posso dizer que sou tão boa quanto gostaria em compartilhar esta preciosa Ciência que tanto amo. Mas ler esta seção da Lição me fez ver que preciso compartilhá-la mais livremente do que faço — por amor ao próximo. E acho que isso pode significar coisas tão simples como não ter medo de dar glória a Deus verbalmente quando algo bom acontece, ou perguntar a uma pessoa se estaria tudo bem se eu orasse por ela caso estivesse passando por dificuldades, ou compartilhar abertamente curas e reconhecer o que Deus já fez por mim.

É certo que possamos ouvir e deixar o Amor liderar. Mas, imagine se os apóstolos não tivessem compartilhado, ou se Mary Baker Eddy e os primeiros trabalhadores da Ciência Cristã tivessem guardado o conhecimento desta Ciência para si mesmos! Sentimo-nos à vontade para convidar amigos para uma festa, para um espetáculo ou um concerto. Por que não se sentir igualmente à vontade para convidá-los para a Escola Dominical, para a igreja ou para uma conferência? O que temos em nossa compreensão da Ciência Cristã é precioso demais para não ser compartilhado! Vou tentar ser melhor e convido-o a pensar nessa possibilidade também.

 

Seção 6. Beba de graça a água da Vida

Deus está nos convidando abertamente a bebermos de graça da fonte da Vida, que está continuamente derramando inspiração e bênçãos (B25, Apocalipse 22:17). Ao bebermos desta fonte — ou seja, ao nos deixarmos encher pela verdade de que somos filhos de Deus — “vemos que o homem [ou seja, todos nós] nunca perdeu sua posição espiritual e a sua harmonia eterna” (CS31, p. 548). O desafio nunca é a necessidade de consertar as coisas em nossas vidas. Pelo contrário, é ver todo o bem que já existe porque Deus está sempre presente! Como diz o livro-texto da Ciência Cristã: “Tudo o que é governado por Deus nunca está privado, nem por um instante, da luz e do poder da inteligência e da Vida” (CS32, p. 215).

Coisas boas estão sendo derramadas acima do que jamais poderíamos imaginar. E, recentemente, tenho percebido cada vez mais que tudo o que precisamos para receber esse bem é abrir nossos corações para receber o que nosso querido Pai-Mãe está derramando sobre nós. E a chave é a graça, definida na Concordância de Strong como “a influência divina sobre o coração e seu reflexo na vida… incluindo a gratidão”. A graça não é unilateral. Não é apenas algo que recebemos, mas deve ser expressada. E, quando a expressamos, ela atua como um lubrificante e um multiplicador — fazendo com que tudo corra bem e revelando bondade abundante.

Eu gosto da tradução da citação B24 da Nova Tradução na Linguagem de Hoje da Bíblia: “E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo o tipo de boas obras” (B24, 2 Coríntios 9:8 NTLH). Temos muito para compartilhar por causa da fonte inesgotável de suprimentos. Ao percebermos que todo bem vem de Deus e que Deus está sempre derramando esta bondade da Vida, podemos absorvê-la e deixá-la brilhar livremente por nosso intermédio – e sermos tão compassivos em nossas relações com os outros quanto Deus é compassivo ao lidar conosco. Podemos deixar de lado todas as mágoas – e então haverá muito espaço para a bondade da Vida fluir livremente! Louvado seja Deus por sua bondade!

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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Steffler, Elisabeth Zir Friedrichs, Laura Soriano Yawanawa, Leila Kommers, Martha Henriques, Miguel De Castro e Ovídio Trentini.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

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