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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Louvado seja!]

Deus, a causa única e o único Criador
28 de novembro a 4 de dezembro de 2022

Estudo preparado por:

Christie C. Hanzlik, C.S,   de Boulder, CO, EUA

+1 (720) 331-9356    ccern@mac.com      christiecs.com

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução, Texto Áureo e Leitura Alternada

Ao longo da Lição Bíblica desta semana, o surgimento e desdobramento da bondade de Deus é ilustrado com histórias sobre Davi como a profetizada raiz e linhagem de Cristo Jesus.  Juntamente com essas histórias, há versículos dos Salmos, que são amplamente atribuídos a Davi e mostram a maneira de Davi louvar a Deus.

 Iniciando com louvor, o Texto Áureo, ou ideia central, da Lição Bíblica desta semana sobre “Deus, a causa única e o único Criador”, é o Salmo: “Louvar-te-ei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas”. Eu amo este simples Salmo de louvor.  O louvor é talvez a forma mais simples de oração.

Todos nós podemos praticar a purificação de nosso louvor e oração.  Imagine se um amigo o elogiasse — talvez elogiando sua roupa ou sua habilidade em uma determinada tarefa — mas você soubesse que ele o elogiou porque queria lhe pedir um favor.  Podemos rotular isso como “elogio falso”. Em contraste, o louvor como oração é louvor sem expectativa de recompensa. É elogiar apenas por elogiar, sendo apenas o elogio. Este é um elogio sincero. Podemos levar isso a sério enquanto proclamamos em oração: “Louvado seja!” Nossas vidas – nosso ser – é o louvor! Assim, oferecemos “todo o nosso coração” em louvor ao Bem, a Deus. Ultimamente, tenho me esforçado mais diretamente para ler a Lição da Bíblia sem um objetivo. Em outras palavras, estou me esforçando para lê-la sem aplicá-la a uma situação específica, apenas absorvendo sua verdade. Para mim, esta é uma forma de louvar a Deus porque é preciso tempo para me dedicar mais puramente para entender Deus, mas não por uma necessidade de cura ou uma aplicação específica. Cantar hinos é outra forma de louvor e podemos cantar hinos de louvor sem esperar recompensa. Considere fazer uma lista das maneiras pelas quais você louva a Deus. Você também pode fazer uma lista dos louvores puros que encontra na Lição Bíblica desta semana, como esta da Leitura Alternada: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!” (Salmo 8:9).

Seção 1. Fundamentos de Louvor

A primeira seção da Lição estabelece as bases para o nosso louvor. Estabelece que Deus é, por definição, o Bem conhecido desde “o princípio”, “desde os fundamentos da terra” (B1, Isaías 40:5,21,25,26,28).

Os dois livros da Bíblia incluídos na primeira seção desta Lição são Isaías e Apocalipse. Os versículos de Isaías contêm promessas proféticas. E a citação do Apocalipse é como uma declaração final, sobre a onipotência de Deus: sobre Deus, o bem, sendo a Causa e Criador de toda a existência e digno de louvor. Ao ler a Bíblia, acho útil considerar uma visão geral de todo o volume canônico, bem como a função dos vários livros dentro dele. Aqui está minha opinião sobre uma visão geral (este resumo não deve ser tomado como evangelho – trocadilho intencional. Esta é apenas minha perspectiva).

A Bíblia descreve a tentativa da humanidade de entender a Fonte e a Substância de nossa existência (também chamada de Deus, a causa única e o único Criador) e nosso relacionamento com a Fonte e a Substância (Deus, a causa única e o único Criador) de toda a existência. Aqui está um esboço:

  • Gênesis 1: a visão pura da existência como boa e somente boa… “Haja luz…”; é uma visão de “terceiro grau” da ausência de começo.
  • Gênesis 2: nos adverte para não sermos enganados, mostra-nos o que acontece quando entendemos mal a natureza da realidade e, em seguida, oferece exemplos de correção e despertar do mal-entendido quando os hebreus descobrem o monoteísmo (Deus, a causa única e o único Criador).
  • Samuel, I Reis, II Reis e assim por diante: uma compreensão e obediência à única Causa e Criador e oferece vislumbres da verdade do Cristo levando à cura e ao progresso.
  • Isaías: profecia e visão da única Causa e Criador verdadeiros e a promessa do Cristo (nosso despertar e consciência de nossa conexão inseparável com a Causa e o Criador)
  • Salmos: louvor como fonte de conforto.
  • Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas, João): quatro perspectivas sobre o advento e ministério de Cristo Jesus, que demonstrou a eternidade e a bondade da Causa e do Criador de maneira prática, tornando o Cristo (nosso despertar e consciência de nossa conexão inseparável com a Causa e o Criador) evidente.
  • Atos e além: relatos de como os discípulos passaram a entender o Cristo, curando, compartilhando e vivendo de maneira cristã sem a presença física de Jesus.
  • Apocalipse: a visão da invalidação final de todos os equívocos e a gloriosa celebração quando passamos a reconhecer e compreender a verdadeira Causa e Criador como o único bem e a única realidade.

 

Esta sinopse pode fazer com que os estudiosos da Bíblia detalhistas se estremeçam, mas para mim é útil ter uma visão geral antes de mergulhar profundamente em histórias específicas. Existem, é claro, temas importantes como inclusão e o poder da Verdade para derrubar o erro, e o Amor para derrubar o ódio, e o Princípio para corrigir o falso governo. Um tema que a Lição Bíblica desta semana destaca é a linhagem profetizada que se estende de Davi a Cristo Jesus.

As declarações correlatas de Ciência e Saúde com Chave para as Escrituras de Mary Baker Eddy nesta seção nos revelam mais significados das citações da Bíblia sobre Deus, a causa única e o único Criador. Como escreve Mary Baker Eddy: “Deus é individual, incorpóreo. Ele é o Princípio divino, o Amor, a causa universal, o único Criador, e não há outra auto-existência. Ele inclui tudo e é refletido por tudo o que é real e eterno, e por nada mais. Ele enche todo o espaço, e é impossível conceber tal onipresença e individualidade, senão como o Espírito infinito ou a Mente infinita. Portanto, tudo é o Espírito e tudo é espiritual (CS1, p. 331).

 Observe que Mary Baker Eddy usa o pronome masculino “Ele”, mas ela não está de forma alguma sugerindo que Deus seja uma entidade semelhante ao homem. Como ela afirma, “Deus é incorpóreo”, o que significa não estar localizado em um corpo. Deus “preenche todo o espaço”.


Seção 2. O profeta Samuel encontra Davi

  A segunda seção inclui o relato do profeta Samuel identificando Davi como o futuro rei (B6, Samuel 16:1,4,5–7,10–12). Pelo que entendi, esta seção enfatiza que Deus, a causa única e o único Criador, é a raiz de toda sabedoria e conhecimento. Profecia como a mostrada por Samuel não é sobre uma pessoa ter um poder especial para ver o desconhecido, mas sobre sintonizar-se com a Mente divina – outra palavra para Deus – como a fonte de todo conhecimento e ceder à Mente como a causa única e o único Criador de todo pensamento e conhecimento. Não obtemos sabedoria lendo folhas de chá ou cartas de tarô, fazendo cada vez mais pesquisas sobre o mundo ou obcecados com notícias e boletins meteorológicos. Obtemos sabedoria ao nos sintonizarmos com a fonte absoluta de conhecimento, a Mente divina.

Como explica Mary Baker Eddy, “Os antigos profetas obtinham sua antevisão a partir de um ponto de vista incorpóreo, espiritual e não por pressagiarem o mal e confundirem o fato com a ficção — o que seria predizer o futuro com base na corporalidade e na crença humana” (CS7, p. 84). E antes, ela escreve: “Nenhuma sabedoria é sábia, senão a sabedoria dEle; nenhuma verdade é verdadeira, a não ser a divina; nenhum amor é amoroso, a não ser o divino; nenhuma vida é Vida, a não ser a divina; nenhum bem existe, a não ser o bem que Deus outorga” (CS6, p. 275). No Glossário de Ciência e Saúde, ela define profeta como, “Aquele que vê espiritualmente; desaparecimento do senso material ante os fatos conscientes da Verdade espiritual” (CS, p. 593). Se estivermos dispostos a aceitar o dom de profecia demonstrado a nós por Samuel, podemos começar com a oração baseada em louvor dos Salmos: “Faze-me ouvir, pela manhã, da tua graça, pois em ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a ti elevo a minha alma” (B5, Salmo 143:7,8). 

 Observe que a capacidade profética de Samuel de ver a espiritualidade e a dignidade de Davi para ser rei vai contra a tradição de selecionar filhos primogênitos. Mas, como explica o Bible Lens (A Lente da Bíblia), “Fontes observam que a escolha de Deus por Davi deixa de lado as preferências tradicionais por primogênitos e lembra as seleções de outros filhos mais novos, cuja maturidade espiritual e preparação os recomendavam sobre seus irmãos mais velhos (Isaac sobre Ismael, Jacó sobre Esaú, José sobre Rúben e Moisés sobre Arão, por exemplo; ver Gênesis 21:5–12; 27:1–40; 37:3–11; 49:22–26; Êxodo 3:1–10; 4:27-31) (Christian Science Sentinel, edição de 28 de novembro de 2022, tradução livre).


Seção 3. As canções de Harmonia de Davi, restauram a ação correta

 A terceira seção da Lição inclui o relato de Davi sendo convidado a tocar harpa na corte para o rei Saul, que lutava contra distúrbios mentais. A harmonia e a inspiração da música trouxeram cura (B8, 1Samuel 16:15-23). Se você está curioso sobre como a harpa pode ter soado, aqui está um link para um músico que estuda isso. Talvez, enquanto tocava, Davi refletisse sobre um salmo como este: “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando. Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal” (B7, Salmos 5:3,4).   

A música de cura de Davi é um exemplo de como orações de louvor podem curar problemas de saúde mental. A Sociedade Editora da Ciência Cristã produziu recentemente uma série de podcasts do Sentinel Watch abordando os desafios da saúde mental. Cinco podcasts oferecem soluções baseadas em orações para desafios de depressão, automutilação, mídia social, sentimento de fatalidade e suicídio, veja as versões em inglês:

 

 A harmonia na música fornece uma analogia útil para entender nossa paz e conforto ao sentirmos o governo da Mente divina. A cura da perturbação mental ocorre quando abandonamos a falsa sensação de que poderia haver outra fonte de consciência além da pacífica e divina Mente. Como explica Mary Baker Eddy: “A harmonia no homem é tão bela como na música, e a desarmonia é desnatural, irreal” (CS17, p. 304).

 A música inspiradora de Davi restaurando a atividade correta mostra como o desenvolvimento do bem é contínuo e natural e normalmente mantido pela harmonia de Deus, agora e para sempre.


Seção 4. Davi derrota Golias…. É claro! 

A quarta seção inclui a história de Davi e Golias. (B11, 1Samuel 17:4,8,10,11,32,42,45,49,50) A maioria das pessoas pensam, um Davi enfrentando Golias como o relato de um oprimido derrotando um gigante temível. Mas quando olhamos mais fundo, podemos vê-lo como o relato de Davi usando sabedoria e fé para vencer o medo e assim perceber sua vantagem sobre Golias. Pesquisas recentes mostram que Davi tinha vantagem tática evitando o combate corpo a corpo. 

Pesquisas recentes mostraram que Golias, embora alto e grande, não era tão formidável quanto parecia, e Davi tinha uma precisão letal com uma funda. Um artigo recente na Biblical Archaeology Review explica que as fundas eram usadas para caçar de trinta a cinquenta metros e tinham eficácia militar em batalhas de duzentos até quatrocentos metros. As fundas eram a “arma do pobre”, nem sempre respeitadas, mas tinham força mortal. Em contraste, Golias tinha combate corpo a corpo e um dardo, mas o dardo só era eficaz até vinte metros. Como conclui o artigo da Archaeology Review, “o estilingue de Davi deu a ele a vantagem decisiva de ficar fora do alcance das armas de seu oponente enquanto ainda permitia que ele acertasse a testa de Golias com força suficiente para penetrar em seu crânio, para que ele pudesse derrubar o gigante e então terminar usando a espada de Golias, vencendo assim a batalha” (Taking a Sling: How David defeated Goliath, de Boyd Seevers e Victoria Parrot, Biblical Archaeology Review, p. 48:3, 2022, tradução livre).

 Nesse sentido, aqui está um link para um vídeo do Daily Lift (Seu Pensamento para Hoje) que fiz sobre a vantagem de Davi sobre Golias: Goliath never stood a chance (Golias nunca teve chance). E também dei uma palestra mais longa sobre isso intitulada Five Smooth Stones, que está disponível aqui.

O fato de Davi ter vantagem tática sobre Golias não diminui a inspiração da história. Para mim, aumenta-a. O senso de calma sabedoria de Davi permitiu que ele visse o caminho para derrotar Golias e resistisse a ser intimidado pela ostentação do gigante. A fé de Davi lhe deu confiança para superar dúvidas e críticas de seu irmão e do rei, e para ter confiança para entrar no campo de batalha. 

Assim como Davi teve vantagem tática sobre Golias, nós também temos vantagem tática sobre o medo, a dúvida e o desânimo, pois dependemos das ferramentas da Ciência divina. Nesse sentido, Mary Baker Eddy usa imagens da Guerra Civil para descrever o poder da Ciência divina para derrotar todos os inimigos: “Os poderes deste mundo combaterão e darão ordem às suas sentinelas para não deixarem a verdade passar, enquanto esta não adotar seus sistemas; mas a Ciência sem fazer caso da baioneta em riste, continua sua marcha. Sempre há algum tumulto, mas também há um cerrar fileiras em favor da norma da verdade” (CS20, p. 225).

Podemos adotar o senso de confiança e a calma de Davi enquanto se dirigia para a batalha, quando enfrentamos os Golias dos dias modernos, que podem se gabar ruidosamente, mas são rapidamente derrotados com a sabedoria e a Verdade. À medida que destruímos esses inimigos, podemos orar com o Salmo de louvor, que talvez Davi estivesse cantando ao entrar na batalha contra Golias: “O SENHOR é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refúgio o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte” (B10, Salmos 18:2).


Seção 5. Cristo Jesus…Filho de Davi”

A quinta seção conecta Cristo Jesus à linhagem de Davi. A seção começa com um versículo de João: “Não diz a Escritura que Cristo vem da descendência de Davi e da aldeia de Belém, donde era Davi?” (B12, João 7:42). 

Pelo que entendi, o significado inspirado da linhagem de Davi a Cristo Jesus é sobre o desdobramento do propósito de Deus. Para a Mente infinita, tudo já é conhecido. Para nós, tudo está se desenrolando. O desdobramento da ideia do Cristo, seja em um momento ou no que parece ser centenas de anos, nunca terminará. O Cristo – nossa consciência do Amor, o bem e, divino – nunca teve um começo. E o Cristo está sempre se revelando. Sempre haverá mais e mais inspiração do Cristo. E a revelação do Cristo de Davi a Cristo Jesus, que exemplificou a ideia do Cristo mais claramente do que qualquer outro, é evidência desse desdobramento. Cristo nos revela Deus, a causa única e o único Criador e esta revelação do Cristo ultrapassa todas as gerações. 

A quinta seção também inclui o relato de Cristo Jesus curando dois cegos, que primeiro o chamaram, dizendo: “Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós!” (B14, Mateus 20:30-34). Quando o chamavam dessa maneira, eles o reconheciam como o verdadeiro Messias da linhagem real de Davi. Eles estavam vendo Cristo Jesus como a exemplificação da ideia do Cristo, assim como o profeta Samuel foi capaz de ver que Davi era o futuro rei. Observe que dois cegos puderam ver enquanto outros não, que Cristo Jesus era o Messias da linhagem real de Davi. Os cegos viram o papel completo de Cristo Jesus como o Messias prometido. Não é por acaso que esses dois homens foram curados da cegueira. Ao vermos o Cristo, nossos olhos se abrem. 

Observe que tanto Davi quanto Cristo Jesus vieram de origens humildes. Embora muitos judeus esperassem que seu Messias aparecesse como um homem proeminente e rico, ele era de origem humilde, nascido em uma manjedoura. Da mesma forma, Davi era o filho mais novo, um menino pastor, que tocava música e lutou contra Golias com uma arma de um homem pobre. As origens humildes de Davi e Jesus fazem parte de um tema maior que percorre a Bíblia. Lembra do esboço simplificado da Bíblia que apresentei na primeira seção? O tema do herói improvável – o indivíduo humilde e puro se tornando uma importante influência espiritual – é um tema encontrado em toda a Bíblia. No caso do rei Davi – o rei-pastor – suas infrações morais pareciam resultar em uma série de tragédias no final de seu reinado. Para Cristo Jesus, perfeita pureza, amor e semelhança com o Cristo o capacitaram a vencer a crucificação e provar a eternidade do Cristo por meio da ressurreição. Talvez possamos ver esse contraste entre Davi e Cristo Jesus como uma ênfase adicional em como a pureza da verdade do Cristo nos liberta agora e sempre. 

Como explica Mary Baker Eddy, “O Cristianismo, como Jesus o ensinava, não era um dogma, nem um sistema de cerimônias, nem um dom especial concedido por um Jeová ritualista; mas era a demonstração do Amor divino, que expulsava o erro e curava os doentes, não meramente em nome do Cristo, a Verdade, mas em demonstração da Verdade, como tem de ser o caso nos ciclos da luz divina” (CS21, p. 135). Deus, a causa única e o único Criador desdobra a ideia do Cristo e cada um de nós pode testemunhar o desdobramento do Cristo “nos ciclos da luz divina” (CS21, p. 135). Podemos entender o Cristo – nossa consciência do Amor divino – como a demonstração de Deus, a causa única e o único Criador. Essa é a verdadeira cura. A verdadeira cura é a revelação e o testemunho do Cristo, tanto a cada momento quanto “nos ciclos da luz divina” (CS21, p. 135). Como Mary Baker Eddy explica: “Visto que a chamada mente mortal, ou seja, a mente dos mortais, é a causa remota, predisponente e estimulante de todo o sofrimento, a causa da doença tem de ser apagada pelo Cristo na Ciência divina, senão os chamados sentidos físicos obterão a vitória” (CS25, p. 230). Mas, como Davi demonstrou em sua batalha contra Golias e Cristo Jesus demonstrou ao curar os dois cegos, a sabedoria e a verdade são sempre vitoriosas.

 

Seção 6. Louvado seja! 

A sexta seção conclui a Lição Bíblica com louvor. “Aclamai a Deus, toda a terra. Prostra-se toda a terra perante ti, canta salmos a ti; salmodia o teu nome. Vinde e vede as obras de Deus” (B15, Salmo 66:1,4,5). 

As maravilhas de Deus, a causa única e o único Criador, são vistas em momentos de beleza e através das gerações “nos ciclos da luz divina”. Como lemos do profeta Isaías: “Porque, como a terra produz os seus renovos, e como o jardim faz brotar o que nele se semeia, assim o SENHOR Deus fará brotar a justiça e o louvor perante todas as nações” (B16, Isaías 61:11). 

O Bible Lens do Christian Science Sentinel explica que Isaías frequentemente usa a imagem da bondade de Deus brotando como uma planta da terra (Isaías 42:9; 43:19; 45:8). Ele explica que Isaías mostra que “o propósito de Deus pode ser invisível, mas — como uma semente escondida sob o solo — seu cumprimento é certo. Um especialista em escrituras comenta: ‘É uma característica comum da oração do Antigo Testamento, como ilustram os Salmos, que você começa a louvar a Deus por responder a sua oração depois de ouvir a resposta, mesmo que ainda não a tenha percebido. O profeta declara assim sua determinação de continuar orando até que ele e seu povo vejam a fidelidade de Deus expressa no ato de libertação por Deus’ ” (Bible Lens, Christian Science Sentinel, edição de 28 de novembro de 2022, tradução livre).

Em correlação com essa ideia de Isaías, Mary Baker Eddy escreve sobre a criação que sempre aparece: “Esse Princípio divino de tudo expressa a Ciência e a arte em toda a Sua criação e expressa também a imortalidade do homem e do universo. A criação está sempre aparecendo, e tem de continuar a aparecer perpetuamente, devido à natureza de sua fonte inesgotável” (CS28, p. 507).

O surgimento e o desenvolvimento do bem são inevitáveis, como o amanhecer de um novo dia. O amanhecer é inevitável porque o sol já está realmente lá… o sol não precisa nascer, a terra está girando para revelar ou desdobrar a luz do amanhecer. Da mesma forma, o desdobramento da bondade de Deus é inevitável porque a Vida divina e a Verdade divina já estão presentes e cada estágio sucessivo da experiência nos permite ver isso com mais clareza. Quando temos um pensamento calmo e elevado – um pensamento receptivo exemplificado por Samuel na Seção 2 e pelos dois cegos na Seção 5 – podemos ver Deus, o Bem, como a Única Causa e Criador. Como explica Mary Baker Eddy: “Por meio da Ciência divina, o Espírito, Deus, une a compreensão à harmonia eterna. O pensamento calmo e elevado, isto é, a percepção espiritual, está em paz. Assim continua o despontar das ideias, formando cada fase sucessiva de progresso” (CS29, p. 506)


A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, 

Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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