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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Supere o mal com o bem]

Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo
21 a 27 de novembro de 2022

Estudo preparado por:

John & Lindsey Biggs, C.S.   de Maryland Heights, MO, EUA

+1 (541) 418-1176 johnbiggscs@gmail.com
+1 (541) 460-3515 biggs.lindsey@gmail.com 

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução

A Lição desta semana nos conta todas as maneiras pelas quais Deus nos deu domínio e poder para superar o mal: de governar-nos com saúde a harmonia a prover-nos as respostas para desafios globais difíceis, a lei do bem de Deus está operando nas nossas vidas e revelando a harmonia universal.

 

Texto Áureo

Eu amo esse Texto Áureo de Romanos porque essa declaração mostra que temos o poder e a autoridade para não sermos subjugados pelo mal, mas para superá-lo com o bem, Deus. Esse poder nos é inerente por sermos imagem e semelhança de Deus. Saber quem somos como ideias espirituais de Deus nos dá a autoridade e a habilidade de denunciar o erro (uma crença de que estamos separados de Deus, o bem). Isso eleva nosso pensamento a não aceitar – e a rejeitar – cada pretensão de “algo” oposto a Deus – “sem nunca temer nem obedecer ao erro sob nenhuma forma” (CS, p. 244). Não fazemos isso sozinhos ou por meio de um poder próprio. A Bíblia nos diz: “porque é Deus quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2:13).

A Bíblia também nos diz: 

 

“Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.” (1 João 4:4)


Leitura Alternada

“Não vos enganeis: de Deus não se zomba.” (Gálatas 6:7)

 

Não se zomba de Deus. Aqueles pensamentos traiçoeiros e mentirosos estão sempre tentando zombar dEle. Veja que a serpente zomba de Deus quando fala com Eva. Eva acaba de explicar com clareza porque não lhe é permitido comer do fruto proibido, e a serpente zomba: “…É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gênesis 3:4, 5). 

Recebemos o alerta: 

 

“Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo.” (2Coríntios 11:3)

 

Também somos avisados de que precisamos ser “sóbrios e vigilantes” (1Pedro 5:8).
Parte da definição de vigilante inclui estar “atento a todos os lados”.

Estar atento significa que estamos despertos para tudo o que é realmente verdadeiro, a saber, Deus e Sua criação espiritual e perfeita. Uma criação que já está segura, íntegra e completa – que vive numa atmosfera de Amor divino – e que tem tudo aquilo de que necessita para ser uma expressão maravilhosa de Deus. Podemos determinar, para cada pensamento: ele é adequado? Esse pensamento é permitido? É isso o que Deus está dizendo? Deus nos dá a força espiritual de que precisamos. A Leitura Alternada declara: “Invoco o Senhor, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos” (Salmos 18:3) e “Busquei o Senhor, e ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores” (Salmos 34:4). É maravilhoso saber que Deus é o “segurança” dos nossos pensamentos – que nos ajuda a nos defendermos para que possamos viver vidas produtivas e harmoniosas.

Uma forma de fazer isso é engrandecer ao Senhor: “Engrandecei o Senhor comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome” (Salmos 34:3). Se pensarmos na função de uma lente de aumento, podemos usar essa mesma metodologia para Deus – aumentando, engrandecendo todo o bem que Deus é. Quanto mais Deus se engrandece na nossa consciência, menos espaço sobra para qualquer outra coisa. “Visto que Deus é Tudo, não há lugar para Sua dessemelhança. Só Deus, o Espírito, criou tudo, e achou tudo bom” (CS, p. 339).

A Bible Lens Research – Pesquisa Lupa Bíblica, do Christian Science Sentinel, tem essa ótima ideia a acrescentar: “Aquele que ‘semeia para o Espírito’ segue as orientações do Espírito nas suas disposições, palavras e ações, e …emprega suas habilidades do corpo e da mente, seu tempo, seus talentos e posses para promover a verdadeira religião em si mesmo e naqueles que lhe são próximos…” (tradução livre).

 
Seção 1. Deus consumirá toda discórdia

“Que pensais vós contra o Senhor? … consumirá de todo, não se levantará por duas vezes a angústia” (B2, Naum 1:9).

A definição para consumir, ou por um fim, inclui os adjetivos: completo, total, final, absoluto, perfeito”.

Que promessa! Que Deus consumirá tudo o que seja oposto a Ele mesmo! Paulo escreve: “não há autoridade que não proceda de Deus” (B1, Romanos 13:1).

Temos o poder de testemunhar e vivenciar isso cada vez mais. Não apenas para nós, mas para cada desafio, desde a mudança climática a países devastados pela guerra. Deus consumirá tudo isso. Não há poder ou autoridade além da lei de Deus. “A Ciência Cristã traz à luz a Verdade e sua supremacia, a harmonia universal, a totalidade de Deus, o bem, e a nulidade do mal” (CS2, p. 293). Harmonia universal. Isso significa que essas leis universais da bondade e do amor de Deus podem ser aplicadas a cada situação numa escala individual ou global – desde curar corações e mentes à violação de direitos humanos e desmatamento. A lei de Deus está presente e inclui harmonia, equilíbrio, ordem e restauração. De fato, não há nada que esteja fora da lei de Deus e você não pode ir a lugar algum onde a lei de Deus não esteja operando.

Um trecho de A Lei Divina do Ajustamento é: “Todo o poder que existe está do lado da lei da Vida, e aquilo que se opõe a essa lei da Vida absolutamente não é lei, é apenas crença. Em outras palavras, cada lei de Deus tem a apoiá-la um poder infinito que a faz cumprir, enquanto a pretensa lei do pecado e da morte não tem fundamento, não tem nada em que se apoiar. Quando, com compreensão, declaramos que a lei de Deus está presente e atuando, invocamos toda a lei e poder de Deus, ou seja, valemo-nos de Sua atuação. Declaramos a verdade, a verdade divina — e essa verdade de Deus é a lei que aniquila, apaga e elimina tudo o que é dessemelhante dEle” (edição de abril de 2006, O Arauto da Ciência Cristã).  Deus é tão puro de olhos que não pode ver o mal. “Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar” (B3, Habacuque 1:13). Uau! Que visão. Podemos orar para sermos tão abertos, humildes e receptivos e assim termos a mesma visão que Deus tem. E então descobrimos que a escuridão simplesmente se desvanece na presença da luz. A luz não luta contra a escuridão. Ela simplesmente brilha. E esse brilhar sem esforço oblitera a escuridão, a ignorância ou dúvida, por meio da revelação e da compreensão.

Deus está vendo a beleza e a perfeição de um universo harmonioso e pacífico que é governado e controlado pela Sua lei da bondade. Todos nós podemos alinhar nossas visões à de Deus e viver nesse espírito, reconhecendo nossa filiação espiritual e nossa natureza original como ideia de Deus.

Esta seção também trata do tema do magnetismo animal (CS3, p. 102 e CS4, p. 103). Que é o magnetismo animal? Nada. Veja as palavras que Mary Baker Eddy usa: “É mera nulidade”. “Não possui nem inteligência, nem poder, nem realidade, e significa um conceito irreal.” “Não tem uma única qualidade da verdade.” Então, podemos abordar toda e qualquer coisa que tente desviar nosso pensamento como “um conceito irreal” que “não tem uma única qualidade da verdade”, portanto nada em que se apoiar. Já é nulo. Qualquer sugestão que chegue até você já é nula. É apenas um conceito errôneo sobre Deus e o homem. “Estaremos sendo irreverentes para com o pecado, ou estaremos atribuindo demasiado poder a Deus, quando O reconhecemos como a Vida e o Amor todo poderosos? Eu nego que exista cooperação entre Deus e o mal, porque não desejo ter fé no mal nem em algum poder a não ser em Deus, o bem.” (CS6, p. 348)

Podemos nos empenhar para orarmos a partir desta perspectiva de domínio e não “ter fé no mal” (CS6, p. 348). 

 

Seção 2. Deus nos dá o discernimento espiritual de que precisamos

“Em ti, Senhor, me refúgio; não seja eu jamais envergonhado.” (B6, Salmos 71:1)

 

Quais são alguns antônimos espirituais para envergonhado, confuso? Clareza espiritual, propósito espiritual, domínio, compreensão, reconhecimento espiritual, discernimento espiritual. Discernimento vem da palavra em latim discernere que significa “separar”. O discernimento nos habilita a dizer o que é verdade e o que não é. Separa a Verdade do erro, ou o joio do trigo, na nossa consciência. É absolutamente essencial cultivá-lo e praticá-lo diariamente.

O que significa confiança? “Confiança; uma confiabilidade ou um descansar da mente na integridade…ou princípio são”. Então, ao orarmos pelo mundo e pelas nossas próprias vidas, estamos colocando nossa confiança em Deus, e compreendendo um princípio são que está em operação nas nossas vidas e no mundo. Estamos repousando nossa mente em Deus, o bem. O livro de Daniel é fascinante, e inclui muitas experiências de confiança em Deus e da preservação da inocência dos Israelitas sob o comando babilônico.

Nesse exemplo, Nabucodonosor não quer apenas que seu sonho seja interpretado, ele também quer que “os sábios” digam o que ele sonhou. É como sentar-se com alguém para tomar café da manhã e perguntar a essa pessoa “o que foi que eu sonhei na noite passada?” A pessoa vai dar de ombros porque não sabe, é claro. Aí então você lhe diz que ela será sacrificada porque não pode dizer com o que você sonhou e nem o que o sonho significa. Daniel percebe que essa é uma resposta “precipitada” do rei, e então intervém, pedindo por mais tempo para interpretar o sonho. Ele se conecta a seus amigos Ananias, Misael e Azarias para que o ajudem, e todos oram a Deus para que faça com que o sonho lhes seja conhecido. Daniel vai dormir, e enquanto está dormindo Deus lhe mostra o sonho e sua interpretação. Quando Daniel se aproxima do rei, no dia seguinte, ele lhe diz que ninguém na face da Terra tem poder para revelar o sonho, mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios, pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias” (Daniel 2:28). 

O comentário Bible Lens Research acrescenta:

“A interpretação de Daniel sobre o sonho lembra a experiência de José com o Faraó (ver Gênesis capítulo 41). Ambos os governantes primeiro se voltam a seus conselheiros em busca de compreensão acerca de suas visões noturnas, mas acabam por atribuir autoridade a Deus. E ambos os homens judeus são honrados por seus monarcas. José é elevado à posição de braço direito do Faraó no Egito; Daniel se torna ‘governador de toda a província da Babilônia’, ‘também…chefe supremo de todos os sábios da Babilônia’ ” – tradução livre (Daniel 2:48). Para mais inspirações sobre o livro de Daniel, avalie adquirir essa palestra em áudio, em inglês, no site BibleRoads.

 

Seção 3. Seja um bom semeador da sua consciência

Descobri, recentemente, a utilidade da definição para joio no Glossário de Ciência e Saúde. A primeira palavra da definição é mortalidade. Uau, toda crença de mortalidade é joio! Isso nos mostra, então, que não devemos nos sentir à vontade com a mortalidade, mas emergir dela. Quando queimamos todas as crenças e todo o joio da mortalidade na nossa consciência, o que nos resta? Uma consciência de imortalidade. A descrição de “homem” na página 475 de Ciência e Saúde nos ajuda a compreender esse homem imortal e demonstrá-lo. Mary Baker Eddy descreve cada um de nós como uma ideia espiritual que habita na consciência divina. 

Ela nos diz: “As ideias são tangíveis e reais para a consciência imortal, e têm a vantagem de ser eternas” (Ciência e Saúde, p. 279). 

Na parábola, o “inimigo” vem quando as pessoas estão dormindo (B10, Mateus 13:24-30). Então, é essencial estarmos acordados e alerta às pretensões do magnetismo animal. Tirar um tempo para estudar e orar ao longo do dia nos mantém despertos para o Cristo, a atividade de Deus, o bem. 

Mary Baker Eddy descreve sua prática espiritual assim: “Três vezes ao dia eu me recolho em busca da bênção divina para os doentes e aflitos, com o rosto voltado para a Jerusalém do Amor e da Verdade, em oração silenciosa ao Pai que ‘vê em secreto’, e com a confiança, como a de uma criancinha, de que Ele recompensará ‘abertamente’ essa oração” (Escritos Diversos, p. 133). Ela também diz: “Mesmo se morresse, ele teria de adquirir a compreensão espiritual e o senso espiritual, para entrar na posse da consciência imortal. É preciso tirar o máximo proveito da escola preparatória da terra” (Ciência e Saúde, p. 486).  

No Bible Lens Research (do The Christian Science Sentinel) mostra um contexto interessante dessa parábola: “Na Israel de muito tempo atrás, assim como hoje, as ervas daninhas eram um problema constante. O joio nessa parábola, conhecido como “joio barbado”, era venenoso e podia ser mortal se misturado com o trigo e posteriormente incorporado à farinha usada para cozinhar. Era difícil separá-lo do trigo por causa das semelhanças entre os dois nos estágios iniciais de crescimento, e pelo entrelaçamento das suas raízes enquanto crescem. (A lei romana punia o ato de semear joio no meio do trigo, o que prova que esse mal-feito realmente aconteceu)” – tradução livre.  

 

Seção 4. Uma crença não é poderosa por si mesma

Aprecio muito nesta seção como Mary Baker Eddy destaca o ponto vital: “A paralisia é uma crença de que a matéria governe os mortais e possa paralisar o corpo, imobilizando-lhe certas partes. Destrói essa crença, mostra à mente mortal que os músculos não têm nenhum poder e não podem perder o que eles não têm, pois a Mente é suprema, e assim curas a paralisia” (CS19, p. 375). Esta foi claramente a abordagem de Jesus: tratar esta situação discordante como nada mais do que crença. Muitas vezes fico fascinado com a resposta de Jesus à preocupação do público, quando ele diz a eles: “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração? Pois qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda?” (B12, Mateus 9:4,5). Parte de mim quer dizer… bem, para Jesus, seria mais difícil dizer “Levanta-te e anda!” Mas parece claro, pelo tom e contexto dessa interação, que Jesus estava sugerindo que (pelo menos para o senso humano) perdoar pecados era mais difícil. Agora, é claro que “fácil e difícil” não são adjetivos que se aplicam ou se relacionam, da perspectiva de Deus. Mas é interessante para mim que Jesus quis deixar claro que o “verdadeiro trabalho” estava em corrigir o pensamento, purificar e elevar a crença, e não em ajustar fisicamente o corpo.

Também é útil observar que não é apenas o pensamento do paciente que precisa ser elevado. O sanador está servindo como uma transparência para a Verdade, para a luz da Mente divina (Escritos Diversos, p. 59); aquela transparência – aquela janela, brilhando com a luz do Amor – deve estar livre da própria distração. O sanador não deve acreditar que o paciente está caído, doente, mortal! E, se essa reivindicação se apresenta ao sanador, que alegria deixar a Verdade guiar o pensamento, em vez de partir desse ponto de vista equivocado. É muito útil ter esses exemplos de cura e abordagem científica cristã nesta Lição Bíblica porque realmente mostra que essas reivindicações de discórdia – que TODA reivindicação de discórdia – nada mais é do que uma reivindicação de pensamento animalesco magnético – reativo, predatório, mortal. Eu descobri que este artigo, The power to push back (O poder de recuar), é útil em minhas orações sobre essas sugestões mentais agressivas, e espero que você goste também (Christian Science Sentinel, 30 de agosto de 2021).

 

Seção 5. Permaneça calmo!

É muito fácil ser levado por “alguma coisa nova”. As pessoas carismáticas às vezes convencem os outros a agir ou pensar de maneiras que não são realmente do seu interesse. Essas coisas são quase literalmente magnéticas – como no magnetismo animal! – em parecer atraente e atrair as pessoas para eles. É interessante que a magia de Simão fosse tão atraente para as pessoas da região. Como você deve saber por ter visto mágicos no palco, uma das principais características da magia é desviar a atenção do que o mágico está realmente fazendo. Em outras palavras, mantendo o pensamento da audiência ocupado em toda a atividade das mãos ou no que o mágico está dizendo, o mágico pode fazer a ação real em segredo. No entanto, não há substância na arrogância de um mágico; embora em uma performance possa ser divertido e emocionante, quando as pessoas afirmam usar magia para realmente afetar os outros, ou usar carisma ou hipnotismo para controlar os outros, isso é uma reivindicação de poder que deve ser vista como completamente insubstancial.

Na história compartilhada em Atos 8:5-13 (B15), compare as emocionantes obras de magia com a mensagem inabalável de “…Filipe dizia, ouvindo-as e vendo os sinais que ele operava…”. O efeito dessa pregação foi sanador, que a história inclui, mas a cura não era todo o propósito da pregação. A mensagem do Evangelho era o ponto principal, e a cura aconteceu por causa do que o Evangelho diz: que o reino de Deus está aqui. Em vez de tentar atrair as pessoas por meio de ações especiais, Filipe pregou e simplesmente deixou que a cura – a revelação do que Deus já havia feito – acontecesse. Isso me lembra uma citação frequentemente atribuída a São Francisco de Assis: “Pregue o evangelho em todos os momentos e, quando necessário, use palavras”. Essa pregação com a vida é um aspecto maravilhoso e natural do fato de que o Cristianismo repousa e expressa a lei divina – como Mary Baker Eddy a denominaria, a Ciência do Cristianismo.

É apropriado que a citação da Bíblia imediatamente anterior a esta história, Jó 37:14, nos ordene a “para e considera as maravilhas de Deus” (B14). Não corra por aí, sendo pego apenas seguindo as palavras bonitas de carisma, medo ou sensacionalismo. Fique parado, deixe seu pensamento e coração serem ancorados na presença de Deus, e veja o que ELE está fazendo, ao invés de se prender no que os humanos estão fazendo, ou quais são os relatos dos sentidos supostamente materiais (mas na verdade os relatos da mente mortal) estão sugerindo. De certa forma, toda cura por meio do tratamento da Ciência Cristã reflete essa quietude, porque a essência desse tratamento por meio da Ciência Cristã é uma recusa em aceitar o testemunho do relato dos sentidos mortais e, em vez disso, deixar que o relato dos anjos domine completamente em nossa vida. Neste artigo, What do we need to figure out? (O que precisamos descobrir?), Compartilho uma cura que tive recentemente que ilustrou essa recusa em aceitar o relato sensacionalista da mortalidade. (Edição de 17 de outubro de 2022, Christian Science Sentinel.)

 

Seção 6. O que fazemos, o que podemos comprometer e o que Deus fez 

Agradeço as descrições, comandos e promessas nesta seção. Às vezes, as tentações ou reivindicações do mal parecem tão intensas, ou talvez tão normais, que podemos sentir-nos perdidos sobre o que podemos fazer para combater essas reivindicações – ou até mesmo reconhecê-las como ilegítimas já de primeira. Esta seção é um padrão realmente útil que podemos usar para examinar nossos pensamentos e experiências mais de perto. “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR.” (B17, Provérbios 16:1). Este é um padrão útil e claro pelo qual podemos avaliar nossos pensamentos. Estamos pensando em algo doloroso, apático ou culpado? Por mais que essa emoção pareça merecida ou simplesmente como as coisas são, o fato é que nossos pensamentos são preciosos para Deus e é Ele quem provê o que é nosso. Em outras palavras, se parecemos ter um pensamento ímpio, esse pensamento não pode realmente ser nosso, porque Deus não o deu a nós. Ser claro sobre a propriedade adequada dos pensamentos que nos ocorrem é muito importante! Deus nos dá ‘os planos do coração…’ e amamos honrar isso. E é claro, então, o que dizemos – tanto para os outros quanto sobre os outros (e sobre nós mesmos) refletirá o que Deus diz.

Agora, esta declaração não é como um pedido de “Por favor, faça isso, por favor”. Esta citação é uma descrição simples e clara de como as coisas são! A clareza aqui corta a hipocrisia, nebulosidade ou complexidade que tantas vezes caracterizam os padrões do magnetismo animal. Dê uma olhada no restante desta seção e veja quais passagens parecem comandos, descrições ou promessas – promessas de Deus ou promessas que podemos fazer a Deus, a nós mesmos e aos outros.

Clareza sobre o que é real e legítimo, e o que não é, é um dos maiores presentes que recebemos da Lição Bíblica desta semana. Deixar-se encantar pelo amor de Deus e simplesmente abrir mão do que não é nosso é uma grande ajuda, tanto para nós mesmos quanto para os outros.

 

Tenha uma semana abençoada!

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, 

Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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