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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[Cristo, o mediador, revela a unidade do homem com Deus]

“A doutrina da reconciliação”
10 a 16 de outubro de 2022

Estudo preparado por:

Kathy Fitzer, C.S.   Lake Saint Louis, MO, EUA

kathyfitzer@gmail.com     

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros – CedarS

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Introdução e Texto Áureo

A doutrina da reconciliação nos ensina sobre a nossa unidade (e de todos) com Deus. Apesar dessa unidade não poder ser realmente quebrada, nós às vezes a perdemos de vista. Isso parece ser uma interrupção da harmonia que é a lei de Deus. Felizmente, o Amor (outro nome para Deus) nos acorda pela luz do Cristo e faz o pensamento ver novamente o que sempre existiu. Esse acordar é conhecido como a reconciliação (reunião ou reunificação) do homem com Deus. Recentemente, nossas lições têm enfocado muito o fato de que existe apenas um Deus – uma realidade. Mas, nesta semana, essa ideia se expande para incluir o fato de que existe apenas um Cristo. E surge um senso maravilhoso da inclusão do amor de Deus.

O Texto Áureo, conforme traduzido na Common English Bible (Bíblia no Inglês Corrente) diz: “Existe apenas um Deus, o Pai. Todas as coisas vêm dEle, e nós pertencemos a Ele. E existe só um Senhor, Jesus Cristo. Todas as coisas existem por meio dEle, e nós vivemos por Ele” (tradução livre). Deus é apresentado como a fonte de todas as coisas, e a humanidade toda como efeito, ou expressão. Essa expressão vive e se move em resposta à Fonte.

Ao pensar mais acerca de todas as coisas viverem pelo (por meio do) “Senhor Jesus Cristo”, eu revisei (e incentivo que você faça a sua própria imersão) o que Mary Baker Eddy escreve sobre o Cristo. Uma descrição que achei útil é: “…expressa a natureza eterna e espiritual de Deus. Esse nome é sinônimo de Messias e faz alusão a espiritualidade que é ensinada, exemplificada e demonstrada na vida da qual Cristo Jesus foi a corporificação” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p. 333). Na minha opinião, isso mostra que, apesar de Jesus ter corporificado completamente o Cristo, o Cristo não está limitado à pessoa de Jesus. Veremos mais acerca disso na Seção 1.

 

Leitura Alternada

Esses versículos de Isaías trazem muita esperança. Ao expressarmos mansidão (humildade) e reconhecermos que necessitamos de Deus, o bem reinará. Não importa o quanto o cenário humano pareça confuso, podemos ter confiança de que a alegria será restaurada, de que não haverá mais motivos para reclamações e de que veremos as coisas com clareza.

 Carta de Paulo aos Efésios incentiva os cristãos a abandonarem aquilo que pode dividi-los. Historicamente, os judeus tiveram dificuldade em aceitar que os gentios (que não vinham das tradições da rigorosa lei judaica) poderiam ter um status igual aos deles. Havia literalmente uma parede no templo que definia um limite que os gentios eram impedidos de cruzar (v.14). Mas Paulo quebrou essas barreiras divisórias. Ele ensinou que qualquer um que siga os ensinamentos de Cristo Jesus, que reconheça Jesus como o Messias e seu máximo sacrifício – que ele fez para mostrar à humanidade sua unidade com o Pai – é membro da habitação de Deus. Com essa unidade, há força. A distinção é feita no versículo 21: “o novo povo de Deus não se junta no templo para adorar a Deus. Ele se junta como templo. O povo é o próprio templo, e Deus habita no meio dele. Essa realidade está em curso, e se torna cada vez mais eficiente” (Common English Study Bible – Bíblia de Estudo no Inglês Atual, tradução livre).

 Há uma importante lição aqui, ao trabalharmos a divisão que parece tão prevalente no nosso mundo. Precisamos estar alerta às coisas sutis, como julgar de que modo os indivíduos praticam a Ciência Cristã, e àquelas gritantes, como julgar pessoas pela cor da sua pele, por suas crenças políticas ou pela maneira como (ou se) louvam. Ao cedermos humildemente a Deus e aceitarmos a todos como preciosos filhos do único Deus, veremos Suas qualidades brilharem com mais clareza por meio de cada um e estaremos então reconhecendo sua verdadeira identidade.

 

Seção 1. Um mediador – Cristo revelado pelo Espírito Santo

O Texto Áureo se expande aqui. Lemos: “… há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (B5, 1Timóteo 2:5). Eu senti necessidade de ter uma compreensão melhor acerca de “mediador”. De acordo com o grego, ele é um intermediário ou reconciliador; “alguém que intervém entre dois, quer para restaurar a paz e a amizade, ou fazer um acerto, ou ratificar um acordo”. O dicionário Webster define mediador como intermediário, apaziguador ou árbitro. Geralmente se pensa a respeito dele como um indivíduo (talvez um padre). Um exemplo de tal mediação foi a resposta de Jesus no caso da mulher pega em adultério. Em vez de concordar com um “lado” ou com outro, Jesus convidou os fariseus a um exame de consciência e despediu a mulher com a diretiva: “não peques mais”. A paz foi estabelecida entre as duas partes, porém o mais importante foi que Jesus fez com que cada um visse sua relação com Deus com mais clareza. Como resultado, eles foram reunificados ao seu eu constante e espiritual. É o Jesus humano o mediador a quem se faz referência em 1 Timóteo? Não há visões diferentes apenas entre os cristãos, mas também em outras tradições de fé que sequer reconhecem Jesus. Então, como pensar acerca da ideia de existir apenas um mediador?

Ao fazer essa pergunta a mim mesma, pensei que o Amor é universal, e poderoso o suficiente para romper todo conceito falso. Parece-me que pensar em Deus como Inteligência e Amor universais, como a Verdade infinita e o Bem todo-poderoso, conforme descrito na Ciência Cristã, ajuda a unir visões diferentes e esclarece o pensamento para os indivíduos. Mary Baker Eddy define Cristo como “a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana” (CS2, p. 332). O senso espiritual do Cristo é universal.

A mensagem divina de Deus fala a toda a humanidade e serve para possibilitar que o pensamento de cada um, e de todos, perceba-se conectado à paz, ao amor e ao cuidado universais do Pai/Mãe – o poder onipotente de Deus – que está envolvendo a todos. Na minha opinião, esse Cristo universal e impessoal é o único Mediador; que não depende da presença de um indivíduo, quer seja padre, responsável ou terapeuta. Às vezes, é verdade que um indivíduo pode ajudar outro a ver as coisas com mais clareza, mas é sempre o Cristo que está se comunicando e que não depende da presença (ou das palavras) de nenhum humano.

João Batista preparou o pensamento das pessoas daquela época para que pudessem receber o Cristo, conforme expressado totalmente por Jesus. Ele prometeu que viria outro, capaz de batizar (ou purificar o pensamento de) todos com o Espírito Santo (B3, Marcos 1:3,4,7-11). O Espírito Santo é o consolador sempre-presente, ou Ciência (Verdade) de Deus. Mary Baker Eddy escreveu: “batismo do Espírito Santo é o espírito da Verdade, que lava de todo o pecado; dando aos mortais novos motivos, novos propósitos, novos afetos, todos apontando para o alto” (Escritos Diversos 1883-1896, p. 204). Ela também escreveu: “Novamente reitero esse ponto crucial: existe um só Cristo, e o Cristo é divino – o Espírito Santo ou ideia espiritual do Princípio divino, o Amor …. O Espírito Santo toma as coisas de Deus e as mostra à criatura; …” (Message to The Mother Church for 1901 – Mensagem à Igreja Mãe para 1901, pp. 8:2–4;9:22–23, tradução livre).

Esse senso do Cristo é uma força do Amor que não depende de teologia ou religião específicas. Jesus disse que seu ensino não era dele… mas que pertencia a Deus (CS6, p. 109). Esse ensino, ou doutrina, incluía a doutrina da reconciliação – ou unidade do homem com Deus (CS5, p. 18). Essa unidade não pode estar restrita apenas a alguns. A vontade de Deus, de unidade, “tem de ser universalmente feita” (CS7, p. 202). Esse é o único mediador, que se faz sentir por todos.

 

Seção 2. Reconciliação por meio do Amor

Lemos em 1 João, capítulo 4, que Deus “enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados…Deus é amor” (B6, 1 João 4:10, 16). No cerne do ministério de Jesus estava sua expressão de amor. Ele ensinou as pessoas a não julgarem, mas a verem todos como filhos de Deus. Expressou completamente o Cristo…o mediador que reconcilia o homem a Deus.

A história de Zaqueu é um exemplo clássico onde Jesus se aproxima daqueles que mais precisam de transformação e reconciliação. Não sabemos se o desejo de Zaqueu de ver Jesus era por curiosidade ou se ele realmente desejava a cura (mesmo sem antes ter dado quaisquer passos para mudar seu comportamento). Na verdade, isso não importa. Jesus deve tê-lo visto como o homem justo da criação de Deus, mesmo enquanto Zaqueu agia humanamente de uma maneira não tão correta. Esse é um exemplo do Cristo, “a verdadeira ideia que proclama o bem”, rompendo a fachada material de separação de Deus e reunindo Zaqueu ao seu direito inato à honestidade e retidão. Jesus não estava preocupado com o que pensariam os outros – aqueles que criticavam Jesus por estar na companhia de um coletor de impostos pecador. Jesus reconhecia sua missão, que era “buscar e salvar o perdido” (B7, Lucas 19:1-10). Essa é uma ótima definição de mediador. 

Na carta de Paulo aos gálatas, encontramos excelente orientação sobre como deixarmos o Cristo se expressar por nosso intermédio! A Mensagem coloca desta forma: “Se alguém cair em pecado, restaurem-no com perdão. Guardem as críticas. Vocês podem precisar de perdão antes que o dia termine. Ajam com misericórdia e estendam a mão aos oprimidos. Compartilhem aquilo que pesa a vocês e cumpram, desse modo, a lei de Cristo” (B8, Gálatas 6:1,2). Jesus não repreendeu Zaqueu. Não o envergonhou. Não há indicações de que o tenha sequer julgado. Ao aproximar-se dele humilde e carinhosamente, porém, ele o restaurou à sua “individualidade permanente” – a maneira como seu Pai/Mãe o criou para ser. Esse é um grande modelo sobre como amarmos nosso semelhante, vendo sua verdadeira natureza tão completamente que aqueles que haviam se desviado são restaurados. 

Temos, aqui, outra definição de Cristo: “o homem real e sua relação com Deus”. Jesus corporificou esse senso do Cristo mais completamente do que qualquer um antes ou depois dele. Compreendeu plenamente que sua verdadeira natureza (e a natureza de todos) é inseparável do Criador único. Podemos ver essa natureza Cristo em nós mesmos e nos outros, também. Ela pode ser vista como a “individualidade permanente”. Esse é um termo que um conselheiro do CedarS’ compartilhou comigo. Às vezes, perdemos de vista essa individualidade permanente, ou natureza Cristo. Mas ela pode ser restaurada ao “[nos voltarmos] em direção oposta ao pecado e [nos desprendermos] do ego mortal” (CS10, p. 316). Essa é a reconciliação do Amor!

 

Seção 3. O Amor é o mediador

Jesus curou por meio da compreensão de que Deus criou o homem “à imagem e semelhança de Deus — isto é, do Espírito, não da matéria” (CS13, p. 94). Uma imagem não pode ser separada do original. Quando fotografamos algo, a foto (imagem) só não será exatamente igual ao original se houver uma distorção nas lentes. O mesmo vale para uma imagem no espelho. Da mesma forma, a nossa experiência (incluindo nossa saúde) só parece se desviar da perfeição do Espírito quando as lentes (ou espelho) onde estamos olhando estão distorcidos pelo senso mortal. As lentes pelas quais Jesus via a vida – e as lentes que estão disponíveis para nós, também – são as do Espírito Santo ou Cristo, que revela o Princípio divino de todo existir. É o Amor, “…que está por baixo, por cima e em volta de todo o verdadeiro existir” (CS15, p. 496). Não há nada fora desse Princípio divino…o Amor é refletido em amabilidade. O que Deus vê e sabe é o que nós também vemos e sabemos. A verdadeira imagem não pode ser perdida.

Paulo compreendeu essa unidade de Deus e o homem – a unidade do original e sua semelhança divina – quando escreveu aos romanos que nada “…poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (B10, Romanos 8:38,39). Foi o amor que formou a base para tudo o que Jesus fez. Quando o leproso foi até Jesus, completamente expectante de receber a cura, Jesus o tocou carinhosamente e falou com autoridade: “fica limpo” (B9, Lucas 5:12,13). Não houve medo ou julgamento por parte de Jesus – só amor! O amor foi (e é) o mediador, revelando a unidade inata do homem com a pureza do seu Criador.

 

Seção 4. A aprovação divina é suficiente

Jesus acolheu aqueles que vieram em busca de sua mensagem de Amor. Este grupo muitas vezes incluía “publicanos e pecadores” que eram totalmente evitados pelas autoridades religiosas de seu tempo (os fariseus e escribas). Foi a esses líderes religiosos que Jesus dirigiu a parábola do pastor deixando as 99 ovelhas para procurar a que estava perdida (B12, Lucas 15:1-5,7). O pastor não estava abandonando a maioria do rebanho. Eles estavam seguros. Mas ele procurou aquele que mais precisava dele naquele momento. Foi dito que Jesus usou a parábola para contrastar a natureza inclusiva de Deus com a natureza de exclusão dos fariseus.

Jesus, ao tomar a posição que tomou, indignou os líderes religiosos. Ele entendeu que, em última análise, ele seria morto por causa de suas crenças, seus ensinamentos e suas ações. Mas Jesus não se importou, sabendo muito bem que sua vida não poderia ser extinta, porque ele era um com seu Pai. Era sua missão ajudar os outros a perceberem esse relacionamento inseparável também… e capacitá-los a experimentar o “arrependimento, pelo batismo espiritual e pela regeneração, obrigatórios que permitiram a eles (e a nós) a “se despem de suas crenças materiais e de sua falsa individualidade” (CS18, p. 242).

Quando vemos alguém em necessidade, simplesmente procuramos maneiras de ajudá-lo humanamente? Ou respondemos como Jesus respondeu… nos esforçando para ver sua individualidade permanente, a natureza pura e sem pecado criada por Deus? A “doutrina da Ciência Cristã: que o Amor divino não pode ser privado de sua manifestação, ou objeto; que a alegria não pode ser convertida em tristeza, porque a tristeza não tem domínio sobre a alegria; que o bem jamais pode produzir o mal; que a matéria jamais pode produzir a mente, nem a vida resultar na morte. O homem perfeito — governado por Deus, seu Princípio perfeito — é isento de pecado e é eterno” (CS19, p. 304). Entender que isso é verdade para todos e determinar ver todos com quem nossos caminhos se cruzam à luz desse ensinamento trará restauração e cura duradoura. Em um recente podcast do Sentinel Watch, intitulado “Ajudando os famintos”, Margaret Rogers compartilha lindamente o que aprendeu sobre a maneira mais eficaz de ajudar os necessitados, seguindo o modelo estabelecido por Jesus. Aqui está um link que esperamos que todos possam olhar: (Public Home|Sentinel Watch Block)

 https://sentinel.christianscience.com/shared/view/dqke0gl73k”?ICID=JSH .

Tudo o que Jesus fez foi baseado no Princípio divino, o Amor. Este princípio está disponível para todos e pode ser praticado hoje. Buscando agradar ao nosso Pai, ao invés de outros humanos, encontraremos maneiras de trazer cura para os mais necessitados.

 

Seção 5. Jesus ​​viu sua filiação com Deus

Quando Jesus soube que estava prestes a ser crucificado, sua oração foi para que Deus “glorifique [Seu] Filho, para que [Seu] Filho também glorifique [Deus]”. Para Jesus, sempre foi sobre Deus. Conforme usado aqui, a tradução grega “glorificar” pode ser pensada como “fazer com que a dignidade e o valor de alguma pessoa ou coisa se tornem manifestos e reconhecidos”. Todo o seu desejo era que aqueles que o olhavam vissem a natureza de Deus plenamente expressa.

Quer estejamos realizando tarefas diárias, usando um dom especial ou simplesmente interagindo com outras pessoas, nosso motivo deve ser agir de tal forma que revele a plenitude do ser de Deus, refletida no ser do homem. Naquele tempo que antecedeu sua crucificação, a oração de Jesus não foi por si mesmo, mas por seus seguidores atuais e por aqueles que se tornariam seus seguidores em eras futuras. Sua oração era que eles (e nós) reconhecêssemos a unidade de Deus e Seu Cristo – entendendo o relacionamento que Jesus (e todos) compartilha com Deus (B14, João 17:1,6,9,20,21).

Enquanto estava na cruz, Jesus pediu que aqueles que foram responsáveis ​​por sua crucificação fossem perdoados. Compreendi que era a ignorância deles que havia motivado seu comportamento. Uma das minhas frases favoritas em Ciência e Saúde é: “se a mente mortal soubesse ser melhor, seria melhor” (CS, p. 186). Acho muito útil ao me esforçar para perdoar (aos outros e a mim mesmo) como Jesus perdoou.

Jesus entendeu porque ele era um com Deus, essa unidade não poderia ser cortada. O salmista também vislumbrou isso, declarando que Deus não o deixaria na sepultura ou deixaria [seu] corpo se decompor. Deus “mostrou [a ele] o caminho para a vida …” (B17, Salmo 16:8,10,11). Jesus entendeu que “Deus é a vida do homem. Deus é ao mesmo tempo o centro e a circunferência do existir” (CS22, p. 203). Não há lado de fora no centro de algo e numa circunferência. Não há interrupção na vida do homem como filho de Deus.

Mesmo quando os sentidos físicos declaram que alguém morreu, podemos ter certeza de que a consciência desse indivíduo permanece intocada e sua vida ininterrupta. É apenas um conceito mortal que foi interrompido. A continuidade de Deus nunca pode ser interrompida, então a continuidade da expressão não pode ser interrompida. A unidade de Deus e do homem é ilustrada pela unidade de gotas de água com o oceano e raios de luz com o sol (CS24, p. 361). O homem, como expressão da Vida, não pode deixar de viver, assim como uma gota de água não pode deixar de ser molhada, ou um raio de luz deixar de brilhar. Foi isso que Jesus demonstrou para todos nós!

 

Seção 6. A ressurreição e ascensão de Jesus ​​servem para nos reconciliar com Deus

A ressurreição e ascensão de Jesus fornecem a continuidade indestrutível da vida para ser uma realidade. A carta de Paulo aos Efésios diz que “quando [Jesus] subiu ao alto, levou cativo o cativeiro…” (B20, Efésios 4:7,8). Para mim, o que Jesus acorrentou e aprisionou (mantendo cativo para sempre) é o medo da morte e a crença de que o homem pode ser separado de Deus, mesmo que por um momento. Embora parecesse que Jesus estava morto, logo foi revelado que isso era apenas uma ilusão mortal.

Paulo escreveu aos romanos: “porque se, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando reconciliados, seremos salvos por sua vida” (B19, Romanos 5:8). Sempre me perguntei a que se referia “ser inimigos”. A descrição da palavra hebraica para inimigos como “opositores a (Deus) na mente” realmente ajudou. Ocorreu-me que ignorar (ou resistir) à nossa união com Deus pode ser considerado uma oposição à natureza de Deus.

A ressurreição e ascensão de Jesus revela a unidade do homem com Deus, mesmo quando o pensamento mortal argumenta contra isso. Uma vez que essa unidade é compreendida – e a reconciliação aceita – o modelo de como Jesus viveu serve como um exemplo de como experimentar essa unidade. Mary Baker Eddy fala de “participar na expiação” como se elevando “em novidade de vida com regeneração” e que vem quando “o braço do Senhor” (ou poder de Deus) é revelado.

O quarto princípio da Ciência Cristã está nessa seção. Assumiu um novo significado para mim quando eu fiquei grata pela disposição de Jesus de fornecer evidência da unidade do homem com Deus por meio de seu exemplo altruísta (CS26, p. 497).

Verdadeiramente Cristo – a natureza espiritual e eterna de Deus e a comunicação dessa natureza ao homem – removeu a pedra da falsa crença que nos manteria confinados a uma visão limitada e mortal. As possibilidades ilimitadas de unidade com a Vida, Verdade e Amor foram reveladas para nós demonstrarmos!  

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, 

Elisabeth Zir Friedrichs, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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