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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA

[“Abandone os limites do medo e seja testemunha da provisão do Amor!”]

“Deus, o preservador do homem”
06 a 12 de junho de 2022

Estudo preparado por:

Kerry Jenkins, C.S.           House Springs, MO, EUA 

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Abreviações: Bíblia JFA Revista e Atualizada – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia A Mensagem – MSG; Ciência e Saúde – CS ou C&S; Lição Bíblica – LB; Acampamento dos Cedros –  CedarS

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Tenho certeza de que já houve uma ou duas vezes em que todos nós, ao menos por um instante, pensamos que seria maravilhoso acordar pela manhã sem ter nada a fazer, sem responsabilidades, sem uma preocupação sequer. Nesse cenário, teríamos todas as nossas necessidades atendidas sem agitação ou inquietação: nada de planejar as refeições, fazer compras, cozinhar, nenhuma apreensão com as finanças, ou sobre onde morar, que carreira seguir ou qual escola frequentar, ou como seria nossa aposentadoria. Poderíamos apenas sair pela porta e aproveitar as pistas de ski, ou as ondas do mar, o sol quentinho ou a brisa refrescante. Bom, pode ser que o Amor não nos prometa exatamente esse cenário, mas essa Lição Bíblica explica que, de muitas formas, podemos viver uma vida de liberdade quando deixamos todas as nossas preocupações/ansiedades aos cuidados do Amor divino. 

“Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá” (Salmos 55:22) é o nosso Texto Áureo essa semana. Cada seção nos dá uma nova visão de como isso pode ser feito e quais curas resultam da obediência a essa ordem. É útil pensar a respeito de limites mais amplamente, não apenas como as nossas tarefas mais desafiadoras ou detestáveis, mas também como a preocupação que atrelamos a elas. Às vezes a nossa ansiedade a respeito do trabalho é mais problemática que o trabalho em si. 

Nossa Leitura Alternada é um conjunto de passagens de Salmos e Lucas (Salmos 121:7, Lucas 12:24-32), e junto com a declaração do salmista de que Deus nos preserva de todo o mal, temos a ordem atemporal para sempre nos regozijarmos no nosso estado presente de abundância e completude. 

Somos avisados para não nos atermos em como nos vestiremos, alimentaremos ou beberemos pelas famosas declarações de Jesus de que como Deus cuida do corvo “impuro”, da grama e das flores, certamente Ele cuidará do homem! O que o nosso medo e a nossa preocupação fazem para nos trazer mais daquilo que precisamos? Se vamos pensar a respeito de alguma coisa, deveríamos buscar “… o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. A isso se segue a promessa de que [nosso] “Pai se agradou em dar-[nos] o seu reino”. Há, sem dúvida, abundância de bem e alegria nesse reino que está dentro de nós. Não posso garantir belos destinos nas férias, mas na minha experiência o reino de Deus reflete o tipo de alegria e admiração que se pode encontrar numa montanha de ski intocada ou numa praia deserta.

 

Seção 1. Essas histórias de preservação são nossas histórias também.

Para terem poder espiritual, histórias como as de Neemias (Neemias 9:7,9,11,12,15,21), que estão na segunda citação da Bíblia, têm de ser nossas próprias histórias. Não, talvez não tenhamos cruzado um mar “de verdade” sendo perseguidos pelos exércitos de Faraó, mas cada um de nós tem uma história própria: um lugar ou momento que nos fez sentir desesperados, separados do Amor, e de onde nos sentimos resgatados. Se você acha que não teve uma dessas aventuras, não se preocupe, você terá!  E exatamente nesse momento e lugar, quando os olhos se abrirem para ver a abundância do Amor, encontraremos comida quando e onde quer que precisemos, literal ou metaforicamente. Encontraremos saúde, segurança e orientação. Elas virão, e serão visíveis para nós assim como foram para os filhos de Israel. 

Você se lembra do conselho na Leitura Alternada para mantermos o pensamento no presente? Está implícito quando somos orientados a não pensar com medo acerca do futuro. Bem, de uma maneira semelhante, somos resgatados em tempos de tribulação e orientados a não olhar o passado, mas nos mantermos no suprimento presente, que se expressa em segurança, saúde, provisão e assim por diante. Ao abrirmos nossos olhos ao “maná” que cai diariamente do Amor, vemos que o suprimento de cada dia é suficiente. Foi suficiente durante os quarenta anos de viagem dos Filhos de Israel. Mesmo num momento presente que parece doloroso, exatamente aí, podemos expressar gratidão pelo que sabemos estar jorrando do Amor para nós. Assim, por meio dessa gratidão, perceberemos que aquilo de que precisamos, o que quer que seja, começa a aparecer para nós de forma tangível para satisfazer nossa necessidade humana. 

Quando meu marido e eu chegamos no Alasca, recém-saídos da faculdade e com poucos dólares conosco, fomos de carro pela estrada Jone, um tanto por impulso, já que era lá que um homem, com quem havíamos conversado uma vez, tinha uma loja de madeira. Ele havia sugerido que seria possível encontrar um lugar para morar naquela estrada. Enquanto dirigíamos, vimos um sujeito andando e lhe perguntamos a respeito de lugares para alugar. Ele nos indicou Rich Hall, que tinha um parque de armazenamento de toras no início da estrada e alugava pequenas cabanas. Isso nos levou a um acordo no qual poderíamos morar de graça por um ano se construíssemos outra cabana para ele naquela estrada. Pudemos usar o seu material de construção e fazer exatamente assim. Quando o outono chegou, nós estávamos morando nessa cabana que havíamos construído, e ela acabou se tornando uma loja de marcenaria para o meu marido quando nos mudamos para uma outra cabana aconchegante que construímos a cerca de 1,5 km da estrada e onde não pagávamos aluguel. Um lugar depois do outro foi se tornando visível ao longo da nossa vida. Nem todos foram de graça, é claro, mas atenderam às nossas necessidades exatamente em cada momento: de pequenas cabanas de toras do Alasca de cerca de 1,3 m2 em uma cabana de 3,7m2 e 2 andares.

Em St. Louis os lugares onde moramos evoluíram do porão da casa de um amigo para um local com o aluguel já quitado e que só precisava de moradores para cuidar dele, depois para um pequeno apartamento, depois para uma casa condenada na cidade, e assim por diante. Cada local apareceu como a ideia correta pelo preço correto quando precisávamos. Às vezes não conseguimos ver as provisões tão claramente quando estamos no meio de um problema. Pense que os filhos de Israel vivenciaram a abertura do Mar Vermelho, e mesmo assim temeram a aparente falta de água e comida. Podemos ser tentados a ficar com medo quando a circunstância não parece estar adequada para nós naquele momento. Mas é aí que precisamos adotar essas histórias bíblicas como se fossem nossas próprias histórias. Reconheça que a provisão nos dias de Moisés se estende a nós hoje em dia. Não espere por momentos retrospectivos no futuro para regozijar-se no cuidado do Amor. Regozije-se agora mesmo e veja a provisão divina aparecer! 

 

Seção 2. Desafios ou testes nos tornam fortes.

Apesar de tempos de provações certamente não serem algo que buscamos, eles sempre são oportunidades para desenvolvermos uma compreensão maior de como o Amor está cuidando de nós completamente. Quando penso em alguém que incorporou essa característica de se alegrar durante os desafios, eu penso em Paulo, que escreveu os versículos da citação B7 de Romanos (8:16,31,35,37): “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou”. 

Paulo foi quem cantou hinos de gratidão e alegria na prisão. Eram orações que o livraram do aprisionamento, primeiro mentalmente, e depois literalmente quando um terremoto abriu as portas das celas e os libertou. “Cada experiência que prova nossa fé em Deus nos torna mais fortes. Quanto mais difícil parece a situação material a ser vencida pelo Espírito, tanto mais forte deve ser a nossa fé e tanto mais puro o nosso amor”, diz Mary Baker Eddy na citação CS7 (p. 410). 

Mais uma vez, os fatos sobre o nosso bem-estar podem não ser aparentes ao sentido material, mas ao elevarmos nosso pensamento por meio do senso espiritual para testemunhar a presença do Amor, começaremos a ver essa evidência em meio ao desafio. Podemos ver o Amor se expressar no cuidado ou gentileza de alguém; a Alma se expressar em algo bonito que vemos, ouvimos ou sentimos e a Mente em ações inteligentes, ou no cuidado ordenado e atencioso.

As formas em que podemos ver a presença e a ação de Deus são infinitas, quando começarmos a percebê-las, passaremos a vê-las cada vez mais. Pode ser útil pensar a esse respeito ao treinar para um projeto esportivo: o treinamento pode envolver elementos desconfortantes, disciplina, esforço e a disposição de ignorar que essas coisas sejam difíceis, sabendo que há um belo objetivo à frente. Do mesmo modo, treinar a nós mesmos para procurarmos pelo bem e pela verdade envolve disciplina, esforço e até alguma disposição de ignorar o desconforto em favor de tentar ver que a bondade está nos envolvendo. Porém, assim como o treino que nos prepara tanto mental como fisicamente para o projeto esportivo, esse empenho espiritual nos fortalece, nesse caso, trazendo cura e nos fortalecendo para o próximo desafio que vier.

 

Seção 3. Torne-se “menos mortal” (e envelhecido), acolha a “novidade de vida”!

Eu adoro essa ideia de ser “menos mortal”. Ela está na declaração de Mary Baker Eddy na citação CS14 (p. 425): “O homem mortal será menos mortal, quando se der conta de que a matéria nunca sustentou a existência e nunca pode destruir a Deus, que é a Vida do homem”. Esta seção enfatiza o fato espiritual de que não temos de aceitar o envelhecimento como parte da Vida. Todos estamos demonstrando isso, de maneiras diferentes. Talvez possamos começar aceitando novas perspectivas todo dia, não importa o quanto nosso trabalho pareça repetitivo, ou empenhar-nos para permanecer conscientes do existir presente e atemporal, apreciando cada momento plenamente enquanto ele se desdobra.

Nosso objetivo ao despertar para a “novidade de vida” a cada dia não é que possamos viver existências mortais eternamente, mas nos erguermos do nosso senso de viver apenas numa “embalagem” mortal e material. A ideia de irromper da mortalidade em vez de nascer dela é potencialmente descrita na citação B10 (Salmos 92:13-14): “Plantados na Casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice darão ainda frutos”. Aqui, estamos amadurecendo no nosso existir espiritual, proveitosos e produtivos, contribuindo o tempo todo.

Você se lembra da interpretação de Mary Baker Eddy do Salmo 23 em Ciência e Saúde, onde ela traduz: “e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre” como “e habitarei na casa [a consciência] do [Amor] para todo o sempre”? Podemos colocar essa mesma tradução espiritual nessa passagem e dizer: “Plantados na [consciência do Amor] florescerão nos átrios do nosso Deus…”. Essa consciência está desperta para o presente, e para a presença do Amor em toda parte. Onde estão envelhecimento e decadência na consciência do Amor/Deus?

 

Seção 4. Como a divindade atende as necessidades da humanidade.

Jesus cura e depois alimenta as multidões nesta seção. Ele ilustra para nós a “relação científica entre Deus e o homem” (CS16, p. 206). Essa alimentação da multidão é seguida por este versículo de 2Coríntios (B16, 2Coríntios 9:8,10): “Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra”. Esta é uma declaração tão bonita que torna nossa suficiência tão real e clara para nós, pois estamos “abundando em toda boa obra”.

O Amor está nos suprindo com abundância para que possamos abençoar, com essa graça, aos outros. As bênçãos da Divindade se multiplicam naturalmente através da lei do Amor. Sempre que uma necessidade é atendida, ela é atendida através do Amor divino. Pode aparecer como uma pessoa, ou um teste inesperado, mas sua fonte é divina. Obtemos nossas visões mais corretas de Deus e do homem enquanto mantemos nossa consciência consciente da presença do Amor aqui e agora.

Não estamos esperando a abundância aparecer, ela está aqui, nos cercando neste exato momento. Quando sentimos esse fardo de ansiedade, é sempre medo do que vai acontecer, não do que está acontecendo. Afirmar a presença do Amor e ficar silêncio em meio àquele desconforto até que ele comece a se derreter no calor do Amor, sempre abre portas que não vimos, avenidas de bem que desconhecíamos. Aqui está um doce testemunho que ilustra essas ideias!  https://sentinel.christianscience.com/web-originals/2009/loaves-fishes-and-cherry-tomatoes

 

Seção 5. Mantenha seu terreno, encontre a paz.

Parece que às vezes temos que trabalhar para nos manter firmes quando nos deparamos com um desafio que parece inflexível ou especialmente agressivo. É por isso que praticar para manter nossa consciência presente no Amor nos ajuda a estar prontos, como um violino afinado, para manter uma abordagem pacífica a qualquer momento.

O menino epiléptico que é trazido a Jesus depois que os discípulos não conseguiram curá-lo é um desses casos aparentemente inflexíveis (B20, Mateus 17:14–20). Jesus aponta para a necessidade de fé. Essa fé é do tipo “semente de mostarda”, pequena, mas poderosa. De certa forma, é encorajador saber que nossa fé pode ser bem pequena!

Podemos aprender a reconhecer pensamentos duvidosos e temerosos pelo que são sugestões agressivas de uma suposta mente fora do Todo-Amor. Existe alguma coisa fora do Tudo? Não! Podemos, com base nisso, reivindicar para nós mesmos a liberdade da tirania da doença ou lesão. Tive muitas oportunidades de manter esse tipo de paz diante de uma lesão.

No outono passado, meu filho mais velho, Huck, se machucou no trabalho. Sua mão ficara presa nas garras de uma máquina enorme. O homem que operava aquela máquina gentilmente o deixou em uma clínica para cuidar dele, mas eles me chamaram para encontrar Huck lá. Estava a mais de uma hora da minha casa, então tive tempo de sobra para orar por ele e firmar meu próprio pensamento no caminho até lá. As sensações familiares de dúvida e medo me tentaram, mas tendo experimentado o poder e a presença do Amor, resisti a esse ataque. Eu sei que essas tentações não levam a nada além de mais medo e pânico – e como isso levaria à cura? Em vez disso, comecei a declarar em voz alta os fatos que sei sobre Huck. Ele é ideia da Mente, trabalhando em um trabalho que abençoa. O homem com quem ele estava trabalhando também é ideia da Mente e só pode agir com inteligência e sabedoria (este testemunho contradizia os sentidos materiais, mas eu escolhi ficar com os fatos espirituais). Somente a Mente poderia estar operando e a Mente causa apenas o bem. Eu estava “[Mantendo]” os fatos da Ciência Cristã…” (CS25, p. 417).

Quando finalmente cheguei à clínica, Huck esperava calmamente no saguão. Ele me disse que o inchaço havia diminuído consideravelmente, mas a mão, quando a vi, ainda estava pelo menos três vezes maior que o tamanho normal. A enfermeira havia tirado radiografias e estava esperando para saber qual tratamento era necessário. O médico, quando ela saiu, explicou que os raios-x não mostravam quebras, mas ela não achava que isso fosse possível com a quantidade de danos em sua mão, e ela tinha certeza de que os raios-x não poderiam ser precisos.

Eles o enfaixaram delicadamente e lhe deram uma tipoia e nos disseram para marcar uma consulta com um cirurgião ortopédico. Fizemos isso, mas ele também não encontrou nenhuma lesão. Ele disse a Huck que tinha “ossos incrivelmente fortes” e nos mandou para casa sem nenhum tratamento adicional. O que parecia alarmante e muito doloroso, estava perfeitamente bem  em uma semana. Ele foi trabalhar no dia seguinte. Ele nem teve uma pausa muito longa de sua pratica de violino! Manter nosso campo de ação com o que sabemos ser espiritualmente verdadeiro, sempre traz a luz do Amor, e mantém nosso pensamento em paz.

 

Seção 6. Nossas tarefas são medidas para nos ajustar.

Eu me diverti muito olhando para esta passagem sobre fardos e jugos quando verifiquei o Christian Science Sentinel Bible Lens para a lição bíblica desta semana. Aqui está um link se você quiser conferir: https://quarterly.christianscience.com/lesson/download/sunday-12-june-2022/lens/2109766003.pdf?newtab=true.

Ele explica que uma canga de boi foi feita sob medida para caber no boi específico para que não os esfregasse ou “ferisse”. Isso faz sentido, mas eu não tinha pensado nisso antes. Também lança uma bela luz sobre a declaração de Jesus: “Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça. Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve (B23, Mat. 11:1,15,28-30).

O Bible Lens também explica que “fácil” significa, neste caso, “bem adequado”, e o que Jesus está nos dizendo aqui é algo como: “A vida que eu te dou não é um fardo para te exasperar; sua tarefa é feita sob medida para caber em você”. Isso não significa que qualquer trabalho que tenhamos hoje é necessariamente o trabalho para o qual estejamos preparados para sempre. Mas qualquer que seja a tarefa que estejamos enfrentando, neste momento presente, ela não pode nos “irritar”, nos deixar em carne viva, irritar ou aborrecer. Estamos preparados para enfrentar esse desafio pelo Amor.

Vindo ao Cristo, servindo ao Cristo, servindo ao Amor, encontramos nossa energia se renovando. Quando estamos fazendo um trabalho que seja orientado para o ego humano ou que não esteja dentro do escopo da tarefa que Cristo está apresentando para nós, podemos nos sentir “estressados”, ou ressentidos, em vez de experienciar alegria e refrigério. Trabalhe por amor a Deus. É autossustentável e sempre abençoará a nós e aos que nos rodeiam.

 

Seção 7. Apoiando-se humildemente em Deus, nossas necessidades são atendidas.

Este é o nosso breve resumo de todas as ideias da nossa lição desta semana. Deus “nos cobre de benefícios”, não de fardos. Sempre podemos voltar o pensamento sobrecarregado aos cuidados do Amor, para a presença de Cristo, e encontrar paz, saúde, alegria, liberdade. É preciso humildade para se apoiar em Deus/Amor e não em um falso senso de si mesmo. Mas a última declaração, que é a primeira declaração em Ciência e Saúde, diz tudo: “Para os que se apoiam no infinito sustentador, o dia de hoje está repleto de bênçãos”.

O Amor está sustentando, guiando, curando, protegendo, e podemos testemunhar isso quando nos mantemos conscientes da presença do Amor neste momento, agora mesmo.

 

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A equipe de tradução para o português é composta por Martha Henriques, Laura Soriano Yawanawa, Ovídio Trentini, formatação de Ana Paula Steffler e revisão geral de Miguel De Castro. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será publicado na 2a. feira no link https://cedarscamps.org/inspiration/

 

 

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